Obras com dinheiro da Caixa
O recurso será destinado na implantação do BRT (transporte rápido de ônibus), mas a intenção da administração municipal é repassar os valores para obras da Copa que ainda não começaram, como o viaduto e passagem de nível na Avenida Plínio Brasil Milano e o segundo trecho da duplicação da Voluntários da Pátria. A verba também será usada para concluir as obras de macrodrenagem e pavimentação da Avenida Ernesto Neugebauer e da Rua José Pedro Boéssio.
Quebra-quebra, vandalismo, incêndios e pilhagens marcaram protestos contra reforma trabalhista em Brasília
Vários grupos de esquerda marcaram para esta quarta-feira
(24/05) uma manifestação em Brasília contra as reformas trabalhistas e da
Previdência do governo Temer. Estavam presentes movimentos sindicais como CUT,
partidos de estrema-esquerda e grupos como MST, o “exercito do Stédile” como
disse Lula.
Em pouco tempo a manifestação revelou-se um grande ato de
terrorismo, com a destruição de bens públicos. Vários ministérios foram
severamente depredados. Os extremistas, inclusive, colocaram fogo no prédio do
Ministério da Agricultura, fazendo com que o prédio fosse evacuado pelas
autoridades. Pessoas foram presas por portar armas brancas, e outros portavam
bolinhas de gude que são usadas em bombas caseiras ou para atirar e ferir a
polícia.
Conforme o portal G1, “pastas e documentos foram
retirados dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, que dividem o mesmo
prédio na Esplanada. Edifícios foram evacuados, e há registro de dano e
vandalismo em vários deles.”
Várias vidraças dos prédios foram quebradas, com a
destruição do interior dos edifícios. Documentos, computadores, móveis e obras
artísticas estão entre os bens públicos destruídos. Na rua, os extremistas
colocaram fogo em banheiros químicos que tinham sido colocados lá justamente
para receber a manifestação.
É evidente que o caos gerado em Brasília não um
“acidente” provocado por “gente infiltrada”, como sugeriu a Band News. Os
movimentos de esquerda foram a Brasília com o propósito deliberado de provocar
um ato terrorista, com grande destruição do patrimônio público. Causar o terror
e o caos é uma estratégia antiga das esquerdas, como se por meio da destruição
algo de bom pudesse ser criado.
Não podemos temer chamar as coisas pelo seu verdadeiro
nome, e o que houve nesta quarta-feira em Brasília é sim terrorismo. Não
estranha que na era PT a esquerda tenha feito uma grande movimentação para que
atos de “movimentos sociais”, mesmo que violentos, fossem retirados da lei
antiterrorismo, aprovada para as Olimpíadas do Rio. É habitual para esses
“movimentos sociais” usar táticas próprias de grupos terroristas, por isso
lutaram para que as leis se tornassem coniventes com suas ações criminosas.
Reforma Trabalhista
Toda essa confusão ocorre apenas um dia após a leitura,
na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, do parecer de Ricardo
Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista. Em seu parecer o senador Ferraço
sugere a aprovação da reforma trabalhista proposta por Temer.
Apesar de toda a crise na qual está envolvido o governo
Temer, a reforma trabalhista é fundamental para que a iniciativa privada possa
gerar mais empregos e aumentar sua produção. É insustentável que os
trabalhadores continuem em pleno século XXI submetidos a uma lei – a CLT- de
forte inspiração no regime fascista de Mussolini.
Entrevista, Margrit Sauer, diretora do Instituto Amostra - Sartori será candidato. A oposição teria chance se Olívio fosse o candidato do PT.
P- Com base em pesquisas quantitativas que tens feito, qual seria o cenário eleitoral gaúcho para governador, hoje, por sequência de preferência de nomes (quais os 5 que aparecem mais bempontuados, por ordem)?
M- Considero importante, antes de falarmos de números, posicionar o leitor que esse ainda é um momento distante da eleição e que as escolhas são feitas com base no conhecimento que o eleitor tem dos nomes que lhes são apresentados. Hoje, o melhor desempenho obtido em pesquisas de intenção de voto são de Olívio Dutra-PT e de José Ivo Sartori-PMDB. Vamos ver porquê: Olívio é um nome conhecido do eleitor gaúcho, e mesmo diante do momento que vive o PT, Olívio se mantém íntegro aos seus posicionamentos, nada se pode falar de sua conduta, portanto, colhe esse crédito. Sartori é o atual governador, isso dá a ele, por si só, um destaque no cenário eleitoral. E, talvez, o único nome certo numa lista de prováveis candidatos ao cargo. Igualmente, em tempos de Lava-Jato, é um nome sobre o qual não recai nenhuma acusação.
Os demais nomes que são apresentados ao eleitor, geralmente, são desconhecidos de uma significativa parcela deles. O que, novamente reforço, dá vantagens de Olívio Dutra e Sartori, neste momento. Mas, vamos aos nomes que você me pergunta e em ordem de citação pelo eleitor: Olívio Dutra-PT; José Ivo Sartori-PMDB; Eduardo Leite-PSDB; Onyx Lorenzoni-DEM; Mateus Bandeira-NOVO; Jairo Jorge-PDT; Luiz Carlos Heinz-PP. Os demais nomes, quando testados, aparecem com menos de 1% das citações.
P-A oposição parece ter sedimentado seus candidatos em torno de Rosseto; o candidato do PT e Jairo Jorge-PDT. Quais as chances de cada um? Algum deles poderá ir para o segundo turno?
M-Quando se troca o nome de Olívio Dutra pelo de Miguel Rosseto, como candidato do PT, Rosseto passa a figurar abaixo de Eduardo Leite-PSDB, em termos de posição no ranking, pois é mais desconhecido do que Olívio Dutra, ficando a primeira posição com a resposta “não sabe”. O momento que o Brasil vive e, em particular o RS, abre possibilidades para novos nomes surgirem no cenário, entre eles Jairo Jorge-PDT, que terá o que mostrar, pois foi Prefeito em Canoas por 8 anos. Por outro lado, o PTB venceu a chapa do ex-prefeito Jairo Jorge e tem intenções reais de lançar o Delegado Ranolfo Vieira como candidato ao Palácio Piratini. Será interessante para o eleitor poder comparar a defesa de projetos que se realizam (e se realizaram) naquela cidade. Quanto ao fato de estarem no segundo turno, acho cedo para fazer qualquer afirmação dessa ordem. Eu diria que, nesse momento, qualquer um dos candidatos tem essa chance, basta olharmos para a eleição à Prefeitura de Porto Alegre em 2016.
P- As candidaturas mais pelo centro, oscilando entre centro-direita e centro-esquerda, parecem confluir para Eduardo Leite? É isto? Se for ou não for, por que razão?
M- Eduardo Leite-PSDB é um bom representante desse espectro que seria o “centro” e sem dúvida, é um candidato com bastante potencial. Tem o que mostrar, governou Pelotas por 4 anos e elegeu sua Vice, como Prefeita. No entanto, Eduardo Leite será comparado ao Marchezan, que nesse momento tem um desgaste à frente da Prefeitura de Porto Alegre. Porque será comparado com o atual Prefeito? Porque guarda semelhanças na juventude, na postura arrojada, na defesa de projetos mais ousados de gestão e porque são do mesmo partido, invariavelmente será instigado a defender o modelo de gestão implantado na Prefeitura de POA. Pode ser bom, pode ser ruim, tudo vai depender de como a gestão da capital estará avaliada naquele momento.
P- Por aí também, mas pela centro-direita, está o PTB ?Ou não ? Fortunati no PR, aliando-se ao PTB, fortalece este candidato do PTB?
P- Pela direita, os nomes mais fortes são os de Mateus Bandeira- Novo, e Luiz Carlos Heinze- PP. Quais as chances de cada um?
Já em relação a Luiz Carlos Heinze-PP, não vejo novidades, embora tenha uma aliada forte, que é a Senadora Ana Amélia Lemos, e defende um setor importante, que é a agricultura. No entanto, e aqui vai uma opinião muito pessoal, Simone Leite poderia ser uma novidade para o PP e desestabilizar o cenário que já está posto,mais do que Heinze.
P- E o candidato do governo, quem defenderá sua herança? Será Sartori? Como ele aparece nas pesquisas? Quais suas chances? Nas qualis, o que tem aparecido sobre a sucessão e sobre estes candidatos?
M- Sem dúvida que o candidato do Governo será José Ivo Sartori-PMDB, e fará uma defesa de seu governo. Não creio que ele não seja candidato, somente se algo muito atípico acontecer, ou algum fator que nesse momento não estamos vendo no horizonte. Ao que tudo indica, o Governador é candidato a reeleição. As pesquisas, como já falei, ainda não demonstram um quadro de definição, demonstram tendências e conhecimento de nomes, que podem, ou não, tornarem-se candidatos. Por outro lado, as pesquisas qualitativas nos demonstram um cenário aberto, com muitas possibilidades, de um eleitor disposto a ouvir novos candidatos, mais interessado no que está de fato acontecendo e mais participativo. O governador Sartori é criticado pelo eleitor porque parece inoperante. Que o Estado tem problemas, isso todos já sabem, mas o que de concreto o governo fez para sanear esses problemas o eleitor não sabe. A campanha será uma oportunidade para o governo. Por isso, entendo que Sartori será candidato, inclusive para defender as decisões tomadas até aqui.
Linha do tempo da Lava Jato
CLIQUE AQUI para conhecer toda a linha do tempo da Lava Jato e compreender o tamanho escandaloso das roubalheiras feitas pela organização criminosa montada por Lula e pelo PT, com a colaboração de Dilma Roussef. É o maior escândalo da história do Brasil.
http://especiais.g1.globo.com/politica/2015/lava-jato/linha-do-tempo-da-lava-jato/
CONDENADOS
NA LAVA JATO
CLIQUE AQUI para saber tudo
http://especiais.g1.globo.com/politica/2015/lava-jato/linha-do-tempo-da-lava-jato/
http://especiais.g1.globo.com/politica/2015/lava-jato/linha-do-tempo-da-lava-jato/
CONDENADOS
NA LAVA JATO
CLIQUE AQUI para saber tudo
http://especiais.g1.globo.com/politica/2015/lava-jato/linha-do-tempo-da-lava-jato/
Análise, equipe de economistas do Bradesco - Retomada cíclica da economia vem em ritmo moderado
Nesta análise divulgada hoje pela equipe de economistas do Bradesco, fica claro que a retomada cíclica da economia vem se confirmando, mas em
ritmo ainda moderado.
Leia (e estude) tudo com atenção:
Os dados de atividade corroboram um cenário de retomada
consistente, mas ainda bastante gradual da economia. O comércio permanece como
o setor líder da retomada, enquanto a indústria e o setor de serviços se
estabilizam e ensaiam um início de expansão. Com os indicadores antecedentes de
novembro e dezembro já conhecidos, projetamos crescimento de 0,2% da economia
no 4º trimestre. Esse ritmo de expansão é ligeiramente inferior ao que
imaginávamos há alguns meses e coloca um sutil viés de baixa para nossa
projeção de 2,8% de crescimento em 2018. Os dados preliminares de vendas de
Natal, por exemplo, sugerem uma alta entre 3% e 5%, bastante alinhada com a
alta da massa real de salários, de 2,6%. Como a renda real não deve ter novo
impulso marginal vindo de surpresas de desinflação, esse vetor terá menos peso
ao longo de 2018. Com isso, o consumo ficará mais dependente da alta do
emprego, que deve se dar em ritmo gradual, sustentando expansão de consumo
moderada em 2018.
Outro vetor que deve suportar a retomada da economia é a
maior disponibilidade de crédito que deve fluir para economia. O estoque de
crédito pessoa física se expandiu 5,8% nos últimos 12 meses, enquanto ainda há
contração de 8,4% do estoque de crédito para pessoa jurídica na mesma base de
comparação. Vale dizer que as modalidades de crédito com melhores garantias
apresentam queda nas taxas de juros mais intensas do que as observadas para as
modalidades com garantias mais frágeis, ou sem garantias.
Do lado mais positivo dos estímulos que podem impulsionar
a economia em 2018 há a queda da taxa básica de juros. Os dados recentes de
inflação, a alta contida do salário mínimo, a melhora do regime de chuvas e a
comunicação do Banco Central deixam aberta a possibilidade de que os juros
caiam até abaixo de nossa projeção de 6,75%. Os dados correntes de inflação
voltaram a surpreender para baixo em novembro e dezembro e, com isso, o IPCA
deve fechar 2017 ao redor de 2,7%, abaixo portanto do piso da meta de inflação,
de 3,0%. A manutenção de níveis de inflação baixos por um período mais
prolongado de tempo (está abaixo de 3,5% há mais de seis meses) tende a fazer
com que a inércia da inflação também seja menor.
Indústria
O Indicador Agregado da Indústria subiu em dezembro e
atingiu 53,4 pontos, um ponto acima da média histórica. A média dos resultados
desde outubro sugerem crescimento de 0,4% do PIB no quarto trimestre. A
projeção oficial do Depec, considerando todas as variáveis, é de alta de 0,2%,
isto implica crescimento de 1,1% para o PIB de 2017.
Os destaques do mês foram pedidos em carteira, produção e
NUCI. Os pedidos em carteira subiram 0,9 no mês, atingiram 53 pontos, se
aproximando da média histórica de 53,8 pontos. O patamar de dezembro é o mais
alto desde set/13. A produção também se recuperou no mês, com alta de 0,7
ponto, para 54,6 – também próximo da média histórica (54,8 pontos). Esse também
é o resultado mais elevado desde o final de 2013. Ainda chamou a atenção o comportamento
do NUCI, que subiu 0,5 ponto no mês, para 52,4 (média histórica: 53,8). O
comportamento dos indicadores em dezembro sugerem que a desaceleração observada
em novembro deve ter refletido antecipação de pedidos para a “Black Friday”.
Assim, esperamos que o setor continue com desempenho positivo nos meses à
frente. A confiança dos empresários do setor, em nível mais alto desde jan/11,
corrobora essa leitura.
Em dezembro, os destaques setoriais da indústria foram:
metalurgia básica, veículos e fumo. Considerando o indicador agregado de
atividade de cada setor, estes foram os setores que apresentaram melhor
desempenho no período, situando-se 2,3; 2,0 e 2,0 pontos acima das respectivas
médias históricas. Esses setores já vem apresentando resultados melhores há
alguns meses.
Comércio
O Indicador Agregado do Comércio caiu 1,2 ponto em
dezembro e chegou a 51,9 pontos, um ponto abaixo da média histórica. A média
dos indicadores desde outubro sugere que o consumo das famílias ficaria
praticamente estável no período, em comparação com o trimestre anterior –
quando o consumo mostrou forte crescimento (1,2%). Os dados reforçam a leitura
de que o consumo continua dinâmico. A confiança, o aumento das concessões de
crédito, a redução dos juros e a inflação baixa, devem continuar incentivando o
consumo.
A dinâmica do índice agregado foi puxada pelos
indicadores de encomendas, enquanto as vendas e estoques recuaram. O indicador
de encomendas caiu 2,7 pontos, para 52,1 pontos (média histórica: 54,1). A
queda nesse indicador, pode indicar que houve antecipação para a “Black Friday”
em novembro, movimento semelhante ao observado na indústria no mês passado. O
indicador de vendas, por sua vez, recuou 0,8 ponto no mês, para 53,7 pontos
(média histórica: 56,4). Mesmo assim, os estoques recuaram 2 pontos no mês,
para 51,5, devolvendo toda a alta do mês anterior.
Em dezembro, os destaques setoriais do comércio foram:
equipamentos de informática, outros artigos de uso pessoal e artigos
farmacêuticos. Considerando o indicador agregado de atividade de cada setor,
esses setores se situaram 0,4 e 0,3 ponto acima de sua média histórica. Os
artigos farmacêuticos, que já vinham sendo destaque entre os menos dinâmicos,
ficaram 1,9 ponto abaixo de sua média histórica.
Construção Civil
O Indicador Agregado da Construção Civil subiu 1,8 ponto
em dezembro, para 50,5, maior patamar desde agosto/14. Assim, o indicador se
aproxima da sua média histórica, de 51,2 pontos. A média dos resultados desde
outubro sugere recuo de aproximadamente 2% do PIB de construção civil no 4º
trimestre, quando comparado com o trimestre anterior. O setor continua sendo o
menos dinâmicos entre as nossas Pesquisas, mas vem mostrando resultados
melhores nos últimos meses.
Os destaques do mês foram a melhora no ambiente de
negócios, procura de clientes por empreendimentos e número de empreendimentos
lançados. O ambiente de negócios melhorou 3,3 pontos, para 46,1 pontos. Ainda
que continue abaixo da média histórica (51,9 pontos), esse é o melhor nível do
indicador desde o final de 2014. A procura de clientes por empreendimentos
também melhorou 3,3 pontos, para 54,9 - permanecendo acima da média histórica
(51,1 pontos). O resultado é o melhor desde maio de 2013. Ainda vale destacar o
aumento no indicador de número de empreendimentos lançados, de 2,7, para 51,5
pontos, acima da média histórica (51,4 pontos). Alguns sinais de recuperação
vem sendo observados nos últimos meses, mesmo que o ritmo de retomada seja mais
lento do que observado nos outros setores.
Essa recuperação é puxada por incorporação residencial e
construção residencial. Considerando o indicador agregado de atividade, a incorporação residencial ficou 0,2 ponto
acima de sua média histórica, enquanto a construção residencial ficou 0,3 ponto
abaixo da média – estava mais distante nos meses anteriores. Vale notar que a
parte residencial vem apresentando melhora já há alguns meses e já se posiciona
no quadrante mais dinâmico.
Serviços
O Indicador Agregado de Serviços subiu 0,6 ponto, para 50,9 pontos em dezembro. Com isso, o
índice seguiu abaixo da sua média histórica (52,3 pontos), indicando atividade
ainda moderada no setor. Esse patamar sugere PIB de serviços ligeiramente
negativo no quarto trimestre, quando comparado com o trimestre passado. Apesar
do setor permanecer com atividade modesta, também vemos alguns sinais de
melhora quando comparados aos últimos trimestres, com ritmo lento de retomada.
Os destaques do mês foram a melhora da demanda e do
ambiente de negócios. O indicador de demanda por serviços subiu 0,9 ponto no
mês, para 50,8 pontos. Ainda que abaixo da média histórica (51,6), esse é o
melhor patamar desde agosto/14. O ambiente de negócios também registrou melhora
no mês, de 0,6 ponto, para 52,3 pontos. Também abaixo da média histórica (54,9
pontos), é o melhor resultado desde 2014. Assim, a confiança dos empresários do
setor continua melhorando e está no patamar mais elevado desde dezembro/13, em
69,4 pontos (média histórica: 67,9).
Nesse mês, o destaque setorial ficou para outras
atividades de serviços e atividades imobiliárias. Considerando o índice
agregado de atividade, esses setores ficaram 0,5 e -0,1 distantes de suas
médias históricas. Esses também são os setores com melhor desempenho mensal no
indicador de demanda, em que estão 0,7 e 0,2 ponto acima de suas médias
históricas.
Caso não queira mais receber as publicações do DEPEC
Bradesco, envie uma mensagem para:
"cadastrodepec@infobradesco.com.br"
Artigo, Merval Pereira, O Globo - No acordo da Petrobrás nos EUA, lulopetistas usam a tática do ladrão que grita "Pega ladrão !"
Artigo, Merval Pereira, O Globo - No acordo da Petrobrás nos EUA, lulopetistas usam a tática do ladrão que grita "Pega ladrão !"
É patética a tentativa de petistas e seus assemelhados de
transformar o acordo que a Petrobras teve que fazer com acionistas estrangeiros
na Corte de Nova York, conseqüência da roubalheira desenfreada nos governos
Lula e Dilma, em uma ação prejudicial à estatal brasileira.
É a tática vulgar de o ladrão sair correndo a gritar
‘pega ladrão’, a prática perversa de transformar a vítima em culpada. O crime
de lesa-pátria foi o esquema oficial de corrupção na Petrobras para financiar o
PT e partidos políticos de sua base, e não houve uma manifestação de sindicalistas
contra os escândalos revelados (…).
Simplesmente o acionista no exterior está cobrando o
dinheiro que roubaram dele, e como o sistema judiciário americano funciona, o
melhor foi buscar o acordo, como, aliás, acontece na grande maioria dos casos
de ações coletivas com essa. Estava previsto o julgamento de um recurso da
Petrobras na Suprema Corte dos Estados Unidos, com risco grande de perder, e o
caso iria a júri popular.”
Artigo, Marcelo Aiquel - Lula será o Nelson Mandela sul-americano ?
Artigo, Marcelo Aiquel - Lula será o Nelson Mandela sul-americano ?
Este ano
de 2018 tem todos os ingredientes para entrar na história em razão de fatos
importantes, como as eleições presidenciais em outubro.
Depois
de uma “quase guerra civil”, conclamada pelos líderes do PT e alguns figurantes
que – oportunisticamente – se aproveitaram da onda golpista que invadiu o
vocabulário dos bolivarianos, por ocasião do impeachment (para mim, uma faxina)
da presidente Dilma, mais conhecida pelas suas rotundas gafes do que por algum
mérito, querem agora, os bolivarianos, salvar o LULA.
Pra bom
entendedor, estes buscam realmente salvar a si próprios, pois acreditam que o
“Chefe Lula” lhes alcançará a tábua de salvação, caso sobreviva aos vários
processos judiciais que enfrenta.
Mas, não
devo comentar sobre isso neste momento, principalmente após escutar o patético
e esdrúxulo senador eleito pelo PT gaúcho, Paulo Paim, comparar Lula ao Prêmio
Nobel de 1993, Nelson Mandela. Disse o senador que uma condenação em segundo
grau e a consequente prisão do energúmeno de nove dedos guindaria Lula à
condição de perseguido e injustiçado, igualando-o ao ex-presidente da África do
Sul.
Além de
haver pisoteado na história (isto depois de rasgar um exemplar da Constituição
Federal na tribuna da Câmara dos Deputados em 2001), fazer uma comparação do
cidadão Luiz Inácio Lula da Silva com Nelson Mandela é obra de muito fanatismo
(ou oportunismo) do senador. O mesmo que já “ameaçou” deixar o PT diversas
vezes.
Porque,
a rigor, nem um “jerico” daria crédito a este desvario (apenas mais um) do
infeliz político gaúcho.
Porém,
como entramos num ano de eleições, nada mais natural do que o senador “jogar
pra torcida” a fim de conquistar votos.
A
cometer tal sandice o senhor Paim esqueceu (logicamente em proveito próprio)
dois fatos bastante relevantes: (i) o ex-presidente Nelson Mandela lutou
bravamente contra o apartheid, durante anos, combatendo a segregação que
tratava os negros como sub-raça; (ii) e passou mais de VINTE (20) ANOS na
prisão, por conta de uma condenação que o privou da liberdade (prisão
perpétua), que recebera.
Uma
considerável parcela da sociedade mundial participou de eventos e manifestos em
prol da liberação do líder africano, mas, curiosamente, não se soube de
políticos incitando a população para uma luta armada para reagir à decisão
judicial, como se vê – hoje – no Brasil.
Encerrando, declaro que nunca fui um simpatizante do senhor Mandela, porém,
compará-lo com o LULA é um exercício espetaculoso que só serve para diminuir
consideravelmente as virtudes do ex-presidente da África do Sul.
Depois
desta, gostaria de lançar uma campanha pacífica e objetiva: AJUDE A NÃO
REELEGER O SENADOR PAIM, pois o país precisa de parlamentares que não tenham
delírios, como esta infeliz comparação do Paulo Paim.
Senador:
menos. Por favor!
EM
TEMPO: Se para ser comparado ao Mandela, o Lula passar 20 anos na cadeia, até
eu garanto que o chamarei de LULA MANDELA!
Assinar:
Postagens (Atom)