Dica do editor - Saiba por que comprar imóveis é o investimento preferido dos brasileiros

– Aumentar o patrimônio e fazer bons negócios ao comprar, vender e alugar salas comerciais, galpões, apartamentos e casas são funções de um investidor de imóveis, um dos investimentos mais tradicionais e com resultados lineares durante os anos. Atualmente no Brasil, levando em conta o perfil de quem aplica em fundos imobiliários (FIIs) listados em bolsa, a grande maioria dos investidores são pessoas físicas (PFs). Em 2023 os FIIs atingiram a importante marca de 2 milhões de investidores.

Para Celina Vaz Guimarães, sócia e responsável pela Relação com Investidores da Paladin Realty, uma das principais e mais sólidas gestoras de fundos de investimentos imobiliários dos Estados Unidos e que atua no Brasil na originação e gestão de desenvolvimentos imobiliários, o investimento em imóveis é a aplicação favorita entre brasileiros.

“Tradicionalmente Imóvel sempre foi visto como um investimento seguro, protegido de alguma forma contra a inflação, e que gera valor no longo prazo, portanto, naturalmente, esse mercado se desenvolveu ao longo dos anos. A profissionalização da gestão e a criação de produtos financeiros , como os FIIs, tornou possível o acesso mais amplo dos investidores a estes ativos”, explica Celina. A especialista ressalta também que além de serem atrativos, a razão pela qual os FIIs caíram no gosto de pessoas físicas, é que após cumpridas algumas restrições, estes fundos distribuem dividendos mensais isentos de imposto de renda.

“A criação de novos mecanismos e atualização da legislação no Brasil, inspirado pelo sucesso do Real Estate Investment Trusts (REITs), propiciou o desenvolvimento dos FIIs, que sem dúvida foram a principal força motriz para que investidores pudessem acessar e ampliar investimentos direto em imóveis, bem como em outros instrumentos derivados do mercado imobiliário, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)”, diz a executiva.

Com um aumento vertiginoso nos últimos 4 anos, o mercado de FII ultrapassou a marca de 2 milhões de investidores em janeiro de 2023, em 2018 eram, aproximadamente, 210 mil, sendo que 75% destes investidores são pessoas físicas, segundo dados B3. “O investimento em FIIs é atrativo pois pode ser acessado com um tíquete de entrada pequeno e assim proporcionar participação em grandes ativos imobiliários, que antes eram totalmente inacessíveis para os investidores, principalmente para as pessoas fisicas”, destaca.

Mesmo com o cenário macroeconômico e político desafiador no Brasil  em 2022, os FIIS atraíram aproximadamente 500 mil novos investidores para a bolsa de valores. O aumento expressivo das taxas de juros tornou os fundos de CRI (Fundos de papel) mais atrativos e foi o principal fator para este aumento. Além disso, o mercado ainda conta com a atuação de outros investidores institucionais, que atuam no desenvolvimento e aquisição de imóveis corporativos, logística e shopping centers, por exemplo.

“Desde o aumento gradual das taxas de juros e da inflação nos últimos dois anos, a procura por FIIs de Papel, aumentou. Estes fundos foram os responsáveis pela grande maioria de ofertas e follow-ons no ano passado e foi o que atraiu novos investidores para a Bolsa”, aponta.

Apesar da participação relevante de investidores institucionais, a grande maioria dos investidores dos FIIs são pessoas físicas. Não há dados públicos sobre as regiões geográficas destes investidores, Celina afirma porém que é possível considerar os locais onde estão concentradas o maior número de transações imobiliárias, ou seja, a região Sudeste do país, com destaque para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 

“São Paulo é a localização com as maiores transações imobiliárias que se tem registro no Brasil. A cidade abriga a maior parte dos edifícios corporativos de alta qualidade, a maior atividade de incorporação residencial, e o estado tem o maior número de galpões considerados AAA. Os estoques de ativos de alta qualidade ainda é muito baixo no Brasil e a grande maioria destes ativos está na capital paulista ou em seu entorno”.

Já sobre a cena dos imóveis corporativos no Rio de Janeiro, a qual mudou muito nos últimos anos, a executiva destaca que as sucessivas crises causaram um aumento gradual da vacância em áreas tradicionais da cidade, principalmente na região central, o que acabou inviabilizando novos empreendimentos. 

No entanto, a atividade logística ainda é bem forte, com bons ativos desenvolvidos em alto padrão e em regiões estratégicas e de bom acesso. Ainda neste setor, em Minas Gerais, foi observado nos últimos anos a grande expansão da região de Extrema, cidade estrategicamente localizada entre SP, MG e RJ, onde incentivos fiscais atraíram investimentos que resultaram no desenvolvimento de grandes centros logísticos de alto padrão.

Perfis dos investidores

De acordo com a executiva, o perfil do investidor de FIIs, apesar de agressivo, é mais moderado do que o perfil mais arrojado de quem investe tradicionalmente em Bolsa.

“Se o projeto é bom e com perspectiva de bons retornos para os investidores, há recursos disponíveis, porém o cenário atual do país, com taxas de juros elevadas e aumento dos custos de construção, torna o mercado imobiliário desafiador. As taxas elevadas dificultam o acesso ao crédito para os desenvolvedores e afasta os investidores que preferem apostar na renda fixa. Em 2023, os juros serão o maior desafio para os gestores e desenvolvedores de imóveis no Brasil”.

Para além dos FIIs, os investidores podem alocar em outras classes de ativos, entretanto, Celina ressalta que é essencial entender os riscos e a relação com o retorno destes investimentos no longo prazo. ”É importante diversificar os riscos em um portfólio e atentar para variáveis, como a liquidez, custo de reposição, tributação, o risco de crédito e a volatilidade. Os eventos recentes deixam ainda mais claro como é importante analisar o risco de crédito dos investimentos”.

Ainda segundo a especialista, é necessário que a escolha dos ativos estejam de acordo com o perfil de cada investidor, dentro das expectativas de riscos e retorno, evitando assim, compra e venda pelos motivos errados. “Como em qualquer investimento, os FIIs também têm uma relação risco versus retorno que deve ser analisada e ponderada no processo de tomada de decisão”.

No quesito de recomendações para aqueles que estão chegando no mercado de investimentos imobiliários, a executiva aponta a localização como um dos pontos mais importantes na análise, mas não o único. É importante também avaliar o uso do imóvel, se as atividades empreendidas apresentam riscos ambientais, o perfil do inquilino e seu risco de crédito, a capacidade de reposição do inquilino, a taxa de vacância histórica, entre outros.

“Os investidores podem e devem se informar com os gestores. O gestor do FII é sempre a melhor fonte de informação. Pesquise seus sites, analise o histórico e experiência, entre em contato e solicite informações. Além disso, existem diversos canais especializados em análise e informações sobre FIIs, assim como canais no YouTube com lives diárias e semanais que abordam a performance dos fundos, dos ativos e dos gestores. Os bancos são outra fonte de informações pois publicam relatórios mensais com carteiras recomendadas, análises do mercado e performance”, finaliza.

 

Sobre a Paladin Realty

A Paladin Realty é uma das principais e mais sólidas gestoras de fundos de investimentos imobiliários dos Estados Unidos. Presente no Brasil há 20 anos, a empresa atua em território nacional na originação e gestão de desenvolvimentos imobiliários com objetivo de proporcionar aos seus  investidores, locais e estrangeiros, opções de investimentos com retorno diferenciado, nos mais diversos padrões e excelência na execução das estratégias de investimento.  

Com foco na América Latina, cujos investimentos totalizam US$ 5 bilhões, a empresa conta com um histórico de investimentos diversificado em mercados como Brasil, Colômbia, Peru, México, Chile, Uruguai e Costa Rica e nos mais variados segmentos, como Escritórios, Residencial, Residencial para Renda (MultiFamily), Senior Housing, Student Housing e Hoteleiro.







Perfil do investidor: Quem hoje investe em imóveis?

 – Aumentar o patrimônio e fazer bons negócios ao comprar, vender e alugar salas comerciais, galpões, apartamentos e casas são funções de um investidor de imóveis, um dos investimentos mais tradicionais e com resultados lineares durante os anos. Atualmente no Brasil, levando em conta o perfil de quem aplica em fundos imobiliários (FIIs) listados em bolsa, a grande maioria dos investidores são pessoas físicas (PFs). Em 2023 os FIIs atingiram a importante marca de 2 milhões de investidores.

Para Celina Vaz Guimarães, sócia e responsável pela Relação com Investidores da Paladin Realty, uma das principais e mais sólidas gestoras de fundos de investimentos imobiliários dos Estados Unidos e que atua no Brasil na originação e gestão de desenvolvimentos imobiliários, o investimento em imóveis é a aplicação favorita entre brasileiros.

“Tradicionalmente Imóvel sempre foi visto como um investimento seguro, protegido de alguma forma contra a inflação, e que gera valor no longo prazo, portanto, naturalmente, esse mercado se desenvolveu ao longo dos anos. A profissionalização da gestão e a criação de produtos financeiros , como os FIIs, tornou possível o acesso mais amplo dos investidores a estes ativos”, explica Celina. A especialista ressalta também que além de serem atrativos, a razão pela qual os FIIs caíram no gosto de pessoas físicas, é que após cumpridas algumas restrições, estes fundos distribuem dividendos mensais isentos de imposto de renda.

“A criação de novos mecanismos e atualização da legislação no Brasil, inspirado pelo sucesso do Real Estate Investment Trusts (REITs), propiciou o desenvolvimento dos FIIs, que sem dúvida foram a principal força motriz para que investidores pudessem acessar e ampliar investimentos direto em imóveis, bem como em outros instrumentos derivados do mercado imobiliário, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)”, diz a executiva.

Com um aumento vertiginoso nos últimos 4 anos, o mercado de FII ultrapassou a marca de 2 milhões de investidores em janeiro de 2023, em 2018 eram, aproximadamente, 210 mil, sendo que 75% destes investidores são pessoas físicas, segundo dados B3. “O investimento em FIIs é atrativo pois pode ser acessado com um tíquete de entrada pequeno e assim proporcionar participação em grandes ativos imobiliários, que antes eram totalmente inacessíveis para os investidores, principalmente para as pessoas fisicas”, destaca.

Mesmo com o cenário macroeconômico e político desafiador no Brasil  em 2022, os FIIS atraíram aproximadamente 500 mil novos investidores para a bolsa de valores. O aumento expressivo das taxas de juros tornou os fundos de CRI (Fundos de papel) mais atrativos e foi o principal fator para este aumento. Além disso, o mercado ainda conta com a atuação de outros investidores institucionais, que atuam no desenvolvimento e aquisição de imóveis corporativos, logística e shopping centers, por exemplo.

“Desde o aumento gradual das taxas de juros e da inflação nos últimos dois anos, a procura por FIIs de Papel, aumentou. Estes fundos foram os responsáveis pela grande maioria de ofertas e follow-ons no ano passado e foi o que atraiu novos investidores para a Bolsa”, aponta.

Apesar da participação relevante de investidores institucionais, a grande maioria dos investidores dos FIIs são pessoas físicas. Não há dados públicos sobre as regiões geográficas destes investidores, Celina afirma porém que é possível considerar os locais onde estão concentradas o maior número de transações imobiliárias, ou seja, a região Sudeste do país, com destaque para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 

“São Paulo é a localização com as maiores transações imobiliárias que se tem registro no Brasil. A cidade abriga a maior parte dos edifícios corporativos de alta qualidade, a maior atividade de incorporação residencial, e o estado tem o maior número de galpões considerados AAA. Os estoques de ativos de alta qualidade ainda é muito baixo no Brasil e a grande maioria destes ativos está na capital paulista ou em seu entorno”.

Já sobre a cena dos imóveis corporativos no Rio de Janeiro, a qual mudou muito nos últimos anos, a executiva destaca que as sucessivas crises causaram um aumento gradual da vacância em áreas tradicionais da cidade, principalmente na região central, o que acabou inviabilizando novos empreendimentos. 

No entanto, a atividade logística ainda é bem forte, com bons ativos desenvolvidos em alto padrão e em regiões estratégicas e de bom acesso. Ainda neste setor, em Minas Gerais, foi observado nos últimos anos a grande expansão da região de Extrema, cidade estrategicamente localizada entre SP, MG e RJ, onde incentivos fiscais atraíram investimentos que resultaram no desenvolvimento de grandes centros logísticos de alto padrão.

Perfis dos investidores

De acordo com a executiva, o perfil do investidor de FIIs, apesar de agressivo, é mais moderado do que o perfil mais arrojado de quem investe tradicionalmente em Bolsa.

“Se o projeto é bom e com perspectiva de bons retornos para os investidores, há recursos disponíveis, porém o cenário atual do país, com taxas de juros elevadas e aumento dos custos de construção, torna o mercado imobiliário desafiador. As taxas elevadas dificultam o acesso ao crédito para os desenvolvedores e afasta os investidores que preferem apostar na renda fixa. Em 2023, os juros serão o maior desafio para os gestores e desenvolvedores de imóveis no Brasil”.

Para além dos FIIs, os investidores podem alocar em outras classes de ativos, entretanto, Celina ressalta que é essencial entender os riscos e a relação com o retorno destes investimentos no longo prazo. ”É importante diversificar os riscos em um portfólio e atentar para variáveis, como a liquidez, custo de reposição, tributação, o risco de crédito e a volatilidade. Os eventos recentes deixam ainda mais claro como é importante analisar o risco de crédito dos investimentos”.

Ainda segundo a especialista, é necessário que a escolha dos ativos estejam de acordo com o perfil de cada investidor, dentro das expectativas de riscos e retorno, evitando assim, compra e venda pelos motivos errados. “Como em qualquer investimento, os FIIs também têm uma relação risco versus retorno que deve ser analisada e ponderada no processo de tomada de decisão”.

No quesito de recomendações para aqueles que estão chegando no mercado de investimentos imobiliários, a executiva aponta a localização como um dos pontos mais importantes na análise, mas não o único. É importante também avaliar o uso do imóvel, se as atividades empreendidas apresentam riscos ambientais, o perfil do inquilino e seu risco de crédito, a capacidade de reposição do inquilino, a taxa de vacância histórica, entre outros.

“Os investidores podem e devem se informar com os gestores. O gestor do FII é sempre a melhor fonte de informação. Pesquise seus sites, analise o histórico e experiência, entre em contato e solicite informações. Além disso, existem diversos canais especializados em análise e informações sobre FIIs, assim como canais no YouTube com lives diárias e semanais que abordam a performance dos fundos, dos ativos e dos gestores. Os bancos são outra fonte de informações pois publicam relatórios mensais com carteiras recomendadas, análises do mercado e performance”, finaliza.

 

Sobre a Paladin Realty

A Paladin Realty é uma das principais e mais sólidas gestoras de fundos de investimentos imobiliários dos Estados Unidos. Presente no Brasil há 20 anos, a empresa atua em território nacional na originação e gestão de desenvolvimentos imobiliários com objetivo de proporcionar aos seus  investidores, locais e estrangeiros, opções de investimentos com retorno diferenciado, nos mais diversos padrões e excelência na execução das estratégias de investimento.  

Com foco na América Latina, cujos investimentos totalizam US$ 5 bilhões, a empresa conta com um histórico de investimentos diversificado em mercados como Brasil, Colômbia, Peru, México, Chile, Uruguai e Costa Rica e nos mais variados segmentos, como Escritórios, Residencial, Residencial para Renda (MultiFamily), Senior Housing, Student Housing e Hoteleiro.


Job hopping: por que a geração Z muda tanto de emprego?

 Job hopping: por que a geração Z muda tanto de emprego?

Por Ricardo Haag

Sua empresa está tendo dificuldades em reter profissionais da geração Z? Então saiba que, infelizmente, não é a única a estar enfrentando esse problema. Dinâmicos, revolucionários e ambiciosos, permanecer em uma vaga por muitos anos não é mais um compromisso que estão dispostos a aceitar. Muito mais preocupados com seu propósito, autonomia e flexibilidade, não pensam duas vezes em mudar de emprego em companhias que ofereçam essas visões – desencadeando um movimento que vem gerando uma verdadeira preocupação em saber não apenas como atrair os zillennials, mas principalmente como retê-los nas companhias.

No Brasil, dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência identificaram que profissionais entre 18 e 24 anos tendem a ficar menos de três meses no mesmo emprego. Mas, quando analisamos aqueles entre 50 e 64 anos, sua grande maioria costuma permanecer na mesma vaga por mais de dez anos. O choque geracional presenciado pelo mercado é completamente discrepante, e não faltam motivos para compreender essa mudança.

Há alguns anos, o sonho de consumo de entrar e se aposentar em uma mesma empresa era justificado pelo cenário econômico internacional. As opções de mercado não eram tão vastas como atualmente, o que gerava uma relação mais marcada hierarquicamente e pelo anseio em construir uma carreira forte em uma organização. Hoje, estamos na época das infinitas possibilidades profissionais – com diversas vagas em modelos de trabalho variados a serem escolhidos conforme o perfil e desejos de cada um.

Se não se sentirem valorizados ou acreditarem que seus valores não estão de acordo com os ofertados pela empresa, a geração Z não terá muito receio em procurar outra oportunidade que se adeque mais ao seu perfil. Pular de emprego para esses profissionais se tornou algo natural, uma vez que podem encontrar com facilidade outra vaga que lhes traga maior felicidade, onde possam desenvolver suas habilidades e, principalmente, tenham liberdade para exercer suas funções e aprender cada vez mais.

O job hopping é um movimento muito presente nessa geração, e não há como deixar de lado esses desejos. Agora, é tempo de se preocupar em como adaptar a cultura organizacional para torná-la atrativa para estes profissionais, criando um ambiente convidativo que não apenas os atraia, como especialmente consiga retê-los de forma que se identifiquem com os propósitos da marca e os impactos que desejam causar no mercado.

Em termos de cultura, fortalecer a marca empregadora é estratégico para evitar essa saída dos zillennials. Se tornar um local desejado para se trabalhar não é fácil, mas fundamental para essa missão. Para isso, é extremamente importante compreender e definir com clareza o perfil de profissional desejado para seu negócio – monitorando as tendências de seu segmento e as adequando internamente desde o processo seletivo.

Esses fatores devem caminhar conjuntamente, garantindo a máxima assertividade no recrutamento e a coerência entre as demandas dos profissionais e o que sua empresa pode oferecer. Assim, ao recrutar profissionais alinhados com estes princípios, a retenção da geração Z será uma consequência natural.

Ao contrário do que muitos acreditam e colocam em prática hoje em dia, oferecer uma série de benefícios corporativos não é garantia de retenção de nenhum profissional, seja qual for sua geração. Não é preciso ser muito criativo ou pensar em brindes valiosos que agradem a geração Z, mas sim firmar um processo seletivo personalizado capaz de buscar aqueles que estejam alinhados aos propósitos da marca. Assim, mesmo diante de uma movimentação intensa entre empregos, esse match fará toda a diferença para a atração e retenção de profissionais que queiram crescer junto com sua empresa.

Ricardo Haag é sócio da Wide, consultoria boutique de recrutamento e seleção.

 

Sobre a Wide:

https://wide.works/

Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio.


Investir em imóveis é opção segura na Flórida

 Um dos setores mais procurados pelos brasileiros para realizar aplicações é o mercado imobiliário da Flórida. A tendência é que que este setor continue em alta em 2023.

Segundo levantamento do National Association of Realtors (NAR), as vendas de casas nos EUA devem aumentar já no primeiro trimestre deste ano. Conforme dados divulgados pela Associação de Corretores de Imóveis de Miami, quem comercializou imóveis em 2022 conseguiu faturar. Os preços em apartamentos chegaram a US$ 415.000 em maio e US$ 579.000 em junho para casas.

De acordo com Daniel Ickowicz, diretor de vendas da Elite International Realty, consultoria imobiliária que atua há mais de 30 anos nos Estados Unidos, a expectativa é que 2023 seja um bom ano para o ramo imobiliário, principalmente na Flórida. "Acredito que 2023 será bastante significativo para quem deseja comprar ou vender imóveis nos EUA. Enxergo que existirão margens para negociações e isso irá movimentar a economia. Especificamente na Flórida, há demanda por propriedades de luxo e existem muitos imóveis para compradores da classe média".

Ickowicz ainda comenta que diversos brasileiros procuram adquirir residências na Flórida para depois alugarem nas férias, feriados ou períodos mais curtos, o que revela ser uma vantagem para o investidor e para os inquilinos, que, ao colocarem na ponta do lápis, gastarão menos no aluguel do que com diversas diárias em hotéis.

Deste modo, para os investidores que desejam iniciar o ano expandindo a carteira, o mercado imobiliário da Flórida tem se mostrado uma ótima oportunidade de negócio com ganho em dólar. Miami vive um grande momento de venda e compra de imóveis. A migração em massa de moradores de outras regiões dos Estados Unidos para a cidade do Sol trouxe para o condado muitos empresários e investidores que buscam locais para residir e trabalhar.

Além disso, a Flórida promete ser uma grande oportunidade de diversificação cambial e geográfica para os compradores da América Latina que miram no ramo imobiliário para defenderem o patrimônio.



Brasil tem mais de 1 mil presos políticos em duas prisões de Brasília

 Pelo menos 10 senadores e 9 deputados federais visitaram em dias diferentes da semana passada os 924 patriotas presos na Papuda e na Colmeia, sendo 324 mulheres. 

Já vou dar os números totais de presos, que passam de mil.

Não existe quantidade alguma de presos políticos maiores do que este em todo o mundo, nem mesmo em ditaduras sanguinárias de Cuba, Nicarágua ou Vietname.

Quase todos foram ludibriados por militares do Exército e PMs do DF, que foram ao acampamento localizado diante do QG do Comando Militar do Planalto na manhã do dia 9 e conseguiram embarca-los para o campo de concentração do Ginásio da PF, sob a promessa de que poderiam partir em paz. Isto tudo está registrado em vídeo.Ningém pode negtar. E, agtora, estão há 42 dias presos, incomunicáveis: não podem recebervisitas dos familiares e nem dos advogados. Estes, só uma vez por semana. 

Nos últimos dias, falei com o deputado gaúicho Ubiratan Sanderson, que já visitou as presas políticas da Colmeia e os presos políticos da Papuda. São prisões ilegais, me disse o deputado, que está licenciado da PF. Tem prisioneira com câncer e até se mantendo viva com ajuda de oxigênio inalado. Há mais. Procurem saber lendo o meu blog www.polibiobraga.com.br

Os presos políticos da Papuda e da Colmeia estão incomunicáveis, não podem ouvir rádio, ver TV ou usar telefone. Nem familiar pode visitar.

Nem mesmo os advogados dos presos políticos e sequer os jornalistas mais bem informados sabem com certeza quantos homens e mulheres continuam detidos em Brasília ou nas suas casas (com tornozeleira eletrônica).


O editor pediu que o deputado federal Ubiratan Sanderson, PL do RS, computasse com exatidão os números, já que esta semana ele visitou as presas políticas da Colmeia e os presos políticos da Papuda.


Eis os números corretos:


São 1.394 no total, sendo 494 mulheres

- 600 homens estão na Papuda e 304 estão com tornozeleira eletrônica

-324 mulheres estão na Colmeia, sendo 170 com tornozeleira eletrônica.

Os congressisistas eleitos pela maioria do povo que votou em Bolsonaro, estão  se movimentando. Na semana passada,10senadores foram fazer as visitas d euma só vez. Entre eles, o gaúcho Heinze, mas não o gaúicho Mourão; mais Sértio Moro, Magno Malta, Tereza Cristina, Rogério Marinho.

Tudo isto encorpa a proposta de CPMI do 8/1. 30 Senadores assinaram. Era preciso 27. Na Câmara, faltam 70 deputados assinasrem. Peça ao seu deputado que assine.

Será preciso tirar esta página da história brasileira a limpo.

É uirgente que se faça isto.

O lulopetismo não quer a CPMI ou qualquer CPI, porque sabe como é que CPIs começam e não sabem como terminam, principalmente num caso como este, onde fica cada dia mais eavidente que os patriotas presos em Brasília caíram numa armadilha , que agora coloca a oposição e os patriotas todos contra a parede.


Veja como os manifestantes do 8/1 foram traídos pelos militares e policiais militares, Brasilia, dia 9/1.

Nas redes sociais viralizam vídeos que mostram com clareza o modo traiçoeiro e ilegal com que agiram militares do Comando Militar do Planalto e seus companheiros da PMDF, tudo na manhã do dia 9 de janeiro, quando enganaram mais de mil manifestantes acampados, fazendo-os entrar nos ônibus que os levariam ao campo de concentração do Ginásio da PF.

Um ato covarde e uma infâmia sem paralelo praticado por forças de segurança em toda a história brasileira.

Não foi o caso das prisões em flagrante do dia anterior, dia 8, quando vândalos foram capturados em plena ação violenta nos interiores dos prédios do Planalto, Congresso e STF, invadidos com clara colaboração interna e com a presença de infiltrados.

No dia seguinte, dia 9, militares e policiais militares foram ao acampamento para exigir a saída de todos, garantindo que ninguém seria preso.

CLIQUE AQUI par ver e ouvir o vídeo daquele momento de opróbio e traição. Ele não deixa dúvidas a respeito do que aconteceu. É o que ajuda a justificar a convocação imediata da CPMI do 8/1. Este vídeo não foi para o You Tube porque é censurado.

Mampituba: um segue desaparecido

 A Brigada e a PM de SC atuaram no resgate de um grupo de 100  pessoas que caiu de uma ponte pênsil sobre o Rio Mampituba, entre Torres, no Litoral Norte gaúcho, e Passo de Torres, em Santa Catarina.

 Houve superlotação (a ponte só admite 20 pessoas) os cabos da ponte se romperam parcialmente ontem de madrugada, 2h.

Mais de 15 de pessoas foram encaminhadas para atendimento médico. Os bombeiros trabalharam com duas equipes de mergulhadores, além de três botes e duas motos aquáticas nas águas do Mampituba, bem como efetivo em terra. Quatro pessoas que estavam sendo procuradas foram localizadas bem — já estavam em suas casas. No momento, (14h22min desta segunda-feira) o CBMRS trabalha com a informação de que uma vítima masculina segue desaparecida.