Editorial desta sexta-feira do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba

Editorial desta sexta-feira do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba

“Insinuações perigosas”

A cada semana a direção do Partido dos Trabalhadores vai revelando aos poucos o que realmente pensa. Em carta publicada na página oficial do partido na segunda-feira (8), o presidente do PT, Rui Falcão, sai novamente em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inovando em matéria de graves e levianas insinuações. Além de reafirmar o discurso de ocasião, de que Lula estaria sendo atacado porque saiu da Presidência com aprovação inédita e porque deixou um legado “de realizações a favor dos mais pobres”, Falcão agora inclui um novo ingrediente – as investigações contra o ex-presidente seriam fruto de um “consórcio entre a oposição reacionária, a mídia monopolizada e setores do aparelho de Estado capturados pela direita quer convertê-lo em vilão”.

É certo que as delirantes acusações de que a oposição e a mídia fazem um complô contra o ex-presidente já se tornaram batidas na rasa retórica petista, de modo que nenhum cidadão minimamente informado consegue ainda levá-las a sério. O que é novo na mania de perseguição da direção da legenda é incluir mais um inimigo fictício, que Falcão chama de “setores do aparelho de Estado capturados pela direita”, numa forma velada de se referir ao aparato investigativo-judiciário, que apura suspeitas envolvendo Lula em inquéritos regularmente instaurados.
A insinuação é bastante grave. Em primeiro lugar, porque Falcão nem sequer apresenta fatos ou dados que sustentem o que declara. Numa atitude leviana, o dirigente petista não oferece nem um único argumento que comprove o tal do “consórcio” contra o partido.

Em segundo lugar, ainda que por falta de coragem não o faça diretamente, Falcão acusa de partidarização o trabalho realizado pelo Poder Judiciário e pelo aparato investigativo-policial no âmbito das operações Zelotes e Lava Jato e no âmbito do Ministério Público de São Paulo. O dirigente petista abusa da mentira e da dissimulação. Essas instituições estão cumprindo o seu dever de forma estritamente profissional. Afinal, Lula é um cidadão brasileiro e, como qualquer outro, não merece especial tratamento.

O Ministério Público e a Polícia Federal jamais poderiam deixar de investigá-lo, e tampouco o Judiciário poderia deixar de aceitar as investigações. Se concedessem ao ex-presidente garantias especiais, estariam violando o princípio pelo qual todos são iguais perante à lei. O esperneio do PT, nesse sentido, é completamente antirrepublicano.

Quando se junta a propaganda em vídeo de 30 segundos em que Falcão defende Lula (transmitido em cadeia nacional na semana passada) com o texto divulgado no site do partido nesta segunda-feira, fica clara a estratégia do PT em tentar mobilizar as militâncias para travar uma campanha ideológica pautada no discurso delirante, sem respaldo nos fatos.

Só que nesta semana, pela primeira vez, o partido deu um passo que soa como uma estratégia de intimidação contra as investigações em curso. Isso porque, além de mentir ao dizer que o aparato investigativo-judiciário foi “capturado pela direita”, Rui Falcão convida a militância a ingressar nas fileiras da defesa de Lula: “É tarefa da militância e de quem tem compromissos com a democracia combater a escalada golpista e o cerco criminoso ao Lula”.


Com essa declaração, o presidente do PT vai muito além da campanha desinformativa e da lógica simplista que o partido vem tecendo ao longo das últimas semanas. Entra no perigoso terreno de manipular a militância de seu partido e jogá-la contra as instituições que desempenham suas funções com independência e correção. É preciso muita atenção aos próximos passos do PT em sua estratégia de pressionar o Poder Judiciário e os órgãos fiscalizadores, até porque já está marcada uma manifestação em defesa de Lula para o próximo dia 17, em frente ao Fórum Criminal da Barra Funda em São Paulo, quando o ex-presidente irá depor ao Ministério Público.

Eis as 50 cidades mais desenvolvidas do Sul do Brasil

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro publica todos os anos o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Nesta edição, Concórdia (foto), no oeste catarinense, lidera o ranking na região Sul. Organizada pelo Portal AMANHÃ, a lista traz 24 cidades gaúchas, 15 paranaenses e 11 catarinenses. Lajeado é a primeira localidade do Rio Grande do Sul a aparecer no levantamento enquanto Maringá é o melhor município do Paraná. Curitiba é a única capital da região a figurar no ranking (veja a lista completa a seguir). No Brasil, Extrema, em Minas Gerais, é a campeã com o índice de 0,905.

Metodologia
O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal varia de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade. A nota é calculada segundo a análise de três conjuntos de indicadores. Em Educação, a federação analisa o número de matrículas na educação infantil, a proporção de estudantes que abandonam o ensino fundamental, além da distorção idade-série, o número de professores com ensino superior, a média de aulas diárias e o resultado do Ideb no ensino fundamental. Já em Emprego e Renda, o índice leva em conta o quanto a cidade gera de empregos formais, sua capacidade de absorver a mão de obra local, quanto de renda formal é gerada, os salários médios e a desigualdade social. O índice de Saúde é calculado, por sua vez, com base no número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis por causas evitáveis e número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB). O ano-base de todos os indicadores usados na pesquisa é 2013.
Acesse aqui o relatório completo.
Pos.CidadeUFIFDM
ConcórdiaSC0,8933
LajeadoRS0,8813
Arroio do MeioRS0,8758
MaringáPR0,8740
ApucaranaPR0,8729
WestfaliaRS0,8673
PanambiRS0,8666
São Bento do SulSC0,8648
CianortePR0,8647
10ºCampo MourãoPR0,8643
11ºParanavaíPR0,8627
12ºCuritibaPR0,8618
13ºBento GonçalvesRS0,8613
14ºPato BrancoPR0,8607
15ºChapecóSC0,8602
16ºBalneário CamboriúSC0,8594
17ºIbirubáRS0,8590
18ºNavegantesSC0,8579
19ºMarauRS0,8571
20ºMedianeiraPR0,8545
21ºItajaíSC0,8538
22ºParaíRS0,8535
23ºCampo BomRS0,8532
24ºSanta RosaRS0,8519
25ºBlumenauSC0,8514
26ºFrancisco BeltrãoPR0,8511
27ºToledoPR0,8507
28ºCascavelPR0,8494
29ºIvotiRS0,8486
30ºSanta Cruz do SulRS0,8483
31ºMandaguariPR0,8480
32ºJaraguá do SulSC0,8476
33ºGramadoRS0,8473
34ºNova PetrópolisRS0,8452
35ºCascaRS0,8449
36ºBrusqueSC0,8444
37ºIjuíRS0,8434
38ºVeranópolisRS0,8433
39ºFarroupilhaRS0,8432
40ºPresidente LucenaRS0,8430
41ºJoinvilleSC0,8430
42ºSerafina CorrêaRS0,8425
43ºLondrinaPR0,8411
44ºEncantadoRS0,8397
45ºTeutôniaRS0,8394
46ºSão José do InhacoráRS0,8387
47ºTimbóSC0,8387
48ºUmuaramaPR0,8380
49ºNova BassanoRS0,8377
50ºJandaia do SulPR0,8375
- See more at: http://www.amanha.com.br/posts/view/1814#sthash.3o7CEFdh.dpuf

'A Venezuela já implodiu, e é preciso haver um pacto', diz historiadora de Caracas

'A Venezuela já implodiu, e é preciso haver um pacto', diz historiadora

SAMY ADGHIRNI
DE CARACAS /Folha de São Paulo

Uma das intelectuais mais respeitadas da Venezuela, a historiadora e cientista política Margarita López Maya diz que o país já implodiu e que a única solução à grave crise econômica e social é um pacto entre o governo chavista e a oposição, hoje no comando da Assembleia Nacional unicameral.
Para López Maya, que recebeu a Folha em seu escritório, a alta participação e o resultado contundente em favor dos opositores na eleição legislativa de dezembro reflete uma mudança já em curso.
Ela questiona, porém, a viabilidade dos esforços parlamentares para abreviar a Presidência de Nicolás Maduro e afirma que uma renúncia seria a opção mais viável.
López Maya diz que o apego popular ao chavismo se esvai aos poucos, como o desencanto de uma relação amorosa, e critica a mentalidade venezuelana rentista que existia já antes de Hugo Chávez (1999-2013).
*
Folha - A transição já começou na Venezuela?
Margarita López Maya- O voto de dezembro foi em favor de uma mudança política, que começou pelo Legislativo, agora independente do Executivo. Isso abre caminho para uma transição democrática ou de qualquer outra natureza. Estamos indo em direção a algo diferente. Maduro tem uma carta na manga, que é ter sido designado por Chávez, mas é um homem incapaz, ignorante e indeciso.
Ele está na política desde os 14 anos de idade, foi chanceler, presidente da Assembleia Nacional, um alto quadro do PSUV [partido chavista], mas revelou-se uma nulidade. Isso gera desgosto e angústia dentro do chavismo, e alguns grupos se movimentam para removê-lo, mas não sei até que ponto isso pode surtir efeito.

Há perspectiva de saída de Maduro no curto prazo?
Muitos cenários estão em aberto. O mais barato e menos traumático é a renúncia, embora não haja sinal de que isso ocorrerá. Se a situação se tornar economicamente insustentável, algo que deve acontecer neste ano, pode chegar o momento em que ele terá de cair. Caso renuncie, a Constituição obriga a convocar uma eleição. [O vice-presidente] Aristóbulo [Isturiz] assumiria a Presidência por 30 dias até que se realize esta eleição, que, aliás, o governo não teria condições de ganhar.
Acho que a aposta do governo é dar um jeito de conseguir dinheiro para chegar até janeiro, porque, se Maduro sair a partir desta data, Aristóbulo ficaria na Presidência até o fim do mandato [2019].
De todo modo, tem de haver acordo com a oposição. Mesmo que haja eleições antecipadas e que a oposição conquiste o Executivo, ela precisará compor com todo o aparato administrativo e os quadros militares chavistas. E, se houver renúncia depois de janeiro, Aristóbulo também precisaria de um pacto para se manter.
Como seria esse pacto?
O país já implodiu, e medidas econômicas são indispensáveis para reverter a crise.
Mas antes de implantar um pacote, é preciso adotar medidas sociais de emergência para proteger as pessoas que dependem de produtos regulados, pois essas pessoas ficarão muito afetadas quando houver uma desvalorização.
A pobreza subiu para 72%. Sem essas medidas, haverá fome. Você não pode deixar as pessoas expostas à tempestade. Um pacto também é necessário para renovar os poderes públicos. A oposição não pode fazer nenhum acordo com o governo se não houver mudança no Tribunal Supremo de Justiça (STJ, corte suprema), no Ministério Público e outros órgãos que precisam recuperar sua independência e autonomia.
Um setor da oposição defende uma emenda constitucional para abreviar o mandato presidencial e outro prefere um referendo revogatório.
Tudo isso é muito complicado. As leis não têm caráter retroativo. Se você aprovar uma lei, ela vale para o mandato seguinte, não para o atual. Além disso, uma emenda precisaria passar pelo TSJ, onde será certamente bloqueada. Ou seja, este caminho não procede.
Um revogatório também é complicado porque as pessoas estão mais preocupadas com seus problemas diários do que em se mobilizar numa coleta de assinaturas e depois votar em um referendo. Acho que a oposição se deu seis meses para encontrar uma saída com a esperança de que Maduro renuncie.
As divisões dentro da oposição e do governo dificultam a definição dos respectivos candidatos em caso de eleição antecipada?
Não acho. Estamos falando de uma presidência para conduzir um processo de transição durante três anos até terminar o mandato de Maduro. Esse presidente teria que ter um perfil muito específico. É preciso alguém disposto a se sacrificar pela pátria, um veterano, como foi Adolfo Suárez na Espanha após a morte do [ditador Francisco] Franco [1975].
Poderia ser [o presidente opositor da Assembleia Nacional, Henry] Ramos Allup, que tem 72 anos e está no final de sua carreira política.
Do lado do chavismo é mais complicado, não porque há muitos candidatos, mas justamente porque não há ninguém. Na ciência política existe a figura do herói da retirada, o homem que poderia ajudar o chavismo a sair de cena com dignidade. O PSUV teria que buscar alguém capaz de capturar gente para além do chavismo. Poderia ser Aristóbulo.
O resultado de dezembro foi um voto castigo ao governo ou um pedido para mudar o modelo?
As duas coisas. Houve participação massiva, de mais de 70%. Isso é quase um comparecimento em nível de eleição presidencial.
Como em quase todas as eleições na era Chávez, as pessoas votaram como se fossem morrer caso não o tivessem feito. E é sempre um voto contra ou o favor do modelo no poder. Por isso mesmo, por esse caráter plebiscitário, foi um claro rechaço à gestão de Maduro. E isso significa que se quer uma mudança não só dos atores, mas da maneira como o país está sendo conduzido.
Não me atrevo a ir mais longe porque houve forte abstenção no setor chavista. As forças de oposição conquistaram cerca de 400 mil votos a mais que na eleição presidencial de 2013. O voto chavista caiu em mais de dois milhões. Há um desejo de mudança mas não necessariamente um voto em favor da oposição que esteja claro.
Muitos dizem que a oposição ganhou graças a um voto "emprestado".
Desde 2013 o chavismo vem perdendo voto. Até mesmo a última reeleição de Chávez, em 2012, foi a sua vitória com menor porcentagem, cerca de 54%. Na primeira vez, em 1998, ele teve 56%, depois 60% e 64%. Há um deslocamento paulatino rumo à oposição, mas ainda não há um voto contundente em favor da oposição.
Por que não há esse voto contundente em favor da oposição?
O chavismo foi uma força política muito popular que teve seu apogeu em 2006, quando a sociedade estava dividida entre uma maioria de mais de 60% e uma minoria de 35 ou 38%. Hoje a coisa está se invertendo. É como na vida amorosa, quando nos desencantamos pouco a pouco do parceiro. Muitos ainda pensam: 'estou desencantado, mas não posso votar nesses inimigos de Chávez e da pátria', mas cada vez mais se aproximam da oposição.
Falta proposta clara à oposição?
Essa história de que a oposição não tem mensagem é relativa.
Há dois modelos de sociedade em disputa. Um é o que se chama socialismo do século 21, centralizado, hierárquico, com forte concentração de poder no Executivo e no qual tudo pertence e é regulado pelo Estado.
O outro é capitalista, mais ocidental e moderno e supõe uma democracia mais representativa. Mas essa alternativa não é completamente clara porque há coisas que são politicamente custosas de dizer na Venezuela.
Ninguém na oposição fala do que fazer com a estatal petroleira. A Venezuela é um país petroleiro, rentista e acostumado a um petroestado que provê tudo desde antes de Chávez. Nos últimos 17 anos, porém, o discurso chavista reforçou ainda mais essa visão de que o Estado tem que te proteger, te dar casa e comida.
Estados podem prover infraestrutura, esgoto, terrenos, créditos, empregos etc, mas casa? Aqui o governo se compromete a dar casa a todos aqueles que não têm. É algo impossível de fazer. Há uma distorção muito forte na cultura dos venezuelanos, que vem do rentismo e que faz com que seja muito difícil corrigir o discurso político.
Tivemos uma crise pesada nos anos 1980, o governo ficou muito endividado, a arrecadação petroleira caiu, a inflação ficou galopante e havia escassez. A crise de hoje é a mesma, que não foi solucionada.
Nas vacas gordas, entram tantos dólares que vale a pena importar qualquer coisa porque sai mais barato do que produzir aqui. E quando o preço do petróleo cai, o aparato produtivo já ficou destruído. O petróleo se manterá baixo e vai obrigar a buscar uma saída. Mesmo que suba, ficará em torno de US$ 30 ou US$ 40 o barril, o que é totalmente insuficiente para a Venezuela.
A população está disposta a encarar um aumento da gasolina?
Quando [o então presidente] Carlos Andrés Pérez aumentou a gasolina [em 1989], deu-se o Caracazo [protestos que deixaram centenas de mortos]. Mas quando [o presidente seguinte Rafael] Caldera implantou suas medidas, o mal estar era tão grande que as pessoas praticamente estavam pedindo alguma reação, e não houve o mesmo impacto.
Maduro já recuou três vezes de aumentar a gasolina, mas as pessoas têm bom senso. O problema é que os efeitos de um aumento não serão sentidos no curto prazo. Aumentar a gasolina não gera mais dólares, ao contrário de uma desvalorização, que é necessária.
Por que não houve outro Caracazo apesar da percepção generalizada de que esta crise é pior que a de 1989?
Naquela época ainda existiam meios de comunicação independentes, que contavam o que estava acontecendo. Hoje há saques diários de caminhões e vários episódios violentos, mas isso não sai na mídia, só nas redes sociais.
O Caracazo já está acontecendo em pequenos episódios que acabam rapidamente controlados. Além da censura, você tem militares por todos os lados na rua. No Caracazo não era assim. A repressão de 2014 ainda é muito presente. Além disso, qual seria a motivação de um novo Caracazo se não há nem sequer alimentos e eletrodomésticos para saquear?


Artigo, Marcelo Aiquel - Realmente o Brasil não é um país sério.

E, infelizmente, os brasileiros também não são

      Sei que muita gente vai se sentir ofendida com esta afirmação do subtítulo. Mas, quando a inteligência nos ensina que só veste uma carapuça quem sabe que ela lhe serve, fique a vontade. Se for o seu caso, bom proveito no uso da dita cuja.
      Então,passo a explicar porque hoje, em pleno feriado da terça-feira gorda, resolvi escrever algo tão óbvio para a maioria das pessoas de bom senso.
      Depois de passar os últimos sessenta dias escutando notícias incessantes, e alarmantes, sobre o maior desastre ecológico das Américas (aquele mesmo que aerudita presidente Dilma chamou de desastre “natural”... como se a natureza tivessealgumaparticipação emum fato causado pelo descaso da mão humana, somado à negligência dos órgãos oficiais), fui surpreendido ontem, ao assistir no Jornal Nacional da TV Globo, com uma matéria mostrando o povo festejando o carnaval na cidade histórica de Mariana, em MG.
      Aos canalhas que lá faziam festa, pouco importava se haviam centenas de vítimas bem ali do lado.
      E se os chamo de canalhas é porque não encontrei outro adjetivo que combinasse mais com o perfil desta gente. Afinal, segundo os nossos dicionários, canalha é a definição correta para alguém de comportamento vil, reles, mesquinho, torpe, repugnante. E eu emendo: egocêntrico e egoísta!
      A irresponsabilidade e o egoísmo de quem resolveu brincar exatamente onde recentemente muitos perderam o que lhes era mais valioso, só porque é carnaval, demonstra que, além de apreciar o circo, estes canalhas não tem memória. Muito menos coração.
      Ignorando completamente a convocação do Papa Francisco para o ano da misericórdia e da solidariedade, este “bloco dos canalhas” resolveu que dançar o carnaval sobre os destroços da tragédia era o mínimo que seu egoísmo permitia. Imagino que muitos destes “urubus de plantão” não quiseram mudar os planos feitos há meses; ou então perder os pacotes turísticos comprados.
      Ou seja, para ajudar na catástrofe pouca gente foi à Mariana(a própria presidente demorou semanas até sobrevoar a área, com a sua pose de inteligente, sempre pronta a fazer novas, falsas, e mentirosas promessas).
      Mas para os feriados de carnaval...
      A euforia dos foliões canalhas ficou ainda mais elevada quando um carro pipa criou uma chuva artificial para refresca-los. A TV mostrou!
      Bem assim. Enquanto a vizinhança sofre com a total falta de água, no carnaval festivo de Mariana se fez até chuva artificial. Com um único objetivo: refrescar estes foliões canalhas.
      Que disparate! Que vergonha!
      E são por fatos lamentáveis como estes que se fala na certeza da reeleição do Lula – o homem mais honesto da nação – já em 2018.
      Afinal, quem vota é exatamente este povo que não é sério; este povo canalha que prefere o circo. E tem memória de formiga.


      Marcelo Aiquel - advogado

Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Dilma sangra, Lula se esfacela

ilma sangra, Lula se esfacela
08/02/2016 - 03h00
Ricardo Noblat

Um Lula mais fraco do que está seria melhor ou pior para o futuro do governo Dilma? A resposta mais fácil é que seria pior. Porque dele deriva a força que assegura a respiração artificial do governo.

É por causa dele que os movimentos sociais, embora de má vontade, ainda sustentam Dilma. O PT só não se esfacelou porque sonha com Lula outra vez presidente em 2019. Parece um sonho impossível?

A levar-se em conta pesquisas de opinião, tudo indica que sim. As investigações da Lava-Jato atingiram em cheio a imagem de Lula.

Pesquisa do Instituto Ipsos, divulgada na semana passada, ouviu 1,2 mil pessoas em 72 municípios do país entre os dias 13 e 27 de janeiro. Antes, portanto, da massificação do noticiário sobre o tríplex da família Lula no Guarujá e do sítio em Atibaia.

Para 25% dos entrevistados, o ex-presidente é um político honesto. Em 2005, no auge do escândalo do mensalão, 49% pensavam assim.

Para 68%, Lula não tem mais moral para falar de ética, ante 57% no mensalão. Na avaliação de 67%, ele é tão corrupto quanto os outros políticos. No mensalão, 49% compartilhavam a mesma opinião.

Sobrou para os partidos, PT na cabeça.

Em 2002, ano em que Lula se elegeu presidente da República pela primeira vez, 37% dos entrevistados disseram que não tinham preferência por nenhum partido. Agora, espantosos 82%.

A opção pelo PT caiu de 28% em 2002 para 6% em 2016. Segundo a pesquisa, o partido é apontado por 71% como mais corrupto do que os demais.

Oito em cada dez entrevistados (82%) consideram que o PT não tem mais moral para falar de ética. Em 2005, com o mensalão, eram 68%. Apenas 15% afirmam que o PT ainda é um partido honesto contra 27% em 2005.

Dilma tem procurado manter distância do PT para tentar escapar do seu desgaste. Não o condena, mas também não o defende. Procede assim em relação a Lula também.

Nem por isso a situação de Dilma melhorou: 92% dos entrevistados acreditam que o Brasil está no rumo errado, e 79% avaliam o governo como ruim ou péssimo.

O impeachment de Dilma é defendido por 60%. Nove em cada dez entrevistados não só apoiam a Lava-Jato como dizem que as investigações devem continuar "custe o que custar", apesar dos estragos na economia.

A corrupção desbancou a saúde como o problema que mais aflige os brasileiros. É a primeira vez que isso acontece desde 2002.

Cerca de 92% dos entrevistados concordam com a afirmação de que “sempre vai existir corrupção no país”. Talvez por isso, 46% imaginam que a Lava-Jato terminará em “pizza”, contra 31% que discordam, e 23% que não responderam à pergunta.

Lula e Dilma estão impedidos de circular livremente pelo país. Só comparecem a solenidades fechadas. Mesmo assim, em sessão do Congresso, Dilma acabou vaiada.

Um panelaço nas maiores cidades do país recepcionou seu mais recente pronunciamento na televisão.

Interlocutores de Lula confidenciam que ele pensa que só se recuperará se o governo se recuperar. Não é bem assim.

O destino de Lula depende mais dos resultados das investigações policiais do que da sorte do governo.

Dilma poderá continuar sangrando até o último dia do seu mandato e, no entanto,  as chances de Lula sucedê-la naufragarem antes.

Ninguém melhor do que ele sabe que isso é verdade. Ninguém melhor do que ele sabe o que fez. Daí o seu silêncio e desespero.

O certo e o errado, por Fernando Henrique Cardoso

O castelo de areia das grandezas do lulopetismo está desabando ao sopro da crise econômica e da Lava-Jato, como tantas vezes escrevi. Em meio ao desmoronamento, o lulopetismo procura embaçar a vista de quem assiste à sua queda dizendo que tudo não passa de uma trama “da direita” para desacreditá-lo por ser “de esquerda”.

Para desmontar a farsa, vale a pena ler a entrevista dada às páginas amarelas da “Veja”, na semana passada, por José de Sousa Martins, importante sociólogo e insuspeito de ser “de direita”. Martins diz que, no caso do PT, a dicotomia direita/esquerda provém da metamorfose do pensamento católico, que separa os bons dos maus, os fiéis dos que não creem. Há na matriz do petismo um reducionismo que transforma os adversários em inimigos e tem dificuldade de lidar com nuances de opinião. É a essa matriz que o lulopetismo busca retornar, agora como farsa.

Sobre a “esquerda” e a “direita” no Brasil, há anos eu repito a frase que ouvi do historiador Sergio Buarque de Holanda quando examinava uma tese de livre-docência sobre a política brasileira no Império. No trabalho, o autor confrontava o pensamento liberal, conservador e progressista. Sergio, referindo-se a um personagem simbólico de nossos conservadores naquele período, perguntou com certa ironia ao candidato: “você acredita que Bernardo Pereira de Vasconcelos lia Edmund Burke (um clássico do conservadorismo inglês, que via com maus olhos a Revolução Francesa)”? “Não”, respondeu o próprio Sergio, ele não era um verdadeiro conservador, não defendia ideias; ele era apenas um “atrasado”. Boa parte dos atuais lulopetistas tampouco é de esquerda, defende ou crê apenas em noções atrasadas.

Mas a disputa política não é uma batalha para ver quem são os mais bem informados. Ela sempre envolve percepções. Assim, o chavão dos “pobres versus ricos”, por mais que seja tosco, pode funcionar. Do mesmo modo pode aliciar muita gente o embuste de que a Lava-Jato seja uma manobra para perseguir os deserdados da fortuna em favor dos poderosos, como se os poderosos nos últimos 13 anos não tenham sido eles, em ligação corrupta com parte da elite econômica e política.

Por isso, cabe aos políticos de oposição, na luta ideológica, continuar a desmantelar as fortalezas do atraso. Além de desmontar o argumento da “armação jurídica”, é preciso reduzir ao ridículo a ladainha de que a crise atual decorre de fatores externos: vejam só, dizem eles, estávamos certos, foram as ondas externas (não mais marolas, mas tsunamis) que nos afetaram. Tão certos pensam que estavam que, ao derrubar o ministro Levy, renasceu a esperança do “mais do mesmo”, ou seja, mais crédito e mais consumo (por quem já está endividado e muitas vezes com menos renda e não raro sem emprego).

O que está claro para quem tem alguma noção das coisas e da História pode ser turvo para o cidadão comum. Por isso a repetição petista de uma argumentação descabelada pode parecer inútil, mas não é; é uma tentativa de preservar a imagem de que só o PT defende os pobres e só ele se opõe ao capitalismo desumano. Convém persistir em mostrar que o que foi feito na política econômica petista não foi obra do inevitável, mas produto de erros crassos.

Erros que não remetem à divisão esquerda/direita, mas se explicam pelo atraso na compreensão da política econômica e pelo interesse em manter o poder e os bolsos dos partidos e de alguns de seus dirigentes recheados com dinheiro alheio, dinheiro do povo. Que medida no presente pode ser mais “de esquerda”, mais progressista, do que recuperar o emprego e o poder de compra da maioria da população? E como fazer isso sem debelar a inflação? E como debelar a inflação sem ajuste fiscal? E como garantir o emprego futuro sem reconquistar a confiança do setor privado, já que o Estado sem os capitais privados não pode assegurar a retomada do investimento?

Qual a alternativa “de esquerda” a essas medidas? O novo “pacote de crédito público”, versão envergonhada da política que pedalou a ilusão da prosperidade em 2013 e 2014 rumo à reeleição, e que resultou em mais dívida para as famílias e mais desarranjo das finanças públicas, esta preocupação “de direita”, que obceca os “neoliberais”?

Houve quem escrevesse, e o fez em inglês, que às vezes há uma confusão no senso comum entre os conceitos políticos de esquerda e direita (right) e as noções corriqueiras de certo (right) e errado. As políticas de crescimento econômico do lulopetismo não foram “de esquerda”, mas certamente foram erradas.

É importante repisar isso para mostrar que as políticas de distribuição de renda precisam ser sustentáveis para produzir resultados duradouros. Muito do que foi conquistado desde o Plano Real está hoje ameaçado. Para amenizar o drama da terrível crise atual, é preciso manter a rede de proteção social que foi tecida em meu governo e reforçada no governo Lula. Mas é urgente corrigir os desatinos fiscais do lulopetismo, desaparelhar o Estado, reconquistar a confiança da sociedade e retomar a agenda de reformas que o lulopetismo abandonou em favor de anabolizantes pró-crescimento que produziram medonhos efeitos colaterais para o país. Só assim será possível retomar a trajetória que corresponde às aspirações da Constituição de 1988, contra a qual o PT votou, por julgá-la conservadora: um Brasil democrático, não apenas mais desenvolvido, mas so


Há forças capazes de corrigir os desatinos cometidos. Para isso, é preciso que lideranças não comprometidas com o lulopetismo, apoiadas pelos grupos sociais que nunca se deixaram ou não se deixam mais seduzir pelo seu falso encanto, assumam a sua responsabilidade histórica, dentro da Constituição, para fazer o certo em benefício do povo e do país.

Horários dos shopping cernters de Porto Alegre no feriadão

HORÁRIOS DOS SHOPPINGS NO FERIADÃO

• BARRASHOPPINGSUL:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h30min às 23h
Restaurantes gourmet: das 12h à meia-noite

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 21h
Restaurantes gourmet: das 11h30min às 23h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h30min às 23h
Restaurantes gourmet: das 12h à meia-noite

Terça-feira:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 21h
Restaurantes gourmet: conforme a programação do lojista

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h30min às 23h
Restaurantes gourmet: das 12h à meia-noite

• BOULEVARD ASSIS BRASIL:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Domingo:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 13h às 19h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 13h às 19h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 13h às 19h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

• BOURBON SHOPPING ASSIS BRASIL:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 10 às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

• BOURBON SHOPPING COUNTRY:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 23h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 23h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Segunda-feira:
Lojas e Quiosques: das 10 às 22h
Praça de Alimentação: das 10h às 23h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 10h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 23h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

• BOURBON SHOPPING IPIRANGA:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 23h

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 10 às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 23h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 23h

• BOURBON SHOPPING WALLIG:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia noite

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 10h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h
Restaurantes: das 11h30min às 16h e das 19h à meia-noite

• DC SHOPPPING:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 21h
Praça de alimentação: das 10h às 21h30min
Restaurantes: 10h às 21h30min

Domingo:
Fechado

Segunda-feira:
Fechado

Terça-feira:
Fechado

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: 10h às 21h
Praça de alimentação: 10h às 21h30min
Restaurantes: 10h às 21h30min

• LINDOIA SHOPPING:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Domingo:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 11h às 22h
Praça de alimentação e farmácia: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 11h às 22h
Praça de alimentação e farmácia: das 11h às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 11h às 22h
Praça de alimentação e farmácia: das 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

• MOINHOS SHOPPING:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h30min

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

• PASEO ZONA SUL:
Sábado:
Lojas e quiosques: 10h às 22h
Praça de alimentação: 10h às 22h

Domingo:
Lojas e quiosques: abertura opcional do meio-dia até às 20h
Praça de alimentação: meio-dia até às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional do meio-dia até às 20h
Praça de alimentação: meio-dia até às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional do meio-dia até às 20h
Praça de alimentação: meio-dia até às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: 10h às 22h
Praça de alimentação: 10h às 22h

• PRAIA DE BELAS SHOPPING:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Domingo:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 12h às 22h
Praça de alimentação: das 12h às 22h

• RUA DA PRAIA SHOPPING:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 9h às 21h
Praça de alimentação: das 11h às 21h

Domingo:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 12h às 18h
Praça de alimentação: das 11h às 21h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: 9h às 21h
Praça de alimentação: das 11h às 21h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 12h às 18h
Praça de Alimentação: das 11h às 21h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 9h às 21h
Praça de alimentação: das 11h às 21h

• SHOPPING IGUATEMI:
Sábado
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Domingo
Lojas e quiosques: das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h30min às 22h

Segunda-feira
Lojas e quiosques: das 10h às 22h
Praça de alimentação: das 10h às 22h

Terça-feira
Lojas e quiosques: abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de alimentação: das 11h30min às 22h

Quarta-feira
Lojas e quiosques: das 12h às 22h
Praça de alimentação: das 12h às 22h

• SHOPPING JOÃO PESSOA:
Sábado:
Lojas e quiosques: das 9h às 21h
Praça de alimentação: das 10h às 21h

Domingo:
Lojas e quiosques: abertura opcional do meio-dia às 18h
Praça de alimentação: do meio-dia às 22h

Segunda-feira:
Lojas e quiosques: das 9h às 21h
Praça de alimentação: das 10h às 21h

Terça-feira:
Lojas e quiosques: abertura opcional do meio-dia às 18h
Praça de alimentação: do meio-dia às 22h

Quarta-feira:
Lojas e quiosques: das 9h às 21h
Praça de alimentação: das 10h às 21h

• SHOPPING TOTAL:
Sábado:
Lojas e Quiosques: 10h às 22h
Praça de Alimentação: 11h às 22h
Restaurantes: 11h às 22h

Domingo:
Lojas e Quiosques: 14h às 20h
Praça de Alimentação: 11h às 22h
Restaurantes: 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e Quiosques: 10h às 22h
Praça de Alimentação: 11h às 22h
Restaurantes: 11h às 22h

Terça-feira:
Lojas e Quiosques: abertura opcional das 14h às 20h
Praça de Alimentação: 11h às 22h
Restaurante: 11h às 22h

Quarta-feira:
Lojas e Quiosques: 10h às 22h
Praça de Alimentação: 11h às 22h
Restaurantes: 11h às 22h

• PORTO ALEGRE CENTERLAR:
Sábado:
Lojas e Quiosques: Das 10h às 22h
Praça de Alimentação: Das 10h às 22h

Domingo:
Lojas e Quiosques: Das 14h às 20h
Praça de Alimentação: Das 11h às 22h

Segunda-feira:
Lojas e Quiosques: Das 10 às 22h
Praça de Alimentação: Das 10h às 22h

Terça-feira:
Lojas e Quiosques: Abertura opcional, das 14h às 20h
Praça de Alimentação: Das 11h às 21h

Quarta-feira:
Lojas e Quiosques: Das 10h às 22h
Praça de Alimentação: Das 10h às 22h