Opinião do editor

 Todas as postagens feitas hoje por Michelle Bolsonaro, com ênfase para o  ato assinado pelo governo Lula estabelecendo uma Política Nacional de Educação Bilíngue, demonstram que ela resolveu não submergir e aparentemente desafia o próprio marido, Jair Bolsonaro.

O governo que ela elogia co-lidera o consórcio com o STF e que confina seu marido no calabouço, mantém exilado seu enteado Eduardo, prende e arrebenta seus adversários da oposição, além de atemorizar a poulação brasileira através do seu regime autoritário opressor e criminoso.

É hora imprópria partindo de quem parte e no contexto da disputa presidencial atual.

A mídia lulopetista repercute tudo para elogiar Michelle e saudá-la por divergir da família Bolsonaro.

O que escreveu Michelle:

- A educação bilíngue de surdos tornou-se uma modalidade separada da Educação Especial, trazendo mais autonomia e protagonismo para a comunidade surda. É um sonho realizado! Seguimos trabahando por um Brasil mais acessível e com oportunidade para todos.


ONG aponta omissões da PGR no caso Viviane x Vorcaro

 Transparência Internacional vê “inação grave” da PGR em relação a contrato entre Viviane Barci e Vorcaro

Gazeta do Povo - por Vinicius Macia - 2/7/2026 

A ONG anticorrupção Transparência Internacional apontou gravidade na ausência de atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) em relação às revelações sobre o contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. 

"O grau de informalidade com que se tramitou um contrato de R$ 129 milhões de reais é estarrecedor e só aumenta as suspeitas - que já eram mais que suficientes para a abertura de uma investigação própria. A inação da PGR se torna mais grave a cada nova revelação", publicou a entidade, nesta quinta-feira (2), em referência à reportagem do jornal Estado de São Paulo que revela a conversa em que Viviane, diretamente, envia ao dono do Master, Daniel Vorcaro, a minuta do contrato. 

Na captura de tela divulgada pelo jornal, Vorcaro responde perguntando como faria a assinatura, se eletronicamente ou pelo envio dos documentos impressos e assinados. A troca de mensagens ocorreu em 17 de janeiro de 2024. 

Em um dos seus celulares, Vorcaro possuía os contatos de Viviane, de Moraes e do advogado Mágino Alves Barbosa Filho, membro do escritório. Viviane diz que o contrato diz respeito a serviços de consultoria jurídica e compliance realizados entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, sem qualquer condução de causas no Supremo. 

A revelação trouxe Viviane para o cenário de controvérsias envolvendo o caso Master, sobretudo diante das suspeitas de uma ligação próxima entre seu marido e o banqueiro acusado de fraude contra o sistema financeiro nacional. Diante da repercussão, o Supremo mandou investigar o vazamento das informações à imprensa. 

A Gazeta do Povo entrou em contato com a PGR. O espaço segue aberto para manifestação.

85% ainda não decidiram o voto ao Senado no Paraná; Gleisi lidera rejeição

A disputa pelas duas vagas ao Senado no Paraná segue marcada por forte indefinição. Pesquisa do instituto Vox Brasil, divulgada nesta sexta-feira (3), mostra que apenas cerca de 15% do eleitorado tem o voto efetivamente consolidado, enquanto a maioria ainda não definiu seus candidatos. 

O levantamento revela que 50,5% dos entrevistados responderam "não sabe ou não opinou", enquanto 34,3% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo. Como cada eleitor pode escolher dois candidatos ao Senado, esses percentuais refletem a soma das respostas para as duas vagas e demonstram que grande parte dos paranaenses ainda não completou sua escolha. 

Entre os candidatos, Alvaro Dias lidera com ampla vantagem, registrando 40,2% das intenções de voto consolidadas. Na sequência aparecem Gleisi Hoffmann (PT), Deltan Dallagnol (Novo), com 15,4%, e Filipe Barros (PL), com 12,8%. Também foram citados Alexandre Curi (8,6%), Cristina Graeml (6,5%), Luiz Carlos Hauly (5,7%), Rosane Ferreira (3,6%) e Renata Borges (3,4%). 

Os números indicam que Alvaro Dias mantém posição confortável na disputa pela primeira vaga. Já a segunda cadeira permanece aberta, mas, neste momento, a divisão dos votos entre diversos candidatos de centro e direita impede que um deles ultrapasse Gleisi Hoffmann. O resultado favorece a deputada na disputa pela segunda vaga, mesmo diante da fragmentação do eleitorado oposicionista. 

A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos. Gleisi Hoffmann lidera esse indicador com 40,2%, percentual muito superior ao dos demais concorrentes. Alvaro Dias registra 11% de rejeição, Deltan Dallagnol aparece com 10,2%, Alexandre Curi tem 7,4%, enquanto Filipe Barros e Cristina Graeml registram 6,6% cada. 

O instituto entrevistou 2 mil eleitores, presencialmente, entre os dias 29 de junho e 1º de julho, em todas as regiões do Paraná. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-09668/2026.

Moro abre vantagem e lidera corrida pelo governo do Paraná

O senador Sergio Moro (PL) aparece na liderança da disputa pelo governo do Paraná em todos os principais cenários testados pelo instituto Vox Brasil. Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (3) mostra o parlamentar à frente tanto nas simulações de primeiro turno quanto nos confrontos de segundo turno, consolidando-se como o principal nome da corrida eleitoral no Estado.

No cenário mais amplo do primeiro turno, Moro registra 39,6% das intenções de voto, seguido pelo deputado estadual Requião Filho (PDT), com 20,8%, e pelo ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), que soma 17,8%. Em seguida aparecem o ex-deputado federal Sandro Alex (PSD), com 5%, o ex-deputado estadual Tony Garcia (DC), com 1,8%, e o advogado Luiz França (Missão), com 0,8%.

Sem Rafael Greca na disputa, Moro amplia sua vantagem e alcança 47% das intenções de voto, enquanto Requião Filho sobe para 24,2%. Já em um cenário sem Sandro Alex, o senador registra 41,2%, mantendo distância confortável dos adversários. Nos três cenários avaliados, o percentual de eleitores indecisos ou que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum candidato varia entre 15% e 21%.

A pesquisa também simulou possíveis confrontos de segundo turno. Contra Requião Filho, Sergio Moro venceria por 51,6% a 26,8%. Em uma disputa contra Rafael Greca, o senador também sairia na frente, com 47,8% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito alcançaria 29,6%.

O levantamento ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do Paraná entre os dias 29 de junho e 1º de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Dica do editor - Gilberto Simões Pires alerta para avanço de 88 organizações criminosas no Brasil

ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS   

Por Gilberto Simões Pires – Site Ponto Critico

RELATÓRIO DO SENAPPEN

Antes de tudo enganam-se redondamente aqueles que imaginam que apenas o PCC e o CV são reconhecidas como únicas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS que atuam no nosso empobrecido Brasil. Na real, segundo informa o relatório da SENAPPEN - SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PENAIS, órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, até o presente momento já foram identificadas 88 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS QUE AGEM DA MESMA FORMA. 

PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE

Deste universo -horripilante-, 91% possuem PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE (conseguem operar sem qualquer apoio) e 98% ESTÃO PRESENTES EM PELO MENOS UMA UNIDADE PRISIONAL. Nos últimos três anos, 72 destas ORGANIZAÇÕES atuaram apenas no ESTADO EM QUE ESTÃO SEDIADAS, e 14 CONSEGUIRAM EXPANDIR PARA ESTADO VIZINHOS, afirmou André Garcia, Secretário Nacional de Políticas Penais. 

CV, PCC E TCP

Mais: o relatório aponta que -por ora- apenas duas, COMANDO VERMELHO (CV) e PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC) têm braços de OPERAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL. No Rio de Janeiro, o CV, que vive uma GUERRA TERRITORIAL COM O TERCEIRO COMANDO PURO (TCP) EM ALGUNS PONTOS DO ESTADO, expandiu seu braço de operação para ESTADOS DO AMAPÁ, PERNAMBUCO E ESPÍRITO SANTO. Atualmente, de acordo com o levantamento, CERCA DE 125 PAVILHÕES ESTÃO SOB O -DOMÍNIO TOTAL DO COMANDO VERMELHO -CV. 

SOBERANIA

O que o relatório não aponta, por razões óbvias de INTERESSE DO CHEFE LULA, é que as 72 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS obedecem as mesmas regras e princípios estabelecidos pela MÁFIA SICILIANA -COSA NOSTRA-. A diferença principal é que enquanto a MÁFIA SICILIANA tinha como alicerce o -OMERTÁ-, as -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS BRASILEIRAS- são PROTEGIDAS por uma INSTITUIÇÃO GOVERNAMENTAL PETISTA, batizada com o nome de -SOBERANIA-. Sob este GUARDA CHUVA, todas as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS QUE ATUAM E/OU PRETENDEM ATUAR NO BRASIL passam a GOZAR DE LIBERDADE PARA AGIR E PROGREDIR. Que tal?

MP denuncia 22 por supostas fraudes na Smed, Porto Alegre

O Ministério Público do Rio Grande do Sul confirmou ter denunciado 22 pessoas por suposto envolvimento em fraudes na Secretaria Municipal da Educação de Porto Alegre (Smed), investigadas na Operação Capa Dura, da Polícia Civil. O caso, agora, está com o juiz do caso,  quem caberá aceitar ou não a denúncia.

A peça aponta os delitos de associação criminosa, frustração do caráter competitivo de licitação e corrupção passiva e ativa na compra de 544 mil livros pela Smed em 2022, ao custo de R$ 36,5 milhões. A denúncia afirma que a suposta organização era estruturada em três núcleos: setor público, ala política e grupo empresarial.

Entre os denunciados, estão a ex-secretária da Educação da Capital Sônia da Rosa, o empresário Jailson Ferreira da Silva e os ex-vereadores Alexandre Bobadra (PL) e Pablo Melo (MDB).






Governo Lula, PT, apresenta amplo plano de concessões econômicas ao governo Trump

O governo  propôs um pacote de concessões econômicas, com ênfse comercial, aos Estados Unidos, para tentar evitar o novo tarifaço de 25% sobre exportações nacionais. 

As concessões abrangem:

- Abertura de setores estratégicos, redução de tarifas de importação sobre produtos e serviços como etanol, máquinas, terras raras, equipamentos de saúde e tecnologia da informação, combate à corrupção, mais esforço na luta contra o desmatamento, garantia à propriedade intelectual e respostas aos pontos levantados por Washington antes da decisão prevista para 15 de julho.

 No caso do comércio digital, os americanos questionam políticas brasileiras relacionadas ao Pix.

No total, as proposta brasileira buscam contemplar os seis temas destacados na investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana.

.Dentro do governo, há ceticismo sobre a possibilidade de impedir completamente a sobretaxa.