Esta não é uma campanha eleitoral comum, já que ocorre sob regime autoritário de caráter discricionário e com o principal líder da Oposição encarcerado e silenciado na sua catacumba domiciliar, no caso o ex-presidente Jair Bolsonaro.
É isto que vacilões oposicionistas e isentões de todo gênero despudorado não parecem entender.
É a ditadura do consórcio STF+Governo do PT, estúpido.
E é este regime discricionário que jogou na catacumba domiciliar o principal candidato da Oposição, no caso Jair Bolsonaro, e mantém exilado o segundo melhor nome da Oposição, no caso Eduardo Bolsonaro.
É simples assim.
Não dá para fazer de conta que a campanha eleitoral atual corre como jogo justo, leal, legal, já que um dos dois times está sem sem seu centro-avante e sem o seu goleiro, mas que além disto o juiz é ladrão.
É preciso entender isto.
E entendendo isto, será mais fácil compreender que o regime autoritário atua sob o comando do consórcio STF+Governo do PT, mas é mais do que isto, já que compreende um monstro, uma hidra de sete ou mais cabeças, englobando aí uma orquestra afinada que une os interesses da maioria do Poder Judiciário, do Poder Executivo e do Poder Legislativo. E esta hidra tem respaldo firme dos líderes políticos da esquerda e do centrão, do empresariado patrimonialista, inclusive do poder rentista da Faria Lima, mais a totalidade da academia, da intelectualidade, dos sindicatos e ONGs de todo gênero e dos isentões da direita + os vacilões de sempre.
A torcida é manejada por tudo que sai desse sistema de castas retrógradas, porque também estão do lado do mal os tambores que poderiam abrir espaço para o contraditório, no caso a mídia tradicional infame.
Todos defendem seus interesses patrimoniais, ou seja, todos se cevam do dinheiro público e dos benefícios do setor público.
É isto.
A ordem é compreender o tamanho e o conteúdo da hidra descomunal que nos aflige, tratando de usar as redes sociais para desfazer as intrigas, usar as ruas e as casas para fazer o contraditório, mas sobretudo eleger Flávio Bolsonaro e dois senadores oposicionistas de cada Estado.
Faça-se a luz, porque fazendo a luz, a cara putrefata da hidra surgirá das trevas, a verdade e o bem transparecerão, os perseguidos políticos poderão voltar, Bolsonaro será libertado e o Brasil retomará o caminho civilizatório interrompido pelo golpe de Estado de 2022.
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