Direito de resposta

 O editor recebeu e disponibiliza a nota a seguir, que esclarece pontos da postagem feita esta semana por este blog. Leia tudo.

O Banco Genial possui mais de 15 anos de atuação no mercado financeiro, com trajetória de crescimento consistente, tendo alcançado mais de 3 milhões de clientes e mais de R$ 280 bilhões em ativos sob custódia, pautando sua atuação pelos mais elevados padrões de governança, controles internos e estrita observância das exigências regulatórias aplicáveis às instituições financeiras.


A instituição não figura como investigada na Operação Carbono Oculto. Sua participação no caso decorre da atuação como administradora fiduciária de fundo de investimento específico, tendo prestado os esclarecimentos solicitados às autoridades competentes, com as quais vem colaborando desde que tomou conhecimento dos fatos.


A medida cautelar fiscal mencionada insere-se em processo em curso, no âmbito cível, movido pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo contra empresas do setor de combustíveis, não sendo o Banco Genial parte na ação fiscal. Ainda assim, a medida atingiu valores relacionados ao referido fundo, por decisão judicial que está sendo tratada pelas vias processuais cabíveis. Trata-se de processo que tramita sob sigilo, o que limita o detalhamento público de determinadas informações.




As operações mencionadas envolvem estruturas financeiras usuais de mercado, com utilização de instrumentos como CDBs e CCBs no contexto de operações de crédito estruturado, nos termos da regulamentação aplicável.


O Banco não possui relação societária nem ingerência nas atividades operacionais das empresas citadas, atuando exclusivamente nos limites de suas funções reguladas.


Não há impacto operacional nem no atendimento aos clientes, e as atividades seguem sendo conduzidas normalmente. O Banco reafirma seu compromisso com a transparência, integridade e cumprimento das obrigações regulatórias.




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