Jorge Marquesan Júnior decide disputar a presidência da OAB do RS.

Vem da região Sul a reação para que a OAB tenha novos rumos.


Jorge Marquesan Junior, advogado de destaque no Rio Grande do Sul, anunciou sua pré-candidatura à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rio Grande do Sul (OAB-RS). Este movimento marca a primeira oposição temática na instituição desde 2007, ressaltando a importância de um debate mais amplo e democrático dentro da Ordem.


A pré-candidatura de Marquesan Junior foi viabilizada por uma liminar judicial que garantiu seu direito de anunciar publicamente sua intenção de concorrer. A decisão judicial veio após uma disputa contra o "provimento da mordaça", que restringia a divulgação de pré-candidaturas. 


A liminar não apenas assegura a participação de Marquesan Junior no processo eleitoral, mas também reforça a importância da liberdade de expressão e do direito à participação democrática no contexto da OAB-RS. O trecho da liminar destaca que:


"O art. 16 do Provimento nº 222/2023 não se configura como mera regulamentação administrativa, mas sim como uma restrição indevida, que conflita com os valores constitucionais, notadamente a liberdade de expressão e a igualdade de oportunidades, previstos nos arts. 5º e 14 da Constituição Federal, bem como com os princípios norteadores da legislação eleitoral."


Jorge Marquesan Junior, ex-presidente da subseção da OAB de Santa Cruz do Sul (RS), traz uma perspectiva inédita à eleição. 


Sua candidatura cria a possibilidade, após 90 anos, de um presidente da OAB-RS ser oriundo do interior do estado, algo sem precedentes na história da advocacia gaúcha. 


Esta representatividade é vista como uma oportunidade de renovação e de inclusão de vozes diversas na gestão da Ordem.



In hoc signo vincis

 A jornalista Taline Oppitz, que é a principal colunista da editoria de Política do jornal Correio do Povo, que aqui em Porto Alegre pertence ao Grupo Record, anotou bem, hoje, que a deputada Maria do Rosário fica transtornada quando o deputado estadual Felipe Camozzato, do Novo, acusa o PT e o governo nomeado Lula da Silva pelo apoio indiscutível a ditaduras do tipo da Venezuela.

A jornalista percebeu a irritação de Rosário durante o debate de ontem, quarta-feira, na Rádio Guaíba, que é do mesmo grupo do Correio do Povo.

Eu não vou falar sobre este amor do PT e de Lula pela ditadura da Venezuela,  que são os padrinhos de Rosário na campanha eleitoral de Porto Alegre.

Aliás, Lula nem se atreve viajar a Porto Alegre para apoiar Rosário e prefere trotear mundo afora com Janja e comitivas de faraó mundo a fora.

O amor do PT e de Lula não é apenas pela ditadura da Venezuela, mas também por outras conhecidas ditaduras escancaradas ou disfarçadas como Venezuela, Cuba, Rússia, Irã e Nicarágua, sem contar alinhamento com bandidos terroristas como os casos do Hamas, em Gaza, e do Hezbollah, no Líbano. 

Se alguém tem alguma dúvida sobre isto, basta acompanhar os discursos e os contatos de Lula e sua comitiva de 100 cupinchas produziram na ONU, tudo ao longo desta semana.

Foi uma vergonheira só.

Essa gente envergonha o Brasil no exterior, mas não apenas por que renegam a tradição diplomática brasileira de se alinhar política, social e econômica com as grandes democracias ocidentais, mas também por reprsentarem o que de pior já surgiu neste País do ponto de vista moral.

Não foi por outra razão que os governantes de Países democráticos e vítimas do terror, como Israel e Ucrãnia, não mexeram um só dedo para aplaudir o discurso revisionista e renegado de Lula em Nova Iorque.

São estas coisas que os candidatos do PT, como Maria do Rosário,não conseguem suportar quando confrontadas pela verdade dos fatos.

E isto que Maria do Rosário e seus companheiros de jornada lulopetista, como Guilherme Boulos, sequer foram confrontados com a herança maldita deixada pelos governos do PT, pelos seus Partidos e pelos seus líderes, como são os casos do Mensaão e da Lava Jato.

Os eleitores não esquecem esta herança maldita e este presente indigno, porque as pesquisas estão a indicar que na eleição do mês que vem as urnas punirão todos os velhacos que se apossaram do Poder no Brasil.

A voz das urnas será a voz dos brasileiros que mais uma vez mostrarão que não formam mais uma maioria silenciosa incapaz de voltar a ser ruidosa.

É isto.

In hoc signo vincis, no bom latim: com este sinal, vencerás "



Metade do Conselho Editorial da RBS é renovado

Nesta terça-feira, durante a reunião do Conselho Editorial do Grupo RBS, anunciou-se a renovação de parte dos integrantes. A formação atual contará com seis novos membros, entre líderes de Jornalismo e convidados externos. São eles: Ellen Appel, Nilson Vargas, Pedro Dória, Raquel Recuero, Rodrigo Müzell, e Tiago Cirqueira.  

Além dos anunciados, o Conselho Editorial da RBS é composto pelos seguintes nomes: Anik Suzuki, CEO da consultoria ANK Reputation; Claudio Toigo, CEO do Grupo RBS; José Galló, fundador da Quartz Investimentos e membro do Conselho do Grupo Sim Rede de Postos; Marcelo Rech, jornalista, consultor, colunista de Zero Hora e presidente-executivo da Associação Nacional de Jornais; Marta Gleich, diretora-executiva de Jornalismo e Esporte e secretária do Conselho Editorial da RBS.

OL líder é Nelson Sirotsky, da família controladora.

Artigo, Gilberto Jaspers - As marcas no centro de Porto Alegre

Jornalista/gilbertojasper@gmail.com_

        Ao contrário de muitos amigos, gosto do centro de Porto Alegre. Trabalhei por décadas - e ainda trabalho - no coração da Capital, mas a minha paixão não é do tipo “cega” porque permite vislumbrar problemas crônicos, cuja solução não depende apenas do poder público.


       Um exemplo da necessidade de trabalho coletivo envolve a limpeza de ruas e calçadas. Causa indignação assistir equipes do DMLU/Cotravipa dando duro para manter a Rua da Praia “nos trinques”. Mas minutos depois, o mesmo trecho, recém-limpo, torna-se uma lixeira a céu aberto. Por absolta falta de educação, conscientização e compromisso com a cidade de todos nós.


          Depois de pouco mais de um ano de ausência voltei a trabalhar nas imediações da Usina do Gasômetro, quase na esquina com a Avenida Mauá. Para minha locomoção uso lotação. Também costumo almoçar na zona central e, depois, tomar um cafezinho com os colegas. Isto significa que circulo bastante. Isto permite localizar falhas, flagrar avanços e detectar oportunidades de melhorias.


          Uma das “novidades” neste retorno ao centro se refere às marcas que a enchente deixou em inúmeros prédios. Na avenida Andradas, principalmente entre a Esquina Democrática até a Usina do Gasômetro, os impactos da cheia persistem. Esta paisagem motivou um civilizado debate com amigos numa mesa de bar. A polêmica envolvia a conveniência de apagar as manchas escuras dos imóveis. Deveriam permanecer, para eternizar a advertência sobre a necessidade de investir em prevenção ou serem limpas para minimizar o sofrimento de tanta gente.


          O imaginário popular consagrou a noção de que situações de dor ensinam mais que otimismo, bem aventurança e alegrias. Esta era uma das teses de parte dos amigos da confraria. Outros, porém, argumentavam com o trauma das chuvas que destruíram vidas e patrimônios.


          O centro de Porto Alegre está longe do ritmo que vicejava até abril. Há muitos prédios fechados, outros com placa de “aluga-se” ou funcionam com geradores ou estão sendo reformados. O retorno aos “bons tempos” depende de variáveis que incluem a conclusão das obras estruturais e paisagísticas, além do comprometimento da população na preservação da limpeza e do combate ferrenho às depredações.


          É cedo para afirmar o que vai acontecer. E se as manchas escurecidas da enchente serão apagadas por novos tempos. Mas com certeza permanecerão para sempre em nossas mentes e corações

Chuvas intensas no RS

Até as 12h de sexta-feira, 27, permanecerá em vigor o alerta de ventos fortes, chuvas e temporais isolados para Porto Alegre emitido pela Defesa Civil Municipal. A Capital poderá registrar entre 50mm e 100mm por dia, e o vento atingir até 80km/h. 

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que várias regiões estão sofrendo com tempestades isoladas, chuvas persistentes, rajadas de vento intensas e alagamentos pontuais.

Em algumas regiões, como a região metropolitana de Porto Alegre, parte do litoral médio e norte, também foram registradas chuvas de vento fortes com raios e granizo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já havia divulgado um alerta de perigo. As áreas mais afetadas são, principalmente, o sudoeste, sudeste e o centro do estado, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre.

A Defesa Civil orienta a população a buscar abrigo caso seja surpreendida pelo temporal severo. “Se estiver em casa, feche bem portas e janelas. Durante os temporais, retire da tomada os eletroeletrônicos. Abrigue animais e mantenha-os em segurança. Não atravesse áreas inundadas ou alagadas a pé ou de carro. A água pode esconder riscos como buracos, bueiros abertos e correnteza”.

Censura no X

 A rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, publicou um relatório de transparência sobre as atividades de moderação na plataforma. Esse é o primeiro documento do tipo desde que Elon Musk comprou a companhia, no final de 2022.

De acordo com a tabela liberada pelo X, a rede social suspendeu cerca de 5,3 milhões de perfis na primeira metade de 2024. O número é mais que o triplo do que foi registrado no mesmo período de 2022.

A tabela com contas suspensas e posts sinalizados ou apagados no primeiro sem...

.Além disso, a companhia alega que "removeu ou sinalizou" mais de 10,6 milhões de postagens que violam as regras da plataforma. Discursos de ódio, abuso e assédio e conteúdos violentos foram as categorias mais frequentes usadas para justificar essas medidas.

Para sinalizar uma visão mais otimista, o X alega que conteúdos que ferem as regras da rede social representam "menos de 1%" das postagens totais". A quantidade de suspensões e remoções, porém, também sugere que na verdade esse tipo de publicação está cada vez maior.

Pau oco

Pela nona vez, o presidente Lula da Silva subiu à tribuna da Assembleia Geral da ONU para recitar seu papel de cobrador. A lista de queixas tem de tudo: um tratado contra pandemias; menos gastos militares; paz no Oriente Médio, Europa e África; aceleração da descarbonização; menos fome, desigualdade, desemprego e violência; juros amistosos para países pobres; equidade de gênero; e reformas na ONU que garantam mais representatividade às nações em desenvolvimento. Tudo muito razoável e condizente com uma cúpula que se presta mais a ser uma vitrine de aspirações que um fórum de resoluções. Mas, como insistia Henry Kissinger, a capacidade de influência geopolítica de um país depende de uma combinação equilibrada de dois ingredientes: poder e legitimidade. O problema é que Lula não tem nem uma coisa nem outra.

Poder, o Brasil nunca teve. Mas construiu uma reputação diplomática, com princípios constitucionais sólidos materializados pelos quadros técnicos e pragmáticos do Itamaraty. Foi essa credibilidade, por sinal, que conferiu ao País a prerrogativa de inaugurar todos os anos a Assembleia Geral. Munido dela, o Brasil poderia exercer ao menos o poder de persuadir outras nações e mediar seus conflitos. Mas não há credibilidade sem coerência.

Lula se queixou de que “o uso da força, sem amparo no Direito Internacional, está se tornando regra”. Ao mesmo tempo, contudo, engendra com a China um “plano de paz” que premia a Rússia, que violou o direito internacional ao invadir a Ucrânia, um país soberano, e ali comete atrocidades sistemáticas contra civis, como denunciado em corajosa carta aberta subscrita por dezenas de diplomatas latino-americanos, entre os quais os brasileiros Rubens Ricupero e Celso Lafer.