As crianças estão doentes demais para a escola quando apresentam febre, vômitos, diarreia, cansaço excessivo, dificuldade para respirar, prostração, dor intensa, irritabilidade ou qualquer sintoma que impeça a participação nas atividades e distraia os outros, especialmente se houver suspeita de doenças contagiosas como COVID-19 ou gripe. Fique atento a sinais de alarme como gemidos, lesões na pele sem causa aparente, convulsões ou alterações de consciência, e consulte um pediatra se houver dúvida, pois muitas doenças graves começam com sintomas simples, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Sinais Clássicos de que a Criança Deve Ficar em Casa:
Febre: Geralmente acima de 37.8°C ou 38°C, ou que precise de medicação para baixar.
Problemas Gastrointestinais: Vômitos frequentes ou diarreia, especialmente se houver desidratação.
Sintomas Respiratórios: Tosse persistente e com catarro, chiado no peito, dificuldade para respirar, coriza excessiva.
Dores: Dores de cabeça, de ouvido ou de estômago intensas e persistentes, que atrapalham as atividades.
Cansaço/Fadiga: Letargia, falta de energia, prostração ou sonolência excessiva.
Irritabilidade: Choro inconsolável ou muita irritação.
Conjuntivite: Olhos vermelhos e lacrimejantes, que podem ser contagiosos.
Quando Consultar o Médico:
Se a criança tiver sinais de alarme (gemidos, prostração, vômitos, dor de cabeça intensa, convulsões, alterações de consciência).
Se os sintomas não melhorarem ou piorarem rapidamente, mesmo com cuidados básicos.
Em casos de suspeita de doenças contagiosas como catapora (feridas com crostas), sarampo, rubéola ou COVID-19, seguindo as orientações médicas e escolares.
Dica Prática:
Observe o dia: Uma criança que finge estar doente pode rapidamente mostrar tédio se não tiver sintomas reais. Se ela não consegue participar das atividades normais ou se distrai facilmente, fique em casa.
Verifique as regras da escola: As escolas costumam ter diretrizes específicas sobre o retorno após febre ou certas doenças.
Lembre-se: se estiver em dúvida, é sempre melhor manter a criança em casa e consultar o pediatra para evitar complicações e a propagação de doenças, orienta a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
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