Artigo de Marcus Gravina

Marcus Vinicius Gravina

OAB-RS 4.949

A Ordem do Dia do Exército ou do Ministro da Defesa conjuntamente com os Comandantes da Marinha, Aeronáutica e do Exército, alusiva ao movimento de 31 de março de 1964, está sendo aguardada, como nunca aconteceu, com enorme crença de que nem tudo está perdido, por milhões de brasileiros. 

Seja qual for ou, se tampouco  houver,  assim mesmo revelará qual a doutrina ideológica das FFAA, no atual governo do país, cujo presidente da República é, temporariamente, o seu Comandante Supremo, mas capaz de comprometer todos os princípios da sua  centenária formação e lealdade ao nosso povo.  Aquele que esteve, ordeiramente, em frente aos quartéis suplicando por liberdade e respeito à Constituição Federal.

Os fatos recentes e difusos que envolveram o Exército em mais um capítulo da história do Brasil - sobre golpes e suspeitas de fraudes eleitorais estão presentes.  Frente a um deles o Exército  bateu em retirada, ao não concluir a auditoria de urnas eleitorais apontadas por suspeitas junto ao TSE.  Calou-se, diante da negativa da entrega do Código Fonte das urnas. 

Como as usuais exortações à tropa poderão se transformar em palavras de paz, harmonia e de concórdia?  Missão difícil depois de se ouvir do Comandante Supremo das FFAA,  a sua explosão tresloucada de ódio e de vingança. Disse o presidente da República, esta semana: “Não está tudo bem, só vai tá bem quando eu fudê (foder) este Moro.  Estou aqui para me vingar desta gente”.   

O visado é o senador Sérgio Moro. A expressão usada equivale a eliminar, matar.  Tema para nossos juristas e a OAB Nacional analisarem, sob o prisma de eventual crime.

Diante da repercussão condenatória à sua ameaça a um senador da República, descaradamente, passou a atribuir ao Moro a autoria de uma manobra sobre o atentado abortado pela Polícia Federal. 

A Ordem do Dia de 2022, alusiva ao 31 de março, em trechos extraídos dela, relembra o significado desta data: 

“O movimento de 31 de março de 1964 é o marco de evolução política brasileira pois refletiu os anseios e as aspirações da população da época”.

“Em março de 1964, as famílias: as igrejas, os empresários, os políticos, a imprensa, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as Forças Armadas e a sociedade em geral aliaram-se, reagiram e mobilizaram-se nas ruas para restabelecer a ordem e impedir que um regime totalitário fosse implantado   no Brasil por grupos que pregaram promessas que depois fracassaram em várias partes do mundo. Tudo isto pode ser confirmado pelos registros dos principais veículos de comunicação do período”. 

Espera-se do alto comando das FFAA que reavaliem os anseios e as aspirações de hoje da sociedade. Dos manifestantes nas ruas e em frente aos quartéis sobre a lisura do resultado das eleições de 30 de outubro de 2022 e os acontecimentos posteriores, que culminaram no 8 de janeiro de 2023. 

Comentar perante a tropa a repercussão a respeito dos encontros do presidente da República e de seu Ministro da Justiça com líderes do “crime armado”, visitados em suas trincheiras ou bunkers.  Teme-se, que pela primeira vez, poderemos ter um presidente Comandante Geral das Forças Armadas do Crime. 

Como as FFAA  vêem  esta aproximação, no mínimo esdrúxula, com malfeitores da ordem pública e virtuais inimigos das FFAA.

A Ordem do Dia deve refletir e enfrentar a realidade atual do Brasil. 

A tropa tem o direito e o comando das FFAA o dever de proteger o povo, do qual faz parte, e que é regido pela mesma Constituição Federal. É sobre isto que militares de patentes intermediárias e cidadãos  desejam ler e ouvir da Ordem do Dia, do próximo 31 de março. 

Caxias do Sul, 24.03.2023

  


Microentrevista, Mateus Bandeira - Brasil está às portas da depressão e crise não é só do varejo

MICROENTREVISTA
Mateusw Bandeira, ex-presidente do Banrisul, ex-CEO do IDG, consultor de empresas.

O chefe da Casa Civil (veja vídeo abaixo) diz que muitos varfejistas vão quebrar.
Muitas empresas estão extremamente endividadas / alavancadas no Brasil.

Só no varejo ?
Não apenas no varejo.

O ministro diz que elas não vendem.
Tem dificuldade de obtenção de crédito não é porque não vendem, mas porque já estão muito endividadas - e o juro elevado obviamente aumenta a despesa financeira, diminuindo o resultado, tornando-se um ciclo vicioso que vai deteriorando ainda mais a situação financeira dessas empresas.

Qual é a origem desse endividamento tão pesado ?
 Boa parte delas se endividou durante a pandemia, justamente por conta dos lockdown: ficaram sem receita, mas com seus custos pressionando os resultados; saíram da pandemia mais endividadas e com o juro subindo na sequência para conter a inflação

Por que os juros não caem ?
O juro continua alto porque o governo sinaliza mais gastos. Eles  derrubaram a regra do teto de gastos. E Lula fala bobagens diariamente sobre “gastos com saúde e educação são Investimentos”;

Os bancos sabem disto ? Devem ter números.
Óbvio que sabem: fecham a torneira do crédito justamente para as empresas que já representam risco elevado

Serão muitos casos ? É risco sistêmico ?
Se o Lula fechasse a boca e parasse essa guerra insana contra o Banco Central, e já tivesse apresentado uma política fiscal que representasse disciplina fiscal, o juro já teria começado a cair

O risco é só das empresas ?
O risco é a economia entrar em depressão e jogar o país numa nova crise

Nessa fala do Rui Costa, ele parece muito bem informado e faz análise e previsão corretas, mantido o cenário atual, que pela fala dele deve permanecer.
O
juro está elevado demais, isso é verdade,. Não tem sentido continuar com a meta de 3% de inflação pois a meta é inatingível e o custo de mantê-la (e persegui-la com juro alto) pode ser desastroso

Mas quem pode estabelecer nova meta, ancorada em política fiscal consequente, senão o governo ?
Exato

Esta nova política fiscal do Haddad, já em mãos do Lula, pode ser uma âncora viável ?
Não sei, não conheço. Lula não quer parar de gastar, ao contrário, quer gastar mais. Então não sabemos o que vem nessa nova política fiscal.

A crise econômica poderá ser grave ?
A crise pode ser grave sim, se não houver uma inflexão logo na taxa de juros


Lula e Pimenta precisam ser incluídos no inquérito das fake news

 Nesta sexta-feira, o senador Rogerio Marinho pediu que o ministro Alexandre de Moraes inclua Lula da Silva no inquérito das fake news. A razão:

1) Nesta quinta-feira, ao participar de evento no Rio, Lula da Silva disse que o plano do PCC para executar Moro poderia ser “mais uma armação” do ex-juiz. No dia seguinte, Lula ficou doente e sumiu. O próprio ministro da Justiça, o MPE de SP e a PF, desmentiram Lula.

O ministro da Secom, Paulo Pimenta, também poderá ser incluído no inquérito. A razão:

1) Nesta sexta-feira (24), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, questionou a decisão da juíza Gabriela Hardt de retirar o sigilo da operação. “Uma juíza retirar o sigilo de um inquérito sensível e perigoso que ainda está em curso, sem combinar com a PF que está no comando da investigação ajuda no que? Tudo isso para ajudar a narrativa de um amigo? Vocês acham normal? Não se indignam?”, escreveu Pimenta nas redes sociais.

Ontem, a juiza desmentiu Pimenta e apresentou ofício da PF pedindo abertura seletiva do inquérito.

CLIQUE AQUI para examinar reportagem de hoje da Agência do Brasil, que é bem razoável e explica melhor as mentiras das duas autoridades.

O que é e como tratar a tuberculose

Doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria conhecida como bacilo de Koch, a tuberculose afeta prioritariamente os pulmões, embora possa atingir outros órgãos ou sistemas do corpo, podendo levar um indivíduo à morte em casos mais avançados.


A transmissão se dá por via respiratória, quando o indivíduo suscetível inala aerossóis produzidos pela tosse, fala ou espirro de uma pessoa infectada e sem tratamento.


Os principais sintomas são: tosse por três semanas ou mais, febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento. Caso uma pessoa apresente os sintomas, é fundamental que procure uma unidade de saúde para avaliação e realização de exames. Se o resultado for positivo, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.


Prevenção


Uma das formas de prevenir a tuberculose é a vacinação com a já conhecida BCG (Bacillus Calmette-Guérin), que está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante deve ser dado às crianças quando nascem, ou, no máximo, até completarem 5 anos de idade. Ela protege contra as formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a meníngea.


Tratamento


O SUS disponibiliza tratamento totalmente gratuito para a tuberculose. O diagnóstico logo no início dos sintomas e o acompanhamento do paciente pelas equipes de saúde são estratégias para identificar as fontes de infecção e descontinuar a transmissibilidade para a rede de contatos.


O tratamento é longo e dura, no mínimo, seis meses, exigindo o uso de medicação contínua, mesmo havendo melhora logo nas primeiras semanas. Ele deve ser realizado, rigorosamente, até o final, já que a administração irregular das medicações pode levar a complicações e provocar o desenvolvimento da tuberculose resistente aos remédios utilizados.


Além disso, a adesão ao tratamento é um importante para barrar a cadeia de transmissão. Carla, que também coordena o Programa Estadual de Controle da Tuberculose, explica que o diagnóstico e o tratamento dos pacientes de forma adequada retiram fontes de infecção das comunidades, evitando novos adoecimentos. 

Melo é contra a atual proposta de reforma tributária

 O prefeito Sebastião Melo reiterou, ontem, as críticas que faz aos termos da atual proposta de reforma tributária defendida pelo governo lulopetista e fez isto, ontem, ao participar de mais uma rodada de discussões na Câmara Municipal. Melo reiterou ao mentor da proposta, secretário do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, as insatisfações da Capital em relação às Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 45 e 110. O texto prevê a extinção do Imposto Sobre Serviços (ISS), principal arrecadação dos municípios, para a implantação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) nacional.

Disse o prefeito para Appy:

- Nós viemos dividir mais uma vez a preocupação de sermos penalizados com a perda de arrecadação, a descontinuidade dos serviços essenciais e o sobrecarregamento do setor produtivo. O cidadão não mora na União e nem nos estados, ele vive nos municípios. O melhor caminho é construir coletivamente uma proposta que respeite a autonomia municipal.

O debate foi coordenado pelo vereador e presidente da Frente Parlamentar da Reforma Tributária da Câmara Municipal, Ramiro Rosário. 

Ibovespa perde os 100 mil pontos e atinge o menor patamar em mais de oito meses

 Ibovespa perde os 100 mil pontos e atinge o menor patamar em mais de oito meses

*Luiz Felipe Bazzo, CEO do transferbank, Brasil.

A bolsa brasileira começou a semana em alta. Contudo, na última quinta-feira (23) por volta das 11h entrou em queda acentuada. No primeiro pregão após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidir manter a taxa de juros em 13,75% ao ano, o Ibovespa fechou o pregão aos 97.926 pontos, seu menor patamar desde 18 de julho do ano passado, quando registrou 96.916 pontos. Na mínima do dia, o índice chegou a bater em 96.996 pontos. 

A expectativa do mercado financeiro era de que o BC sinalizasse a possibilidade de diminuir a Selic em breve, mostrando uma melhora na economia e um horizonte mais otimista. Contudo, o comunicado mostrou que essa não é uma realidade para o Brasil, o Copom adotou uma postura dura e indicou que considera inclusive um novo aumento no percentual, contrariando as expectativas.

Como se não fosse o suficiente, as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à postura do órgão fez com que o clima piorasse, acelerando o derretimento do índice. Esse cenário somado à incerteza acerca do novo arcabouço fiscal e a crise bancária internacional, gera um clima de tensão para investidores, que devem buscar apostar em mercados mais consolidados. 

Esse não é um movimento normal que a gente costuma ver no documento, significa que o mercado já precifica uma piora, com uma maior deterioração da inflação no longo prazo. Mesmo com o Banco Central não citando esses períodos, é importante fazer a observação de que tanto o Focus quanto o comunicado do Copom levam esse cenário em consideração

Em suma, o comunicado do Copom trouxe alguns recados importantes que precisam ser considerados daqui para a frente. O primeiro ponto é que não há o que comemorar, as incertezas fiscais ainda ameaçam o país, os investidores brasileiros precisam ficar alertas quanto às próximas decisões do Banco Central e principalmente as intervenções do governo federal na economia. É necessário destacar também que houve aumento das expectativas de inflação para 2023 e 2024, ou seja, não há perspectiva de melhora ou de corte de juros para os próximos meses. 

Por último, muitos acreditavam que os recentes acontecimentos envolvendo os bancos nos Estados Unidos e na Europa, não afetariam a economia brasileira. Erraram. Está claro que já estão afetando. A conjuntura internacional e os recentes episódios, são monitorados com atenção, corroborando para elevar as incertezas e a volatilidade dos mercados. Outra ressalva que o BC deixou clara é em relação ao cenário internacional, a persistência inflacionária e os níveis de atividade e emprego seguem elevados, pressionando a trajetória da inflação global.

 

Estados Unidos

O Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) decidiu elevar a taxa básica de juros do país em 0,25 p.p., para o intervalo entre 4,75% e 5%. O aumento veio de acordo com o que era esperado pelo mercado, e indica uma mudança na avaliação do Fed sobre a economia.

Foi a primeira vez, desde março de 2022, quando começou o ciclo de alta, que o Fed não mencionou que “novos aumentos serão apropriados”, refletindo a quebra do Silicon Valley Bank (SVB), do Signature Bank e do Silvergate, além dos temores com uma possível quebra do First Republic Bank. O banco central americano mencionou que “algumas políticas adicionais” podem ser necessárias, não descartando um novo aumento, mas já sinalizando um aperto monetário mais brando.

Até poucas semanas atrás, o consenso do mercado era que a alta seria de 0,5 ponto percentual, para conter a inflação americana que segue elevada. Mas após problemas no setor bancário, com a crise do Silicon Valley Bank (SVB) aumentando as discussões sobre o aperto monetário agressivo nos Estados Unidos, o mercado reduziu as expectativas de alta. Inclusive, a possibilidade de uma manutenção dos juros também chegou a ser discutida pelos investidores, mas a hipótese foi descartada, pois indicaria que o Fed estaria abalado com a turbulência bancária.

Quando perguntado sobre a influência direta que a crise dos bancos teria sobre a avaliação do comitê, Powell respondeu que o efeito de restrição de crédito vivido na economia americana poderá fazer parte do trabalho de restrição monetária e combate à inflação que estava no curso da autoridade. Para além da reunião de 3 de maio, Powell buscou reafirmar o compromisso com o controle da inflação. Porém, o ambiente é altamente incerto e nós não desprezamos a possibilidade que o ciclo de cortes seja iniciado ainda no quarto trimestre deste ano. Na minha avaliação, podemos ter uma nova alta de 0,25 ponto percentual na reunião de maio e um início do afrouxamento monetário apenas a partir de 2024.

 

Câmbio

O clima no mercado de câmbio não está nada bom, com investidores reagindo não apenas à decisão sobre a Selic (a taxa básica de juros), que foi mantida em 13,75%, mas também aos receios de que a relação entre o governo Lula e o Banco Central piore. O comunicado duro do Banco Central em relação ao cenário para a inflação contrariou expectativas do governo e de grande parte do mercado. Para piorar, o Banco Central do Brasil (BACEN) não passou indicações de quando começará o corte de juros.

As razões para o BC não esperar realizar corte no curto prazo é a inflação elevada e as expectativas de inflação aumentando, além da incerteza em relação ao novo arcabouço fiscal. Vale destacar também que a Selic em patamares altos por mais tempo, torna o Brasil mais atrativo para os investidores estrangeiros, e é natural esperar uma queda do dólar ante o real. O receio de que a relação entre governo e Banco Central deteriore ainda mais, também ajudou a posicionar a moeda norte-americana em alta ante o real.

Com o aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, a tendência é que a moeda se desvalorize nos próximos dias. Uma recessão, mesmo que leve, enfraquece o dólar frente às outras moedas.

O enfraquecimento da moeda americana nesta semana ocorreu por causa de um dos trechos do comunicado do FOMC (Comitê de Política Monetária dos Estados Unidos), em que diz que "acontecimentos recentes devem resultar em condições de crédito mais restritivas para famílias e empresas e pesar na atividade econômica”. Essa fala dá a entender que a atividade nos Estados Unidos deve sofrer sim alguma recessão, algo que alguns players do mercado estavam começando a descartar

No Brasil, o cenário deve ter predominância na evolução do câmbio ao longo dos próximos dias, principalmente especulações sobre o novo arcabouço fiscal em análise e a indicação pelo governo de um novo membro para a diretoria do Banco Central.

 

*Luiz Felipe Bazzo é CEO do transferbank, uma das 15 maiores corretoras de câmbio do Brasil. O executivo também já trabalhou em multinacionais como Volvo Group e BHS. Além disso, criou startups de diferentes iniciativas e mercados tendo atuado no Founder Institute, incubadora de empresas americanas com sede no Vale do Silício. O executivo morou e estudou na Noruega e México e formou-se em administração de empresas pela FAE Centro Universitário, de Curitiba (PR), e pós-graduado em finanças empresariais pela Universidade Positivo.


PIB do RS despencou 5,1% no ano passado

A economia do Brasil no último ano, que, ao contrário do Estado, registrou crescimento de 2,9% no PIB. 

 A economia gaúcha registrou queda de 5,1% em 2022, na comparação com o ano anterior.  Afetada por longa estiagem, a agropecuária foi apresentou retração de 45,6% no ano passado, colaborando diretamente para que o PIB de 2022 caísse.  No acumulado de 2022, a Indústria (+2,2%) e os Serviços (+3,7%), considerados dois grandes segmentos da economia que compõem o cálculo, tiveram altas no RS.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) do Estado.

Ainda de acordo com os dados, em 2022, o PIB do Rio Grande do Sul somou R$ 594,96 bilhões, o que representa 6% do PIB nacional. O PIB per capita apresentou queda de 5,4% na comparação com 2021, registrando o valor de R$ 51.701. 

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