Porto Alegre instala nova comporta contra cheias

O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) instala neste domingo, 5, a nova estrutura móvel de proteção da comporta 12 do sistema de proteção contra cheias. Localizada no dique da avenida Castelo Branco, a passagem terá as obras de modernização concluídas nos próximos dias (confira o serviço de trânsito abaixo). 

"Além de suportar uma carga hidrodinâmica superior à da estrutura anterior, com base em um projeto elaborado após a cheia histórica de 2024, o novo equipamento contará com um sistema de fechamento mais moderno. Com isso, a operação será mais rápida, mais segura e demandará menos esforço humano", explica o diretor-presidente do Dmae, Vicente Perrone. 

A comporta 11, que também está em fase de modernização, chegará a Porto Alegre nesta segunda-feira, 6. A previsão é que a instalação seja realizada no mesmo dia, permitindo o primeiro teste de fechamento das duas novas barreiras de proteção. 

Nos últimos dois anos, mais de R$ 11 milhões foram investidos na modernização das comportas de Porto Alegre. Das 14 passagens existentes em 2024, oito foram substituídas por estruturas permanentes em concreto armado: 35, 78, 9, 10, 13 e 14. Essas passagens haviam sido concebidas para facilitar o acesso ao porto, mas tiveram sua utilização reduzida ao longo dos anos. 

As comportas 1, 24 e 6 passaram por um processo completo de modernização, incluindo o recondicionamento das estruturas de concreto armado junto ao Muro da Mauá. As barreiras móveis de aço foram submetidas à usinagem e receberam novas peças fabricadas sob medida. O objetivo das intervenções é ampliar a eficiência do sistema na contenção da água durante eventuais episódios de cheia. 

Trânsito - Para garantir a segurança viária dos trabalhos na rua João Moreira Maciel, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que, a partir desta segunda-feira, 6, a circulação estará liberada apenas para acesso local, a partir da avenida Ernesto Neugebauer, no bairro Humaitá. Os acessos entre a rua Voluntários da Pátria e a avenida Portuária, através das comportas 11, pela avenida São Pedro, e 12, na altura da avenida Cairu, permanecem fechados. A EPTC orienta que os condutores redobrem a atenção à sinalização e às indicações dos agentes de trânsito e, sempre que possível, planejem seus deslocamentos com antecedência para minimizar os impactos no tráfego da região. 

Acompanhe o estágio de outras obras do sistema de proteção contra cheias: 

Pôlderes 7 e 8 - As obras imediatas para proteção da área localizada entre os bairros Anchieta e Sarandi, na Zona Norte, foram iniciadas há dez diasEquipes atuam na construção de um dique, com 100 metros de extensão, entre o Arroio Passo das Pedras e o Rio Gravataí. Além disso, será instalado um sistema móvel de fechamento das galerias que ligam o Arroio Areia ao manancial. A previsão é de conclusão das intervenções, que têm investimento de R$ 47 milhões, até o final de agosto. 

Condutos forçados - As obras de proteção contra cheias realizadas nos condutos forçados Álvaro Chaves, Polônia, Miguel Couto e Areia estão na fase final. Nesta etapa, o Dmae atua na instalação das novas tampas herméticas responsáveis pela vedação das estruturas. A previsão é de conclusão até o final de julho. 

Usina do Gasômetro - A Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smoi) trabalha na contratação das correções pontuais no prédio da Usina do Gasômetro, no Centro Histórico, visando à proteção da estrutura em caso de cheia do Guaíba. As obras, já iniciadas, serão concluídas até o final de agosto. 

Ebab Moinhos de Vento - A Estação de Bombeamento de Água Bruta (Ebab) Moinhos de Vento também passa por obras de proteção contra cheias. O objetivo é corrigir as falhas que possibilitaram a entrada da água do rio pela unidade operacional durante a cheia histórica de 2024. A previsão é de conclusão em julho. 

Malha ferroviária - Os trilhos da empresa Rumo, que fragilizam o sistema de proteção contra cheias na avenida Ernesto Neugebauer, receberão obras do Dmae nas próximas semanas. A previsão é de que as melhorias sejam concluídas em menos de um mês após o início das intervenções. 

Dupla alimentação de energia - As Estações de Bombeamento de Águas Pluviais (Ebaps) dos bairros Sarandi e Anchieta, na Zona Norte, estão sendo ligadas à rede de energia que atenderá exclusivamente as estruturas operadas pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). As casas de bombas 6, 9, 10, 20 e 21 fazem parte da quarta etapa das obras contratadas junto à CEEE Equatorial, que devem ser concluídas em novembro. 

Além do lote 4, que já se encontra na fase de implantação dos novos postes, também está em andamento o lote 3, ainda na etapa de projetos. Os dois primeiros já foram entregues, garantindo a dupla alimentação de energia elétrica às Estações de Tratamento de Água (ETAs) Moinhos de Vento, São João, Menino Deus e Tristeza, bem como à Ebap 7, localizada na avenida Sertório. 

Casas de bombas - Permanece em andamento a elaboração e consolidação dos projetos executivos das obras de resiliência climática nas Ebaps 5, 6, 8, 10, 12, 17, 18 e 20. A etapa antecede o início das intervenções civis - que incluem a qualificação das estruturas prediais, além do fornecimento e da instalação de novos equipamentos eletromecânicos. 

Parte das bombas verticais será substituída por modelos submersíveis, mais adequados para operação em situações extremas. Os painéis de comando serão elevados, e geradores de energia passarão a ser instalados de forma permanente nas unidades. Já a licitação para as obras de resiliência climática nas estações 1, 3 e 4, na área central, está em fase de análise das propostas recebidas. 

Diques - Equipes da prefeitura, lideradas pelo Departamento Municipal de Habitação (Demhab) e pelo Escritório da Reconstrução, seguem trabalhando no acolhimento das famílias que residem na área do trecho 3 do Dique do Sarandi. A última etapa de intervenções na estrutura de proteção contra cheias, contemplando dois quilômetros de extensão, será iniciada assim que a área estiver liberada. 

Os trechos 1 e 2 do dique já tiveram a reconstrução concluída, totalizando 1,5 quilômetro de estrutura com cota superior a 5,8 metros em relação ao rio Gravataí. O mesmo ocorreu no dique localizado junto à sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que passou por obras entre julho de 2024 e janeiro de 2025. O Muro da Mauá, no Centro Histórico, também recebeu intervenções, com revisão estrutural e correção das patologias identificadas.

Dica do editor - Nova lei amplia direitos de pessoas com diabetes tipo 1

Pessoas com diabetes tipo 1 passam a ter novos direitos nas áreas de saúde, educação e trabalho. A Lei 15.439/26 garante acesso a medicamentos e insumos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), permite o uso de equipamentos para controle da doença em escolas e empresas e estabelece medidas de proteção contra a discriminação.

A legislação assegura o porte e o uso de glicosímetros, sistemas de monitoramento contínuo de glicose e bombas de insulina. Também permite pausas durante aulas, jornadas de trabalho e provas de concursos públicos para medir a glicemia, aplicar insulina e se alimentar. Escolas e ambientes profissionais deverão ainda adotar adaptações quando necessárias.

O texto prevê cardápios escolares adequados, horários flexíveis para alimentação e apoio psicossocial às pessoas com diabetes tipo 1 e seus responsáveis. Outra mudança é a validade por tempo indeterminado do laudo médico que comprova o diagnóstico da doença.

A nova lei também proíbe qualquer forma de discriminação relacionada ao diabetes tipo 1 ou ao uso de equipamentos de controle da glicemia em ambientes públicos e privados. Informações de saúde poderão ainda ser incluídas na Carteira de Identidade Nacional para facilitar o atendimento em situações de emergência.

O enquadramento da pessoa com diabetes tipo 1 como pessoa com deficiência, porém, não será automático. O reconhecimento dependerá do cumprimento dos critérios estabelecidos pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência.

O presidente Lula vetou o trecho que condicionava a concessão de benefícios financeiros a uma avaliação biopsicossocial específica sobre incapacidade para o trabalho ou vulnerabilidade socioeconômica. Segundo o governo, a exigência poderia criar uma barreira adicional ao acesso aos benefícios.

Dica do editor - El Niño ameaça oferta global e acende alerta nos mercados agrícolas

El Niño pode reduzir a oferta global de trigo e óleo de palma e ampliar a volatilidade dos mercados 

Fenômeno climático tende a prejudicar a produção de trigo na Austrália e de óleo de palma no Sudeste Asiático, enquanto pode favorecer as safras de trigo nos Estados Unidos e na Argentina, aponta análise da Hedgepoint Global Markets 

A confirmação de um novo ciclo de El Niño para o segundo semestre de 2026 volta a colocar o clima entre os principais fatores de atenção para os mercados agrícolas globais. Entre as commodities mais sensíveis ao fenômeno estão o trigo e o óleo de palma, que historicamente apresentam respostas às mudanças nos padrões de temperatura e precipitação provocadas pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico. 

Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, o evento climático pode trazer desafios relevantes para importantes regiões exportadoras de trigo e para os dois maiores produtores mundiais de óleo de palma, ampliando os riscos para a oferta global e aumentando a volatilidade dos mercados nos próximos meses. 

Austrália concentra os principais riscos para o mercado de trigo

Entre os principais exportadores globais de trigo, a Austrália é historicamente o país mais vulnerável aos eventos de El Niño. O fenômeno costuma estar associado à redução das chuvas e ao aumento das temperaturas durante fases críticas do desenvolvimento da cultura, especialmente nas regiões produtoras do oeste e do sudeste australiano. 

Como consequência, aumentam os riscos de estresse hídrico, perda de produtividade e deterioração da qualidade dos grãos. Em episódios mais intensos, a produção australiana pode sofrer quedas expressivas, reduzindo a disponibilidade exportável para os mercados asiáticos e contribuindo para a sustentação dos preços internacionais. 

A relevância da Austrália no comércio global faz com que qualquer alteração significativa em sua produção seja rapidamente incorporada às expectativas dos participantes do mercado. 

Estados Unidos e Argentina podem compensar parte das perdas

Enquanto a Austrália costuma enfrentar condições mais adversas, os impactos do El Niño tendem a ser mais favoráveis para outros importantes produtores mundiais de trigo. 

Nos Estados Unidos, o fenômeno geralmente beneficia o trigo de inverno cultivado nas Planícies, região que engloba estados como Kansas, Oklahoma e Texas. A maior regularidade das chuvas favorece a reposição da umidade dos solos e reduz os riscos de seca durante o desenvolvimento das lavouras. 

Embora possam ocorrer problemas pontuais relacionados ao excesso de precipitação em determinadas áreas, o histórico mostra que o saldo para a produção norte-americana costuma variar entre neutro e positivo. 

A Argentina também aparece entre os países que tradicionalmente se beneficiam do fenômeno. O aumento da frequência e da regularidade das chuvas durante o ciclo da cultura tende a melhorar as condições de estabelecimento, desenvolvimento e enchimento de grãos, elevando o potencial produtivo. 

Após ciclos marcados por seca ou condições neutras, o El Niño frequentemente contribui para uma recuperação significativa da produção argentina e do excedente exportável. 

Com isso, o país costuma ampliar sua participação no comércio internacional, especialmente em mercados da América do Sul e do Norte da África. 

Óleo de palma pode sentir os efeitos mais intensos em 2027

Além do trigo, o mercado global acompanha os possíveis impactos do El Niño sobre o óleo de palma, commodity altamente sensível às condições climáticas do Sudeste Asiático. 

Como aproximadamente 80% da produção mundial está concentrada na Indonésia e na Malásia, alterações no regime de chuvas no Sudeste Asiático têm potencial para afetar significativamente o balanço global de óleos vegetais. 

O El Niño costuma provocar redução das chuvas, aumento das temperaturas e intensificação do estresse hídrico nas áreas produtoras. Diferentemente de culturas anuais, porém, os efeitos sobre as palmeiras normalmente aparecem com alguma defasagem. 

O estresse provocado pela seca afeta a formação dos cachos e o desenvolvimento fisiológico das plantas, mas a redução mais significativa da produção costuma ser observada entre seis e doze meses após o pico do fenômeno. 

Historicamente, eventos moderados e fortes de El Niño resultaram em menor produção na Indonésia e na Malásia, redução dos estoques globais e aumento dos preços internacionais do óleo de palma. 

Efeitos podem se espalhar por todo o complexo de óleos vegetais

Os impactos do El Niño sobre o óleo de palma não costumam ficar restritos a essa commodity. 

Quando a oferta global diminui, consumidores e indústrias frequentemente aumentam a demanda por substitutos, especialmente óleo de soja, óleo de canola e óleo de girassol. Como resultado, um evento climático mais intenso pode gerar efeitos de sustentação em todo o complexo global de óleos vegetais, aumentando a competição entre os segmentos de alimentos, biocombustíveis e uso industrial. 

Segundo Luiz Fernando Gutierrez Roque, Coordenador de Inteligência de Mercado na Hedgepoint, o efeito líquido do El Niño sobre o mercado global de trigo dependerá do equilíbrio entre as perdas potenciais observadas na Austrália e os ganhos produtivos registrados nos Estados Unidos e na Argentina. Já no caso do óleo de palma, os riscos permanecem concentrados no Sudeste Asiático e podem se tornar mais evidentes ao longo de 2027. 

“O fenômeno El Niño pode trazer problemas para o desenvolvimento da safra de trigo da Austrália (chuvas abaixo da média e temperaturas elevadas), ao mesmo tempo que pode ser benéfico para as safras do cereal nos EUA e na Argentina (chuvas acima da média). Dessa forma, o efeito líquido sobre o mercado global depende do equilíbrio entre as perdas australianas e os ganhos observados nas Américas, embora eventos de El Niño mais intensos frequentemente sustentem os preços internacionais devido à relevância da Austrália no comércio mundial de trigo”, afirma.

Cidadania italiana: o detalhe que pode travar seu processo

Mais de 30 milhões de brasileiros possuem ascendência italiana, mas grande parte das famílias desconhece uma informação decisiva para iniciar o processo de reconhecimento da cidadania: o município onde nasceu o antepassado que imigrou para o Brasil. Sem identificar corretamente o comune, torna-se difícil localizar e solicitar a certidão italiana de nascimento exigida no processo. 

Segundo a Master Cidadania, muitas famílias conhecem o sobrenome do ancestral ou sabem apenas a região de origem, como Veneto, Lombardia, Piemonte ou Sicília. O problema é que essas pistas não são suficientes. “Para um processo de cidadania sólido, é necessário identificar com precisão o comune onde o antepassado nasceu”, afirma Welliton Girotto, CEO da empresa. 

A investigação pode ser mais complexa do que parece. Alterações de sobrenomes, erros de grafia, mudanças de nomes italianos para o português, divergências de datas e transformações administrativas ocorridas na Itália ao longo das décadas podem dificultar a localização dos registros. 

Curiosamente, muitas respostas estão no próprio Brasil. Certidões de casamento e óbito, registros religiosos, listas de passageiros, documentos de imigração, processos de naturalização, inventários e arquivos familiares podem revelar informações importantes sobre a cidade de origem do imigrante. 

O cruzamento desses documentos com registros disponíveis na Itália permite transformar histórias transmitidas entre gerações em evidências documentais. Plataformas históricas e arquivos públicos ajudam na pesquisa, mas a emissão da certidão oficial normalmente depende do comune onde o nascimento foi registrado. 

A etapa documental ganhou ainda mais importância diante das recentes mudanças nas regras italianas para o reconhecimento da cidadania por descendência. Nesse cenário, localizar o ancestral correto e obter os documentos adequados passou a fazer parte da própria estratégia jurídica do processo. 

“Encontrar a certidão errada, identificar o antepassado incorreto ou solicitar documentos ao comune equivocado pode comprometer toda a estratégia jurídica construída para o caso”, afirma Mariane Baroni, diretora jurídica da Master Cidadania. 

Com mais de duas décadas de atuação entre Brasil e Itália, a empresa utiliza uma metodologia baseada no cruzamento de fontes brasileiras e italianas. O trabalho envolve a coleta de informações familiares, a pesquisa arquivística e, finalmente, a obtenção da certidão oficial junto às autoridades competentes. 

Para Girotto, a identificação correta da origem familiar é o ponto de partida para reduzir erros e dar maior previsibilidade ao processo. “O desafio é transformar relatos familiares em evidências documentais. É essa etapa que determina a qualidade de toda a jornada da cidadania”, conclui.

Dica do editor - Um roteiro de festas para curtir julho no RS

O inverno movimenta o turismo no Rio Grande do Sul com uma extensa programação de festas gastronômicas, feiras e eventos culturais ao longo de julho. Da Serra Gaúcha ao Litoral, passando pelas regiões Central e Sul do Estado, municípios apostam nas tradições locais para atrair visitantes durante a estação mais fria do ano. 

Nos primeiros dias do mês, a agenda já começa movimentada. Até 5 de julho, Flores da Cunha recebe a 37ª Feira de Inverno, enquanto Nova Petrópolis promove o Festival Sabores da Colônia. Entre 3 e 5 de julho, Marau realiza o Festival Nacional do Salame, Cotiporã recebe o Festival do Rocambole e Santa Cruz do Sul promove a Festa das Cucas. No dia 4 de julho, Encantado realiza o Festival do Grostoli, e Nova Petrópolis recebe o tradicional Tanzabend. 

O calendário gastronômico continua entre 4 e 5 de julho, com o Festival do Bolinho de Batata e Sabores da Colônia, em Nova Hartz, e o Café na Colônia, em Morro Reuter. No dia 5 de julho, Bento Gonçalves entra no roteiro com sua Festa Julina, reunindo gastronomia, música e atrações para toda a família. 

Alguns dos maiores eventos do inverno gaúcho atravessam várias semanas. Em Tramandaí, a Festa Nacional do Peixe segue até 19 de julho, com gastronomia típica, shows e a tradicional tainha assada na brasa. Em Carlos Barbosa, o Festiqueijo ocorre até 26 de julho, reunindo queijos, vinhos e pratos da culinária italiana. Já Picada Café recebe a Tricofest, de 3 a 26 de julho, com malhas, moda, gastronomia e atrações culturais. 

A tradição italiana também ganha espaço em Marau, que realiza sua Festa Italiana até 12 de julho. Nos dias 11 e 12 de julho, Pinto Bandeira promove o Festival do Capeletti, combinando o tradicional prato da culinária italiana com vinhos, espumantes, música e programação cultural. 

A partir da segunda quinzena, um dos principais eventos gastronômicos do Estado entra em cena. De 15 de julho a 2 de agosto, Pelotas recebe a Fenadoce, conhecida nacionalmente pelos tradicionais doces da cidade. Entre 15 e 19 de julho, Bom Jesus promove a Festa da Gila e a Festa do Queijo Artesanal, valorizando a agricultura familiar e os produtos típicos da região. 

Nova Petrópolis volta aos holofotes entre 16 de julho e 2 de agosto, com o Festival Internacional de Folclore, que reúne gratuitamente grupos e manifestações culturais do Brasil e de outros países. Em Canela, a Festa Colonial ocorre de 17 de julho a 2 de agosto, enquanto a comunidade de Evangelista, em Casca, recebe a Festa na Colônia entre os dias 17 e 19 de julho. 

Na reta final do mês, Agudo realiza a Volksfest, de 23 a 26 de julho, com entrada gratuita, gastronomia alemã, música e apresentações folclóricas. Entre 24 e 26 de julho, Estância Velha promove a Ruralfest, também gratuita, com exposição de animais, agricultura familiar e atrações culturais. 

Porto Alegre também integra o roteiro. No dia 28 de julho, o Café Iberê: Uma Noite no Iberê combina arte, música, gastronomia e vinho em uma experiência para apenas 30 participantes. No dia 29, o Negroni Day, no Encouraçado Butikin, reúne bartenders convidados e criações inspiradas nos países participantes da Copa do Mundo. 

Fechando a programação, Arroio do Sal recebe, de 29 de julho a 2 de agosto, a tradicional Festa do Pescador. Com pratos à base de frutos do mar, artesanato, shows e manifestações culturais, o evento completa um mês marcado por opções para quem deseja viajar pelo Rio Grande do Sul e aproveitar o inverno entre gastronomia, cultura e tradição.

Perito federal foi quem vazou. contrato da mulher de Moraes. Ele foi punido. O caso Viviane+Vorcaro foi abafado.

A Polícia Federal identificou que o perito criminal federal João Cláudio Nabas,llotado em Roraima,foi quem vazou informações incriminadoras contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, inclusive as mensagens trocadas entre Viviane Barci de Moraes e o banqueiro Vorcaro, todas referentes ao contrato de R$ 129milhões. A acusação foi entregue ao relator do inquérito do Master, André Mendonça.

O perito Nabas disse aos seus superiores que sua decisão teve razão patriótica, destinada a denunciar corrupção no âmbito do STF. 

Suias revelações não são objeto de qualquer investigação por parte da PGR ou PF, porque o objetivo do STF é blindar os ministros.

CLIQUE AQUI para examinar este resumo da reportagem do Estadão, que foi vazada para o jornal pela PF. Este materaial é do site ICL.



Artigo, especial - A aposta do PT em terminar o que Dilma começou

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Todo truque de mágica, aquele ato de enga nar seu público, consiste em chamar a aten ção do público para a mão que agita e enga ná-lo com a outra. O governo Lula entendeu isso perfeitamente e, enquanto o país discute um tarifaço que não existe, o governo alcan çou 33 medidas de aumento de gasto ou re núncia de receita só em 2026, num total de R$ 215 bilhões. A PEC da gastança de 2022, que na época parecia o fundo do poço da irres ponsabilidade, liberou R$ 168 bi. E quase nada disso aparece onde deveria apa recer. Do total, apenas 4% são marcados no arcabouço fiscal, a peça de ficção que substi tuiu o teto de gastos. O resto circula como em préstimo subsidiado que tecnicamente não é despesa (o subsídio a caminhões, por exem plo, sai do Orçamento como "crédito" e nunca mais volta), como fundo público abastecido por atalho (o dinheiro esquecido dos corren tistas pulou o Tesouro e caiu direto no FGO do Desenrola, porque passar pelo caminho cer to estragaria o resultado primário), e o velho crédito extraordinário para tudo o que não couber nos dois primeiros. As regras fiscais se guem sendo cumpridas no papel, justamente porque o papel aceita qualquer coisa. O brasileiro mais velho já viu esse filme. Foi chamado de “pedalada fiscal”, estreou no governo Dilma e terminou em recessão, de semprego e impeachment, mas dessa vez cada bondade tem uma justificativa técnica própria desenhada com números e propa ganda, um conjunto que, à vista de qualquer um fora do TCU, denuncia a intenção. Trinta e três medidas razoáveis que, por uma coin cidência incrível e mágica, vencem todas em ano de eleição

E o repertório eleitoral não para no Orçamen to. A pauta do fim da escala 6x1, que veio da base do governo como se fosse a grande ur gência nacional, foi abraçada pelo presidente e seus marketeiros como a bondade perfeita, porque o pagador é o brasileiro, mas o brasi leiro do futuro. Reduzir a jornada, hoje, não custa um real ao Tesouro - custa ao dono do mercadinho, da farmácia, da lanchonete que funciona no sábado, gente pequena demais para ter lobby e grande demais para sumir da estatística quando fechar. O micro e médio comerciante vai ter que cobrir os mesmos tur nos com mais contratações e o mesmo caixa. Todo o bumbo batido no congresso sobre a ‘conquista social’ desse mecanismo deixa de lado como é que a grande maioria dos em preendedores brasileiros, que vão ter de de mitir ou fechar suas portas, vai digerir isso. Mas esse é um problema que só vai eclodir após as eleições – no cálculo eleitoral, é uma jogada perfeita. A lógica que foi desenhada para salvar o governo Lula dessa impopularidade enor me emprenhada na sociedade, foi empur rar o custo para onde o eleitor não vê antes de outubro. Mas até o brasileiro menos ver sado em economia começa perceber que só um ator pode ser o culpado. O petismo aposta que o cidadão é incapaz de perce ber quando é passado para trás, mas até o mais ingênuo dos brasileiros faz conta todo fim de mês. A fatura dessa esperteza tem endereço certo, mesmo que a data seja flexível. A crise que nos deu uma nova dé cada perdida vai chegar de novo. E, dessa vez, nem vai precisar bater. A porta, graças ao desespero e inépcia do governo Lula, já está aberta. 

Artigo, Amir Segal, Likud Brasil - Os EUA já não são mais o mesmo

Este artigto da newsletter de Amit Segal é reproduzido neste domingo pelo grupo Likud Brasil.

É domingo, 5 de julho, e quando penso nos Estados Unidos, penso nos filmes de ação da era Reagan, do sonho americano — Rocky, Rambo, Top Gun — algo transbordando vermelho, branco e azul. No fim de semana, tive uma sensação de déjà vu.

“Há 250 anos, os Estados Unidos da América são a esperança, a promessa, a luz e a glória entre todas as nações do mundo”, declarou Trump em seu discurso de 4 de Julho no National Mall, enquanto fogos de artifício iluminavam o céu atrás dele.

Corta. A câmera muda de ângulo. Transição para uma cerimônia completamente diferente. Surge na tela: “TEERÔ. Centenas de milhares de pessoas lotam a Grande Mesquita Imam Khomeini Mosalla para o funeral do líder supremo Ali Khamenei. Um mestre de cerimônias no púlpito pede a morte de Trump diante da multidão. A resposta é imediata: milhares de vozes explodem em coro: “Morte à América! Morte a Israel!”

Já faz cerca de dez anos que Hollywood deixou de escalar o islamista de turbante como vilão em filmes como esses — mas, neste momento, parece que o próprio Irã resolveu assumir esse papel.

Podemos chamar isso de fim da breve lua de mel entre Estados Unidos e Irã — o período em que o Irã continuava agindo contra os interesses americanos, mas escondia isso atrás de uma fina camada de ambivalência e de uma rejeição relativamente educada às exigências de Washington. Agora, a máscara está caindo, e por baixo dela está exatamente o mesmo rosto de sempre.

No Estreito de Ormuz, o Irã continua usando ameaças para forçar embarcações comerciais a transitarem por suas rotas marítimas. O cálculo é simples: continuar ameaçando e atacando para fazer com que países e organismos internacionais pensem duas vezes antes de facilitar rotas alternativas de transporte. Ao mesmo tempo, Teerã vem sugerindo que poderá transformar tanto o Estreito de Ormuz quanto o estreito de Bab el-Mandeb em instrumentos de pressão caso os Estados Unidos violem o memorando de entendimento firmado entre os dois países.

Mas parece que as coisas estão se movimentando. Benjamin Netanyahu foi convidado para sua sétima visita à Casa Branca durante o segundo mandato de Trump. Se Bibi estiver colecionando cartões de fidelidade, imagino que a próxima visita saia de graça. O verdadeiro motivo da reunião ainda está por ser visto — embora, se meu conhecimento de filmes de ação dos anos 1980 servir de referência, talvez envolva algo explosivo.

Dica do editor - Dormir com luz acesa eleva o risco de infarto em mulheres. Saiba por que razão

Estudos científicos, como pesquisas publicadas no JAMA Network Open, apontam que dormir com luz acesa ou claridade no quarto eleva o risco de infarto em até 47% nas mulheres Dormir com luz acesa eleva risco de infarto em mulheres. A iluminação noturna, especialmente a luz azul e branca, inibe a produção de melatonina e desregula o relógio biológico (ritmo circadiano). Essa alteração fisiológica eleva o estresse no sistema cardiovascular, aumentando também a probabilidade de insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC). 

Para melhorar a higiene do sono e proteger a saúde do coração, especialistas recomendam:

Escuridão total: Dormir no escuro ou usar cortinas blecaute para bloquear fontes externas.
Luzes de emergência: Caso seja estritamente necessário ter algum ponto de iluminação, prefira luzes fracas próximas ao chão, na tonalidade vermelha ou âmbar, que são menos estimulantes para o cérebro