Fechou a Caverna do Ratão, no bairro Petrópolis.
O editor, que mora e trabalha no bairro, frequentava o Ratão há 50 anos.
O bar tinha 66 anos.
O Ratão não resistiu à crise econômica causada pela pandemia.
Fechou a Caverna do Ratão, no bairro Petrópolis.
O editor, que mora e trabalha no bairro, frequentava o Ratão há 50 anos.
O bar tinha 66 anos.
O Ratão não resistiu à crise econômica causada pela pandemia.
Desde o início da tarde, é muito lento o tráfego de gaúchos que viajam do Litoral Norte para a Grande Porto Alegre, usando a freeway.
O editor acabou de regressar da Serra, mas sem perceber lentidão, apesar do intenso tráfego.
Wake up, world!
Estará a minha própria pátria amada, Brasil, obscurecida por poderes nefastos que a impedem de enxergar que está, sob falsas bandeiras, sendo aos poucos tragada pelo mesmo mal que move a Putin?
Wake up, world!
É tempo de acordar! Enquanto ainda há tempo...
- A autora é Cláudia Woellner Pereira, tradutora, redatora.
CLIQUE AQUI para ler mais.
Wake up, world! Wake up, world! Wake up, world!
Foi o clamor de ucranianos e outras tantas vozes presentes, inclusive brasileira, no último domingo, dia 27 de fevereiro, na Trafalgar Square em Londres!
As palavras seguem reverberando em minha mente...
Wake up, world!
Vi-me tomando parte da História! Por manobras da vida, estou em Londres. Por vontade e escolha, uni-me aos ucranianos!
Wake up, world!
Até aqui, para mim, a ideia de guerra remetia a fatos históricos distantes, distantes no tempo, distantes da minha terra, do meu povo, da minha gente. No máximo, fazia parte da história da minha bisavó, que fugiu da Polônia aos 7 anos de idade junto com sua irmã em um navio por causa da Primeira Grande Guerra e parou no Brasil. Ou do meu avô que foi expedicionário na Itália na Segunda Grande Guerra, mas que não chegou a ir para a frente de batalha.
A guerra, hoje, tem cara, tem nome e endereço: Sasha e Mila. Ganhei uma matryoshka deles, pintada à mão por amigos; comi borscht, blinchiki, preparados por eles. Ganhei abraços deles que poucos brasileiros me deram. Deles, dos ucranianos, dos russos, dos russos-ucranianos, dos ucranianos-russos! Não importa, dizia Mila, somos o mesmo povo, somos irmãos!
Wake up, world!
Aquela terra longínqua, que aparentemente não tem nada a ver com a minha, está tão perto que dói em mim o pavor, a angústia e a incerteza que Sasha e Mila estão experimentando...Bombardeio...Um míssil atingiu a escola em que o filho deles estudou...Os vidros das janelas do hospital foram estilhaçadas com a explosão...O silêncio que se segue também é assustador...A umidade do porão, que tem servido de abrigo, não ajuda a manter o coração aquecido...
Wake up, world!
O que acontece com as nações ditas democráticas? Defensoras da liberdade? Dos direitos humanos? Estarão cegas, enfeitiçadas por algum poder que a Ciência e a Filosofia não conseguem descrever nem dar conta?
Wake up, world!
Estará a minha própria pátria amada, Brasil, obscurecida por poderes nefastos que a impedem de enxergar que está, sob falsas bandeiras, sendo aos poucos tragada pelo mesmo mal que move a Putin?
Wake up, world!
É tempo de acordar! Enquanto ainda há tempo...
Cláudia Woellner Pereira, tradutora, redatora e mãe de uma jovem e um jovem - que atraíram e foram atraídos por dois outros lindos jovens – que me fazem ter esperança na humanidade
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, irá se descompatibilizar do cargo até o fim deste mês. Ele será candidato a deputado federal por São Paulo, pelo PL. “Serei filiado pelo partido do presidente“ terça-feira, 1º", disse o ministro.
Pontes fez o anúncio na cidade espanhola, de white papers sobre inteligência artificial e formação de trabalhadores para a tecnologia de telefonia móvel 5G, em parceria entre a empresa chinesa de equipamentos de rede Huawei e a Softex, a associação de promoção do software brasileiro, uma organização social civil de interesse público.
Marcos Pontes, primeiro brasileiro a ir para o espaço, foi o quarto nome confirmado na esplanada dos ministérios, após a eleição de Jair Bolsonaro, tendo seu currículo destacado pelo presidente.
- A paz, estado de harmonia, como a gente imagina, não é fruto da generosidade humana entre os países. É uma concessão do mais forte. Ele concede a paz nas condições que lhe convém. A Europa estava submetida à paz que interessava à Otan e aos EUA. Não era a paz que interessava à Rússia e a Putin. Era uma paz que empurrava os meios da Otan em direção às fronteiras russas, numa ameaça permanente. Esse estado de paz, quando é desequilibrado, aparecem as disputas e os conflitos por um novo status, para reescrever a paz segundo as circunstâncias novas, e Putin tenta impor a paz que lhe interessa, que é uma paz com as armas longe da fronteira dele, é uma paz com a Ucrânia submetida a ele política e militarmente, e é isso que eles estão fazendo
CLIQUE AQUI para ler mais.