Artigo, Silvio Lopes - Ah, os sinais

 Sílvio Lopes, jornalista, economista e palestrante 

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       O mundo é um lugar hostil de se habitar. E, principalmente, viver. Einstein já a isso se rendia. Nele, o ser humano luta por se manter vivo e poder desfrutar, como poderia dizer, de uma vida digna de ser vivida. Mas o "furo é mais embaixo". Bem mais profundo, diga-se.


         Se bem lembrarmos, nascemos todos com o DNA da liberdade pessoal, individual, impregnado na nossa alma. Isso desde o princípio da vida quando recebemos do Criador o selo dessa condição sob o chamado " livre arbítrio". Inclusive para adorá-lo; ou recusar o próprio reconhecimento de sua paternidade. 

   

       A história da vida do homem sobre a Terra, nada mais tem sido do que a luta, impagável e obstinada, entre a liberdade dada pelo Criador, e a luta contra ela, oriunda de homens que não reconhecem nossa própria origem e muito menos aceitam o dom e a graça das liberdades que nos foram outorgadas.


       Hoje, o que vemos, acima de tudo, é o eclodir de sinais do apocalipse se pronunciando aqui e acolá. Os tais sinais, sob a forma de trombetas, alertas, avisos, juízos claros e inconfundíveis nos fazem pensar que tudo está próximo do fim. Foi-se o entendimento, pais e filhos se digladiam, famílias se dilaceram, nações se voltam contra nações, o inferno, enfim, mostrando a sua( verdadeira e temível) face. Tudo previsto!


         Mais que tudo isso, parece que milhões hoje se voltam para excluir Deus de suas vidas. E, como preconizou Friedrich Nietzsche, " a morte de Deus", o seu desprezo, " levaria o mundo a um período de niilismo aterrador, no qual o ser humano se deparará com a ausência  total de valores e propósitos".


      E não é o que, exatamente, vemos hoje, à luz do dia? O profeta que milhões preferem é justo aquele que "anda pregando mentiras e falsidades(como sempre o fez), prometendo vinho e cervejinha prá todos", e que não passa se um crápula dominador de mentes idiotizadas e vazias de conteúdo mínimo de racionalidade.


       Afinal de contas, até quando o Brasil vai suportar, sem sucumbir, convivendo com a mentira, a hipocrisia e a imaturidade política de sua gente? Quando, então, veremos a verdade ser restabelecida entre nós? Até quando vamos tolerar ficar calados e ver a mentira tomar o lugar de honra no palco de nossas vidas?

Senhor, tende misericórdia desta nação! 



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