Fecomércio projeta pequeno crescimento nas vendas de Páscoa no RS

A Fecomércio-RS projeta crescimento nas vendas de Páscoa no Rio Grande do Sul. 

Segundo avaliação da entidade sobre o cenário em que se aproxima a data, por mais que haja limitadores importantes, a forte recuperação do mercado de trabalho gaúcho após a tragédia é um dos principais elementos de suporte a uma perspectiva de vendas maiores em relação a 2024, mesmo que de forma moderada. “Esperamos que as vendas cresçam, mas o cenário para a data conta com um impulso limitado. Por mais que tenhamos um suporte importante na renda pelo emprego e pelas transferências, por outro lado temos inflação de alimentos tirando poder de compra das famílias, cautela por parte dos consumidores e juros altos além do aumento de preços do próprio chocolate”, destaca Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

No mercado de trabalho, os dados para o RS mostram crescimento da massa real de salários em 9,6% e a queda da taxa de desocupação em 0,7 ponto percentual no último trimestre de 2024 em relação ao final de 2023. No contexto inflacionário, os alimentos mais caros em 7,42% na comparação ao mesmo período do ano anterior pressionam o orçamento das famílias, sendo que o chocolate, destaque da data, tem alta ainda mais expressiva (18,51% em 12 meses). 

O aumento do preço do cacau no mercado internacional tem pressionado a indústria, que busca alternativas para minimizar o impacto no consumidor. “A alta do custo da matéria-prima impacta diretamente os preços finais dos produtos mais tradicionais da Páscoa, como os ovos de chocolate. Nesse cenário, o consumidor deve se deparar com uma diversidade maior de produtos – em formatos, gramaturas e composição – como estratégia dos fabricantes para mitigar a transferência da alta de preços ao consumidor final”, afirma Bohn.

Pelo lado do crédito, a Selic mais alta do que um atrás torna o cenário para o crédito das famílias ainda mais desafiador, com acomodação das novas concessões e incerteza sobre a nova modalidade de consignado aos empregados do setor privado. A avaliação destaca, no entanto, que por mais que o patamar de famílias com contas atrasadas permaneça elevado (PEIC-RS: 30,0% em fev/25), mantém-se menor que no início de 2024 (37,7% em fev/24). Na confiança, o contrário, com famílias mais pessimistas do que um ano atrás, evidencia-se um comportamento mais cauteloso dos compradores. “Sabemos que o consumidor está mais atento aos preços e busca opções que caibam no orçamento. Por isso, os varejistas precisam estar preparados para atender essa demanda com variedade de produtos, estratégia na comunicação e condições diferenciadas ao consumidor mais compatíveis com a estrutura financeira de cada negócio”, ressalta o presidente da Fecomércio-RS.


Dica de leitura - Gilberto Simões Pires indica "Professora de Português dando aula"

“Vamos conversar. 

Não sou homofóbica, transfóbica, gordofóbica. 

Eu sou professora de português.

Eu estava explicando um conceito de português e fui chamada de desrespeitosa por isso.

Eu estava explicando por que não faz diferença nenhuma mudar a vogal temática de substantivos e adjetivos pra ser "neutre".

Em português, a vogal temática na maioria das vezes não define gênero. Gênero é definido pelo artigo que acompanha a palavra. 

Vou mostrar pra vocês: 


O motorista. Termina em A e não é feminino.

O poeta. Termina em A e não é feminino.

A ação, depressão, impressão, ficção. Todas as palavras que terminam em ação são femininas, embora terminem com O.

Boa parte dos adjetivos da língua portuguesa podem ser tanto masculinos quanto femininos, independentemente da letra final: feliz, triste, alerta, inteligente, emocionante, livre, doente, especial, agradável, etc.

Terminar uma palavra com E não faz com que ela seja neutra.

A alface. Termina em E e é feminino.

O elefante. Termina em E e é masculino.

Como o gênero em português é determinado muito mais pelos artigos do que pelas vogais temáticas, se vocês querem uma língua neutra, precisam criar um artigo neutro, não encher um texto de X, @ e E.

E mesmo que fosse o caso, o português não aceita gênero neutro. Vocês teriam que mudar um idioma inteiro pra combater o "preconceito".

Meu conselho é: em vez de insistir tanto na questão do gênero, entendam de uma vez por todas que gênero não existe, é uma coisa socialmente construída. 

O que existe é sexo. 

Entendam, em segundo lugar, que gênero linguístico, gênero literário, gênero musical, são coisas totalmente diferentes de "gênero". 

Não faz absolutamente diferença nenhuma mudar gêneros de palavras. 

Isso não torna o mundo mais acolhedor.

E entendam em terceiro lugar, que vocês podiam tirar o dedo da tela e pararem de falar bobagem e se engajarem em algo que realmente fizesse a diferença para melhorar o mundo , ao invés de ficarem arrumando discussões sem sentido.


Tenham atitude! (Palavra que termina em E e é feminina). 

E parem de ficar militando no sofá!(palavra que termina em A e é masculina).

Quando me questionam porque sou de direita, esta é a explicação:

"Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.

Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.

Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.

Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.

Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida.

Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um auê e inventa que está sofrendo de homofobia.

Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem à mesquita.

Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública.

Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.

Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda diz que os “malvadões”  dos patrões são os responsáveis e param o país.

Tese final:

Quando um tipo de direita lê este texto, ele  ri, concorda que infelizmente é uma realidade e ATÉ COMPARTILHA.

Quando um tipo de esquerda lê este texto, te insulta e te rotula  de fascista, nazista, genocida, etc. .”

Aula encerrada.

O país sitiado Sitiado

 O país sitiado Sitiado, empobrecido e ignorado — é assim que vive o brasileiro médio em 2025. Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste mês, 58% da população afirma que a criminalidade aumentou nas cidades onde vivem. Um em cada quatro diz que a situação permaneceu igual, e apenas 15% percebeu alguma melhora [*]. Esse número já ultrapassa a população total de países como França, Reino Unido ou Itália. São dezenas de milhões de brasileiros vivendo sob um estado constante de insegurança. A violência cotidiana já não choca — ela espreita em cruzamentos, ciclovias e calçadas. Como no caso do ciclista executado na saída do Parque do Povo, em São Paulo, por causa de um celular. Pequenos furtos, hoje, terminam em tiros. E essa é a banalidade do horror. No Brasil real, o medo do assalto virou o ponto alto de uma rotina esmagada. Esmagada pelo custo de vida, pelo esvaziamento da renda e pela corrosão silenciosa da dignidade. O empobrecimento não nos atinge mais com estardalhaço. Ele se infiltra quando o café vira artigo de luxo, quando o ovo substitui a carne, quando o pagamento do gás é adiado; e quando o ovo de Páscoa — o simbólico — precisa ser parcelado em dez vezes. Um país que parcela comida não está apenas pobre. Está em colapso emocional e material. Para sair de casa, o brasileiro reaprendeu a se defender. O celular velho virou o novo "item para o bandido" — prática que revive os tempos em que bolsas vazias eram deixadas nos bancos dos carros para despistar ladrões, enquanto as verdadeiras ficavam escondidas. É a adaptação à insegurança, institucionalizada no gesto cotidiano. Já não se vive com liberdade; vive-se com cálculo. Paralelamente, o Brasil oficial parece operar em outro planeta. Banco Central, CVM e Febraban dedicam-se à agenda ESG, ao compliance climático e às finanças regenerativas. O crime organizado movimenta bilhões — mas é o carbono que ganha vigilância. As instituições regulam o ar, mas sequer protegem a esquina. E os que deveriam garantir segurança preferem se reunir em fóruns sobre governança global do que enfrentar a desordem local. O dado do Datafolha não é apenas um retrato da criminalidade. É um reflexo da ruptura. Há um Brasil que escreve relatórios e viaja a Bruxelas, e outro que evita olhar para trás no ponto de ônibus. Um que parcela passagens para cúpulas internacionais, e outro que parcela o ovo — o de galinha e o de chocolate. Mas, claro, o problema — segundo eles — é o carbono. Ou talvez um batom

Bolsonaro

 O ex-presidente Bolsonaro está clinicamente estável, sem dor e sob cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após passar por uma cirurgia de grande porte neste domingo, no hospital DF Star, em Brasília. O procedimento, que durou 12 horas, foi realizado para tratar uma suboclusão intestinal — uma obstrução parcial do intestino causada por aderências formadas após múltiplas cirurgias anteriores, em decorrência da facada de 2018.

Segundo boletim médico divulgado pela equipe, a operação envolveu uma cirurgia para remover faixas de tecido que ficaram coladas por cicatrizes internas e a reconstrução da parede abdominal. 

NOTA À IMPRENSA


Brasília, 13 de abril de 2025


O ex-Presidente da República Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de grande porte para extensa lise de aderências e reconstrução da parede abdominal.


O procedimento durou cerca de 12 horas, transcorreu sem intercorrências e não exigiu transfusão de sangue. A obstrução intestinal foi causada por uma dobra no intestino delgado, que dificultava o trânsito intestinal. Essa condição foi resolvida durante o processo de liberação das aderências.


No momento, o ex-presidente encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), clinicamente estável, sem dor, e recebendo suporte clínico, nutricional e medidas de prevenção de infecções.


Equipe médica:


Dr. Cláudio Birolini – Chefe da equipe cirúrgica


Dr. Leandro Echenique – Médico cardiologista


Dr. Ricardo Camarinha – Médico cardiologista


Dr. Guilherme Meyer – Diretor Médico do Hospital DF Star


Dr. Allisson Barcelos Borges – Diretor Geral do Hospital DF Star


Dica de Fábio Wajngarten - Entenda que o Rumble é uma plataforma de vídeos mundial

Fábio postou este esclarecimento no seu X.

Para que todos entendam, o “Rumble” é uma plataforma de vídeos mundial.

Atualmente, com a especialização de serviços de tecnologia não há mais a necessidade de enormes investimentos em servidores, softwares, etc. Tudo fica na nuvem e os clientes tomadores de serviços  escolhem o melhor e mais conveniente fornecedor. 

Pois bem, a plataforma do Presidente Trump, a Truth Social, escolheu como servidor global de vídeos a Rumble. 

Com a derrubada desse serviço no Brasil, por ordem do Ministro da Suprema Corte Brasileira, nenhum vídeo da plataforma americana é servido/veiculado dentro do Rumble. Só aparece texto. 

É o mesmo que um jornal impresso não tenha fotos e ilustrações e um jornal televisivo não tenha reportagens nem vts externos.

Com isso, as mensagens e os conteúdos  que o Presidente Trump e outros usuários da “Truth Social” desejam comunicar através dela não chegam aos públicos alvos onde o serviço está bloqueado. 

O precedente é inédito, perigoso e muito ruim, transcende fronteiras num mundo onde a digitalização e a comunicação não as tem.

Nota à imprensa

Brasília, 13 de abril de 2025 - O ex-Presidente Jair Bolsonaro foi transferido na noite de ontem para o Hospital DF Star. Após reavaliação clínico-cirúrgica, foi submetido a novos exames laboratoriais e de imagem que evidenciaram persistência do quadro de subobstrução intestinal, apesar das medidas iniciais adotadas. As equipes que o assistem optaram de comum acordo pelo tratamento cirúrgico. Ele está sendo submetido neste momento ao procedimento cirúrgico de laparotomia exploradora, para liberação de aderências intestinais e reconstrução da parede abdominal.


Dr. Cláudio Birolini - Médico chefe da equipe cirúrgica

Dr. Leandro Echenique - Médico Cardiologista

Dr. Ricardo Camarinha - Médico Cardiologista

Dr. Guilherme Meyer - Diretor Médico do Hospital DF Star

Dr. Allisson Barcelos Borges - Diretor Geral do Hospital DF St

Dica de Gilberto Simões Pires - Este artigo, mostra como será sua vida aos 60, 70, 80 e 90

Aos 60 anos, o local de trabalho elimina você.

Não importa o quão bem-sucedido ou poderoso você foi durante sua carreira, você voltará a ser uma pessoa comum.

Portanto, não se apegue à mentalidade e ao senso de superioridade do seu trabalho anterior, deixe de lado o seu ego, ou você pode perder a sua tranquilidade!

Aos 70 anos, a sociedade gradualmente elimina você.Os amigos e colegas que você costumava encontrar e socializar se tornam cada vez menos, e dificilmente alguém o reconhece no seu antigo local de trabalho.

Não diga, "Eu costumava ser..." ou "Eu era..."

porque a geração mais jovem não o conhecerá, e você não deve se sentir desconfortável com isso!

Aos 80/90, a família lentamente elimina você.

Mesmo que você tenha muitos filhos e netos,na maior parte do tempo você estará vivendo com seu cônjuge ou sozinho. Quando seus filhos visitam ocasionalmente, é uma expressão de afeto, então não os culpe por virem menos frequentemente, pois eles estão ocupados com suas próprias vidas!

Depois dos 90, a Terra quer eliminar você.

Nesse ponto, não fique triste ou desanimado,

Pois esse é o curso natural da vida, e todos eventualmente seguirão esse caminho!

Portanto, enquanto nossos corpos ainda são capazes, viva a vida ao máximo!

Coma o que você quiser, brinque e faça as coisas que você ama.

Lembre-se, a única coisa que não vai eliminar você é o grupo do Whatsapp e a  Receita Federal.

Então, comunique-se mais no grupo, diga um olá, mantenha sua presença e seja feliz!