Dica do editor - Saiba por que a bebida energética Celsius faz tanto sucesso

O crescimento explosivo da bebida energética Celsius tornou-se um fenômeno entre atletas, praticantes de atividades físicas e jovens, mas o seu consumo diário acendeu um sinal de alerta entre os profissionais de saúde.O produto é comercializado com a promessa de ser um "termogênico que acelera o metabolismo e queima gordura", mas nutricionistas alertam que não existe milagre: o verdadeiro motor por trás desse efeito é uma dose massiva de cafeína combinada com outros estimulantes.Por que os atletas adoram ?Aumento de energia rápido: uma única lata de Celsius convencional contém 200 mg de cafeína (a versão Celsius Heat chega a 300 mg). Para comparação, uma xícara de café tradicional tem cerca de 80 mg a 100 mg. Ao contrário dos energéticos tradicionais, o produto não contém açúcar, aspartame ou xarope de milho de alta frutose, sendo adoçado com sucralose. A bebida leva um complexo chamado MetaPlus, que inclui extrato de gengibre, semente de guaraná, taurina e extrato de chá verde (rico em EGCG), associados à queima de calorias.

Jogo fácil

 

A apenas uma semana das eleições do dia 4 de outubro, o governo Lula, do PT, proibiu as bets no País. Ninguém mais pode apostar on line.

O deputado Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro, diz com razão que o tigrinho e Lulinha são filhos de Lula da Silva.

É uma decisão demagógica, populista e safada, porque se trata das mesmas casas de apostas que ele regulamentou, taxou e transformou em fonte de receita bilionária.  Ora, por mais que Lula e seu entorno de mentirosos oportunistas digam o contrário, foi no seu governo, em 2023, que a atividade ganhou regras, licenças e tributação. O governo cobrou outorgas milionárias para deixar as casas operarem. E o dinheiro começou a entrar no caixa. Em 2025, segundo a Receita Federal, a arrecadação com apostas esportivas chegou a R$ 9 bilhões. Em 2026, só no primeiro semestre, outros R$ 7,3 bilhões entraram nos cofres. Dinheiro que foi contabilizado e usado para fechar contas.  

Enquanto o caixa engordava,  o tigrinho, o ratinho e o dragãozinho se instalavam no celular de milhões de brasileiros. O jogo virou hábito doméstico e ajudou a endividar todo mundo.

Endividamento familiar explosivo ? Ora, é fácil resolver na visão primária do lulopetismo: vamos fazer o Desenrola 1, 2 e agora o 3 e empurrar as dívidas de todo mundo com a barriga e neste caso do 3 com o próprio governo assumindo as dívidas. Haja dinheiro ? Nem Vorcaro tinha tanto. Afinal, o dinheiro do governo é do conjunto de todos os contribuintes brasileiros, mesmo dos que nada devem.

O mesmo setor que foi autorizado, regulado e tributado vira, de repente, um perigo urgente para a família brasileira. Até a imprensa registra o óbvio: a medida faz parte da estratégia eleitoral da reta final.

É uma farsa.

Se as bets representavam tamanho risco, por que a resposta só chega agora? O endividamento não começou nesta semana. Os relatos de dependência e ruína familiar já existiam enquanto o governo recolhia bilhões

E sobra a pergunta que o anúncio prefere esquecer: e as outras?  

O governo federal administra as maiores bets do Brasil. É o cso da Mega-Sena, da Lotofácil, da Quina e da Lotomia ? E o Tri-Legal do RS? Sem contar as plataformas estrangeiras que nunca pediram licença. Esses jogos sujos nunca pagaram um centavo de imposto e nunca se submeteram a nenhuma regra brasileira. Vão desaparecer por decreto? Ou simplesmente mudarão de domínio, de servidor e de forma de pagamento, continuando acessíveis a quem quiser?  

É tudo jogo de azar.

O que se vê é uma sequência cinicamente conveniente. O governo regulamentou, arrecadou bilhões e conviveu em silêncio com a expansão do vício. Depois, na reta final da disputa eleitoral, transformou a proibição em bandeira urgente de um problema que ele próprio alimentou. A arrecadação ficou nos cofres. O endividamento ficou nas casas. E as plataformas clandestinas seguem operando como se nada tivesse acontecido.  

Artigo, especial - Renato Sant'Ana - O bem de todos acima de tudo

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail releituras21@gmail.com


O fato é exemplar. Em 2022, a candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul Comandante Nádia, PP, desistiu da candidatura no auge da campanha. E o fez por um motivo nobre: "Política não é para covardes. Tem que ter coragem para entrar em campanha política. E tem que ter coragem para dizer que deu, que tem um bem maior a ser preservado", declarou ela.


Naquele ano, havia uma única vaga em disputa para o SArtigo, enado. Pesquisas indicavam que o representante das esquerdas, Olívio Dutra, PT, poderia ser eleito. E a decisão da Comandante Nádia foi uma iniciativa em favor da candidatura do Gal. Hamilton Mourão, que despontava como nome mais forte para vencer a esquerda e que, com efeito, se elegeu.


Olívio Dutra, de 81 anos, havia sido tirado do ostracismo por ser um dos quadros mais populares do PT. A narrativa, para o eleitor votar nele, que já estava retirado, foi a ficção do "mandato coletivo": os suplentes exerceriam junto com ele. Não colou. Se houvesse colado, esse "coletivo" estaria hoje no Senado somando esforços para impedir que o caso Master seja investigado e para blindar Lulinha, Roberta Luchsinger e todos os envolvidos no escândalo do INSS. Quer dizer, estaria formando fileira com a tropa de choque do Foro de S. Paulo, asfixiando o Brasil.


Mas a Comandante Nádia foi uma pedra no caminho desses extremistas. Sua decisão em 2022 ajudou a eleger um senador que, em 2026, toma posições enérgicas contra a recusa de Davi Alcolumbre (presidente do Senado) e seus "aliados" em investigar os escândalos do Master e do INSS.


Vale destacar. A Comandante Nádia não perderia nada, caso mantivesse a candidatura. Pelo contrário, seguiria na vitrine, sonho de consumo de todo político. No entanto, ela desistiu falando em "Não um projeto político, mas um projeto de nação" e "bem maior a ser preservado". Dá para supor que ela não só transferiu para Hamilton Mourão os votos que havia conquistado, mas também inspirou a reflexão doutros eleitores, que, imaginando as consequências, brecaram o tal coletivo.


Corta para 2026. Há duas vagas para o Senado. E são dois os candidatos da esquerda. Eles querem chegar lá para abafar qualquer escândalo que envolva o lulopetismo - como Master e INSS. Também se propõem a impedir a missão exclusiva do Senado que é conter eventuais abusos de membros do Supremo Tribunal Federal - e não só.


A direita, por seu lado, de há algum tempo, talvez do ano passado, tem dois nomes fortes: Van Hattem e Sanderson, deputados federais, homens corajosos e parlamentares combativos. E com a proeza de sobreviver na política, embora falem com franqueza o que pensam.


Por tudo isso, foi uma surpresa a aparição de outros três candidatos de direita, quando Van Hattem e Sanderson eram nomes postos. A eleição para o Senado não tem 2º turno. E ter vários nomes só serve para dividir os votos e correr o risco de não eleger ninguém. A quem interessa isso?


Quem observa o cenário e reflete, pensa no "bem maior a ser preservado" e lamenta a fragmentação. Para o rumo que o país vai tomar, é crucial a eleição para o Senado, inclusive por seu papel de restaurar a separação dos poderes, coisa que a esquerda não quer. A esquerda quer a ditadura socialista, o que implica poder centralizado. A pergunta aos candidatos não esquerdistas é: dá para pensar de modo estratégico em como sanear o Senado e, ao menos, iniciar à tarefa de passar o Brasil a limpo?


No discurso, todos são herois. Na prática é um pouco diferente. Isso não tem a ver com esquerda e direita. É a humanidade. Mas, que tal buscar coerência entre discurso e prática? O desafio de uma vida é transcender o autointeresse e viver por uma causa, dedicando ao menos uma parte de nós a servir aos demais. A Comandante Nádia, a quem não conheço, deu um grande exemplo. Seja o seu exemplo nossa inspiração.




Artigo, especial - A caçadaoportunista na véspera do voto

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

A uma semana da eleição, o governo proibiu as bets.  

As mesmas casas de apostas que ele regulamentou, taxou e transformou em fonte de receita.  

O movimento é simples de descrever — e difícil de engolir, sem ironia. Em 2023, a atividade ganhou regras, licenças e tributação. O governo cobrou outorgas milionárias para deixar as casas operarem. E o dinheiro começou a entrar no caixa. Em 2025, segundo a Receita Federal, a arrecadação com apostas esportivas chegou a R$ 9 bilhões. Em 2026, só no primeiro semestre, outros R$ 7,3 bilhões entraram nos cofres. Dinheiro que foi contabilizado e usado para fechar contas.  

Enquanto o caixa engordava,  o tigrinho, o ratinho e o dragãozinho se instalavam no celular de milhões de brasileiros. O jogo deixou de ser periferia e virou hábito doméstico. O salário sumia, a dívida crescia, o vício se espalhava. Ninguém travou o fluxo. Ninguém questionou o modelo. O governo cobrava imposto e fingia que o problema não existia.  

Hoje o discurso muda de tom. O mesmo setor que foi autorizado, regulado e tributado vira, de repente, um perigo urgente à família brasileira. A urgência, claro, aparece exatamente quando faltam nove dias para o primeiro turno. Até a imprensa — tão generosa com o poder em tempos normais — registra o óbvio: a medida faz parte da estratégia eleitoral da reta final. Quando até os acomodados notam o calendário, a farsa fica exposta.  

A contradição grita. Se as bets representavam tamanho risco, por que a resposta só chega agora? O endividamento não começou nesta semana. Os relatos de dependência e ruína familiar já existiam enquanto o governo recolhia bilhões. A moral de última hora parece mais um cálculo que uma virtude. 

E sobra a pergunta que o anúncio prefere esquecer: e as outras?  

As plataformas que nunca pediram licença, nunca pagaram um centavo de imposto e nunca se submeteram a nenhuma regra brasileira. Vão desaparecer por decreto? Ou simplesmente mudarão de domínio, de servidor e de forma de pagamento, continuando acessíveis a quem quiser?  

Proibir o legal sem capacidade de bloquear o ilegal não elimina o problema. Apenas empurra o apostador para um ambiente ainda mais sujo, sem fiscalização e sem qualquer proteção. Fecha-se a porta visível e deixa-se a clandestina aberta.  

E há outra pergunta que ninguém no governo quer responder em alto e bom som: quem controla essas plataformas ilegais? Quem movimenta o dinheiro que nunca passou pela Receita? Quem lucra com um mercado que não recolhe imposto e não presta contas a ninguém?  O  tigrinho que está longe dos olhos, o que opera sem CNPJ e sem remorso, não precisa de autorização oficial para continuar mordendo e, muito provavelmente, está nas mãos do crime organizado. Nas mãos daqueles “nossos criminosos que não são terroristas”!.   

O que se vê é uma sequência cinicamente conveniente. O governo regulamentou, arrecadou bilhões e conviveu em silêncio com a expansão do vício. Depois, na reta final da disputa eleitoral, transformou a proibição em bandeira urgente de um problema que ele próprio alimentou. A arrecadação ficou nos cofres. O endividamento ficou nas casas. E as plataformas clandestinas seguem operando como se nada tivesse acontecido.  

PT quer cassar Flávio por uso de dinheiro e apoio estrangeiro. Ação está nas mãos de Flávio Dino.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), aliado in pectore do governo Lula e do PT, tornou-se o destinatário de um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) para investigar uma suposta interferência estrangeira e uso de recursos externos na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL).A solicitação foi apresentada, esta semana, dentro da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1178, processo do qual Dino já era o relator original.

O partido aponta a existência de "pressões políticas, econômicas e digitais" vindas do exterior para beneficiar a candidatura de Flávio Bolsonaro. A acusação menciona anúncios pagos fora do Brasil e suspeitas de apoio financeiro atrelado à Rockbridge Network — grupo ligado ao vice-presidente dos EUA, JD Vance.

O PT pede abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF), a coleta de depoimentos e a expedição de mandados de busca e apreensão contra o comitê de campanha de Flávio Bolsonaro e a sede nacional do PL.

O argumento jurídico:
O PT pede que a tese fixada pela ADPF 1178 (de que decisões ou imposições de autoridades estrangeiras não têm efeito no Brasil sem respaldo da lei nacional) seja estendida e aplicada diretamente para proteger a integridade do processo eleitoral brasileiro contra interferências externas.Paralelamente ao pedido enviado ao ministro Flávio Dino no STF, a coligação que apoia o presidente Lula também ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa representação no TSE foca em possíveis práticas de abuso de poder econômico, político e uso indevido dos meios de comunicação por parte de Flávio Bolsonaro, de seu candidato a vice Alfredo Gaspar, e de seu irmão Eduardo Bolsonaro. Se comprovadas as irregularidades na esfera eleitoral, as punições solicitadas incluem a cassação de registros e a declaração de inelegibilidade por oito anos.

Dica do editor - Quem é esta jornalista da Globo que mentiu na Globo para prejudicar Flávio Bolsonaro

Dando ênfase e mostrando convicção de sua apuração, Maria Cristina Fernandes mentiu ao vivo na GloboNews que Flávio Bolsonaro tinha um projeto de lei para retirar Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil, o que é mentira. A GloboNews se desculpou em pequeno espaço e numa nota anódina.

Quem é Maria Cristina Fernandes?

Maria Cristina Fernandes tem corte ideológico sabidamente de esquerda, é colunista do ‘Valor’ desde a fundação do jornal em 2000, comentarista da ‘CBN’ desde 2017 e da Globonews desde 2023. Nos canais do Grupo Globo, ela cobre política e política internacional. Foi editora de política do ‘Valor’ e da ‘Gazeta Mercantil’.Jornalista desde 1989, passou também pelo ‘Jornal do Commercio’ e pela ‘Veja’.


Marcel e Sanderson lideram para o Senado, diz pesquisa da Neokemp

Marcel van Hattem (Novo) e Sanderson (PL) aparecem nas duas primeiras posições na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, segundo pesquisa Neokemp divulgada nesta sexta-feira (25).


Van Hattem registra 26,3% das intenções de voto na soma do primeiro e do segundo voto, enquanto Sanderson aparece com 23%. Os dois integram a chapa majoritária da coligação “O Rio Grande Pode Mais”.


Na sequência estão Manuela D’Ávila (PSOL), com 19,2%; Paulo Pimenta (PT), com 14,9%; e Germano Rigotto (MDB), com 5,8%. Frederico Antunes (PSD) soma 1,6%; Daniela Mulheres Socialistas (PSTU), 0,4%; Renato Jaguarão (Cidadania), 0,3%; Ric Jones (PCO), 0,2%; Milton Cardoso (PSDB), 0,1%; e Regis Ethur (PSTU), 0,1%. Tania Peres (UP) e Luciano do MLB (UP) não pontuaram.


Entre os entrevistados, 5,4% não souberam ou não responderam, enquanto 2,6% declararam voto branco ou nulo.


A pesquisa considera a soma do primeiro e do segundo voto para o Senado, totalizando 200%, já que cada eleitor gaúcho poderá escolher dois candidatos. Neste ano, duas vagas estão em disputa no Senado pelo Rio Grande do Sul.


Rejeição


O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Manuela D’Ávila aparece com o maior índice, com 32,3%, seguida por Paulo Pimenta, com 25,6%.


Marcel van Hattem registra 25,4% de rejeição. Sanderson aparece com 4,8%, enquanto Germano Rigotto soma 4,3%.


Metodologia


Realizada pela Neokemp Pesquisas, a pesquisa ouviu 1.008 eleitores entre os dias 23 e 24 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.


O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº RS-08358/2026.

Análise

Carlos Eduardo Bellini Borenstein, Cientista Político
carloseduardo@arkoadvice.com.br

Três pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta semana – Quaest, AltasIntel e Instituto Paraná – sobre a disputa ao Palácio Piratini apontam que o deputado federal Luciano Zucco (PL) e a ex-deputada Juliana Brizola (PDT) polarizam a eleição no Rio Grande do Sul. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) e o ex-prefeito de Guaíba Marcelo Maranata (PSDB) permanecem com baixa densidade eleitoral.

Com isso, aumenta a possibilidade de Zucco e Juliana disputarem o segundo turno. Como consequência, a chamada surpresa eleitoral, uma característica dos pleitos gaúchos desde 2002, se torna improvável. Neste quadro de provável segundo turno entre Zucco e Juliana, o deputado do PL tem um favoritismo parcial.

Na Quaest, divulgada nesta quinta-feira (24), Zucco aumentou a distância em relação a Juliana de três para seis pontos percentuais. Embora tenhamos um quadro de empate técnico – a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos – vale observar que comparado ao final de agosto, Zucco avançou três pontos enquanto Juliana ficou estagnada. Gabriel Souza, mesmo com a exposição no horário eleitoral, oscilou positivamente apenas um ponto.

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Na Quaest, também é importante observar que Luciano Zucco lidera a menção espontânea. Ele registra 20% das preferências. Juliana Brizola soma 10%. Gabriel Souza fica com apenas 5%.

Embora tenhamos 61% de indecisos na espontânea – e 25% na estimulada – é improvável que Gabriel consiga quebrar a polarização. Além do desgaste natural de representar um projeto político que está há 12 anos no poder, hoje, a rejeição de Gabriel (20%) supera sua intenção de voto (10%). Outro aspecto a ser considerado é que 67% dos eleitores afirmam que sua decisão de voto é definitiva. 33% ainda podem trocar de candidato.

Na simulação de segundo turno, Luciano Zucco tem seis pontos de vantagem sobre Juliana Brizola (40% a 34%). Comparado a simulação de agosto, Zucco cresceu sete pontos (33% para 40%) enquanto Juliana oscilou negativamente dois pontos (36% para 34%).

Mesmo que Zucco e Juliana possam estar tecnicamente empatados no limite da margem de erro – três pontos percentuais para mais ou para menos – as curvas de crescimento nas menções estimulada e espontânea de primeiro turno, assim como na simulação de segundo turno, são favoráveis a Zucco. Soma-se a isso o fato do candidato do PL ter uma rejeição mais baixa que a representante do PDT (23% contra 35%).

Nota-se que os números da Quaest mostram um quadro similar à do AtlasIntel. Mesmo que as metodologias desses institutos sejam disputas, o quadro de polarização entre Zucco e Juliana não é modificado. No AtlasIntel, Zucco também leva vantagem sobre Juliana em um eventual segundo turno, mas com uma vantagem maior: 49,7% a 39,3%.

A mesma tendência – polarização entre Luciano Zucco e Juliana Brizola, com vantagem para o candidato do PL, e Gabriel Souza em dificuldades para avançar – foi apontada pela pesquisa do instituto Paraná no último final de semana.

Embora mudanças de última hora não devam ser totalmente descartadas, principalmente porque uma parcela do eleitorado está definindo seu voto cada vez mais tarde, neste ano, a possibilidade de mudanças é improvável pelos seguintes aspectos:

1) Luciano Zucco (PL) e Juliana Brizola (PDT) polarizam a disputa ao Palácio Piratini nas pesquisas dos mais diferentes institutos sem serem ameaçados por Gabriel Souza (MDB) ou Marcelo Maranata (PSDB);

2) As surpresas eleitorais, quando ocorreram, foram registradas por candidatos que não eram governo – Rigotto (2002), Yeda (2006), Sartori (2014), Leite (2018) e Edegar (2022) – e não carregavam desgastes;

3) O RS tem tradição de alternância de poder – somente Eduardo Leite conseguiu quebrar essa tradição em uma circunstância muito específica;

4) Zucco tem uma intenção de voto sólida, além de ter conseguido unir a direita. Juliana, por sua vez, aglutinou a esquerda. Em 2022, por exemplo, a fragmentação da esquerda foi um dos motivos que ajudou Leite a não ser ultrapassado por Edegar Pretto no primeiro turno.

O favoritismo parcial de Luciano Zucco pode ser explicado por uma campanha bem concebida. O slogan “Muda que dá” teve efeito positivo. Zucco também tem sido eficiente em se apresentar como um candidato de mudança e com atitude, conseguindo firmar a imagem de um líder “leve”, mesmo em meio a forte polarização.

Juliana Brizola, embora venha realizando esforços de linguagem e estética política para tentar transparecer uma candidatura de centro-esquerda, a rejeição ao PT, seu principal aliado, é um obstáculo. Vale observar que Juliana, embora tenha se mantido na segunda posição, não consegue avançar além dos 30% a 35%, piso tradicional da esquerda.

Gabriel Souza, embora venha realizando uma campanha bem posicionada, buscando construir a imagem de quem é experiente, irá manter as conquistas de Eduardo Leite e avançar no que é necessário mudar, não consegue converter isso em votos. Outro obstáculo é que Gabriel não consegue se tornar conhecido – a Quaest aponta que 59% dos gaúchos ainda desconhecem o vice-governador, índice bem superior aos percentuais de Zucco (40%) e Juliana (29%).

De acordo com a Quaest, apesar da aprovação do governo Eduardo Leite superar a desaprovação (52% a 38%), 48% afirmam que Leite não merece eleger o sucessor – 42% dizem que sim.

Apesar dos percentuais de aprovação do governo estadual ter crescido (42% para 52% em relação a agosto), assim como o índice dos que avaliam que o governo merece fazer o sucessor (33% para 42%), isso não tem sido suficiente para capitalizar eleitoralmente Gabriel. Mesmo tendo boa popularidade na reta final do mandato, está prevalecendo o sentimento de mudança, já que o governo estadual também carrega desgastes.

Embora o segundo turno entre Zucco e Juliana tenda a ser acirrado, o candidato do PL está em vantagem. Pelos sinais que vem emitindo, Zucco conciliará a estratégia traçada no primeiro turno com a nacionalização do debate político dentro do objetivo de explorar a aliança de Juliana Brizola com Lula e o PT, impondo dificuldades para sua adversária superar.

Alcolumbre para Vorcaro: "Você é meu amor e irmão para a vida toda". Responde Vocaro: "E eu seu",

 "Fala meu amor" e "irmão pra vida toda", duz uma das mensagens enviadas ao banqueiro Daniel Vorcaro pelo presidente do Senado, David Alcolumbre. O material acaba de ser divulgado pela revista Veja. A revelação vem após a Polícia Federal encontrar as conversas no celular do ex-banqueiro . 

Nas conversas obtidas pela Veja e confirmadas pela Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (24), Vorcaro se refere a Alcolumbre como um "amigo", e o presidente do Senado fala em "amizade fraterna" entre os dois. 

"Sou seu irmão pra vida toda", escreveu Alcolumbre, ao que Vorcaro respondeu: "E eu seu. A qualquer tempo pra qualquer coisa. Nunca vou esquecer". 

No Senado, Davi Alcolumbre descartou os pedidos de abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso do banco Master, ignorou um ofício sobre as visitas de Daniel Vorcaro ao Senado e negou à Polícia Federal a lista de visitantes do gabinete do senador Jaques Wagner (PT-BA) — suspeito de receber propina.


Opinião

  Depois de uma greve que dura meio mês, os trabalhadores voltam hoje ao trabalho por decisão do TST, que proibiu o desconto dos dias parados.

Os Correios estão em situação falimentar e envolvido em escândalos de corrupção recorrentes.

Precisa ser privatizado de imediato.

Seus prejuízos são bilionários, sobretudo por contas operacionais mal geridas. Dinheiro público precisa socorrer a estatal federal para que sobreviva.

Prejuízo em cima de prejuízo:

2023: Prejuízo de R$ 596,6 milhões📅 2024: Prejuízo de R$ 2,6 bilhões📅 2025: Prejuízo histórico de R$ 8,5 bilhões (impactado por precatórios e obrigações judiciais.

Situação em 2026:
1º Semestre de 2026:: balanço prévio aponta prejuízo adicional de cerca de R$ 5,4 bilhões a R$ 5,6 bilhões no período.

Às vésperas das eleições, Eduardo Leite ajudará com R$ 760 mil cada um dos 13 municípios da Zona Sul mais atingidos pelos temporais

Alarmado com os estragos causados pelos últimos temporais na zona Sul do RS, o governador Eduardo Leite anunciou, ontem, em Pelotas, que decidiu ajudar os 13 municípios mais afetados com a quantia de R$ 760 mil para cada um, se os valores forem distribuídos de modo igual.

Serão R$ 10 milhões, no total.

O governador não listou o número e nem o nome dos municípios, mas o editor pesquisou e verificou que os temporais recentes de setembro de 2026 afetaram municípios da Zona Sul do Rio Grande do Sul, com destaque para Rio Grande, que registrou ventos de até 113,7 km/h e danos expressivos, e Pelotas, onde houve registro de óbito e ocorrências graves devido à ventania e aos temporais. Outras cidades da região sul e de entorno que decretaram situação de emergência ou reportaram danos nas últimas semanas e eventos de agosto/setembro incluem:Cerrito (com rajadas superiores a 104 km/h), Hulha Negra (que registrou o maior pico de vento no estado, com 126,7 km/h), Arroio Grande, Canguçu, Capão do Leão, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Chuí, Jaguarão, São Lourenço do Sul, Pedro Osório, Herval e Piratini

RS terá sexta-feira de tempo bom

Esta sexta-feira abriu com sol entre nuvens em todo o Rio Grande do Sul, inclusive Porto Alegre.

Neste momento, 8h30min, o tempo é bom e a temperatura é amena no Estado.

A MetSul informa que este amanhecer apresenta temperaturas mais frias em boa parte do RS, mas não há mais frio intenso.

Diz o boletim:

O amanhecer ainda terá temperaturas um pouco baixas em parte do Estado, mas sem a presença de frio intenso. Ao longo do dia, o ingresso de ar mais quente pelo Nordeste da Argentina provoca uma acentuada elevação das temperaturas. A tarde será de calor em grande parte do Rio Grande do Sul.

As temperaturas mais altas devem ocorrer na Grande Porto Alegre e em parte do interior, onde as máximas podem superar os 30°C. A tendência é de um dia marcado pela presença do sol entre nuvens, com início ameno e uma tarde de calor em boa parte do Estado.

Crise no diesel

O mercado de combustíveis enfrenta uma forte instabilidade global, gerando reflexos diretos no Brasil. A disparada de preços do diesel no exterior e o risco de desabastecimento em solo nacional são impulsionados por fatores geopolíticos e logísticos severos:

1) Ataques contra refinarias da Rússia suspenderam parte das exportações do país, enquanto conflitos no Oriente Médio afetam o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Adicionalmente, a China cortou parte de suas exportações de derivados.

2) Aliado à chegada do inverno no Hemisfério Norte, a baixa quantidade de diesel estocada globalmente faz os preços baterem recordes nos Estados Unidos e na Europa.

Demagogia eleiteira do PT
A Petrobras tem absorvido parte da diferença para não repassar a alta integral ao consumidor final. Com isso, o preço interno ficou significativamente mais barato do que o de importação. Como o Brasil não é autossuficiente e precisa importar cerca de 30% do diesel consumido, a grande defasagem afasta as distribuidoras privadas e importadores independentes, que teriam prejuízo ao comprar o produto caro no exterior. 

Já há escassez.

Dica do editor - Entenda como foi a baixaria do bate-boca entre Messias e Andrei, tudo na frente de Lula

O constrangedor, inédito e corrosivo bate-boca entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ocorrido em setembro de 2026 no Palácio do Planalto, na presença do presidente nomeado Lula da Silva, mas só divulgado agora, foi motivado por suspeitas de monitoramento ilegal e espionagem em meio às investigações do chamado Caso Master. 

Saib ao que vazou:

O presidente Lula está sentado à mesa, pensativo, balançando a cabeça enquanto toma um café frio. De um lado, Jorge Messias (AGU) gesticula com um calhamaço de papéis. Do outro, Andrei Rodrigues (PF) cruza os braços com expressão fechada.

Jorge Messias: (Voz elevada, apontando o dedo) - Você acha que eu não sei, Andrei ? Tá lá no relatório! "Baixa confiança", "coleta dirigida"... Você está me monitorando! A Polícia Federal virou a Abin paralela da intriga! Está me espionando, é ?!

Andrei Rodrigues: (Rindo de nervoso, com tom cortante) - Ah, por favor, Jorge! Mania de perseguição agora? A PF tem mais o que fazer do que cuidar da sua vida! O relatório é de inteligência padrão, e quem está criando narrativa política para agradar ministro do STF é você!

Jorge Messias -  Respeito, hein! Eu sou da Advocacia-Geral da União! Não venha desmerecer a minha função nem plantar suspeita sobre a minha fé ou minhas relações!

Andrei Rodrigues - Se quisesse respeito, não vinha com teorias da conspiração chorar na frente do chefe sem prova nenhuma!

Lula: (Suspira, ajeita os óculos e interrompe calmamente) -  Ó, rapaz... Se continuar essa gritaria, eu vou botar os dois para mediar briga de torcida organizada no estádio. Pelo amor de Deus, a gente já tem problema demais com o Banco Master e o Supremo para vocês criarem um circo aqui na minha sala! Senta todo mundo e vai tomar um chá de camomila.

Entenda o caso

 O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o cancelamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor sucroalcooleiro negociados pelo Banco Master.

O Esquema dos Precatórios
Aquisição com deságio: O Banco Master comprava créditos judiciais de usinas por valores abaixo do mercado
Inflação patrimonial: Os títulos eram registrados na contabilidade do banco por valores irreais ou inflados.
Origem dos processos: Envolve disputas de usinas contra a União por prejuízos do extinto Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA).

A Decisão do CNJ
Bloqueio e devolução: O montante retido em contas judiciais desde 2023 voltará para a Conta Única do Tesouro Nacional.
Atendimento à AGU: A liminar atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União, anulando 16 precatórios ligados ao banco.
Investigação em curso: O caso veio a público após a Polícia Federal encontrar contratos milionários de êxito e indícios de fraude no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Sistema São João

  A ampliação do Sistema São João tem investimento de R$ 87 milhões.

O prefeito Sebastião Melo dará o start, hoje,  para o prosseguimento das obras de ampliação do Sistema de Abastecimento de Água (SAA) São João, que abastece mais de 600 mil pessoas nas zonas Norte e Leste de Porto Alegre. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) fará a ligação da nova adutora de recalque da Estação de Bombeamento de Água Tratada (Ebat) Ouro Preto à rede preexistente. O serviço será realizado, concomitantemente, em quatro pontos da Capital, sendo dois na avenida Sertório, um na avenida Dante Angelo Pilla e um na rua Ouro Preto.

A obra terá início à meia-noite, com o desligamento da Estação de Bombeamento de Água Tratada (Ebat) Ouro Preto. Às 5h, a Estação de Tratamento de Água (ETA) São João também deixará de operar. A retomada está prevista para a meia-noite da sexta-feira, 25. Durante o período, moradores dos 34 bairros atendidos pelo sistema poderão ter o fornecimento temporariamente interrompido.

A normalização ocorrerá gradualmente ao longo da sexta, podendo se estender ao longo do sábado, 26, nas áreas mais distantes.

Leia material preparado pelo jornalista Aristoteles Júnior, da PMPA:

Entre as obras já concluídas está a implantação de uma nova adutora de sucção, também na área da Ebat Ouro Preto. Estão em andamento, ainda, intervenções semelhantes na região atendida pela Ebat Sarandi. Também está prevista a construção de uma nova estação de bombeamento e de um reservatório.

Outros serviços - O Dmae aproveitará o período de inatividade da ETA São João para executar três serviços que visam à melhoria operacional do sistema. Equipes atuarão, simultaneamente, na manutenção da tubulação de água filtrada da Estação de Tratamento; na manutenção do Reservatório Costa e Silva, que tem capacidade de armazenar 10 milhões de litros de água; e na substituição de um registro localizado no bairro Jardim Leopoldina.

Bairros abastecidos, total ou parcialmente, pelo Sistema São João - Anchieta, Auxiliadora, Boa Vista, Chácara das Pedras, Costa e Silva, Cristo Redentor, Farrapos, Floresta, Higienópolis, Humaitá, Jardim Carvalho, Jardim Europa, Jardim Floresta, Jardim Lindóia, Jardim Itu, Jardim Sabará, Jardim Leopoldina, Jardim São Pedro, Mário Quintana, Morro Santana, Navegantes, Parque Santa Fé, Passo da Areia, Passo das Pedras, Rubem Berta, Santa Maria Goretti, Santa Rosa de Lima, São Geraldo, São João, São Sebastião, Sarandi, Três Figueiras, Vila Ipiranga e Vila Jardim.

Caminhões-pipa - Durante o período de manutenção, o abastecimento por meio de caminhões-pipa será destinado a estabelecimentos essenciais, como hospitais, postos de saúde e escolas. Enquanto o sistema estiver em recuperação, as demais solicitações serão atendidas conforme disponibilidade das equipes. Os pedidos poderão ser encaminhados às subprefeituras.

Operação Carbono Oculto vai para cima de executivo do Banco Genial

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, em parceria com a Receita Federal, deflagraram na manhã desta quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto. O GAECO aponta que o grupo investigado teria montado uma estrutura financeira e societária complexa para assumir o controle da distribuidora Terrana, e ocultar patrimônio por meio de fundos de investimento, empresas de fachada e operações financeiras consideradas atípicas pelo Ministério Público.

Entre os alvos das buscas estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, seus irmãos, André e Bruno Tupinambá, além do empresário Antonio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos. 

A investigação do GAECO sustenta que a aquisição da Terrana ocorreu por intermédio de fundos e empresas criados especificamente para a transação. 

Segundo o Ministério Público, mais de R$ 120 milhões teriam circulado por diferentes empresas.

CLIQUE AQUI para ler nota do Ministério Público de SP.

Comitê de Osmar Terra em Caxias do Sul é invadido e vandalizado

O comitê da campanha eleitoral do candidato a deputado federal Osmar Terra (PL-RS) em Caxias do Sul, foi alvo de invasão, furto e vandalismo , na madrugada desta quarta-feira, 23.

. Segundo relato da coordenadora, Andreia Garbin, dois indivíduos teriam acessado o local através do imóvel ao lado e entrado pelo único ponto de vidro que não possuía grade, conforme imagens apontadas em câmeras de segurança

O interior do comitê foi completamente revirado, documentos e materiais de campanha espalhados, alimentos destruídos. Os invasores também urinaram no lugar..

Foram levados dois notebooks, celular, cabos, mochilas, roupas de integrantes da equipe, banners e outros materiais utilizados na campanha. 

Segundo Garbin, o material de outros candidatos não foram alvo de ataques, simbolizando uma perseguição somente contra Terra.

O episódio ganha maior gravidade pois, conforme a coordenadora Garbin, esta foi a segunda ocorrência criminosa envolvendo o comitê. Um aditivo ao boletim de ocorrência na Polícia no Copom da Serra foi feito para registrar os novos fatos.

A coordenador lembra que materiais políticos já haviam sido vandalizados, incluindo um banner com imagens de Osmar Terra e Jair Bolsonaro que foi incendiado há menos de uma semana.

Diante da repetição dos episódios e dos danos direcionados a materiais eleitorais, integrantes da campanha levantam a suspeita de motivação política e ideológica. Essa circunstância, porém, ainda deverá ser esclarecida pela investigação.

Imagens de câmeras de segurança da região estão sendo analisadas e poderão auxiliar na identificação dos responsáveis e na apuração da motivação dos crimes.

A investigação deverá responder agora não apenas quem praticou os atos, mas também se houve planejamento, participação de outras pessoas e eventual motivação político-eleitoral.

Dia do editor - A minissérie "Nova Iorque contra a máfia", Netflix.


Dia do editor - A minissérie "Nova Iorque contra a máfia", Netflix.

CLIQUE AQUI para saber tudo sobre esta minissérie baseada em fatos reais. Este material é de O Globo.

Artigo, especial, Renato Sant'Ana - Sem querer dizer, dizendo

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: releituras21@gmail.com

 

"Quem vota em Lula tá votando em Alexandre de Moraes", disse o ministro Flávio Dino, um militante comunista que Lula escolheu para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal, STF. Ele o disse em tom de comício nas manifestações do Sete de Setembro de 2026.

O que é mesmo que o ministro está dizendo? Será que o brasileiro médio consegue decodificar o sentido de suas palavras?

Para começar, um magistrado, ainda mais um membro da corte maior, não pode manifestar-se tomando partido por um candidato político. E foi o que ele fez, notadamente em apoio à reeleição de Lula.

E as coisas não param por aí. Note-se a data: 07/09/2026. Mais de nove meses antes, em dezembro de 2025, a jornalista Malu Gaspar, de O Globo, publicou informações que, vivêssemos sob o império da lei, provocariam um terremoto: Gaspar revelou ligações de Moraes (inseparável de Lula, segundo Flávio Dino) com Daniel Vorcaro ou, se preferirem, com o "caso Master. (Vorcaro fora preso em 17/11/2025.) Desde então, Moraes não vai além de manifestações escapistas.

Os fatos, amplamente difundidos, são graves ao ponto de fazerem mudar a linha editorial dos jornalões e redes de TV, que passaram da conivência com o arbítrio, um padrão nos últimos sete anos, à cobrança de medidas saneadoras à luz da legislação do país.

A polícia federal (PF) investiga o caso. E com a apreensão e perícia do celular de Vorcaro, apontou indícios de crimes praticados por Alexandre de Moraes. O relatório da PF, vindo a público em 01/09/2026, não traz opiniões, mas conclusões objetivas de atos periciais. Conforme O Globo, 01/09/2026, dois dias antes de ser preso, Vorcaro escreveu a Moraes: "Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?", referência que se presume seja ao procurador-geral (Paulo Gonet) e ao diretor-geral da PF (Andrei Rodrigues), "ambos convidados dele numa viagem a Londres em abril de 2024, coroada por degustação de uísque", diz o jornal. E mais: "Acha que segunda já tenho que estar fora?", perguntava, "insinuando estar preparado para deixar o país caso necessário" conforme O Globo.

O inquérito da PF aponta indícios de condutas do ministro Alexandre de Moraes que o Código Penal tipifica como "advocacia administrativa" (uso de cargo público em proveito privado), "corrupção passiva" e, pasmem, "obstrução da justiça": crimes.

A novela já tem muitos capítulos. Vamos a só mais um, que traduz muita coisa. O jornalista Lauro Jardim, cujos dentes já estiveram na mira dos capangas de Vorcaro, publicou, em 19/09/26, vídeo mostrando Alexandre de Moraes e esposa, Viviane Barci, saindo de um jatinho Legacy 650, prefixo PP-NLR, associado ao banqueiro Daniel Vorcaro. O registro é de 22/08/25 e foi extraído de uma transmissão ao vivo da "Aviation TV" da pista de pouso do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Ocorre que, havendo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, apontado em março de 2026 oito voos de Moraes em aeronaves ligadas a Daniel Vorcaro, ele não fez mais do que dizer que "as ilações da fantasiosa matéria são absolutamente falsas" e negou ter viajado em aviões de Vorcaro.

Pergunta: as imagens reveladas por Lauro Jardim serão suficientes para condenar Moraes? Num Estado de Direito Democrático (prefiro essa forma), em que a lei está acima da subjetividade do juiz, elas não bastam. Mas na lógica do próprio Moraes, que por muito menos já condenou e arruinou a vida doutras pessoas, talvez sim.

Ele poderia explicar as imagens do jatinho, assim como aquilo que a PF captou em celular de Vorcaro, o que, para ser desmentido, requereria uma perícia em seu celular, o que ele jamais admitiria. No entanto, ele não mostra o intuito de esclarecer nada, mas apenas ataca e acusa quem ouse evocar a lei e pedir investigação.

O mais grave está aqui: em 15/09/2026, o STF foi palco talvez do evento mais antirrepublicano de nossa história. O órgão magno do Judiciário, que tem a tarefa de zelar pelo respeito intransigente da Constituição, mostrou estar dividido, mas não por divergências doutrinárias nem por dissenso na interpretação da lei, senão por haver uma facção determinada a proteger Alexandre de Moraes, o que implica impedir que ele passe à condição de investigado e que sejam esclarecidos os fatos.

E assim chegamos ao real sentido das palavras de Flávio Dino. Conhecendo o que a PF apurou e a iniludível ligação de Lula com Moraes, ele afirma: "Quem vota em Lula tá votando em Alexandre de Moraes." Ele não queria destapar a verdade, mas foi o que fez: "quem vota em Lula está votando na impunidade." Votar em Lula é dar um aval à seletividade que trata com excesso de rigor a uns, enquanto a outros deixa impune.

 

Releia coluna anterior aqui:

https://blogdopolibiobraga.blogspot.com/2026/09/artigo-especial-renato-santana-escolha.html

 


 O atual Presidente do Brasil, o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, acaba de ser alvo de uma crítica devastadora no respeitado WALL STREET JOURNAL, um dos jornais mais influentes do mundo !

O artigo, assinado por uma integrante do Conselho Editorial do jornal, faz uma análise profunda e implacável da gestão petista, apontando para um cenário de desordem econômica, incompetência administrativa e autoritarismo disfarçado de democracia.

Enquanto Lula tenta vender ao mundo a narrativa de que seu governo é voltado para os pobres, os números não mentem: o Brasil está mergulhado em uma crise fiscal, inflação alta e fuga de investimentos, tudo consequência direta das políticas desastrosas do seu governo."

Título do  Editorial.

"LULA, UM DESASTRE ANUNCIADO"

A autora do artigo "não poupa palavras ao descrever Lula como um dos principais responsáveis pelo colapso das economias da América Latina. Sob sua liderança, o Brasil, que já foi visto como uma potência emergente, está hoje à beira do abismo econômico, com um governo que privilegia aliados ideológicos e ignora as demandas do mercado.

Para o Wall Street Journal, Lula não é apenas um problema para o Brasil, mas uma ameaça global, pois sua influência corrosiva se espalha como uma doença pela América Latina.

O artigo critica duramente a aproximação de Lula com regimes autoritários, afirmando que sua postura mina os valores democráticos e envia um péssimo recado ao mundo: o Brasil sob o PT não é confiável.

O preço das políticas populistas...

As promessas populistas de Lula têm um custo alto – e quem paga a conta é o povo brasileiro. O artigo "destaca como as políticas econômicas do governo petista estão levando o Brasil para um cenário de desindustrialização, aumento da pobreza e estagnação econômica."

Enquanto isso, o presidente continua distribuindo benesses para aliados políticos, ampliando privilégios para sindicatos e expandindo um estado inchado e ineficiente.

A crítica também recai sobre o tratamento dado aos empresários e investidores, tratados como inimigos pelo governo petista. “Lula está construindo um ambiente hostil para negócios, desestimulando o empreendedorismo e espantando capitais estrangeiros”, afirma o artigo.

Resultado:

O Brasil, "que deveria estar crescendo e se consolidando como uma potência global, caminha a passos largos rumo ao declínio."


Declínio moral e democrático !

A perseguição a opositores, o controle sobre a mídia e a tentativa de enfraquecer instituições democráticas são apontados como práticas comuns do petismo.

O jornal menciona "que Lula está mais interessado em consolidar seu poder e garantir a perpetuação de seu projeto de poder do que em resolver os problemas reais da população."

Os ataques à liberdade de expressão, como as tentativas de censura nas redes sociais, são apresentados como evidências de que o governo atual não tolera críticas e busca transformar o Brasil em um estado controlado pelo PT.

É um retrato sombrio de um país que já foi sinônimo de democracia vibrante e que hoje está refém de um partido obcecado pelo controle absoluto.

*Um alerta ao mundo

O artigo conclui que, "enquanto Lula continuar no poder, o Brasil estará destinado ao fracasso, e a região, ao retrocesso."

Enquanto isso, o povo brasileiro enfrenta as consequências desse governo desastroso: inflação, desemprego, aumento da criminalidade e a perda de confiança nas instituições. Lula, que se apresenta como “o pai dos pobres”, é, na verdade, o pai do caos – e o WALL STREET JOURNAL deixou isso muito claro.

A crítica contundente do jornal norte-americano não é apenas um golpe na imagem internacional de Lula, mas um reflexo do que todos já sabemos: sua gestão é uma tragédia anunciada. O Brasil merece mais. O Brasil merece líderes que coloquem o país no caminho do progresso, e não no fundo do poço tem que haver uma varredura nas atuais máquinas de votação, elas foram adulteradas.. 

Nota

 Nós, Chefes de Estado e de Governo participantes do Escudo das Américas, declaramos conjuntamente nossa intenção de fortalecer a resiliência do Hemisfério Ocidental por meio dos três pilares a seguir do Escudo das Américas: Econômico, Segurança e Coordenação Multilateral.

Para esse fim, declaramos conjuntamente nossa intenção de empreender as seguintes ações, em conformidade com nossas respectivas obrigações legais internacionais e internas:

Defender nossas economias mediante o fortalecimento da cooperação econômica; a exploração de mecanismos de análise de investimentos; a salvaguarda das cadeias de suprimento de minerais críticos por meio de fontes diversificadas e confiáveis; e a promoção de regulamentações sobre fornecedores confiáveis ​​para infraestrutura digital, aplicadas de forma não discriminatória. Reconhecemos que uma segurança duradoura requer desenvolvimento econômico, empregos estáveis ​​e oportunidades tangíveis para a população, e que a soberania econômica é defendida com sucesso quando o capital que entra em nossas nações é transparente e verificável.

Defender a governança democrática contra redes armadas de narcoterrorismo, incluindo a coordenação de sanções, designações e ações financeiras contra terroristas e criminosos; a expansão das forças de segurança pública civis; e o fornecimento de assistência humanitária e de comunicação para defender a vontade popular.

Defender e promover o respeito mútuo pela soberania nacional e pela autodeterminação de cada nação por meio de fóruns multilaterais, para coordenar e promover objetivos e propostas comuns, tais como catalisar ações internacionais de aplicação da lei contra grupos criminosos organizados transnacionais ou buscar reformas necessárias nas organizações multilaterais.

Para promover esses três pilares, os Estados participantes pretendem fortalecer a cooperação por meio de um maior compartilhamento de inteligência; facilitar o acesso, quando apropriado, a tecnologias e capacidades de segurança; promover o treinamento e o desenvolvimento profissional de recursos humanos; e ampliar o intercâmbio de melhores práticas. Os Estados participantes também pretendem aprofundar a cooperação em questões de investimento e economia, bem como fortalecer a consulta e a coordenação de posições comuns sobre temas de interesse compartilhado em fóruns regionais e multilaterais.

Reconhecendo que uma ameaça imediata e universalmente compartilhada em nosso hemisfério é aquela representada por organizações narcoterroristas transnacionais — que colocam em risco a paz e a segurança do hemisfério, bem como a segurança e a prosperidade de nossos cidadãos —, anunciamos hoje a primeira ação conjunta sob os pilares recém-anunciados: ação individual e coletiva para enfrentar o flagelo do narcoterrorismo. Assim, declaramos nossa intenção de impor, conforme aplicável e em conformidade com nossas respectivas obrigações legais internacionais e internas: o congelamento de ativos; e restrições de imigração e de vistos para membros, associados e apoiadores dessas organizações; e a responsabilidade criminal de indivíduos que, conscientemente, forneçam apoio material — incluindo apoio logístico — a essas organizações, entre outras medidas. Esta primeira ação conjunta concentrar-se-á nas 24 organizações listadas abaixo, independentemente da denominação que recebam em cada um de nossos países.

Para viabilizar esses objetivos, pretendemos subscrever um pedido formal ao Presidente do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos, solicitando uma reunião de consulta para decidir sobre a criação de um Órgão de Consulta, nos termos dos Artigos 6 e 13 do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tratado do Rio). Uma vez convocada a reunião formal do Órgão de Consulta, pretendemos participar em nível ministerial para avaliar a adoção de uma resolução que promova e facilite a ação coletiva contra organizações narcoterroristas, no âmbito do Tratado do Rio. Os Estados participantes do "Escudo" que não são atualmente partes do Tratado do Rio declaram seu apoio a esta iniciativa e expressam sua determinação em contribuir para ela, em conformidade com — e na medida do possível segundo — suas respectivas obrigações jurídicas internacionais e internas, inclusive mediante a participação no Órgão de Consulta, na medida permitida pelo seu Regimento Interno.



Nova lei aumenta penas para furtos e roubo de combustíveis

 Crimes de furto e roubo de combustíveis serão punidos com penas mais severas no país. A Lei nº 15.517/2026, publicada nesta quarta-feira, passa a considerar crimes vender e armazenar produtos de origem ilícita. Pela nova legislação, o furto desses produtos passa a ser punido com pena de quatro a dez anos de reclusão, além de multa. A pena poderá ser aumentada em um terço quando houver destruição de obstáculos, participação de duas ou mais pessoas, abuso de confiança ou envolvimento de agente público. A lei também qualificou o crime de roubo de combustíveis. Nesses casos, a pena poderá ser ampliada quando a ação resultar em prejuízos à operação das empresas, falta de abastecimento, incêndios ou danos ambientais.

Novos crimes

Além das mudanças no Código Penal, a legislação prevê novos crimes contra a ordem econômica relacionados à cadeia de combustíveis.

Passa a ser crime adquirir, transportar, armazenar, vender ou usar petróleo, gás natural, combustíveis e lubrificantes sabendo que os produtos têm origem criminosa. A pena prevista é de três a oito anos de reclusão e multa.

A norma prevê ainda punição para quem adquirir ou manter esses produtos em situações que indiquem origem ilícita, como nos casos de preços incompatíveis com o mercado ou oferta em condições suspeitas. Nessa hipótese, a pena varia de um a quatro anos de prisão, além de multa

Vorcaro mandou até whisy para Lula

 O Globo destacou quatro dos seus melhores jornalistas (Malu Gaspar, Rafael Moura, Johannseller e Yara Godoy - para destruir as narrativas de Lula em deesa do seu parceiro Alexandre de Moraes no caso Daniel Vorcaro.

Reportagem de hoje mostra que Lula foi muito mais íntimo do banqueiro do que costuma admitirl

Não se trata apenas das 4 reuniões que manteve com Vorcaro no Planalto, tratando de interesses do Master, inclusive para salvá-lo

Um mês após um dos encontros no Planalto, conta a reportagem,o advogado de ]vorcaro, Walfrido Warde, diz que petista ‘mandou um abraço’ pelo Whisky recebido. Lula sempre disse que nunca ganhou presente de Vorcaro e nem mandou recado para ele. O Globo mostoru as mensagens de 22 de janeiro de 2025. “Querido, estive com o PR hoje. Ele me perguntou se você estava bem e mais tranquilo. Eu lhe disse que sim. Ele agradeceu mais uma vez o whisky e mandou um abraço. Outros detalhes eu conto pessoalmente”, escreveu Warde.

Vorcaro respondeu à mensagem com um emoji de coração.

O diálogo ocorreu 49 dias após a reunião entre Lula e Vorcaro no Palácio do Planalto, em 4 de dezembro de 2024. O encontro foi intermediado pelo ex-ministro Guido Mantega e contou com a participação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e de Gabriel Galípolo, à época indicado para assumir a presidência do Banco Central.

Leia texto completo a Jovem Pan sogbre o caso.

As mensagens também mostram que Warde já havia tentado intermediar um encontro entre Vorcaro e Lula meses antes. Em 30 de abril de 2024, o advogado disse ter recebido uma ligação de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete do presidente.

“Fala, Dani, tudo bem? Deixa eu te falar, acabei de receber uma ligação do Marcola, secretário pessoal do presidente, cobrando o teu e-mail. Manda para mim o e-mail sobre os assuntos que você gosta de falar, os interesses do grupo, eu ajeito aqui e eu mesmo mando o e-mail”, afirmou Warde.

Na sequência, o advogado explicou que faria o pedido de reunião em nome de Vorcaro e afirmou que Marcola aguardava o contato para marcar o encontro.

Leia a nota do governo Lula.

“Conforme já amplamente noticiado, o presidente Lula encontrou-se uma única vez com Daniel Vorcaro, em 4 de dezembro de 2024. Vorcaro havia ido ao Palácio do Planalto acompanhado do ex-ministro Guido Mantega e o encontro com o presidente não estava previamente agendado. Da conversa também participaram o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e Gabriel Galípolo, então diretor de Política Monetária e atual presidente do Banco Central.

Na ocasião, Vorcaro afirmou sentir-se alvo de perseguições, e o presidente respondeu que eventuais denúncias deveriam ser analisadas tecnicamente pelo Banco Central.

Não houve nenhum outro contato entre o presidente e Daniel Vorcaro.

O presidente não tem conhecimento da suposta articulação, não recebeu presente e tampouco enviou recado ou comentou festas promovidas pelo banqueiro.

Cabe lembrar ainda que foi durante o atual governo que o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master e Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal no âmbito das investigações sobre a instituição.“

 https://www.poder360.com.br/poder-justica/moraes-quis-imputar-a-mendonca-erros-em-investigacao-da-pf/

Leia as 76 páginas deste libelo acusatório de Mendonça contra Moraes

Leia as 76 páginas deste libelo acusatório de Mendonça contra Moraes

O editor leu tudo.

Vale a pena ler com atenção o contundente e devastador libelo acusatório produzido pelo ministro André Mendonça contra seu colega Alexandre de Moraes.

Foi resposta do ministro a despacho do presidente da Corte, Edson Fachin, que mandou Mendonça se manifestar a respeito de denúncia caluniosa de Moraes contra ele, Mendonça.

São 76 páginas do "Eu Acuso" mais recente contra Moraes, que é tratado como parceiro de Daniel Vorcaro, com o qual conversou 52 vezes nos últimos meses e tento sua família assinado contratos milionários com o banqueiro, chamado de mentiroso e agente provocador no libelo acusatório.

Mendonça pede que Fachin arquive a representação de Moraes por "imprestável".

CLIQUE AQUI para ler tudo na íntegra.

Racismo na campanha do RS

 O apresentador Thiago de Souza, que participa dos programas eleitorais de TV da campanha de Luciano Zucco (PL) ao governo do Rio Grande do Sul, registrou uma notícia-crime na Justiça Eleitoral após ser alvo de centenas de comentários de cunho racista e discriminatório. 

A medida foi protocolada neste fim de semana e distribuída à 1ª Zona Eleitoral de Porto Alegre.

Na notícia-crime, a defesa de Thiago relata que os ataques ocorreram após sua participação em uma peça de propaganda eleitoral da coligação O Rio Grande pode Mais e sustenta que as manifestações ultrapassaram os limites da divergência política, atingindo diretamente a honra e a dignidade do ator por meio de referências à sua cor e origem racial. Foram verificados cerca de 800 comentários ofensivos.

Entre as manifestações reunidas no processo estão comentários que utilizam expressões racistas, referências ao período da escravidão, associações depreciativas a animais e ataques direcionados às características físicas e ao cabelo do apresentador. A documentação também registra termos como “capitão do mato”, além de referências à “Casa Grande”, “chibata” e “chicote”.

A notícia-crime pede que o caso seja encaminhado à Polícia Federal para instauração de inquérito e apuração dos fatos. Também solicita a preservação dos registros de conexão, dados cadastrais e endereços de IP vinculados aos perfis responsáveis pelos comentários, com o objetivo de identificar os autores. Caso sejam constatados elementos suficientes de materialidade e autoria, é solicitado o encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral para eventual oferecimento de denúncia.

Campanha manifesta solidariedade

Coordenadora dos programas de TV e rádio da campanha de Zucco, Tânia Moreira repudiou os ataques. “É inaceitável que uma pessoa seja atacada dessa forma. Essas manifestações ultrapassam qualquer limite do debate político. Ideologia ou divergência partidária jamais podem estar acima da decência, do respeito e, principalmente, da lei”, afirmou Tânia.

Artigo, Eugênio Esber, Zero Hora - Somos todos garis

- Este artigo está publicado no jornal Zero Hora. A leitura é para assinantes. O editor recomenda assinatura do jornal e é, ele próprio, assinante.

 A condução de Fachin permitiu que o debate sobre Moraes se perdesse em manobras e terminasse sem decisão

 Na linguagem empolada de Luiz Edson Fachin, "impende" dizer que ele - sem “menoscabo" à sua figura de homem íntegro - falhou clamorosamente na missão de conduzir a histórica sessão de terça-feira (15) no STF. Fachin havia prometido à sociedade brasileira que o STF atuaria com "firmeza e serenidade" para decidir sobre o caso de um ministro apanhado em falcatruas pela Polícia Federal. Firmeza não teve. Nenhuma. Fazendo jus ao apelido interno de "Frachim", deixou a sessão chegar tropegamente ao fim sem decidir nada e sem sequer apresentar uma previsão de quando o fará.

Serenidade, porém, sobrou. Deixou-se esculachar pela galhofa de Gilmar Mendes e pela picardia de Flávio Dino, sem reagir à altura do cargo que ocupa e da gravidade da sessão que presidia. Também se mostrou inerte e apalermado frente a manobras protelatórias dos dois desabusados. Ambos comandaram um espetáculo de insolência e avacalhação contra as tímidas tentativas do presidente de fazer com que os trabalhos chegassem aonde todos os brasileiros honestos desejavam: a autorização para que a Polícia Federal investigue Alexandre de Moraes por indícios de condutas que o Código Penal tipifica como advocacia administrativa (uso de cargo público em proveito privado), corrupção passiva e, o mais grave para um ministro da suprema corte, obstrução da justiça.

Em resumo: na sessão acompanhada pelo mundo inteiro e especialmente por investidores que só colocam seu dinheiro em países com segurança jurídica e compliance, o Brasil e o STF enviaram um alerta vermelho. Aqui, desvios graves de conduta são tolerados. E esta mensagem tem a digital de Fachin.

O desmanche da autoridade de Fachin começou dias antes da sessão pastelão de terça-feira. Ele se tornou o alvo de uma ofensiva orquestrada por Gilmar e Dino, com o apoio de Cristiano Zanin e o óbvio endosso do principal interessado na manobra, Alexandre de Moraes. Em conjunto, a camarilha de obstrução da justiça lançou sobre a presidência do tribunal uma chuva de mísseis, digo, petições, que desconcertaram até os juristas chamados às pressas pela imprensa para destrinchar o tiroteio jurídico. A estratégia era aturdir Fachin e explorar sua tibieza. Mais ou menos como no futebol, em que os jogadores mais malandros percebem que o juiz é influenciável e o cercam a todo instante para condicioná-lo.

Moraes, a quem Lula dirigiu elogios após a sessão, se safou - por ora. Vitória parcial da camarilha que trabalhou pela obstrução da justiça, integrada por dois indicados de Lula, Dino e Zanin; e de Gilmar, fiador da atuação da corte para a vitória de Lula em 2022.

Aos brasileiros feitos de idiotas, uma sugestão: vistam-se, ou sintam-se, como garis, no dia de votar para presidente e senador. É preciso retirar o lixo que empesta a república.

 

Link deste artigo:

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/eugenio-esber/noticia/2026/09/somos-todos-garis-cmu7fij7r025g0159jfm7lzlj.html


Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Inexigilidade de conduta diversa

Marcus Vinicius Gravina é escritor e advogado


Há vários motivos para abandono de cargo.


No caso do Eduardo Bolsonaro a mídia não quis aprofundar as causas do seu refúgio nos EUA.  Talvez, por já estar claro o suficiente. 


Mas, é provável que uma delas seja o regime de exceção, em que estamos marcando passo, no mesmo lugar.


Falo da ditadura imposta por alguns ministros do STF, com profundo desprezo ao "Devido Processo Legal". Caso marcante do "Inquérito do Fim do Mundo".


Cabe alegar a inexigibilidade de conduta diversa, face a uma força maior  vingativa e de viés politico.


Antes da demissão, que pretextou o abandono de função na PF, o Eduardo Bolsonaro denunciou que ele, sua mulher e filhos vinham sofrendo ameaças.


 Inclusive de prisão. Isso fez lembrar a facada em seu pai, que até hoje a PF não elucidou o crime ou está omitindo a verdade.


Pois, vinha sofrendo coação imoral irresistível e física. Se houve justa causa para o abandono foi do Eduardo, que não recebeu garantia de segurança da sua própria instituição policial para voltar ao Brasil.


A vida é o maior bem que possuímos.


O Eduardo agiu com esta consciência humana.


O Ministro da Justiça, Capitão do Mato do Lula,

exagerou na medida que aplicou no policial federal Eduardo Bolsonaro, ao saciar a sede de vingança do seu desclassificado chefe, que em recente discurso, declarou que irá prender todos os Bolsonaros.


É revoltante lembrar de crimes de sequestro, mortes e assaltos a bancos tiveram seus autores anistiados, indenizados, com nosso dinheiro e estão por aí como apaniguados do governo.


Por, lembrar a dosimetria, a do 8 de janeiro, como está aquela que se transformou em lei? Responda sr. Ministro da Justiça. 


Vergonha Nacional!


Caxias, 21.09.2026

Sungrow Brasil amplia estratégia no Norte e Nordeste e anuncia Sou Energy como nova parceira oficial

• Parceria une uma das maiores fabricantes globais de inversores fotovoltaicos a uma das cinco maiores indústrias do segmento no país para acelerar a presença da marca em regiões estratégicas, ampliar a oferta de equipamentos e impulsionar o mercado de armazenamento de energia.

• Sungrow fortalece sua expansão no Brasil com 16,5 GW em inversores comercializados desde 2017 e lidera o ranking global da Wood Mackenzie entre os integradores de sistemas de armazenamento por baterias.

Em um momento em que o mercado brasileiro de energia solar passa por uma nova fase de consolidação e busca por soluções de maior valor agregado, a Sungrow oficializou a Sou Energy como sua nova parceira oficial no Brasil. A novidade representa um movimento estratégico para ampliar a participação da fabricante, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a indústria possui uma das maiores estruturas comerciais e logísticas do setor.

Reconhecida mundialmente como uma das líderes em inversores fotovoltaicos e soluções de armazenamento de energia (BESS), a Sungrow passa a contar com toda a capilaridade da Sou Energy para disponibilizar seu portfólio completo de equipamentos, reduzindo prazos de entrega, ampliando a oferta de produtos e fortalecendo o suporte aos integradores e EPCistas.

Segundo a Sungrow Brasil, a escolha da Sou Energy faz parte da estratégia de expansão da empresa em mercados considerados prioritários. "A Sou Energy é uma das principais indústrias de geradores fotovoltaicos do Brasil e possui uma presença extremamente forte nas regiões Norte e Nordeste, mercados onde buscamos ampliar nossa participação. Trata-se de um parceiro altamente reconhecido pelos integradores pela excelência logística, atendimento e competitividade, fatores que serão fundamentais para aumentar ainda mais a capilaridade da marca", destaca Lais Leite, Gerente de Contas da Sungrow.

A expectativa da Sou Energy é que a parceria contribua diretamente para ampliar sua participação no segmento de inversores de maior valor agregado. "Esperamos crescer cerca de 15% nossa participação de mercado no segmento de inversores high ticket. A chegada da Sungrow fortalece nosso portfólio e amplia as possibilidades para nossos clientes oferecerem soluções ainda mais competitivas", afirma o CSMO da Sou Energy, Mario Viana.

A parceria contempla a disponibilização imediata do portfólio completo de inversores Sungrow, incluindo modelos string monofásicos, trifásicos para aplicações comerciais e industriais (C&I), além dos inversores híbridos, que chegam ao mercado em um momento de crescente demanda por sistemas capazes de integrar geração solar e armazenamento de energia.

Também estarão disponíveis soluções para projetos especiais e sistemas BESS sob demanda, segmento considerado um dos principais vetores de crescimento do mercado brasileiro nos próximos anos.

Entre os diferenciais tecnológicos das soluções Sungrow estão a elevada robustez dos equipamentos, proteção anticorrosiva C5, especialmente importante para instalações em regiões litorâneas, e alta performance mesmo em ambientes de temperaturas elevadas, características relevantes para aplicações no Norte e Nordeste.

Logística reforçada acelera entregas

Outro diferencial da parceria será a ampliação da disponibilidade dos equipamentos em uma das regiões que mais crescem em geração distribuída no país. Com centros de distribuição e forte atuação regional, a Sou Energy permitirá maior velocidade nas entregas, custos logísticos mais competitivos e maior disponibilidade de estoque para atender instaladores, empresas do setor e empresas de engenharia.

"A Sou Energy está entre as empresas de maior destaque no mercado de geradores fotovoltaicos das regiões Norte e Nordeste. Com isso, os inversores Sungrow estarão presentes em um número ainda maior de projetos e instalações", ressalta a gerente da Sungrow.

Para os integradores, os benefícios vão além da disponibilidade dos equipamentos. Segundo a Sou Energy, a parceria amplia significativamente o leque de soluções disponíveis, permitindo que os profissionais desenvolvam propostas comerciais com maior valor agregado, melhor desempenho técnico e diferenciais competitivos em um mercado cada vez mais exigente.

Mercado entra na era do armazenamento

Além da disponibilização do portfólio de equipamentos, Sungrow e Sou Energy também anunciaram uma agenda conjunta de desenvolvimento de mercado. Ao longo de 2026, a fabricante participará dos principais eventos promovidos pela Sou Energy, como o Solarizando na Estrada e a Intersolar South America, reforçando ações de capacitação técnica, treinamento comercial e desenvolvimento de novos negócios.

O Solarizando na Estrada é uma imersão que reúne treinamentos técnicos com fabricantes parceiros, conteúdo prático e estratégico, focado na capacitação de integradores, prospecção de clientes e geração de novas oportunidades de negócios no mercado de energia solar.

A estratégia acompanha uma das maiores transformações do setor elétrico brasileiro: o avanço dos sistemas híbridos e do armazenamento de energia. "O mercado solar vive um novo momento. O armazenamento de energia deixou de ser tendência e passou a ser realidade. As oportunidades são enormes e investir em capacitação dos integradores é fundamental para acelerar essa transformação", afirma a Sou Energy.

A Sungrow reforça que seus novos inversores híbridos já fazem parte do portfólio da Sou Energy e estiveram entre os destaques apresentados durante a Intersolar South America 2026, reforçando a aposta conjunta em soluções que combinam geração solar, armazenamento e maior autonomia energética para consumidores residenciais, comerciais e industriais.

Com a nova parceria, Sungrow e Sou Energy reforçam a estratégia de atender um mercado cada vez mais orientado por tecnologia, eficiência e disponibilidade imediata de equipamentos, consolidando uma aliança que promete ampliar a presença da fabricante no Brasil e fortalecer ainda mais a cadeia de energia solar nas regiões Norte e Nordeste.

Sungrow ultrapassa 16,5 GW comercializados no Brasil e lidera mercado global de armazenamento

A Sungrow segue consolidando sua presença no mercado brasileiro de energia solar. Desde o início de suas operações no país, em 2017, a companhia já comercializou 16,5 GW em inversores fotovoltaicos, sendo 7,49 GW destinados à Geração Distribuída (GD) e 9,03 GW para projetos de Geração Centralizada (GC).

Na América Latina, a empresa já soma 25 GW em equipamentos comercializados e mais de 12 GWh em soluções de armazenamento de energia (BESS), reforçando sua posição entre as principais fornecedoras globais de tecnologias para geração solar e armazenamento. Esse desempenho também se reflete no cenário internacional: a Sungrow assumiu a liderança mundial entre os integradores de sistemas de armazenamento por baterias (BESS), segundo ranking da Wood Mackenzie, divulgado após o mercado superar, pela primeira vez, a marca de 100 GW de instalações anuais. O resultado coloca a companhia à frente de alguns dos maiores grupos globais de tecnologia e energia.

Com um portfólio que reúne inversores, soluções híbridas e sistemas de armazenamento de energia, a Sungrow mantém sua estratégia de expansão em segmentos como agronegócio, indústria, comércio e grandes usinas solares, acompanhando a crescente demanda por soluções mais eficientes e confiáveis para a transição energética.

Sobre a Sungro
https://br.sungrowpower.com/

A Sungrow é líder global em tecnologia de energia renovável, sendo pioneira em soluções de energia sustentável há mais de 28 anos. Em dezembro de 2025, a Sungrow havia instalado 1.000 GW de conversores eletrônicos de potência em todo o mundo. A empresa é reconhecida como a fabricante de inversores fotovoltaicos e sistemas de armazenamento de energia mais financiável do mundo, segundo a BloombergNEF. Suas inovações impulsionam projetos de energia limpa em todo o mundo, apoiadas por uma rede de 520 pontos de serviço. A companhia mantém seu compromisso de contribuir para um futuro sustentável por meio de tecnologia de ponta e serviços especializados.

Sobre a Sou Energy
https://souenergy.com.br/

Fundada em 2017, a Sou Energy é uma das maiores indústrias de geradores fotovoltaicos do Brasil e líder no Norte e Nordeste. Com sede no Ceará, a empresa iniciou suas atividades como integradora de sistemas fotovoltaicos e, desde 2019, ampliou sua atuação no mercado solar.

Seu portfólio reúne as principais marcas globais do setor. Possui ainda uma moderna fábrica, com centro de distribuição próprio, de 18.000 m² em Eusébio (CE), e mais duas unidades fabris, uma no Ananindeua (PA) e outra em fase de inauguração em Extrema (MG), além do desenvolvimento de tecnologias e soluções voltadas aos integradores.

A empresa conta com mais de +2,7 GW produzidos e +8.000 integradores atendidos, sendo referência no mercado solar, impulsionando a transformação energética da região e contribuindo para um futuro mais sustentável.




Artigo, especial - Pleno contrangimento

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano


Depois de tudo o que se viu na última sessão do STF, qualquer um que ainda fale em “instituições solidificadas” precisa urgentemente de um check-up mental. E não é de rotina. É daqueles de emergência.


A Corte se reuniu para decidir se investiga ou não um de seus próprios ministros. Resultado: ninguém decidiu nada. Teve declaração de impedimento, suspeição por foro íntimo, bate-boca aberto, questão de ordem, pedido de vista e placar de 4 a 3 sobre se os casos andavam juntos ou separados. O mérito — aquele detalhe de 52 mensagens trocadas, contratos de R$ 131 milhões e R$ 50 milhões com o escritório da esposa de um ministro e a pergunta “acha que segunda já tenho que estar fora?” — ficou para depois. Preferiram discutir os ritos. Como se o problema fosse a forma e não o conteúdo. A cereja do bolo: o possível investigado votou para não ser investigado. Não que isso surpreenda, afinal o mesmo ministro, em outros processos, agiu como vítima, investigador e julgador. Coisas da peculiar democracia brasileira.


Então um vídeo é divulgado: Alexandre de Moraes e a esposa aparecem descendo de um jatinho Legacy 650 ligado a Daniel Vorcaro, no Santos Dumont, com seguranças carregando as malas. Três meses antes, segundo a PF, o escritório havia fechado um contrato de R$ 50 milhões com a empresa do mesmo banqueiro — parte do pagamento em cotas do jato e do helicóptero. O ministro, em nota oficial emitida pelo próprio STF, tinha sido categórico: jamais viajou em avião de Vorcaro. As imagens desmentem a nota.


A defesa diz que o segundo contrato nunca existiu. As mensagens do celular do banqueiro preso dizem o contrário. Ele pergunta: “Eles não estão usando?”. A resposta vem clara: “Já usaram aviões e helicópteros”. E ainda pede para reforçar o contato, para que o casal possa continuar utilizando. Gentileza de quem entende de relacionamento institucional. Não é nenhum favor, é o cumprimento de um contrato. 


O mais irônico é o timing. A sessão acontece em pleno calor do debate eleitoral, com a Corte rachada ao meio e ministros se acusando de viés político em público, ao vivo e em cores. O presidente da corte abre falando que não se julgam pessoas, mas fatos. Ótimo discurso. Só que os fatos estão todos sobre a mesa: contrato polpudo, mensagens de gratidão, encontros, pedidos de intervenção e a negativa categórica, agora desmentida por uma imagem à vista de todos.

 

A resposta institucional veio com a mesma naturalidade que a imprensa trata de “aliados” na mais alta corte: um deles faz um pedido de vistas a jato. Porque, no Supremo, quando a casa pega fogo, pedir mais tempo para ver se alguém para de prestar atenção até a poeira baixar é estratégia. Até 90 dias, se quiserem. Tempo suficiente para a eleição passar.


No fim, o que sobra é um triste espetáculo farsesco. Uma Corte que se apresenta como guardiã da democracia, mas que, na hora de olhar para um dos seus, transforma uma sessão em um verdadeiro barraco. O jatinho, esse, pelo menos chegou ao destino. O julgamento, esse, deve demorar. E os “aliados” parecem torcer para que ninguém mais tenha interesse no assunto. 


Se isso é preservação das instituições, alguém precisa atualizar o conceito. Porque o que se viu não foi julgamento. Foi uma bela empurrada com a barriga.

Fantástico disseca Moraes

O programa Fantástico, da TV Globo, exibiu uma reportagem investigativa sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes em sua edição de ontem a noite. 

Foram 8 minutos de dissecação e abordou os desdobramentos de um relatório policial envolvendo o ministro. Diferente de um editorial opinativo de críticas diretas da emissora, a reportagem trouxe fatos de interesse público e detalhes das investigações:

O cerne da reportagem:
O programa revelou imagens de agosto de 2025 mostrando o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, desembarcando de uma aeronave. O jatinho pertencia a uma empresa que tinha como sócio o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes declarou que a contratação do serviço de táxi aéreo foi estritamente comercial, sem qualquer tipo de vínculo pessoal com os envolvidos.

O tema ganhou grande repercussão nacional devido a uma discussão no Supremo Tribunal Federal sobre o acesso e a legalidade das informações extraídas do celular do ex-banqueiro, com Moraes classificando o relatório como nulo e apontando quebra na cadeia de custódia dos dados

Artigo, especial - O outro WhatsApp que o Brasil quase não viu

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano.

O brasileiro adora uma conversa bem embalada. Na semana passada, o país parou para analisar, vírgula por vírgula, as mensagens encontradas no WhatsApp do banqueiro Daniel Vorcaro. Entre pedidos de socorro a um ministro e dúvidas sobre pegar o primeiro voo para fora do país, as mensagens foram um prato cheio para o noticiário. O problema é que, enquanto todos olhavam para isso, outro WhatsApp que mostrava muita proximidade com o poder, passou quase batido.

O aplicativo de mensagens de Roberta Luchsinger conta uma história que contraria o discurso oficial. A lobista chamou Lulinha de “meu sócio” pelo menos oito vezes entre 2023 e 2024. Áudio, texto, tudo gravado. Quando a PF a chamou para depor, veio a amnésia: negou sociedade, negou repasse, negou tudo, mas a memória do celular desmentiu o depoimento linha por linha.

Lula foi rápido em tentar cortar o mal pela raiz. Em entrevista, mandou a máxima do “nunca vi, não sei quem é, é uma pilantra”. O problema é que a tal pilantra tem um acervo no Instagram com mais de dez fotos coladas ao presidente entre 2021 e 2023, com direito a legendas carinhosas e o já folclórico “o pai tá on”. Para quem nunca viu a moça na vida, a convivência parecia surpreendentemente calorosa.

Mas o ponto central não são as fotos para redes sociais. É o livre trânsito. Roberta fez 42 visitas a órgãos do governo federal em pouco mais de um ano. Desses 41 encontros simplesmente não existiam nas agendas oficiais. Dezessete entradas no gabinete de Wellington Dias, dezesseis no Ministério da Saúde. Em duas oportunidades, levou a tiracolo Fernando Bittar — aquele mesmo do sítio de Atibaia e sócio de Lulinha — para dentro do Planalto, sem registro na portaria, sem explicação pública.

E para costurar tudo isso, nada como um bom ponto de apoio na capital. Uma mansão no Lago Sul, com aluguel na casa dos R$ 100 mil por mês pago por Roberta, virou o endereço de reuniões de ministros, assessores e do próprio Lulinha. O trio (Roberta, Lulinha e Bittar) mantinha até um grupo no WhatsApp focado em discutir contratos, burocracia e portas de entrada no governo.

A gentileza financeira de Roberta também transbordava nos boletos alheios. Os investigadores levantaram que a empresária pagou R$ 217 mil em despesas pessoais de Marcola, o então chefe de gabinete de Lula. A lista inclui faturas de cartão de crédito, financiamento de carro, seguro e jóias — com direito a um colar de diamantes de R$ 9,2 mil para a esposa do assessor.

Se jorrava muito dinheiro da conta da lobista, o dinheiro também entrava com facilidade. Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, depositou R$ 1,5 milhão para a empresa de Roberta em parcelas de R$ 300 mil. Em uma das conversas apreendidas, Antunes explicava que um dos repasses era “para o filho do rapaz”. Roberta jura que foi tudo pagamento por uma consultoria legítima sobre a regulação de canabidiol. A Polícia Federal, no entanto, tenta entender se o serviço prestado era a regulação da planta ou o loteamento de acesso ao governo.

Mensagens de sócio, negação pública, fotos com o presidente, reuniões fora da agenda, mansão de alto custo, entradas no Planalto, grupo de WhatsApp, pagamentos a assessor próximo e um milhão e meio vindos do Careca do INSS. Tudo documentado.

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O barulho das mensagens de Vorcaro quase empurrou as de Roberta para a espiral do silêncio, mas o brasileiro merece a verdade sobre ambos. Até onde vai a intimidade entre negócios privados e o topo do poder?

Artigo, especial, Renato Sant'Ana - A candidata pisou na bola

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: releituras21@gmail.com

 uliana Brizola, candidata ao governo do Rio Grande do Sul, criticou um outro candidato que, num evento público, apareceu brandindo a bandeira dos Estados Unidos. "É certo balançar a bandeira dos EUA?", questiona ela. Em todo caso, Juliana acaba pisando na bola.

Não sei quando e onde se deu o que ela quer atacar. Mas se podem afirmar algumas coisas que, por ela as ignorar, estragam a imagem da candidata.

1. O avô de Juliana, Leonel Brizola, tendo que exilar-se, fugiu para o Uruguai. Mas fechou o tempo por lá e ele, em vez de ir para Cuba, foi para os EUA. Por quê? O avô reconhecia os EUA como o país da liberdade. E reconhecer não significa concordar com tudo que se pratica por lá. Mas Brizola (o avô) sabia valorizar a consolidada democracia dos EUA. E era o que ele, ao menos segundo seu discurso, queria para o Brasil.

2. Por que falar em Cuba? Para alertar Juliana. Em 1998, Olívio Dutra foi eleito governador do Rio Grande do Sul pelo PT. E em sua cerimônia de posse, a bandeira de Cuba foi hasteada na sacada do Palácio Piratini, uma afronta dos fantoches do Foro de S. Paulo, que apoiam ditaduras mundo afora e são hoje os aliados de Juliana.

3. Cuba é um regime totalitário, que é a maximização do autoritarismo, um regime em que Estado, governo e partido não se diferenciam, o poder está concentrado nas mãos do partido único, isto é, o partido comunista, uma elite de burocratas corruptos que vive na fartura enquanto o povo passa as piores privações: sem liberdade, sem informação (só existe a imprensa do partido), carência alimentar e tudo que disso deriva.

4. O vice na chapa de Juliana é Pretto, do PT, que, além da bandeira de Cuba, apoia a do Hamas ou, vá lá, da Palestina. (Aqui vai uma afirmação lateral, senão patetas entendem o contrário: o assunto não é Israel.) Volto. O surto de apoio incondicional da esquerda à Palestina veio após o 07/10/2023, quando terroristas do Hamas cozinharam bebês em fornos de micro-ondas, abriram o ventre de gestantes com suas facas para matar o feto, estupraram meninas adolescentes, massacraram idosos, torturaram e mataram a rodo pessoas indefesas só por serem elas judias. Que dizer, quando ativistas do PSOL e do PT, inclusive em convenções partidárias, agitam a bandeira da Palestina em apoio ao "massacre de outubro"?

5. Abraçar terroristas é da natureza do PT e afins. Por que terá Lula, ao voltar ao Planalto em 2023, recebido efusivos cumprimentos dos seus "companheiros" do Hamas? Em 22/09/2023, durante a assembleia geral da ONU, Lula encontrou-se com Abbas, o chefe da Autoridade Palestina, um ex-terrorista (ou terrorista retirado). Nada original. Em 2015, também na assembleia geral da ONU, Dilma Rousseff (PT), ao condenar os ataques que os Estados Unidos fizeram aos radicais do Estado Islâmico, na Síria e no Iraque, defendeu "o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU" com os facínoras. É verdade que, depois, ela modulou o discurso, quando a imprensa internacional passou a exibir pessoas decapitadas e a noticiar estupros de meninas e escravização de homens e mulheres pelo Estado Islâmico, pessoas perseguidas só por serem cristãs.

6. Coincidência. Assim como Dilma propôs dialogar com radicais do Estado Islâmico, Juliana acha possível dialogar com os extremistas com os quais se aliou para efeito eleitoral. Não dá!

7. Conviria a Juliana ler o livro "O que sei de Lula", de José Nêumanne Pinto (Topbooks Editora): ficaria sabendo da hostilidade com que Lula (suserano das esquerdas) e seus comparsas trataram o seu avô, quando ele voltou do exílio. O livro também registra o despojamento de Brizola, que, apesar de tudo, aceitou ser candidato a vice de Lula em 1998.

8. Mas Juliana conhecerá o chefão e paradigma das esquerdas? Nêumanne Pinto relata que, depois da campanha de 1998, Brizola declarou que Lula, "para subir, não hesitaria em pisar no pescoço da própria mãe."

9. Só mais uma citação. "Brizola disse que Lula cometia erros políticos porque o álcool era mau conselheiro" (Pinto, p. 221). A resposta de Lula é impublicável, mas merece alusão indireta porque ele não mudou e porque traduz a conduta do PT e afins: ele tentou arrastar para a lama a imagem de D. Neusa Brizola e de Neusinha, a esposa e a filha de Brizola. É a conduta daqueles para quem o embate político é um vale tudo, os adversários são inimigos e os meios mais sórdidos se justificam.

10. Sim, Juliana pisou na bola. Ao atacar quem brandiu a bandeira dos EUA, ela pôs em evidência o contraste: quem aprecia os EUA (como o alvo de Juliana) propende, no mínimo, a respeitar a liberdade; já quem venera Cuba e celebra terroristas (como os seus aliados) têm outros valores e querem, para o Brasil, um regime autoritário. Cabe perguntar: ela ignora ou apoia a ideologia liberticida de seus aliados?

Seria melhor Juliana Brizola espelhar-se nas qualidades, não nos defeitos do seu avô Leonel Brizola.

 


Opinião do editor - Saiba por que Gabriel Souza é carta fora do baralho

Não passa de lenda urbana a boataria política que demonstra forte reação do candidato Gabriel Souza, PSD+MDB, que estaria repetindo fenômenos eleitorais parecidos com o que aconteceu nas últimas duas semanas do 1o turno nos casos dos ex-governadores Rigotto, Yeda, Sartori e Eduardo Leite, que partir que neste momento do jogo estavam com índices muito baixos e avançaram em direção á vitória.

O cientista político Eduardo Borenstein, da Arko Advice, pesquisou este caso para dirimir dúvidas, atendendo pedido do editor:

- Em 2002, no dia 24 de setembro, Germano Rigotto (PMDB), de acordo com o Ibope (instituto que hoje se chama Ipsos-IPEC), registrava 18%. No pleito de 2006, em 16 de setembro (Ibope), Yeda Crusius (PSDB) figurava com 17%.  Em 2014, José Ivo Sartori (PMDB), aparecia com 15% no Ibope de 23 de setembro. Na eleição de 2018, Eduardo Leite (PSDB), registrava 26% em 21 de setembro (Ibope).A tendência de Zucco estar em vantagem fica mais clara quando analisamos os números da menção espontânea, onde o eleitor declara seu voto sem que sejam apresentadas as opções de candidaturas. Na espontânea, Zucco registra 24,3% contra 16,2% de Juliana. Ou seja, uma vantagem de 8,1 pontos. Gabriel Souza (MDB) soma apenas 5,9%. Marcelo Maranata (PSDB) registra apenas 1,1%. 


 Pesquisas para presidente em 2026 divulgadas ao longo de setembro mostram diferentes retratos da disputa pelo Palácio do Planalto. Os levantamentos mais recentes de AtlasIntel/Bloomberg, Datafolha, CNT/MDA, Quaest, BTG/Nexus e Real Time Big Data colocam Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas duas primeiras posições dos cenários estimulados analisados.


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As pesquisas foram realizadas em períodos diferentes, com metodologias, amostras e margens de erro próprias. Por isso, seus percentuais não representam uma média da corrida eleitoral. Atlas e Datafolha divulgaram novas rodadas em 17 de setembro; CNT/MDA, no dia 15; Quaest e BTG/Nexus, no dia 14. A pesquisa nacional mais recente do Real Time Big Data foi divulgada em 1º de setembro.


A Fórum acompanha a disputa eleitoral e as pesquisas para a Presidência ao longo da campanha. Os registros oficiais dos levantamentos podem ser consultados no sistema de pesquisas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Pesquisas para presidente em 2026: compare os resultados

Instituto Divulgação Lula no 1º turno Flávio no 1º turno Lula no 2º turno Flávio no 2º turno

Atlas/Bloomberg 17/9 44,1% 41,7% 46,8% 47,2%

Datafolha 17/9 39% 36% 46% 44%

CNT/MDA 15/9 40,6% 30,4% 47,3% 40%

Quaest 14/9 36% 31% 40% 42%

BTG/Nexus 14/9 42% 37% 47% 46%

Real Time Big Data 1º/9 38% 30% 44% 44%

Atlas: Lula tem 44,1% e Flávio, 41,7%

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 17 de setembro registra Lula com 44,1% das intenções de voto no primeiro turno e Flávio Bolsonaro com 41,7%. Renan Santos (Missão) aparece com 5,1%, Augusto Cury (Avante) com 3,5%, Ronaldo Caiado (PSD) com 1,7%, Romeu Zema (Novo) com 1,1% e Samara Martins (UP) com 0,7%.


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Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio, o senador registra 47,2% e o presidente, 46,8%, diferença dentro da margem de erro. A Atlas ouviu 5.018 eleitores entre 11 e 16 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual e o levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-06221/2026.


Datafolha: Lula tem 39% e Flávio, 36%

O Datafolha divulgado em 17 de setembro registra Lula com 39% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 36%. Augusto Cury aparece com 6%, Ronaldo Caiado com 4%, Renan Santos com 3%, Romeu Zema com 2% e Samara Martins com 1%.


No segundo turno entre os dois, Lula marca 46% e Flávio, 44%. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O instituto ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-04029/2026.


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CNT/MDA: Lula tem 40,6% e Flávio, 30,4%

O levantamento CNT/MDA divulgado em 15 de setembro aponta Lula com 40,6% e Flávio Bolsonaro com 30,4% no primeiro turno. Augusto Cury registra 6%, Ronaldo Caiado, 4%, e Renan Santos, 2,7%. Os demais candidatos testados ficam abaixo de 2%.


Em um segundo turno entre Lula e Flávio, o presidente aparece com 47,3% e o senador com 40%. A CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas entre 9 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o registro no TSE é BR-06902/2026.


Quaest: Lula tem 36% e Flávio, 31%

A Quaest divulgada em 14 de setembro registra Lula com 36% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 31%. Augusto Cury tem 7%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado aparecem com 4% cada. Romeu Zema registra 1%.


No segundo turno, Flávio aparece com 42% e Lula com 40%. Os dois estão tecnicamente empatados. A pesquisa ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. O registro no TSE é BR-03607/2026.


BTG/Nexus: Lula tem 42% e Flávio, 37%

A rodada do BTG/Nexus divulgada em 14 de setembro aponta Lula com 42% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 37%. Augusto Cury aparece com 6%, Ronaldo Caiado com 5%, Renan Santos com 2% e Romeu Zema e Samara Martins com 1% cada.


Na simulação de segundo turno, Lula registra 47% e Flávio, 46%, diferença dentro da margem de erro. Foram entrevistadas 2.003 pessoas por telefone entre 11 e 13 de setembro. A margem é de dois pontos percentuais e o levantamento está registrado sob o número BR-04076/2026.


Real Time Big Data: Lula tem 38% e Flávio, 30%

Na pesquisa nacional do Real Time Big Data divulgada em 1º de setembro, Lula registra 38% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, 30%. Augusto Cury aparece com 11%, Renan Santos com 7%, Ronaldo Caiado com 4% e Romeu Zema com 2%.


Em um eventual segundo turno, Lula e Flávio aparecem numericamente empatados, com 44% cada. O levantamento ouviu 2 mil eleitores entre 27 e 31 de agosto, por telefone e internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o registro no TSE é BR-03490/2026.


Distâncias variam entre os levantamentos

No primeiro turno, a diferença numérica entre Lula e Flávio varia de 2,4 pontos percentuais na Atlas a 10,2 pontos na CNT/MDA. O Datafolha registra três pontos de distância; Quaest e BTG/Nexus, cinco pontos; e o Real Time Big Data, oito pontos.


Nos confrontos de segundo turno, Atlas, Datafolha, Quaest e BTG/Nexus apresentam diferenças entre Lula e Flávio dentro das respectivas margens de erro. O Real Time Big Data registra empate numérico em 44%. Na CNT/MDA, Lula aparece com 47,3% e Flávio com 40%.