Governo do PT treme de medo e quer evitar delação premiada de Daniel Vorcaro. Saiba por que razão.

Soube-se esta tarde pelo jornal O Globo que o banqueiro Daniel Vorcaro assinou um termo de confidencialidade não apenas com a Polícia Federal, mas também com a Procuradoria-Geral da República (PGR), passo inicial para a formalização de um acordo de delação premiada.

O governo do presidente nomeado Lula da Silva está preocupado, seguindo publica, hoje, o site governista Brasil247. Diz 247 que nos bastidores, a leitura de integrantes do governo é de que o banqueiro “não tem nada a perder” e poderia, por isso, adotar uma estratégia que provoque turbulência política e influir nas eleições. O site informa que o governo não quer a delação e argumenta que já existem dados relevantes, como informações bancárias e conteúdos extraídos de aparelhos celulares de Vorcaro, o que, na avaliação deles, seria suficiente para sustentar a investigação sem depender de um acordo de colaboração. Sem delação, a investigação fica sob relativo controle.

Existem elementos científicos que comprovam as torpes conexões entre Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, e integrantes do governo, como o líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, este em casos ocorridos durante o seu governo na Bahia, como o do Credcesta, cartão de crédito consignado voltado a servidores públicos. No caso do senador, sua nora pegtou R$ 121 milhões em empréstimos do Master.

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