As notas

 Depois de uma escandalosa disputa política e familiar que começou desatinadamente, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro fez o que lhe caberia fazer ao ser recriminada duramente dentrio e fora de casa.

Ela renunciou à presidência do PL Mulher.

E talfez venha a ser posta para fora da candidatura ao Senado pelo DF e até ser posta pasra fora de casa pelo marido preso incomunicável pelo regime autoritário.

O presidente nacional do PL tirou nota esclarecxendo que foi um acerto tomado em conjunt.o

Veja a nota de Michelle na íntegra:

"Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar – integralmente – aos cuidados para com o meu marido e minha filha. Durante o período em que estive à frente do PL Mulher, construímos – juntamente com as nossas presidentes – um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil e a corrigir os rumos da nossa Nação.

Conhecendo a força e a capacidade das mulheres brasileiras, tenho certeza de que o nosso movimento crescerá ainda mais e teremos um futuro próspero para os nossos filhos e netos. Quero agradecer, na pessoa da minha vice-presidente, Priscila Costa - a todas as minhas presidentes estaduais e municipais que, com tanto carinho, empenho e dedicação tornaram possível a expansão de nosso movimento que está edificando o nosso país. Sem vocês, nada disso seria possível.]

As sementes foram lançadas e, em breve, vocês colherão os frutos desse trabalho tão lindo que vocês realizaram em favor das famílias de nossa grande Nação. Peço a Deus que esteja sempre com vocês, inspirando e conduzindo esse trabalho e que as mulheres ocupem, cada vez mais, os lugares que lhes pertencem nas esferas de decisão e de poder. Vocês estarão sempre nas minhas orações como forma de gratidão e de amor por cada uma de vocês.

Agradeço também o Presidente Valdemar pela autonomia que me concedeu e por ter confiado a mim tão nobre desafio. À minha amada equipe da Nacional, mulheres e homens gigantes que comigo enfrentaram todos os desafios que surgiram à nossa frente, agradeço do fundo do meu coração. Somente Deus pode recompensá-los por todo bem que fizeram a mim e ao nosso

Brasil. Eu amo a vida de cada um de vocês.

Que Deus os abençoe. Que Ele abençoe as nossas famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil."


Veja nota de Valdemar Costa Neto:

"O PL cresceu demais, e eu entendo que as divergências crescem também. É natural isso.

Temos muitos líderes no partido e, por maiores que sejam as divergências, o que nos une é muito maior.

As indignações internas não serão maiores do que a indignação coletiva de ver o que esse governo faz com o nosso país. 80 milhões de brasileiros devendo é inadmissível!

Os grupos terroristas crescendo é inadmissível!

Michelle passa por um momento difícil, sente de perto as injustiças e as angústias que o maior líder da história recente deste país vem passando.

Michelle fez um excelente trabalho à frente do PL mulher mas, nesse momento, decidiu deixar a presidência nacional do PL Mulher porque fez a opção de concentrar suas atividades em cuidar do nosso presidente. Temos que respeitar essa decisão.

Somos o maior partido deste país e temos a missão de mudar esse governo e devolver o Brasil ao povo brasileiro.

Valdemar Costa Neto

Presidente Nacional do PL."

Opinião do editor - Michelle fez o dever de casa que não soube fazer antes

Depois de uma escandalosa disputa política e familiar que começou desatinadamente, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro fez o que lhe caberia fazer ao ser recriminada de forma unânime dentro e fora de casa.

CLIQUE AQUI para ler o comunicado de Michelle.

Ela renunciou à presidência do PL Mulher.

E talvez venha a ser posta para fora da candidatura ao Senado pelo DF e até ser posta para fora de casa pelo marido preso incomunicável pelo regime autoritário.

O presidente nacional do PL tirou nota esclarecendo que foi um acerto tomado em conjunto.

CLIQUE AQUI para ler o comunicado de Valdemar da Costa Neto.



Recomendado - Sua conta de luz está alta? Existe uma forma simples de reduzir agora

Energia renovável por assinatura, sem instalar placas e com economia garantida em contrato. 

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Com mais de 150 empresas atendidas no Sul do país e expansão para novos estados, a VR Energia reforça sua estratégia de crescimento por meio de agentes regionais. O diferencial está na praticidade: adesão simples, economia real e resultado visível já nas primeiras faturas, uma alternativa moderna para quem quer pagar menos e consumir energia limpa. 

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Sanderson aciona PGR contra falas de Lula sobre o Sul

O deputado federal Sanderson (PL-RS) protocolou nesta terça-feira (30/6) uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a apuração das declarações feitas por Lula durante um evento realizado em Itajaí, no último dia 26 de junho.

O documento, encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que as falas de Lula, ao citar Santa Catarina, a expressão "hegemonia branca" e fazer referência ao nazismo, podem ter ultrapassado os limites do debate político e atingido, de forma generalizada, moradores do estado e da Região Sul.

Segundo Sanderson, a representação busca que a PGR avalie se houve eventual violação aos princípios constitucionais e adote as providências cabíveis. "Nenhum brasileiro pode ser estigmatizado em razão da região onde nasceu ou vive. O Presidente da República representa todos os brasileiros e suas manifestações precisam contribuir para a união nacional, nunca para aprofundar divisões. Por isso, estamos requerendo que a Procuradoria-Geral da República examine os fatos dentro do devido processo legal", afirmou o parlamentar.

Sanderson é um dos principais nomes do PL no Rio Grande do Sul e desponta como pré-candidato ao Senado nas eleições deste ano, posição que vem sendo defendida pela legenda no Estado.

Dica do editor – Confira as novidades da Netflix para mês de julho

O mês de julho chega com uma variedade de títulos na Netflix. Entre os destaques estão séries como Uma Casa na Pradaria, Fúria e Ransom Canyon: Temporada 2, além de filmes como, Enola Holmes 3, Velozes e Furiosos e Blade. 

O catálogo também inclui produções consagradas como Os Infiltrados, De Olhos Bem Fechados e opções familiares como O Pequeno Príncipe e Robô Selvagem, ampliando a variedade de gêneros no mês. 

Confira as estreias no streaming: 

Séries 

  • 02/07 - Vapor Humano
  • 07/07 - Solteiros Nunca Mais: Temporada 2
  • 09/07 - Uma Casa na Pradaria
  • 14/07 - Entrevista com o Vampiro: Temporada 2
  • 16/07 - O Falcão do Golfe
  •  17/07 - O Mapa dos Desejos
  • 17/07 - A Leste do Palácio
  • 23/07 - Ransom Canyon: Temporada 2
  • 29/07 - Fúria

Filmes 

  • 01/07 - Um Paraíso Perigoso 
  • 01/07 - Sempre ao Seu Lado
  • 01/07 - Os Especialistas
  • 01/07 - Anjos da Noite – Underworld
  • 01/07 - Magnatas do Crime
  • 01/07 - Águas que Corroem
  • 01/07 - Um Amor para Recordar
  • 01/07 - A Chamada
  • 01/07 - Fogo Contra Fogo
  • 01/07 - Os Renegados
  • 01/07 - A Protetora
  • 01/07 - Os Mercenários 2
  • 03/07 - Velozes e Furiosos
  • 03/07 - + Velozes + Furiosos
  • 03/07 - Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio
  • 03/07 - Velozes & Furiosos 4
  • 03/07 - Velozes & Furiosos 6
  • 03/07 - Velozes e Furiosos 7
  • 03/07 - Velozes e Furiosos 8
  • 03/07 - Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw
  • 03/07 - Blade: O Caçador de Vampiros
  • 03/07 - Blade II: O Caçador de Vampiros
  • 03/07 - Blade: Trinity
  • 04/07 - A Grande Vitória
  • 05/07 - Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio
  • 10/07 - Terror em Silent Hill
  • 10/07 - Chacrinha: O Velho Guerreiro
  • 12/07 - A Voz de Hind Rajab
  • 15/07 - O Paciente: O Caso Tancredo Neves
  • 17/07 - Enola Holmes 3
  • 17/07 - Heartstopper Para Sempre
  • 19/07 - Acompanhante Perfeita
  • 21/07 - Branca de Neve e o Caçador
  • 21/07 - O Caçador e a Rainha do Gelo
  • 24/07 - Bumblebee
  • 24/07 - De Olhos Bem Fechados
  • 24/07 - Os Infiltrados
  • 24/07 - 72 Horas em Miami

Crianças e Família 

  • 01/07 - O Pequeno Príncipe
  • 04/07 - Robô Selvagem
  • 13/07 - José Totoy: Sabores, Cores e Surpresas
  • 17/07 - Monstros vs. Alienígenas


Dica do editor - Farmácias em supermercados voltam ao debate

Instalação de farmácias em supermercados pode facilitar o acesso a medicamentos fora dos grandes centros

- Segundo a Associação Brasileira de Supermercados, em cidades menores, onde a rede de grandes farmácias nem sempre chega, o setor supermercadista pode suprir atuais falhas de abastecimento por ter maior capilaridade. 

Por Vladimir Goitia, Para o Valor — São Paulo

30/06/2026 - 05h04 

O varejo farmacêutico continua se expandindo a passos largos no Brasil, impulsionado por fatores como o envelhecimento da população, o avanço de produtos como os da categoria GLP-1 (conhecidos como canetas emagrecedoras, desenvolvidos para ajudar a regular o açúcar no sangue) e o aumento da digitalização — a expectativa é neste ano ter expansão similar à de 2025, quando cresceu 14,9%, segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Neste ano, há um novo fator no cenário: a possibilidade de instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados, agora autorizada por lei, que facilitará o acesso a medicamentos. 

No entanto, a expectativa é que isso não necessariamente traga redução dos preços — como seria de esperar, pelo aumento da concorrência. Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma, explica que o setor já opera em um ambiente altamente competitivo, e o consumidor tem ampla possibilidade de comparação entre canais físicos e digitais, já que os fornecedores são os mesmos. 

“Eventuais ganhos de competitividade devem ocorrer mais pela ampliação da eficiência operacional do que necessariamente por uma guerra de preços”, diz ele. Apesar de o varejo alimentar brasileiro contar com pouco mais de 439 mil lojas, por onde transitam cerca de 30 milhões de consumidores por dia, Barreto avalia ser difícil saber quanto dessa integração (farmácias e supermercados) pode avançar. 

“Ao contrário, alguns países têm recomendado a revisão de aberturas de outros canais em razão do aumento de intoxicações e uso indevido de medicamentos. Há dezenas de estudos científicos que levantam uma bandeira amarela para esse tema”, explica Barreto. O executivo ressalta, entretanto, que a nova legislação exige agora espaço segregado, cumprimento integral das normas sanitárias, presença permanente de um farmacêutico e rastreabilidade dos medicamentos: “Ou seja, não se trata da simples venda de medicamentos em supermercados, mas da instalação de uma farmácia regular dentro daquele ambiente”. 

Barreto lembra que o varejo farmacêutico reúne mais de 90 mil pontos de venda em todo o território nacional, com presença até mesmo em cidades onde não há Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A Abrafarma aponta que o Brasil já possui elevada densidade de farmácias nos grandes centros urbanos. Por isso, avalia que o potencial de expansão desse serviço em supermercados está menos associado às capitais e mais relacionado às cidades menores, bairros periféricos e regiões com menor cobertura. “A ampliação de canais de acesso a medicamento é válida, desde que regulamentada por rígidos e claros padrões sanitários e assistenciais”, pondera Barreto. 

Márcio Milan, vice-presidente de relações institucionais e administrativo da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), concorda. Para ele, em cidades menores, onde a rede de grandes farmácias nem sempre chega, o setor supermercadista poderá suprir atuais falhas na cadeia de abastecimento por ter maior capilaridade. 

“O objetivo é ampliar o acesso do consumidor, aumentar a conveniência e gerar mais concorrência em benefício da população”, diz. Milan lembra que, entre 1994 e 1995, o Brasil vivenciou a experiência de venda de remédios em supermercados, período em que foi registrada uma queda de 35% nos preços. “Porém, à época, somente medicamentos isentos de prescrição (MIPs) podiam ser vendidos nesses estabelecimentos. Agora, a nova lei representa um grande avanço ao oferecer farmácia completa dentro de supermercados, com a presença de farmacêutico, ampliando a segurança e o acesso à saúde da população”, acrescenta. 

Supermercados como o Grupo Carrefour Brasil estão avaliando os desdobramentos da nova legislação e as oportunidades que ela pode gerar. “Eventuais iniciativas nessa frente serão analisadas com base em critérios operacionais, regulatórios e de experiência do cliente, sempre respeitando as exigências legais e sanitárias”, afirma Júlio Alves, CMO do Carrefour e Sam’s Club. Para ele, a possibilidade de venda de medicamentos em supermercados está alinhada ao conceito de “one stop shop” (loja de parada única, onde o consumidor encontra ampla variedade de produtos ou serviços em um único lugar). O grupo conta hoje com 98 drogarias das bandeiras Carrefour e Atacadão que funcionam nas galerias de suas lojas, fora do salão de vendas. 

“Em diversos mercados internacionais, esse modelo se consolidou como forma de reunir diferentes necessidades, oferecendo mais comodidade”, explica Alves. Na prática, o supermercado passa a incorporar uma nova missão de compra à rotina do cliente, permitindo que ele adquira medicamentos, vitaminas, itens de cuidado pessoal durante suas compras do dia a dia. “No varejo, esse movimento é conhecido como ´compra por conveniência´ ou ´compra de oportunidade´. Ou seja, o consumidor que vai à loja comprar pão e iogurte pode, na mesma visita, adquirir um antigripal ou vitamina C. Essa modalidade tende a gerar ganhos em recorrência, aumento do tíquete médio e ampliação da cesta de compras”, aponta Alves. 

O CEO da Abrafarma considera que as perspectivas para o varejo farmacêutico continuam positivas: “O setor farmacêutico brasileiro continua sendo um dos segmentos mais resilientes da economia, sustentado por fatores estruturais, como envelhecimento populacional, maior preocupação com prevenção e ampliação da demanda por cuidados primários”, diz. 

Nessa onda, a rede Pague Menos encerrou 2025 com resultados recordes e crescimento consistente acima da média do mercado farmacêutico. A companhia registrou R$ 16 bilhões em vendas, avanço de 18,3% em relação a 2024. Apenas no quarto trimestre do ano passado, a receita atingiu R$ 4,3 bilhões, com crescimento de 19,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Walace Siffert, vice-presidente comercial da Pague Menos, explica que o desempenho foi sustentado tanto pelo aumento de volume quanto pela evolução do tíquete médio. 

Ainda em 2025, os atendimentos na rede Pague Menos cresceram 7,9%, enquanto o tíquete médio avançou 9,6%. Outro destaque, segundo Siffert, foi o avanço do atendimento digital, que alcançou R$ 3,1 bilhões em vendas omnichannel (integração entre canais de venda e comunicação, como lojas físicas, site e redes sociais) em 2025, que apontou crescimento de 55%. Para 2026, as perspectivas continuam positivas, sustentadas pela continuidade da estratégia de crescimento com rentabilidade, expansão desse ecossistema de vendas e o fortalecimento do posicionamento da companhia como hub de saúde. 

“Os resultados do primeiro trimestre demonstram essa trajetória. A Pague Menos iniciou 2026 com receita bruta de R$ 4,1 bilhões, crescimento de 14,4%, além de expansão de margem e crescimento de 36,1% no Ebitda ajustado, marcando o sétimo trimestre consecutivo com avanço superior a 30% nesse indicador”, informa Siffert. Segundo ele, a companhia também continua ampliando a participação digital, que já representa 22,2% da receita bruta total, além de continuar investindo em serviços clínicos, vacinação e na integração entre canais físicos e digitais. 

Sobre a eventual instalação de novas unidades em supermercados, a Pague Menos prefere não comentar sobre o tema. A empresa também não divulga dados de investimentos ou projeções. Para 2026, Siffert informa apenas que a companhia segue avaliando oportunidades de expansão de forma disciplinada, especialmente em mercados estratégicos nos quais já possui forte presença e potencial de ganho de participação.

Artigo, especial, Carina Belomé - Quando uma cidadã consegue fazer o que um governo inteiro não fez

Às vezes, a ironia da realidade supera qualquer sátira. 

Sou apenas uma jornalista, uma cidadã que paga impostos e convive com os mesmos problemas enfrentados por milhares de gaúchos. Ainda assim, bastou abrir uma inteligência artificial, formular uma pergunta e pedir que ela elaborasse um plano de redução de danos para eventos climáticos extremos no Rio Grande do Sul. Pedi que considerasse a nossa geografia, o tipo de solo, a economia regional, a realidade orçamentária e experiências internacionais que deram resultado. 

Em poucos minutos, obtive uma proposta organizada, didática e repleta de possibilidades para discussão e realização em nossa realidade atual.  

Isso me levou a uma reflexão profunda: se uma cidadã comum consegue reunir ideias coerentes com o auxílio de uma ferramenta acessível, por que governos inteiros, cercados por ministérios, secretarias, consultorias, universidades, especialistas e bilhões em recursos públicos ainda não apresentam um plano robusto, transparente e permanente para reduzir os impactos das enchentes que ocorreram no Rio Grande do Sul?  

Porque não possuem interesse no progresso, protecção e amparo ao seu povo.  

Novos eventos climáticos causados por cheias estão ocorrendo na região Norte e Noroeste do estado, onde 179 famílias estão desalojadas em mais de 21 municípios atingidos, nada de projetos. É angustiante, pois sei o que é perder tudo pelas águas duas vezes na vida.

Quem mais precisará morrer afogado para que um povo se levanta também? 

Ha apenas gritaria para discurso e palco de Lula e Leite, silêncio nas ações.  

Aliás, Leite brinca de ser o homem do tempo, talvez ele possa tentar ser um ator, jornalista, animador de festa, seria mais útil como pessoa pública.  

Depois da tragédia de 2024, imaginei que a prevenção deixaria de ser discurso para se transformar em prioridade. Afinal, vidas foram perdidas, famílias ficaram desabrigadas, produtores rurais perderam safras, empresas fecharam as portas e cidades inteiras precisaram recomeçar praticamente do zero. 

Mas chegamos a 2026 e continuo ouvindo muito mais discursos do que planejamento. 

Enquanto a natureza não espera, a política parece seguir o velho roteiro: reuniões, anúncios, comissões, promessas e disputas narrativas. A água sobe; a burocracia permanece parada. 

Não afirmo que soluções sejam simples. Não são. Porém, prevenção custa menos do que reconstrução. Planejamento custa menos do que improviso. Ciência aplicada custa menos do que administrar tragédias sucessivas. 

Prevenção se faz urgente, meus senhores.  

Será que a dor não ensina? 

O que me incomoda é perceber que parece faltar justamente aquilo que deveria ser a essência da administração pública: antecipar problemas em vez de apenas reagir a eles. 

Quando uma ferramenta de inteligência artificial consegue organizar propostas em poucos minutos e oferecer caminhos que merecem ao menos ser debatidos, a sensação é desconfortável. Não porque a tecnologia seja extraordinária, mas porque ela evidencia o quanto a falta de planejamento humano pode ser cara. 

O povo gaúcho não precisa apenas de solidariedade quando a enchente chega. Precisa de governantes que façam da prevenção uma política permanente, com metas, cronogramas e prestação de contas. 

Porque tragédias naturais podem ser

inevitáveis. A ausência de planejamento, essa sim, é uma escolha. 

Finalizo alertando o eleitor: tudo isso é responsabilidade nossa também. 

*Carìna Belomé, Jornalista - Comunicação Osmar Terra

Pesquisa CNT expõe colapso das rodovias gaúchas

O início da 29ª Pesquisa CNT de Rodovias recoloca em evidência um dos principais entraves à competitividade do Rio Grande do Sul: a deterioração da infraestrutura viária. Enquanto estados ampliam investimentos em logística para atrair empresas e reduzir custos, o território gaúcho segue convivendo com uma malha rodoviária considerada insuficiente para sustentar o crescimento econômico e a eficiência do transporte de cargas. 

O levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT), iniciado nesta semana com apoio da Fetransul, percorrerá 8.998 quilômetros de rodovias no Estado. Os números que embasam a nova edição reforçam a dimensão do problema. Segundo a pesquisa anterior, cerca de 90% das rodovias estaduais e federais gaúchas foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas. Como consequência, o custo operacional do transporte rodoviário cresce aproximadamente 37%, reduzindo a competitividade das empresas e encarecendo a circulação de mercadorias. 

Os impactos vão além da logística. Somente em 2025, as rodovias federais do Estado registraram 4.899 acidentes e 327 mortes, com prejuízo econômico estimado em R$ 1,04 bilhão. A CNT calcula que serão necessários cerca de R$ 10 bilhões para recuperar, restaurar e manter a malha rodoviária gaúcha, evidenciando um passivo de infraestrutura acumulado ao longo dos anos. 

A situação preocupa especialmente porque aproximadamente 85% da movimentação de cargas no Rio Grande do Sul depende do transporte rodoviário. Para o presidente da Fetransul, Francisco Cardoso, estradas em melhores condições representam redução de custos, aumento da eficiência logística e maior competitividade para a economia gaúcha, fatores considerados essenciais para a atração de investimentos e expansão da atividade produtiva. 

Realizada desde 1995, a Pesquisa CNT de Rodovias tornou-se a principal referência técnica sobre a qualidade da infraestrutura viária brasileira. Além de avaliar pavimento, sinalização e geometria das estradas, o estudo subsidia políticas públicas e decisões de investimento. No caso do Rio Grande do Sul, os resultados deverão indicar se o Estado começa a reverter um quadro histórico de deficiência logística ou se continuará perdendo competitividade para outras regiões do país que avançam em infraestrutura de transporte.

Gramado lidera buscas da Booking.com nas férias de julho

Levantamento da Booking.com mostra perfis distintos de viagem: brasileiros priorizam inverno e lazer, enquanto visitantes internacionais concentram buscas no Rio de Janeiro, Búzios e Porto de Galinhas. 

Com a chegada das férias escolares de julho, brasileiros e turistas estrangeiros já definem seus roteiros de viagem. Levantamento da Booking.com, realizado entre 1º de maio e 16 de junho, mostra que os destinos mais procurados variam conforme o perfil do viajante. Enquanto os brasileiros combinam cidades de inverno e grandes centros urbanos, as famílias priorizam locais com atrações voltadas ao público infantil e os estrangeiros seguem concentrando suas buscas em destinos tradicionais de praia e lazer. 

Entre os brasileiros, São Paulo lidera o ranking de buscas para hospedagem durante julho, seguido por Rio de Janeiro, Gramado, Campos do Jordão e Fortaleza. O resultado demonstra que o turismo doméstico continua dividido entre viagens de negócios e lazer, além da procura por cidades que oferecem programação de inverno, gastronomia e atrações culturais. 

Ranking dos destinos mais buscados pelos brasileiros 

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Gramado (RS)
  4. Campos do Jordão (SP)
  5. Fortaleza (CE)

Quando o levantamento considera apenas as famílias brasileiras, o cenário muda. Gramado assume a liderança, consolidando sua posição como principal destino nacional para o período das férias escolares. Na sequência aparecem Campos do Jordão, Caldas Novas, Foz do Iguaçu e São Paulo, refletindo a preferência por cidades com parques temáticos, atividades para crianças e infraestrutura voltada ao turismo familiar. 

Ranking dos destinos mais buscados pelas famílias brasileiras 

  1. Gramado (RS)
  2. Campos do Jordão (SP)
  3. Caldas Novas (GO)
  4. Foz do Iguaçu (PR)
  5. São Paulo (SP)

Entre os turistas internacionais, o Rio de Janeiro permanece como o principal cartão-postal brasileiro. A cidade lidera as buscas na plataforma, seguida por São Paulo, Búzios, Porto de Galinhas e Foz do Iguaçu. O ranking reforça a força dos destinos de praia e natureza no mercado internacional, além da atratividade de cidades já consolidadas entre visitantes estrangeiros. 

Ranking dos destinos mais buscados por turistas estrangeiros 

  1. Rio de Janeiro (RJ)
  2. São Paulo (SP)
  3. Búzios (RJ)
  4. Porto de Galinhas (PE)
  5. Foz do Iguaçu (PR)

 

Aproximação de Lula com China faz turismo chinês disparar

A China foi um dos países que mais ampliaram o envio de turistas ao Brasil em 2026. Entre janeiro e maio, 55.260 chineses desembarcaram no país, crescimento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado. Apenas em maio foram registrados 15.380 visitantes, alta de 75%. O avanço ocorre após a entrada em vigor da isenção temporária de vistos para viagens de turismo e negócios e em um cenário de fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e China. 

Apesar do crescimento acelerado, a China ainda está distante dos principais emissores de turistas internacionais para o Brasil. A Argentina lidera com cerca de 2,2 milhões de visitantes entre janeiro e maio, seguida pelo Chile, com 387.611 turistas, e pelos Estados Unidos, com 352.971. Na sequência aparecem Paraguai e Uruguai, mercados tradicionalmente favorecidos pela proximidade geográfica. Mesmo assim, o desempenho chinês chama atenção por apresentar uma das maiores taxas de expansão entre os mercados internacionais atendidos pelo turismo brasileiro. 

O crescimento do fluxo de visitantes chineses coincide com o aumento da presença de empresas da China no Brasil, especialmente no setor automotivo. Nos últimos anos, montadoras chinesas ampliaram investimentos em fábricas, centros de distribuição e redes de concessionárias, além de expandirem operações ligadas à mobilidade elétrica. Esse movimento também impulsiona as viagens corporativas, com a circulação de executivos, técnicos, fornecedores e investidores entre os dois países. 

A isenção de vistos, válida até o fim de 2026 para viagens de turismo e negócios, também contribuiu para facilitar esse intercâmbio. Paralelamente, a Embratur intensificou ações de promoção do Brasil no mercado chinês, participou de feiras internacionais de turismo, promoveu reuniões para ampliar a oferta de voos entre os dois países e estabeleceu parcerias com plataformas digitais de viagens para divulgar destinos brasileiros ao público chinês. 

Para o setor de turismo, o aumento da presença de visitantes chineses representa uma oportunidade de expansão para hotéis, restaurantes, comércio, transportadoras e operadores turísticos. Ao mesmo tempo, o avanço desse mercado alimenta o debate sobre a política externa e comercial do governo Lula. Enquanto o governo destaca que o fortalecimento da parceria com a China amplia investimentos, comércio e turismo, críticos avaliam que essa aproximação deve ser acompanhada de políticas que preservem a competitividade da indústria brasileira e diversifiquem as relações econômicas com outros mercados estratégicos. 

Com quase cinco milhões de turistas internacionais recebidos pelo Brasil entre janeiro e maio de 2026, o país mantém um dos melhores desempenhos de sua história recente no setor. Dentro desse cenário, a China desponta como um mercado em rápida expansão e com potencial para ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, caso o ritmo de crescimento das viagens e dos investimentos bilaterais seja mantido.

Novas façanhas: RS fica na lanterna do turismo em pesquisa internacional da Embratur

O Rio Grande do Sul registrou o pior desempenho entre os estados brasileiros na comercialização de destinos turísticos no mercado internacional, segundo a pesquisa “Brasil no Mercado Internacional de Viagens: percepções de operadores e agentes de turismo internacionais”, divulgada pela Embratur. O levantamento ouviu mais de 350 operadores e agentes de viagens de 85 países e revelou que apenas 0,36% das empresas consultadas incluem o estado gaúcho em seus portfólios de venda, percentual muito inferior ao observado nos principais destinos brasileiros. 

Os números reforçam as críticas dirigidas à política de promoção turística do governo de Eduardo Leite. Para críticos da gestão estadual, o resultado evidencia um fracasso na estratégia de divulgação internacional do Rio Grande do Sul, já que o estado praticamente desaparece das prateleiras das operadoras de turismo, apesar de reunir destinos consolidados e reconhecidos nacional e internacionalmente. 

Os números mostram uma realidade preocupante. Enquanto o Rio de Janeiro aparece em 94% das operadoras pesquisadas, São Paulo alcança 64%, Bahia 58%, Paraná 48%, Ceará 43% e Pernambuco 40%, o Rio Grande do Sul praticamente desaparece do mercado internacional de turismo. O resultado coloca o estado na última posição do ranking elaborado pela Embratur, apesar de possuir uma ampla diversidade de atrações naturais, culturais, gastronômicas e históricas. 

O estudo também demonstra que o problema não está na falta de interesse dos turistas estrangeiros pelo Brasil. Segundo a pesquisa, 94% dos clientes demonstram interesse imediato quando o país é oferecido como destino de viagem. Além disso, seis em cada dez turistas procuram espontaneamente informações sobre o Brasil junto às agências internacionais. Para a Embratur, o cenário confirma que existe forte demanda internacional e espaço para ampliar a presença dos destinos brasileiros no exterior. 

Nesse contexto, o desempenho do Rio Grande do Sul chama atenção justamente por ocorrer em um momento de crescimento do turismo brasileiro. Enquanto diversos estados ampliam investimentos em promoção internacional, participação em feiras, campanhas de divulgação e relacionamento com operadores estrangeiros, o estado gaúcho permanece praticamente ausente das prateleiras das principais empresas que comercializam viagens ao Brasil. 

Especialistas do setor costumam apontar que a promoção internacional exige planejamento permanente, presença constante em eventos do mercado turístico, campanhas direcionadas aos principais países emissores e parcerias com companhias aéreas, operadores e plataformas de comercialização. Sem esse trabalho contínuo, destinos acabam perdendo competitividade para estados que mantêm estratégias consistentes de divulgação. 

O contraste é ainda maior quando se considera o potencial turístico do Rio Grande do Sul. O estado reúne destinos consolidados, como Gramado, Canela, Bento Gonçalves, Cambará do Sul, a Rota dos Vinhos, os cânions da Serra Geral, o turismo rural, as praias do Litoral Norte e o patrimônio histórico das Missões Jesuíticas. Mesmo com esse conjunto de atrativos reconhecidos nacionalmente, a presença do estado no mercado internacional permanece extremamente reduzida. 

Os dados divulgados pela Embratur reforçam que o desafio do Rio Grande do Sul para os próximos anos não está na qualidade de seus destinos, mas na capacidade de transformá-los em produtos conhecidos e comercializados pelos operadores internacionais. Em um cenário em que o mundo demonstra crescente interesse pelo Brasil, o estado acaba ficando à margem desse movimento e deixa de aproveitar oportunidades para aumentar o fluxo de visitantes, gerar empregos e impulsionar a economia ligada ao turismo. 

A pesquisa servirá de base para as próximas estratégias de promoção internacional da Embratur, que pretende ampliar a presença dos destinos brasileiros no exterior. Para o Rio Grande do Sul, entretanto, os resultados representam um alerta: sem maior inserção nas ações de promoção e comercialização internacional, o estado continuará distante dos principais mercados emissores de turistas e perderá espaço para outras unidades da federação que vêm conquistando maior visibilidade no cenário global. 

CLIQUE AQUI para ver toda pesquisa.

Artigo, especial - O Tribunal da Indignação

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

As redes sociais viraram o tribunal da vida real. O que aparece todo dia não são desabafos isolados, mas documentação: bra sileiros filmando carrinhos de supermercado que mal cobrem o fundo, sacolas mais vazias e mais caras, a luta para colocar o básico na mesa. Carne, arroz, leite, óleo viraram quase artigo de luxo. A reclamação atravessa qualquer espectro político. Vem de quem trabalha duro e percebe que o dinheiro se desfaz antes de o mês terminar, de quem faz a conta e ela não fecha. O ciclo se sustenta numa contradição. O governo bate recorde de arrecadação atrás de recorde, tirando do trabalhador e da empresa, e mesmo assim o dinheiro nunca chega. Quanto mais arrecada, mais gasta. O rombo fiscal volta para o cidadão na forma de inflação e juros altos. Quem paga a conta é quem sus tenta a máquina. • Custo de vida: Alimentos básicos mais caros, carrinhos vazios e renda insuficiente para cobrir as despesas do mês. • Máquina insustentável: Arrecadação recorde, gastos crescentes, desequilíbrio fiscal, inflação e juros transferem ao cidadão o custo do Estado. • Realidade paralela: Publicidade oficial e encenação política entram em choque com a experiência concreta dos brasileiros nos supermercados. O descompasso entre a narrativa oficial e o cotidiano virou in sulto. O brasileiro corta o essencial enquanto o governo man tém um padrão de gasto que não tem relação com a realidade de quem o financia. Os números mostram a prioridade: bilhões em cartões corpora tivos, centenas de milhões em publicidade para construir uma realidade paralela e cobrir a sequência de aumentos de impos to. Austeridade na máquina pública nunca esteve no topo. O que está é a busca por recursos para financiar um projeto de poder que não devolve nada a quem paga. A fome, os juros comendo o orçamento e a cobrança pelas promessas que não se cumprem, não são ruído digital. São um aviso: o brasileiro está cansado de carregar o governo petista nas costas. O governo responde com espetáculo. Esquece, ou ignora, que o carrinho de supermercado não aceita propaganda como paga mento. Em vez de cortar desperdício e respeitar o dinheiro que vem do trabalho alheio, escolhe a encenação e condena o país à estagnação. O discurso do futuro melhor que nunca chega já não convence. O eleitor passou a olhar cada movimento com lupa. Ele apren deu que o que conta é o que cabe no carrinho — e isso está cada vez mais difícil. A maquiagem perdeu a função. A indignação subiu ao nível do estrago

CPI

 O relatório aprovado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pedágios, no dia 11, somente agora poderá entrar na pauta do plenário da Assembleia Legislativa.

A previsão é de que isto aconteça ainda hoje.

O editor vinha reclamando deste "silêncio dos inocentes".

A votação terá forte impacto eleitoral e quem votar contra será denunciado puhlicamente.

O governo Eduardo Leite e as empreteiras interessadas no negócio perderam na CPI, mas trabalham duro no plenário para que o relatório seja rejeitado. Ambos querem porque querem completar as concessoes ainda no âmgito do atual governo, que só tem meio ano de duração pela frente.

O governo e as empreteiras foram derrotadas não apenas dentro da PI, mas tamgém fora, porque durante o andamento do inquérito, o leilão do Bloco 2 de concessões devido foi cancelado.