Opinião do editor - A esquerda cai como um castelo de cartas em toda a América do Sul, mas falta o Brasil

A esquerda perdeu um novo governo na América do Sul, no caso a Colômbia, nas mãos do radical de extrema esquerda Gustavo Preto. Seu candidato Iván Cepeda perdeu para o candidato de direita, Abelardo de la Espriella (leia nota mais abaixo).

Os presidentes de esquerda do continente caem um a um e o próximo deve ser o presidente nomeado Lula da Silva, representante do que existe de pior na política mundial do momento.

O lulopetismo e seus aliados estão sendo fustigados por uma conjuntura externa extremamente adversa, não apenas em função da eleição de ontem na Colômbia e nas derrotas da esquerda também na Argentina, Bolívia, Paraguai, Chile, Equador, Peru e Venezuela, só lhes sobrando o anódino uruguaio, as tres inexpressivas Guianas e o Brasil. O principal fator da pressão externa, no entanto, é o novo governo dos Estados Unidos, que desta vez não servirá aos interesses do lulopetismo, mas da oposição.

E a vez do Brasil chega a passos largos, dentro de menos de 4 meses.

Na Colômbia,  ontem,  41 milhões de eleitores estavam o aptos a votar para presidente da Colômbia,  tudo no 2º turno da eleição presidencial. 

O voto não é obrigatório e por isto apenas 57% dos eleitores não foram às urnas no 1o turno.

No 1o turno, a esquerda venceu por 673 mil votos, mas na segunda rodada a direita era ampla favorita.

Acompanhe a cronologia:

As derrotas da esquerda da América do Sul começaram em 2023 com José Milei, 2023, na Argentina.

Ainda em 2023

Santigo Peña, Bolívia

2025

Chile, José Antonio Kast.

Equador, Daniel Noboa

Bolívia, Rodrigo Paz

2026

Venezuela - Queda de Maduro.

Peru, Keiko Fujimori

Colômbia, De la Spriella

O que sobrou

Restam Uruguai, que em 2024 elegeu Yamandu Orsi, de esquerda, e Brasil. As três Guianas são carta fora do baralho na América do Sul - são corpos estranhos. Uma delas nem tem governo próprio, já que é colônia da França.

A esquerda agoniza e com ela agoniza e morre de morte matada o Foro de São Paulo. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário