Darzone assume o comando do Observatório Social de São Leopoldo

 Após quatro anos no comando, Eduardo Werneck não é mais presidente do Observatório Social de São Leopoldo, RS.

Ele acaba de passar a presidência para o advogado João Darzone, que assume por dois anos. 

A Assembleia Geral Ordinária ocorreu na noite desta quarta-feira.

A vice-presidente administrativa-financeira será Márcia Beatriz Del Frari, Tiago Spengler será vice de Controle Social e Metodologia, Virginia Maria Rodrigues assumirá como vice de Divulgação de Imagem e Indicadores e Werneck ficará como vice de Sustentabilidade e Relações Institucionais.Sandoval dos Santos, Clovis Garcia Perraro e Karin Margareth Brust de Oliveira forma o trio do conselho fiscal titular. Regina Helena Osinski, Gildo Heckler e Anildo Martins da Silva são os suplentes.

O Observatório Social é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos, disseminadora de uma metodologia padronizada para a criação e atuação de uma rede de organizações democráticas e apartidárias do terceiro setor. O Sistema OSB é formado por voluntários engajados na causa da justiça social e contribui para a melhoria da gestão pública. Cada Observatório Social é integrado por empresários, profissionais, professores, estudantes, funcionários públicos (exceto os que integrem a esfera de atuação do observatório específico) e outros cidadãos que, voluntariamente, entregam-se à causa da justiça social.

Venezuela 2

 Eu não gosto da RBS, da mesma forma que não gosto da Globo.

Não vejo e não lei nada da Globo, porque são uns bandos de mentirosos e renegados sociais.

No caso da RBS, no entanto, embora me negue a ouvir suas rádios e ver suas TVs, leio o principal jornal do grupo, Zero Hora.

É uma concessão que faço.

A circulação de Zero Hora despenca a olhos vistos, como de resto despencam as circulações dos demais grandes diários do Brasil. Entre 2017, Zero Hora perdeu 60% dos seus leitores. A circulação diária caiu de 100 mil exemplares para 40mil. São dados do IVC

Não é pouco.

Este blog www.polibiobraga.coml.br, tem 42 mil leitores na média diária, segundo o Google Analytics.

O jornal tem coisas que se salvam, embora esteja alinhado com o Eixo do Mal.

Estou dizendo tudo isto porque li nesta quinta-feira o artigo de um dos principais jornalistas de Zero Hora, no caso Túlio Milmann. Ele comenda "coisas da política. Hoje, a pretexto de dizer que Países têm interesses econômicos e não amizades, Milmann critica quem fustigou a relação de amizade carnal que reuniu Lula da Silva e o ditador Nicolas Maduro, esta semana. O que quero dizer é que não é o caso de ignorar os interesses econômicos entre nações neste caso de Lula e de Maduro, mas de deixar claro que o caso é de rejeitar vigorosamente a mancebia política entre ambos, o que leva o governo brasileiro a concordar com a ditadura venezuelana, as prisões e os assassinatos de adversários políticos, a censura à imprensa, o apoio ao narcotráfico bolivariano e ao expurgo dos cidadãos em geral, que já promovem a maior diáspora do globo terrestre, com 7 milhões de venezuelanos em fuga, vítimas da miséria, da fome e da falta de liberdade.

Não é pouco.

Quando Lula da Silva tentou apoiar essa canalhice toda de Nicolás Maduro durante a reunião dos 11 presidentes da América do Sul, tomou nos dedos não apenas dos presidentes, mas até mesmo de gente que estava até há pouco endeusado o ogro do sertão brasileiro, este arrivista ignorante que enfiaram no governo do Brasil e que derrete a olhos vistos, conforme se viu novamente ontem, na Câmara, durante a votação da MP dos Ministérios, que só saiu na undécima hora na base da compra vergonhosa de votos, trocados por R$ 1,9 bilhão de emendas parlamentares, cargos federais nos Estados e mudança ministerial.

Lula da Silva quer emprestar dinheiro para Maduro, que já deve e não paga R$ 5 bilhões, porque quer enfiar novamente suas empreteiras na Venezuela e de novo corromper, como comprovou a Lava Jato, financiando seu projeto de Poder e de amalucada liderança continental. É uma suja história que se repete como farsa.

Aliás, quero dizer a vocês que foi preciso ler a extensa reportagem do El País, Montevidéu, para entender de que modo o presidente do Uruguai, Luís Lacalle Pou, humilhou Lula da Silva e roubou a cena no encontro de 11 presidentes da America do Sul.

Lacalle Pou escanteou Lula da Silva da seguinte forma:

1) Desconstruiu as fake news do petista sobre democracia na Venezuela, desmascarando o caráter ditatorial do regime de Maduro. 2) Negou-se a assinar a declaração final, a não ser que fosse retirada a referência à Unasul, a menina dos olhos de Lula da Silva, o que acabou conseguindo. 3) Não quis saber de comparecer ao jantar de ontem a noite com os demais presidentes, tudo porque não quis saber de confraternização festiva com o ditador venezuelano.

E não foi só. 

No horário reservado aos 10 minutos de fala para cada presidente, quando descobriu que a TV só transmitiria o discurso de Lula, Lacalle Pou transmitiu ele mesmo, pelo celular, via Instagram, o seu contundente discurso. 

O leitor deste blog deve ler com atenção a reportagem completa do El País, para entender os agravos feitos por  Lacalle Pou a Lula da Silva e ao ditador Nicolás Maduro. 

Como votaram os deputados gaúchos

 Afonso Motta (PDT)

Alceu Moreira (MDB)

Alexandre Lindenmeyer (PT) 

Bohn Gass (PT) 

Carlos Gomes (Republicanos)

Daiana Santos (PCdoB) 

Denise Pessôa (PT) 

Fernanda Melchionna (PSOL) 

Heitor Schuch (PSB)

Luciano Azevedo (PSD)

Luiz Carlos Busato (União)

Márcio Biolchi (MDB)

Marcon (PT) 

Maria do Rosário (PT)

Pompeo de Mattos (PDT) 

Reginete Bispo (PT) 

Contra


Afonso Hamm (PP)

Any Ortiz (Cidadania)

Covatti Filho (PP)

Daniel Trzeciak (PSDB)

Franciane Bayer (Republicanos)

Giovani Cherini (PL)

Lucas Redecker (PSDB)

Marcel van Hattem (NOVO)

Marcelo Moraes (PL)

Mauricio Marcon (Podemos)

Osmar Terra (MDB)

Pedro Westphalen (PP)

Sanderson (PL)

Tenente-coronel Zucco (Republicanos)

Ausente

Bibo Nunes (PL)

Câmara e Senado aprovam MP dos Ministérios depois de favores obtidos do governo Lula da Silva

O deputado Arthur Lira avisou, depois da votação, que a Câmra não fará mais nenhum sacrifício para salvar a cara do destrambelhado governo lulopetista.

Depois de ter liberado mais R$ 1,9 bilhões para obter a boa vontade de deputados, preencher cargos federais para atender interesses políticos de parlamentares e também se comprometer com mudanças até mesmo de titulares de ministérios, a Câmara aprovou na undécima hora A Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira a Medida Provisória 1154/23, que prevê a estrutura de ministérios do governo Lula. O placar foi de 337 votos a favor e 125, contra.

Lula da Silva negociou tudo pessoalmente e prometeu mais interlocução com os parlamentares.

Uma emenda do PL, recriando a Funasa, foi aprovado com apoio do governo Lula da Silva. As outras emendas foram rejeitas em bloco.

O Senado aguardava pela aprovação e votou favorável, tudo a toque de caixa. 

Gasolina subirá de preço no RS e em todo o País. A partir de hoje, ICMS será maior. Julho será a vez de PIS/Cofins maior.

No próximo mês, ocorrerá um novo aumento. No dia 1º de julho, tributos federais (PIS/Cofins e Cide) devem voltar a incidir integralmente sobre a gasolina e o etanol. Sua cobrança havia sido zerada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A entrada em vigor da alíquota única e fixa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), hoje, deverá provocar um aumento no preço da gasolina. . No caso do diesel, a alteração já está valendo desde 1º de maio, com uma cobrança de R$ 0,94 por litro.

A partir desta quinta-feira, a cobrança será de R$ 1,22 por litro em todo o território nacional. Atualmente, as alíquotas são proporcionais ao valor e são definidas por cada estado, variando geralmente entre 17% e 20%.

No RS, se a diferença de alíquotas for integralmente repassada ao consumidor, a mudança acarretaria um acréscimo de R$ 0,25 por litro. O aumento é inevitável, porque o valor de R$ 1,22 centavos por litro é superior à alíquota média de ICMS que os estados praticam hoje. 



Dica do editor - Saiba como fica a nova tabela do IR para os servidores públicos

A nova tabela do Imposto de Renda dos servidores públicos entrou em vigor no início de maio, conforme Medida Provisória 1171/2023, de 30 de abril de 2023, publicada no Diário Oficial da União de 1º de maio de 2023.A alteração mais significativa foi o aumento da base de cálculo de isenção de R$ 1.903,98 para R$ 2.112, sendo permitida a dedução automática de 25% do valor máximo da faixa de isenção (R$ 2.112 x 25% = R$ 528) para os servidores que ganham até R$ 2.640,00 (R$ 2.112 + 528 = 2.640), os quais deixarão de pagar imposto de renda. 

No caso dos servidores que recebem acima de R$ 2.640, o desconto será calculado com base em dois critérios, prevalecendo o que for mais benéfico para o servidor, sem necessidade de manifestação a respeito. O primeiro deles inclui as deduções legais, que serão realizadas conforme a regra que já vinha sendo utilizada. O segundo critério refere-se à dedução simplificada, que desconsidera as deduções legais, aplicando-se o valor de R$ 528,00

Presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, roubou a cena em Brasília

O material a seguir é do jornal El País de hoje. Vai na íntegra. Vale a pena ler. 

Cumbre de Lula: Lacalle regresó sin compartir cena con presidentes tras lograr dos cambios en la declaración final

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La declaración de 11 presidentes en Brasilia omitió mención a la Unasur.


Que iba a ser una jornada incómoda en la que Luis Lacalle Pou se sentiría como sapo de otro pozo estaba claro de antemano , y fue confirmado en los distintos momentos de la cumbre de presidentes que se realizo ayer en Brasilia a iniciativa de Luiz Inácio Lula da Silva para reactivar todo lo posible los mecanismos de “integración” sudamericana.


Lacalle Pou ya sabía que compartiría espacio con el jefe de gobierno de Venezuela, Nicolás Maduro -a quien considera un dictador- y que había varios puntos de la declaración conjunta que Brasilia aspiraba que todos los jefes de Estado de América del Sur suscribieran, entre ellos la mención a la Unasur que Uruguay rechaza y el compromiso con la democracia y los derechos humanos pese a la situación venezolana.


Por todo eso la incomodidad se daba por descontada y el hecho de que Lacalle Pou no se quedara a la cena en Alvorada -algo que estaba dispuesto desde antemano y que lo mismo hicieron otros jefes de Estado- es algo que en ámbitos diplomáticos no pasa nunca inadvertido, indicaron a El País fuentes oficiales


Lo que también se tenía asumido en Uruguay era el posicionamiento claro que Lacalle Pou buscaría plasmar en la intervención de 10 minutos que le tocaría como a cada uno de los 11 participantes de la cumbre , y que en el caso del mandatario uruguayo tuvo difusión porque se filmó a sí mismo desde su celular y en directo a través de Instagram Live luego de que se enterara que la televisión brasileña no transmitiría otro discurso que no fuera el inaugural de Lula -un cambio de último momento que impuso Itamaraty y que molestó en Montevideo.


Lacalle Pou basó su breve alocución en tres ejes bien diferenciables. En el comienzo -en donde tomó a bien el liderazgo regional que busca activar Lula en convocatorias como esta- el uruguayo plasmó su preferencia por las “acciones” concretas y con impacto tangible que puedan ser fruto de reuniones como la de ayer, ya que los encuentros de estas características “sacan tiempo” para la política nacional. En esa línea se refirió luego a los temas de agenda bilateral que Uruguay tiene tanto con Brasil -con quien de hecho destacó algunos avances como los anunciados en enero sobre infraestructura en la frontera-, como con Paraguay y Argentina.


Luego, como parte de su segundo eje y una vez reiterada su disconformidad con la marcha del Mercosur, Lacalle Pou pasó a uno de los asuntos clave de esta convocatoria: la reactivación de la Unasur -alianza de la cual este gobierno se retiró a los pocos días de asumir en marzo de 2020- y que formaba parte de uno de los nueve puntos del borrador de la declaración final, como informó El País en su edición de ayer.


Lacalle Pou resaltó el potencial de la Asociación Latinoamericana de Integración (Aladi) que a su entender se está “desperdiciando”, así como el de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), todos ámbitos que completan o tienen saturado el mapa de interacción regional como para sumar la Unasur, tal como impulsa Brasil. “Basta de instituciones”, pidió el uruguayo, que, citando al paraguayo Mario Abdo, enfatizó: “Si no, terminamos siendo clubes ideológicos y tienen vida o continuidad en tanto y cuanto matcheemos las ideologías”.


La tercera parte de su declaración refería a uno de los temas más escabrosos para este gobierno: la visita de Maduro, su participación activa de la jornada -lo que incluyó compartir la fotografía de cierre del encuentro, aunque se pararon prácticamente en extremos opuestos- y el cálido recibimiento que le había dedicado Lula el día anterior.


El tema venía a cuento, como explicó Lacalle Pou sobre el final de su alocución, porque el punto 2 de la negociada declaración hacía referencia al compromiso de todos por “la democracia y los derechos humanos”, conceptos que deberían tener, para el presidente de Uruguay, una sola definición (ver recuadro).


“No perdamos el tiempo -pidió al final de su alocución-, que la vida se termina y, aunque algunos crean que no, los gobiernos también”.


Lacalle pidió “no tapar el sol con un dedo” con Venezuela

Luis Lacalle Pou defendió ayer en la cumbre de Brasilia su derecho a “opinar” sobre lo que ocurre en la Venezuela de Maduro porque en el segundo punto de la declaración que se proponía a todos los mandatarios sudamericanos hablaba del respeto a la “democracia y los derechos humanos”. Pero, además, el presidente uruguayo buscó responder las palabras de Lula del día anterior, cuando el brasileño recibió de brazos abiertos a Maduro como no lo hizo con ningún otro mandatario. Allí afirmó que los atropellos a los derechos humanos que ocurren en el país caribeño eran en realidad parte de una “narrativa”.


“Yo, presidente (por Lula), debo decirle que quedé sorprendido cuando se habló de que lo que sucede en Venezuela es una narrativa -dijo Lacalle Pou-. (...) Ahora, si hay tantos grupos en el mundo que están tratando de mediar para que la democracia sea plena en Venezuela, para que se respeten los derechos humanos, para que no haya presos políticos, lo peor que podemos hacer es tapar el sol con un dedo. Pongamos el nombre que tiene y ayudemos”.


El uruguayo no quedó solo ayer en la cumbre con esta crítica, pues se sumaron las voces de los presidentes de Chile (Gabriel Boric), de Paraguay (Mario Abdo) y de Ecuador (Guillermo Lasso). Bastantes comentadas fueron, en particular, las palabras de Boric, quien rechazó las afirmaciones del brasileño: “No es una construcción narrativa, es una realidad, es seria y he tenido la oportunidad de verla en los ojos y en el dolor de cientos de miles de venezolanos que hoy están en nuestra patria”.


Sin Unasur

El Consenso de Brasilia que se publicó ayer al cierre de la jornada, sin embargo, dejó incambiado este punto 2, al igual que varios otros con los que Uruguay tenía matices. Pero hubo dos modificaciones que para el gobierno fueron “fundamentales”.


La principal fue la omisión en el texto final de toda mención a la Unasur . Así, cuando en la primera versión había un punto -el sexto- en el que se afirmaba el reconocimiento a “la contribución de los distintos mecanismos de integración sudamericana, incluso Unasur”, y se decía también que los esfuerzos debían direccionarse para reafirmar “el objetivo compartido de contar con una plataforma sudamericana de diálogo y concertación que sea inclusiva, eficaz y permanente”, la declaración oficial cambió todo eso por lo siguiente: “Reconocieron la importancia de mantener el diálogo regular, con miras a impulsar el proceso de integración en América del Sur y proyectar la voz de la región en el mundo”.


La otra modificación se dio en el ítem siguiente, que estableció la creación de “un grupo de contacto, encabezado por los cancilleres, para la evaluación de las experiencias de los mecanismos sudamericanos de integración y la elaboración de una hoja de ruta para la integración de América del Sur”. Lo que dejó aquí satisfecho a Uruguay es que se retiró el plazo de 120 días para la producción de resultados de este grupo -a lo que se refirió Lula y circuló en una versión intermedia del borrador, según informó ayer El Observador-, así como la necesidad de que lo integraran representantes de gobierno y no directamente los cancilleres.


También hubo cambios semánticos en pasajes del texto (de unos nueve puntos) que contribuyeron a que Uruguay suscribiera la declaración. Por ejemplo, la eliminación de expresiones como “mundo multipolar” -lo que en el gobierno se interpreta como la incorporación de una retórica geopolítica “izquierdista”- o “múltiples crisis”, esto último sustituido -como proponía Montevideo- por “retos”.


Para el senador frentista Daniel Caggiani, no obstante, Lacalle Pou terminó “cediendo y acordando”, previa “alharaca” inconducente. “Falta política de estado”, reclamó.


EL DÍA

Lula pidió superar las “ideologías” que separan

Luiz Inácio Lula da Silva, dijo en la apertura de la cumbre que entendía importante superar las “ideológicas” y recomponer el diálogo entre los países de Sudamérica.


“Dejamos que las ideologías nos dividieran e interrumpieran esfuerzos de integración, abandonamos canales de diálogo y mecanismos de cooperación, y con eso todos perdimos”, afirmó Lula al inicio de la jornada en el palacio de Itamaraty, sede de la cancillería. “Los elementos que nos unen están por encima de las diferencias ideológicas”, añadió.


El gobierno de Jair Bolsonaro (2019-2022), siguió diciendo el mandatario brasileño, “cerró las puertas a socios históricos” y “optó por el aislamiento” internacional, perjudicando así la relación con los vecinos.


Las palabras de Lula precedieron a una reunión que iba a consistir en distintos momentos escalonados.


La primera parte se completó con los pronunciamientos individuales de los 11 jefes de Estado invitados, un espacio que se dio como introducción a un posterior debate informal.


Y, por último, Itamaraty tenía preparada una cena en la Alvorada, residencia oficial del mandatario brasileño, a la que Lacalle Pou -y, según supo El País, también otros presidentes- decidió no asistir.