Opinião

 Considerando-se o período posterior à Constituição de 88, Estadão e seus patrocinadores da banca e os empresários patrimomnialistas paulistas manobraram todos os presidentes alinhados aos seus interesses, no caso Sarney, FHC, Lula, Dilma Temer e novamente Lula. Color e Bolsonaro tentaram quebrar a escrita 

O Estadão destila ódio por todos os poros do seu jornalão, hoje, ao investir de modo delinquente contra o candidato Flávio Bolsonaro, porque o verdadeiro temor de todos eles é Jair Bolsonaro.

Por trás das venenosas críticas quanto à competência do senador, o que conta de verdade no conteúdo canalha do jornal é a sua submissão aos interesses dos seus aliados, no caso os empresários patrimonialistas paulistas, gente das empresas e bancões que se cevam do dinheiro público desde 1500 e que não querem largar as generosas tetas nas quais se locupletam em desfavor dos concorrentes e demais forças econômicas e políticas dos Estados, aos quais sugam como ventosas abertas.

Essa gente pulha sabe que os espera com Flávio algo mais daquilo que abominaram nas reformas civilizatórias econômicas, sociais e políticas empreendidas por Jair Bolsonaro.

A aposta deles continua sendo em quem atenda os seus interesses pluatocratas

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