Artigo, Carlos Pauletto - Sartori lança o programa "Meu assalto, minha vida !"

Devido às muitas críticas na área da segurança no Rio Grande do Sul, são injustificáveis para o governador Santori (PMDB), só por que o índice de homicídios (gaúchos mortos com violência) e roubos de carros bateu recordes no 1º ano de seu governo e que isto deixou a população gaúcha em pânico e insegura, isto segundo Sartori (PMDB), só acontece por que a população gaúcha é culpada, está saindo muito de casa, provocando e estimulando os assaltos.

E por favor, parem de me criticar, me cobrando coisas que eu não tenho, que é projeto para o Rio Grande e competência, então gente a culpa é de vocês que me colocaram aqui se queixa Sartori, e agora vão ter que me engolir,  e se não quiserem ficar em casa, então venham para o meu programa “MEU ASSALTO, MINHA VIDA”, que é um curso de capacitação, mostrando como ser assaltado sem perder a vida e nem a dignidade  ou então fiquem em casa, por favor.

Mas agora segundo Sartori (PMDB) o problema vai ser resolvido com o programa “MEU ASSALTO, MINHA VIDA”, que vai capacitar a população gaúcha de como ser assaltada e não ser morta, a primeira coisa é relaxar, pois o assalto é inevitável, então orienta Sartori (PMDB) que no seu programa de segurança, a vitima tem que ser mais simpática, mais receptiva com o assaltante,  cumprimentando com um bom dia, boa tarde ou boa noite, tratá-lo com dignidade chamando-o de senhor, importante levar uma rosa consigo e entregar para o assaltante, e quando terminar o assalto e se sobreviver,  a vítima deve agradecer  e desejar um bom dia de trabalho para o assaltante.

Sartori (PMDB) acredita que com esta relação mais afetiva na hora do assalto, e procurando estender a relação convidando o assaltante para um happy hour, ou até um churrasco na sua casa, e combinando através de agendamentos, futuros assaltos, com dia, local e hora,  marcada, facilitando a vida do assaltante, assim o bandido ficará menos estressado, menos violento, se sentindo acarinhado, na hora do crime.
Sartori (PMDB) disse sejam menos crítico com o meu governo e se capacitem para serem vítimas mais queridas com os bandidos.

Para promover este programa Sartori (PMDB) vai contratar o jornalista norte americano Deividy Boston, jornalista este que se intitula de fenômeno ou fabuloso, ele Deividy acredita que os petistas é que estão inventando estas estatísticas de aumento de crimes no estado gaúcho, pois ele tem falado com os gaúchos que residem nos EUA, e eles lá não tem este problema, isto é, não são todos os gaúchos que tem problema de assaltos, só os que moram no Rio Grande do Sul, portanto  os petistas estão inventando a metade destes assaltos.

Inclusive Deividy, se considera um injustiçado por não ter ganhado ainda um prêmio NOBEL de literatura ou um prêmio PULITIZER, já que o jornalista se considera o que tem de melhor tanto na literatura quanto no jornalismo, Deividy acredita que a Academia Real de Letras da Suécia, que escolhe os premiados, está recheada de petistas que lhe prejudicam.

Deividy Boston também é chamado carinhosamente nos EUA de small thigh, coxinha em português, ou de small peacock, em português significa pavãozinho.
Deividy também disse que estas pesquisas realizadas pelo instituto Paraná que coloca o Sartori (PMDB) como um dos três governadores com pior avaliação no Brasil, não é verdadeira, e que o instituto deve ser petista.
Deividy trabalha para o jornal americano Without Hour em português, jornal Sem Hora.

Com relação aos veranistas na praia de torres, onde uma multidão de aproximadamente 8 pessoas, abraçavam e tiravam fotos com o Sartor (PMDB), muito divulgado pela mídia gaucha, Deividy afirmou, que aquilo não foi montagem organizada pela comunicação do Sartori (PMDB), foi sim espontânea, as pessoas estavam agradecendo ao Sartori (PMDB) pelas fortes emoções que passaram em 2015 com assaltos a qualquer hora do dia, e o servidor público identificado na reportagem, agradecia o Sartori (PMDB), pela forte emoção de nunca saber se iria receber o salário ou se ele viria  parcelado, o resto é conversa de petistas.
Deividy ainda disse que esta coisa de não colocar o PT como o partido mais corrupto no Brasil e sim o PSDB, PMDB e o DEM com mais políticos cassados, relatado pelo MCCE (Movimento de combate á Corrupção
Eleitoral) é por que só tem petistas lá e que é tudo mentira.

Disse ainda  Deividy que o seu ídolo político é, e sempre será o Sartori, e não importa quantos gaúchos sejam mortos em assaltos,  pois a culpa não é do Sartori e sim dos gaúchos que não estão preparados para serem vítima de assaltos.


          Deividy Boston, concluiu com a seguinte frase: I Love Sartori!

O Congresso aprovou e Dilma sancionou a lei que cria o Dia do Tambor Crioula

Se alguém acha que a presidente Dilma Roussef não está fazendo nada, terá que revisar sua percepção, porque ela acaba de assinar a lei que cria o Dia do Tambor Crioula, seja lá o que isto signifique.

Será 18 de junho, data também do aniversário do editor.

CLIQUE AQUI para conhecer o inteiro teor da nova lei aprovada pelo impoluto e operoso Congresso Nacional.
CLIQUE AQUI para conhecer as razões do projeto.

Sartori contém despesas correntes por mais 180 dias. Economia prevista será de R$ 1 bilhão.

Os cortes ajudaram a enfrentar a queda real na arrecadação do ICMS ao longo de 2015, que teve redução na ordem de R$ 1 bilhão por conta da retração na economia do país.

As despesas de custeio compreendem um amplo leque de compromissos financeiros do Estado a cada mês, fundamentais ao funcionamento da máquina pública, assim como serviços em áreas como saúde, educação e segurança pública. Nestes R$ 4,05 bilhões constam pagamentos desde uma simples conta de luz de uma repartição pública, comida para os apenados, combustível para as viaturas, manutenção de escolas, transporte escolar, diárias da Brigada Militar e convênios com hospitais e prefeituras, bem como os investimentos em obras com recursos do Tesouro.

O decreto traz restrições, por exemplo, para compra de passagens aéreas, diárias de viagem para fora do Estado, prorrogação de convênios com despesa para o Estado, novos contratos de aluguel e equipamentos e suspende a abertura de concursos públicos e nomeações para cargos de provimento efetivo. A norma prevê que concursos com validade a expirar nos próximos 180 dias poderão ser prorrogados por seus secretários.


Redução maior em diárias e passagens

A partir das determinações do governador, um dos principais focos sob controle da Secretaria da Fazenda está nas viagens para outros estados. No ano passado, a redução com diárias para fora do Estado caiu 64% (economia de mais de R$ 2,1 milhões) e de passagens aéreas de 54% (economia de R$ 3,9 milhões).

Na comparação com 2014, a economia mais expressiva se deu na aquisição de material permanente. O recuo passou de R$ 617 milhões, uma diminuição de 67%. Outro reflexo direto da crise das finanças está nos valores destinados para obras. Os R$ 433 milhões investidos com recursos próprios reproduzem uma média dos últimos anos, porém caíram 19% ante 2014.

Entre os principais itens controlados pelas medidas do governo, os contratos terceirizados e a locação de imóveis foram os únicos que não tiveram redução, uma vez que são contratos firmados com cláusulas de correção anual. No entanto, o crescimento ficou bem abaixo dos próprios índices de inflação.

Principais pontos do decreto

Ficam vedados pelo prazo de 180 dias no Poder Executivo, incluídas autarquias e fundações, a criação de novos gastos:

- Passagens aéreas

- Contratação ou renovação de contratos de consultoria;

- Celebração de contratos de prestação de serviços terceirizados

- Celebração ou prorrogação de convênios que impliquem em despesas para o Estado;

- Contratos de aluguel de imóveis e de equipamentos

- Aquisição de material permanente, excetuadas aquelas cujo valor individual ou coletivo seja
inferior a R$ 3 mil.

Área de pessoal

Art. 2º Ficam suspensas na Administração Direta, nas Autarquias e nas Fundações, pelo período estipulado no art. 1º deste Decreto, as seguintes iniciativas relativas à pessoal:

- Abertura de concurso público ou de processo seletivo;

- Criação de cargos;

- Criação, alteração ou reestruturação de quadro de pessoal;

- Criação de novas gratificações ou alteração daquelas já existentes;

- Nomeação para cargos de provimento efetivo;

- Contratação de pessoal;

- Contratação temporária, nos termos do art. 19, inciso IV, da Constituição Estadual;

- Remoções com ajuda de custo;

- Promoções ou progressões nos quadros de pessoal.

Pós-graduação e participação em congressos

Art. 6º O afastamento de servidores e agentes públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações, com ônus para o Estado, a fim de participarem de cursos de pós-graduação, especialização, mestrado ou doutorado, bem como de seminários, congressos e similares, a serem realizados fora do Estado, fica condicionado à prévia autorização do Secretário Chefe da Casa Civil.


Texto e edição: Secretaria de Comunicação

  <Mais notícias> 

Nota da Manitowoc sobre fechamento da indústria em Passo Fundo, Brasil

A suspensão das operações de fabricação é um passo necessário a ser dado devido às condições desfavoráveis de mercado na região, juntamente com outros fatores políticos, sociais e econômicos.

Estas mudanças operacionais ocorrem em resposta à queda da demanda por nossos produtos.

Lamentamos ter de tomar essa difícil atitude, especialmente considerando nosso investimento na região nos últimos cinco anos, que ultrapassou nosso compromisso inicial em mais de 30 milhões de reais.

A empresa tem fabricado seus equipamentos com uma parcela significativa de componentes locais, de acordo com nosso plano original. Aumentamos o número de modelos de Guindastes para Terreno Acidentado (RT) produzidos em Passo Fundo além da proposta original. Também ampliamos os mercados os quais são atendidos com guindastes fabricados no Brasil, no esforço de manter o funcionamento da unidade de Passo Fundo. Infelizmente, nenhuma dessas ações foi suficiente para compensar a falta de demanda por nossos produtos. Desse modo, a Manitowoc, assim como outras empresas,  precisou tomar medidas para se manter competitiva.

A produção será suspensa por um período indeterminado, no entanto, nossa intenção é restabelecê-la, bem como nossas parcerias com a rede de fornecedores, assim que as condições de mercado permitem.

Temporariamente pretendemos manter um pequeno grupo de funcionários para realizar atividades de transição até fevereiro.

A longo prazo, e até que seja tomada a decisão de restabelecer as operações de fabricação, manteremos uma força de trabalho reduzida de aproximadamente 20 funcionários para sustentar as atividades relacionadas às nossas vendas,  serviços, finanças e administração que atenderão a região.


Embora essa seja uma noticia difícil para os nossos colaboradores, fornecedores, parceiros e a comunidade em geral, estamos comprometimento inteiramente com a execução de uma transição tranquila. Além disso, estamos trabalhando em estreita colaboração com a prefeitura, outros funcionários do governo e representantes do sindicato para garantir um resultado satisfatório para todos os envolvidos.

Artigo, Marcelo Aiquel - O cinismo é impressionante

    Hoje é domingo (10/01/16) e, ao invés de estar descansando, me sento à frente do computador para escrever novos gritos de alerta.
    Plagiando o magistral Thomas Jefferson: “o preço da liberdade é a vigilância eterna”.
    Por esta singela razão, enquanto a nação correr algum perigo, não se pode descansar. Nem aos domingos!
    O Brasil vive um cenário de hipocrisia e cinismo “nunca antes visto na história desta terra”, como diria – do alto da sua iletrada sabedoria – o profeta de Caetés/PE, o dr. honoris causa que, coincidentemente, não ministrou mais NENHUMA palestra após estourar o escândalo das empreiteiras. Que eram as fontes pagadoras das bazófias do molusco do mal.
    POR QUE SERÁ? Se você se enquadra entre os admiradores do líder do PT, já se perguntou isso?     NENHUMA palestra proferida. E o sujeito dava várias por mês. Em outros países inclusive, mesmo que não saiba sequer comunicar-se decentemente no seu próprio idioma.
    O que explicaria o fim deste fenômeno, senão a descoberta das justificativas que recebem desculpas recheadas de cinismo e hipocrisia?
     Outro dia escrevi, e vou repetir (em negrito):
      “Nem todo imbecil é hipócrita. Mas todo hipócrita é um imbecil.”
      O mesmo serve para os CÍNICOS. Inclusive os de plantão nas redações dos jornais. E também (especialmente para) os da classe intelectual da nação!
      Pois agora, ao pipocar na imprensa as notícias de novos corruptos, os defensores desvairados do Lulo-Petismo partem para o ataque, raivosos como seu chefe: “O PSDB também foi denunciado”. “Viram, não éramos somente nós!”.
      Como se uma tese defensiva deste quilate pudesse convencer alguém.
      Nem o mais néscio dos humanos aceitaria uma desculpa como esta. Ah, me esqueci dos eternos defensores do chefe e do partido. Mas, estes, data vênia, são todos hipócritas, ou cínicos, ou ambos. Ou estão a levar algum tipo de vantagem. Posso apostar que indevida e ilegal. Encontrarei reais adversários dispostos a bancar tal desafio? Duvido!
      E, caso esta fajutíssima (e ridícula) tese defensiva venha a, por um aborto da natureza, vencer, já imagino o que farei:Passarei a justificar todo e qualquer deslize que possa cometer como algo normal. “Afinal, fulano também fez...”. E estará resolvida a questão.
      Porém, será que a esquadra bolivariana terá o mesmo entendimento quando a hipocrisia lhe for contrária?
      A história da esquerda mundial prova que não. Ah, alguém quer apostar? Não! Pois contra fatos não há argumentos.
      Portanto, chega de escutarmos silentes estas justificativas esfarrapadas (“as doações foram legais”; “eu não sabia de nada”; ou “é golpe!”).
      Chega de hipocrisia. Chega de cinismo. Chega disso tudo.
      Ou se faz justiça ou vamos trocar o nome do Brasil. Sugiro, como nomes alternativos “roubolândia”. Ou, quem sabe, “terra da impunidade”.

      E da falta de vergonha!

Pedro S. Malan*: O 14º ano do lulopetismo no poder

- O Estado de S. Paulo, domingo, 10 de janeiro. 

Dilma, lidando com ‘o pós-Lula’ foi o título de artigo que publiquei neste espaço quase cinco anos atrás (13/3/2011). À época, a expressão pós-Lula causava marcado desconforto a muitos, que resistiam a vê-la como forma abreviada de se referir ao período que se seguiria ao término dos oito anos (2003-2010) da administração Lula. O artigo explorava possíveis razões do desconforto com essa expressão.

Agora, neste início do crucial ano de 2016, estamos vivendo uma situação em que Lula e o PT já estão “lidando” com o pós-Dilma, isto é, focando no futuro de ambos, mesmo anos antes do que consideram de público a única legítima data-limite (2018) para se falar abertamente sobre o pós-Dilma. Mas o fato é que antes de 2018 vêm as eleições de outubro de 2016. E antes disso Lula e o PT e os movimentos sociais sobre os quais têm grande influência estarão se posicionando e/ou reposicionando em relação ao governo Dilma – à luz do desempenho da economia e de seus próprios, e prioritários, instintos de sobrevivência política.

Lula e o PT já foram capazes de cometer enorme injustiça com o competente ex-ministro Joaquim Levy, responsabilizando-o, e não ao governo Dilma, pelo péssimo desempenho econômico de 2015 – contratado muitos anos antes, desde a gestão Lula 2. Foram inúmeros os manifestos e pronunciamentos do lulopetismo, no correr de 2015, contra a “política econômica do ministro Levy” e a favor da “retomada imediata do crescimento”. Para os dessa grei, apenas uma questão de “vontade política”. Tenho certeza que esse não é o caso do novo ministro da Fazenda.

Mas o ano que se inicia é o 14.º – e crucial ano do lulopetismo no poder. Crucial para Dilma, para o PT e para Lula. E muito mais importante para o Brasil, dadas a lastimável situação em que se encontra a sua economia, a disfuncionalidade de sua política e as consequências do inédito processo de investigação ora em curso sobre ligações perigosas entre pessoas (públicas e privadas) e empresas (privadas e estatais). Nunca antes na História deste país tivemos o grau de incerteza que resulta da interação destas situações de crise.

Sairemos dela um dia, estou seguro, embora a um custo que ainda não nos é dado avaliar exatamente, mas sabemos que está sendo e será ao fim e ao cabo muito alto em termos de empregos que foram perdidos, de renda e empregos que não foram gerados, de renda real perdida para a inflação, de queda de produção, do investimento que não se realizou, de poupança que se evaporou e de sonhos e expectativas frustrados, especialmente para aqueles que haviam adquirido a sensação de um permanentemente conquistado melhor padrão de vida para si e para os seus. É duro encarar por alguns anos a realidade mesmo em países ricos, com renda per capita de três a seis vezes maior que a nossa. Aqui é bem pior a sensação de mal-estar com ilusões perdidas.

O mal-estar pode ser especialmente daninho para a necessária recuperação de um maior grau de confiança no País (que certamente existe), mas principalmente, agora, de confiança no governo e em sua capacidade de coordenação com o Congresso e de comunicação transparente com a sociedade – que deixa, e muito, a desejar.

Para tal o governo precisaria dar demonstrações críveis à sociedade de que a) tem um diagnóstico adequado da situação (neste início de 2016); b) tem um entendimento, que faça sentido para a população, do processo pelo qual chegamos (o País) à situação atual (o passado recente); e c) não menos importante, com base em a) e b), que tem um conjunto de ações, não pura retórica nem proveniente de indevida “gerundização da política” (do tipo vamos estar fazendo, vamos estar providenciando, vamos estar estudando). Afinal, estamos entrando no 14.º ano do lulopetismo no poder.

Não é verdade, como por vezes parece insistir o governo, que tenhamos chegado à situação atual de repente, não mais que de repente, surpreendidos apenas no final de 2014, após o resultado das urnas. Agora, em abril deste ano, estaremos completando dois anos de uma recessão que começou em abril de 2014, cujas bases foram, no fundamental, sendo lançadas por ações, omissões e erros do governo ao longo de anos anteriores a 2014 – na verdade, anteriores a Dilma 1, apenas continuados e acentuados no seu período.

Para a difícil tarefa de entender o presente, e poder vislumbrar o tipo de ações que este e o futuro exigem, é preciso ter alguma narrativa minimamente coerente sobre o passado através do qual chegamos à situação atual. Não qualquer narrativa, destinada a militantes partidários e simpatizantes de sempre, mas uma que parcela expressiva da opinião pública brasileira considere que lhe pareça fazer sentido, dizer-lhe respeito, ser-lhe útil, ajudá-la a entender um pouco melhor a sua circunstância, o seu futuro e dos seus. Isso é tarefa para lideranças políticas capazes de se comunicar de forma convincente e respeitosa para com a inteligência dos brasileiros.

Pode parecer fácil. Mas não é. Tanto é assim que nem o governo – que, afinal, tem a responsabilidade principal – nem as oposições estão sendo capazes de fazê-lo. Mas acho que temos avançado, apesar das aparências em contrário. Ao menos há menor espaço para a mentira, a desfaçatez e a hipocrisia. E certamente menor espaço para erros associados a velhas e perigosas ilusões – que não têm futuro.

Como escreveu Paul Volcker em seu famoso relatório para a ONU (Boas Intenções Corrompidas: o Escândalo do Programa Petróleo por Alimentos): “Após mais de 50 anos de experiência, tive inúmeras oportunidades de observar em primeira mão a frustração das boas intenções: debates infindáveis, defesa de interesses muito especiais, falta de visão ampla e oportunidades perdidas entre o impasse político e a inépcia administrativa”.

Como diria o grande Ancelmo Gois: “Deve ser duro viver em países assim”.

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* Pedro S. Malan é economista, foi ministro da fazenda no governo FHC


Eis o estágio das Obras da Copa prometidas por Fotunati em Porto Alegre

Obra: viaduto São Jorge (3ª Perimetral)
Estimativa de conclusão: viaduto concluído, alças de acesso a concluir em abril
Status: em andamento

Obra: trincheira da avenida Anita Garibaldi (3ª Perimetral)
Estimativa de conclusão: 2º semestre de 2016
Status: em andamento

Obra: trincheira da avenida Cristóvão Colombo (3ª Perimetral)
Estimativa de conclusão: 2º semestre de 2016
Status: em andamento

Obra: trincheira da avenida Ceará (3ª Perimetral)
Estimativa de conclusão: dezembro de 2016
Status: em andamento

Obra: trincheira da avenida Plínio Brasil Milano (3ª Perimetral)
Status: sem previsão de início

 Obra: corredor da avenida Protásio Alves
Estimativa de conclusão: março de 2016
Status: fase final de execução

Obra: corredor avenida Bento Gonçalves
Estimativa de conclusão: março de 2016
Status: fase final de execução

Obra: corredor da avenida João Pessoa
Estimativa de conclusão: março de 2016
Status: fase final de execução

Obra: duplicação das avenida Beira-Rio e Padre Cacique
Status: concluída

Obra: duplicação da avenida Voluntários da Pátria (trecho 1)
Estimativa de conclusão: 2º semestre de 2016
Status: em andamento

Obra: duplicação da avenida Voluntários da Pátria (trecho 2)
Estimativa de conclusão: sem previsão
Status: depende de liberação de áreas em desapropriação

Obra: viaduto Júlio de Castilhos
Estimativa de conclusão: entregue
Status: liberado para circulação

Obra: nova parada de ônibus da rodoviária
Estimativa de conclusão: licitação prevista para o 1º semestre de 2016
Status: em projeto

Obra: prolongamento da avenida Severo Dullius
Estimativa de conclusão: dezembro de 2016
Status: em execução

Obra: duplicação da avenida Tronco
Estimativa de conclusão: dezembro de 2017

Status: em execução