Marcus Vinícius Gravina
OAB-RS 4949
Esta semana o presidente Lula voltou a insistir na aprovação da PEC da Segurança Pública.
Quer do presidente do Senado, que ele a coloque em pauta para votação imediata.
Sabe da importância estratégica que isto tem, em seu sonhado governo comunista, a partir de 2027.
Não quer permitir que Estados, mais importantes e dotados de grandes corporações de Polícias Militares e Civis, que em todo o país rivalizam com as Forças Armadas Nacionais, continuem sob o comando de Governadores dos Estados. A soma de seus contingentes supera os das Forças Armadas Nacionais.
Não quer correr risco de insurreição de Estados, como foi a liderada pelo governador Leonel Brizola, apoiado pelo Comandante do III Exercito, general José Machado Lopes. Aconteceu em 1961/62, denominada “Movimento pela Legalidade”.
A esquerda brasileira liderou, até hoje, o vexatório desarmamento dos cidadãos brasileiros. Por outro lado, vê e apoia as falanges do crime organizado, PCC, CV, fortemente armados, como forças auxiliares das forças Armadas sob o comando do Lula.
O projeto é retirar dos governadores, em essência, o Comando de suas forças militares e transferi-lo para Brasília.
De lá irão decidir as desocupações dos invasores de terras do MST.
A hierarquia e a disciplina das Policias Militares perderão os vínculos centenários com seus governadores de Estados, assim como a sua população terá dificuldades quando for reivindicar ações protetivas às suas propriedades privadas.
Garantia de direito à propriedade não está na cartilha do PT e de seus satélites comunistas.
Não, à dissimulada PEC da Segurança Pública.
Sim, ao direito de armamento do cidadão brasileiro.
Caxias do Sul, 22.05.2026
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