Diesel responde por até 45% do custo do transporte e pode levar à readequação das tarifas de frete.
A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul) acompanha com atenção as medidas anunciadas pelo Governo Federal para mitigar a alta do diesel.
A entidade avalia que iniciativas como a redução do PIS e da Cofins e a criação de mecanismos de subvenção ao combustível contribuem para aliviar parte da pressão sobre o preço do diesel no país.
Mesmo assim, o reajuste anunciado pela Petrobras nesta semana, de R$ 0,38 por litro nas refinarias, indica que o mercado permanece sob forte volatilidade,
influenciado principalmente pela cotação internacional do petróleo e pela variação cambial.
No transporte rodoviário de cargas, o impacto é direto. O diesel representa entre 40% e 45% do custo operacional de um caminhão e é o principal insumo da atividade.
Sempre que ocorrem aumentos relevantes no preço do combustível, os efeitos nas operações são imediatos. O custo por quilômetro rodado cresce rapidamente, reduz as margens das transportadoras e exige a revisão das tarifas de frete para restabelecer o equilíbrio econômico das operações.
Impacto logístico
Caso o atual patamar de preços se mantenha, parte desses aumentos deverá ser repassada às tarifas de transporte, já que o combustível é o principal componente do custo logístico.
A Fetransul informa que continuará acompanhando a evolução do cenário e dialogando com seus associados, embarcadores e autoridades para preservar a sustentabilidade das operações logísticas e reduzir impactos sobre as cadeias produtivas e o abastecimento.
NOTA OFICIAL – FETRANSUL
Volatilidade no preço do diesel impõe revisão nas tarifas de frete
A Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (FETRANSUL) acompanha com atenção as recentes medidas anunciadas pelo Governo Federal voltadas à mitigação da alta do diesel.
A entidade entende que iniciativas como a redução do PIS e Cofins e a criação de mecanismos de subvenção ao combustível são importantes e contribuem para reduzir parte da pressão sobre o preço do diesel no país.
No entanto, o aumento anunciado pela Petrobras nesta semana, da ordem de R$ 0,38 por litro nas refinarias, demonstra que o mercado ainda permanece sob forte volatilidade, influenciado principalmente pela cotação internacional do petróleo e pela variação cambial.
Para o transporte rodoviário de cargas, essa situação é especialmente sensível, pois o diesel representa entre 40% e 45% do custo operacional de um caminhão, sendo o principal insumo da atividade.
Sempre que ocorrem aumentos significativos no preço do combustível, o impacto sobre as operações é imediato. O custo por quilômetro rodado aumenta rapidamente, reduzindo as margens das transportadoras e exigindo a revisão das tarifas de frete para restabelecer o equilíbrio econômico das operações.
Diante desse cenário, caso o atual patamar de preços se mantenha, parte desses aumentos inevitavelmente precisará ser repassada às tarifas de transporte, uma vez que o combustível é o principal componente do custo logístico.
A FETRANSUL seguirá acompanhando atentamente a evolução do cenário e dialogando com seus associados, embarcadores e autoridades, buscando preservar a sustentabilidade das operações logísticas e minimizar impactos sobre as cadeias produtivas e o abastecimento.
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