Bradesco leiloa 87 imóveis em todo Brasil, com lances a partir de R$ 15 mil

 Os imóveis estão localizados em 17 estados brasileiros e lances variam de R$ 15 mil a R$ 11,9 MM

 

O Bradesco, em parceria com a Mega Leilões, realizará neste mês de março três leilões de imóveis residenciais e comerciais, nos dias 22 e 24, às 14h e nos dias 27 e 30, às 15h, com Fernando Cerello, leiloeiro oficial, pelo site da Mega Leilões. Serão ofertados 87 imóveis entre apartamentos, casas, terrenos, áreas rurais, chácara, prédios comerciais, sala e loja comerciais, localizados em diversos estados. 

Dia 22, às 14h: serão leiloados 57 imóveis localizados no Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Os lances mínimos variam de R$ 15 mil a R$ 580 mil. Destaques: 3 flats na Vila Mariana, na Capital de São Paulo, com lance mínimo de R$ 144 mil (cada) e uma casa no bairro Interlagos, em Vila Velha – ES, com lance mínimo de R$ 580 mil.

Dia 24, às 14h: serão leiloados 2 imóveis, localizados em São Paulo e Sergipe. Os lances mínimos variam de R$ 2,9 MM a R$ 11,9 MM. O imóvel da cidade de São Paulo está localizado no Bairro Santa Efigênia e possui as seguintes áreas: 2.241 m2 de terreno e 2.338 m2 de construção, com lance mínimo de R$ 11,9 MM. O Imóvel da cidade de Aracaju, está localizado no Centro e possui as seguintes áreas: 2.402 m2 de terreno e 1.109 m2 de construção, com lance mínimo de R$ 2,9 MM. Os Imóveis encontram-se desocupados e com vigilância no local.

Pagamento facilitado para os leilões dos dias 22 e 24 às 14h

O Bradesco facilita o pagamento dos lances, que poderão ser à vista, com 10% de desconto ou parcelado (exceto os lotes nºs 43, 47 e 48 do leilão do dia 22) em 12 vezes com sinal de 25%. Para imóveis com valor superior a R$ 100 mil, existe uma condição de pagamento especial com sinal de 30% e o saldo em 36 ou 48 parcelas mensais e consecutivas, com juros de 12% a.a (tabela price) + IGP-M (se positivo).

Dias 27 e 30, às 15h – Leilões (1º e 2º) da Alienação Fiduciária: serão leiloados 28 imóveis localizados no Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. A maioria dos lances mínimos, no 2º leilão, são bem atrativos e variam de R$ 157 mil a R$ 1,5 MM. Destaques: Apartamento no Catumbi, na Capital paulista, com lance mínimo de R$ 296 mil e Apartamento no bairro Santa Rosa, em Niterói - RJ, com lance mínimo de R$ 551 mil. Pagamento somente à vista.

As informações sobre os eventos estão disponíveis no site oficial da Mega Leilões – https://www.megaleiloes.com.br/. Para participar é necessário fazer um cadastro no site da Mega Leilões, ler atentamente a descrição do lote desejado, o edital e habilitar-se. 

 

SERVIÇO

Leilão de imóveis residenciais e comerciais Bradesco

Data: 22/03

Horário: 14h 

Local: https://www.megaleiloes.com.br/ML24547

Quantidade: 57

Pagamento: À vista com 10% desconto ou parcelamento.

 

Leilão de imóveis comerciais

Data: 24/03

Horário: 14h 

Local: https://www.megaleiloes.com.br/ML24511

Quantidade: 02

Pagamento: À vista com 10% desconto ou parcelamento.

 

Leilão de Alienação Fiduciária (1º e 2º) - imóveis residenciais e comerciais

Data: 27 e 30/03

Horário: 15h 

Local: https://www.megaleiloes.com.br/ML24462

Quantidade: 28

Pagamento: Somente à vista, sem desconto.

Sobre a Mega Leilões

A Mega Leilões é uma empresa especializada em realizar leilões judiciais e extrajudiciais de marcas, bens, imóveis e veículos. Foi fundada em 2009 e é conduzida por Fernando Cerello, leiloeiro oficial da Mega Leilões, que acumula anos de experiência em execuções processuais e recuperação de ativos tanto judiciais como extrajudiciais. Por meio do sistema de leilão eletrônico, os lances são enviados via internet e processados sem intervenção humana. Hoje a Mega Leilões já realizou mais de 4 mil leilões em todo Brasil e é parceira de grandes instituições financeiras na realização desses eventos. Para saber mais, acesse: www.megaleiloes.com.br.


Governo esconde a verdade para pressionar venda da Corsan (por Arilson Wünsch)

O leilão de dezembro de 2022 não está concluído, porque quatro liminares trancam o processo e apontam possíveis irregularidades


Pelo entendimento de vários órgãos independentes, a Companhia Riograndense de Saneamento segue pública e todos os atos do Governo do Estado, no sentido de privatizar a água dos gaúchos, precisam de transparência.


O leilão de 20 de dezembro de 2022 não está concluído, porque quatro liminares, concedidas há cerca de 3 meses, trancam o processo e apontam possíveis irregularidades. O Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público de Contas e o Tribunal Superior do Trabalho estão analisando todos os passos desse negócio que apresenta inconsistências em diferentes aspectos. E pelo visto, o Governo do Estado enfrenta dificuldades para superar os questionamentos jurídicos.


Há distorções e subterfúgios, do início ao fim do processo que visa entregar para a exploração da iniciativa privada um serviço que é fundamental para a população. Um exemplo emblemático disso, é o fato de a Corsan ter sido oferecida pela metade do que vale, ser arrematada por lance mínimo, em um leilão com uma única participante interessada. Estimada em R$ 8 bilhões por vários estudos, a Companhia foi posta à venda pela metade desse montante e arrematada pelo consórcio AEGEA por pouco mais do que R$ 4 bilhões. Praticamente uma doação de patrimônio público, de um ativo valioso que é estratégico e disputado no mundo todo.


Uma velha conhecida da Corsan


Atuando dentro da Corsan desde 2012, a AEGEA desfruta de informações da Companhia, que outros possíveis interessados não teriam condições de acessar. Será que esse é o motivo da desistência de outros participantes no certame? A intimidade da empresa com o Governo é tanta, que a direção da Corsan tem convocado funcionários de diferentes regiões para reuniões periódicas com a AEGEA pagando deslocamento e, possivelmente, diárias com dinheiro público.


Pressão e assédio


Para pressionar a entrega da Companhia, tanto o Governo do Estado, quanto a própria arrematante falam publicamente pela imprensa, que a venda não se consolidou ainda apenas por intransigência dos funcionários da Corsan e de seus sindicatos. A tentativa é reduzir o imbróglio às questões trabalhistas. Isso não é verdade! Haja visto que a formatação do preço, que está em análise, não tem nenhuma relação com as demandas trabalhistas. Essa é apenas mais uma tática de pressão e assédio, já utilizada no processo de privatização da CEEE, no intento de minar a credibilidade dos servidores da Companhia e suas entidades representativas, que resistem à venda junto com um grande movimento da sociedade gaúcha.


Ilegalidades no caminho


Não é só a subvalorização e a falta de transparência que impedem a venda, mas também a ilegalidade. A Constituição Estadual exige um órgão estatal executor de saneamento e sem a Corsan o Rio Grande do Sul não tem. Outro processo judicial questiona a validade dos aditivos contratuais, assinados ainda em 2021, entre a Corsan e municípios, pontuando quem pagará aos municípios as ações que o aditivo preconiza, o direito às ações da venda e os descumprimentos de prazos legais.


A Corsan é capaz


O mais grave nessa “doação” é que a Corsan presta um serviço de qualidade, reconhecido pelo povo gaúcho, e tem todas as condições de atingir as metas definidas pelo Marco Legal, chegando a 90% de cobertura do saneamento até 2033. Os investimentos encaminhados pela Corsan já garantem 70% da meta, ou seja, a AEGEA, empresa arrematante, além de comprar barato, teria de investir em apenas 20% de cobertura para universalizar o serviço, percentual fácil de ser cumprido pela própria Companhia pública que é superavitária! Basta gestão e vontade política.


Muita coisa ainda precisa ser explicada. E, certamente, culpar os funcionários da Corsan que rejeitaram uma proposta ofensiva de entrega do patrimônio público, não esconderá a incompetência ou má fé dos gestores do executivo.


Por todos esses motivos, investigar é a única maneira de dar transparência ao negócio. É dever dos deputados e das deputadas estaduais fiscalizar as ações do Governo, por isso está na Assembleia Legislativa, aguardando o número mínimo de assinaturas, uma proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI. Um assunto tão sério, que coloca em risco um patrimônio público construído por muitas mãos, com repercussão na saúde e na vida das famílias, não permite a omissão e a simples conivência.


CPI DA CORSAN JÁ!


(*) Presidente do Sindiágua/RS

Saiba com que Partido ficou cada comissão permanente da Câmara

 Saiba como quem ficou cada comissão:

Na queda de braço por espaço, o PL, partido do ex-presidente da República Jair Bolsonaro e, consequentemente, principal legenda de oposição ao governo, saiu fortalecido com cinco colegiados. A sigla terá o comando da Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, que será presidida pela deputada Bia Kicis (DF). Entre outros temas, a comissão vota iniciativas relacionadas ao acompanhamento e à fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial na administração federal em geral, além de representações e relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU).


Dono da maior bancada da Casa, com 99 parlamentares, o PL também vai comandar as comissões de Saúde, Esporte e Previdência Social. Após uma disputa acirrada com o União Brasil, o Partido Liberal conquistou ainda a relatoria da Comissão Mista de Orçamento (CMO), que ficará com o deputado Luiz Carlos Motta (SP). Considerada uma das mais importantes do Congresso Nacional, por ser responsável pela votação do Plano Plurianual (PPA), da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA), a cada dois anos, a CMO reveza a presidência entre a Câmara e o Senado Federal. Neste ano, caberá ao Senado o posto de presidente do colegiado, que ficará com a senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB).

A federação formada pelo PT, PV e PCdoB ficará com as comissões de Constituição e Justiça (CCJ); Trabalho; Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e Finanças e Tributação. O PCdoB presidirá a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e o PV, a de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.


O PSD ficará com a Comissão de Viações e Transportes e com o colegiado de Ciência e Tecnologia.


O União Brasil ficará com a Educação, Integração Nacional e Minas e Energia.


O PP, de Arthur Lira, comandará as comissões de Agricultura e Cultura.


Ao MDB caberá o comando das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano.


O PSB ficará com a Comissão de Indústria e Serviços e o Republicanos com a de Comunicação, além da Defesa do Consumidor.


Já o PDT foi contemplado com o Desenvolvimento Econômico, enquanto a federação formada por PSDB e Cidadania terá a Comissão de Relações Exteriores.


No caso da federação formada por PSOL e Rede, o comando será o da Comissão de Povos Originários. O Avante controlará a Comissão de Administração e Serviço Público, o Solidariedade, a Comissão de Legislação Participativa e o Cidadania, a de Direitos da Mulher.

Taurus consegue empréstimo de R$ 175 milhões no BNDES de Lula da Silva

A Taurus se dá bem com qualquer governo. Na foto, Salésio Nuhs com Bolsonaro.

Curiosamente, este marco é alcançado em um momento no qual o governo federal é chefiado por Luiz Inácio Lula da Silva, que no ano passado derrotou Jair Bolsonaro, um notório promotor do uso de armamentos. Há pouco mais de um mês, a Taurus apoiou as medidas de restrição impostas à compra,posse e porte de armas.No passado, Salésio Nuhs, CEO da Taurus, foi dierigente do PT em Gaspar, SC.

A Taurus acaba de assinar um contrato milionário de financiamento junto à Finep,  BNDES, destinado a modernizar seus produtos. R$ 175,71 milhões para financiar parcialmente seu plano estratégico de inovação para competitividade.

O BNDES é controlado pelo governo lulopetista e seu presidente é o dirigente petista e ex-coordenador da campanha de Lula, Aloísio Mercadante.

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Taurus consegue empréstimo milionário no BNDES de Lula da Silva

 Curiosamente, esse marco é alcançado em um momento no qual o governo federal é chefiado por Luiz Inácio Lula da Silva, que no ano passado derrotou Jair Bolsonaro, um notório promotor do uso de armamentos. Há pouco mais de um mês, a Taurus apoiou as medidas de restrição impostas à compra,posse e porte de armas.No passado, Salésio Nuhs, CEO da Taurus, foi dierigente do PT em Gaspar, SC.

A Taurus acaba de assinar um contrato milionário de financiamento junto à Finep,  BNDES, destinado a modernizar seus produtos. R$ 175,71 milhões para financiar parcialmente seu plano estratégico de inovação para competitividade.

O BNDES é controlado pelo governo lulopetista e seu presidente é o dirigente petista e ex-coordenador da campanha de Lula, Aloísio Mercadante.

Taurus terá 36 meses de carência antes de começar a quitar as parcelas.O empréstimo será reajustado com base na TJLP, à taxa de 0,385% ao ano. 

Conexão Proadi

 O Hospital Moinhos de Vento realiza, nesta quinta-feira (16), mais uma edição do Conexão Proadi. Com o tema Avaliando a Magnitude do HPV no Brasil, o evento promoverá o debate sobre os diferentes aspectos associados à doença, como os níveis de infecção, as vacinas preventivas e a descoberta precoce do câncer do colo do útero. As atividades começam às 13 horas,  presencialmente no Auditório Moinhos e com transmissão on-line.

 

A programação tem como contexto as descobertas alcançadas no Estudo Epidemiológico Sobre a Prevalência Nacional de Infecção pelo Papilomavírus Humano (POP-Brasil) — desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link.

 

Entre os especialistas participantes, estarão a investigadora principal do projeto e médica epidemiologista do Moinhos, Eliana Wendland; a consultora técnica de projetos de interesse do Departamento de Infecções Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Proadi, Natalia Luiza Kops; e a médica pediatra do Programa Nacional de Imunizações (PNI), responsável pela vacina HPV no Ministério da Saúde, Ana Goretti.

 

Sobre o evento:

O quê: Conexão Proadi - Avaliando a Magnitude do HPV no Brasil

Quando: 16 de março, às 13 horas

Onde: Auditório Moinhos (Rua Tiradentes, 333)

Inscrições: https://conexaoproadiahpv.eventize.com.br/index.php?pagina=1



Empresas gaúchas credenciadas à XP fazem fusão para lançar a Raro Investimentos

Sediada em Porto Alegre, empresa mira em um valor de custódia de R$ 4 bilhões até 2024

O ano começou com o pé direito para os gaúchos Rivo Bühler Jr. e Bruno Leiria, sócios fundadores da Attivo e MoneyMark, respectivamente. As duas empresas de assessoria financeira, ambas sediadas em Porto Alegre e credenciadas à XP Investimentos, anunciam a fusão das suas operações e a criação da Raro Investimentos. A meta do escritório, que também terá sua matriz na capital gaúcha, é saltar de R$900 milhões para R$4 bilhões em valor de custódia até o final de 2024.

Segundo os gestores, o foco será mudar a forma como o brasileiro investe, seguindo a tendência mundial de aplicação de recursos financeiros ‘além banco’ – o que significa a ruptura da dependência com os bancos tradicionais. Esse movimento sugere retornos mais elevados em aplicações financeiras, fomentados por assessores de investimentos. 

De acordo com um levantamento da XP, nos EUA, mais de 90% dos recursos investidos estão fora dos bancos. Já no Brasil, o cenário é inverso. Dados do Banco Central assinalam que os cinco maiores bancos do país ainda detêm esses investimentos, encerrando 2021 com 81,4% do mercado de crédito e com 77,4% dos depósitos totais.  Porém, o cenário aponta mudanças. Dados da Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras (ANCORD) revelam que entre 2020 e 2021, o Brasil teve um aumento de 51,6% no número de assessores de investimentos.

“Nos EUA, muitos têm como similar proximidade o médico da família e o assessor de investimento. Naquele país, há cerca de 300 mil Financial Advisors (assessores financeiros). Aqui no Brasil, uma média de 20 mil pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Empresas como a Raro chegam para ocupar esse gap de profissionais e impulsionar a livre escolha na aplicação de recursos financeiros pessoais”, frisa Bühler.

A fusão 

Mirando em investidores de Alta Renda e Private, a Raro chega para atuar lado a lado com players que transitam no mercado nacional. Credenciados à XP Investimentos, também nascida em Porto Alegre, a empresa inicia já sendo parte do S20, o grupo dos 20 mais promissores escritórios da rede segundo critérios de produtividade e crescimento dos escritórios.

Os mais de R$ 1,5 milhão injetados na fusão foram utilizados para compor uma estrutura de trabalho e um time que irá prestar assessoria financeira em ativos isentos de imposto de renda, investimentos no exterior, diversificação de carteira, renda fixa, entre outros produtos.

A união nasceu em um momento de crescimento das duas empresas originárias, quando os sócios perceberam que era preciso unir para expandir, e foi ao encontro de características diferentes dos gestores: Rivo (49), publicitário especialista em administração, em mercado de capitais e economia, já tinha a Attivo desde 2009 com especialidade em renda variável. Já Bruno (37), que seguia uma trajetória dedicada ao público Private, recentemente havia alavancado um crescimento superior a 150% da MoneyMark.

“Unimos atributos de serviços e de personalidade profissional. Enquanto um sócio é mais voltado para a comunicação e o relacionamento, o outro é para certificações técnicas e processos. A fusão tem potencial significativo para acompanhar o crescimento do mercado de assessores independentes, visando atender clientes cada vez mais conscientes dessa liberdade na aplicação de recursos financeiros”, finaliza Leiria. 

Mais informações em www.raroinvestimentos.com.br