Caixa deposita, hoje, novas parcelas de auxílio emergencial para 3,7 milhões de brasileiros

 A Caixa deposita neste domingo novas parcelas do auxílio emergencial para 3,7 milhões nascidos em setembro. 

É a segunda vez que o benefício é creditado num domingo. 

Serão beneficiados 1,4 milhão que receberão da 1ª à 5ª parcela de R$ 600 e outros 2,3 milhões a extra de R$ 300.

O pagamento para o grupo deste domingo é realizado por meio de depósito em conta poupança digital e o saque liberado em 28 de novembro, de acordo com o calendário do ciclo 3. Até lá, o valor pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, que permite fazer compras, pagar boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços.

Bolsonaro passeia de moto com Ramos para mostrar de que lado está na refrega entre Salles x Ramos


Lula tomou vacina tucana na veia e agora recomenda que todo mundo faça o mesmo

A foto ao lado é de dois líderes políticos da esquerda brasileira, no caso o ex-presidiário Lula da Silva e o quase-presidiário José Serra.

A foto é de 2008 e foi usada neste final de semana pelo líder incontesto das esquerdas brasileiras, o condenado por corrupção em 1a. e 2a. instâncias nos processos do triplex e do sítio de Atibaia, mas libertado depois de cumprir 2 anos e 7 meses de cadeia em Curitiba, tudo em função das suas amizades com a maioria do STF.

Lula quis mostrar, com a foto, como é bom tomar vacina na veia.

O petista fez a pantomima para se filiar ao movimento liderado pelo tucano João Doria, todo ele voltado à obrigatoriedade da vacinação contra o vírus chinês.




É hoje o plebiscito para decidir sobre convocação de Constituinte no Chile

A foto é do El País de hoje.


O Chile tem hoje uma das maiores rendas per capita da América Latina (US$ 20 mil) e a previsão é de que será um dos países que conseguirá se recuperar mais rápido dos efeitos econômicos da pandemia. O FMI diz que, após uma queda do PIB de 6% este ano, em 2021 alcançaria uma expansão de 4,5%.

Os eleitores do Chile votam neste no domingo para enterrar ou não a Carta Magna herdada da ditadura, considerada a base da desigualdade. O Chile é um dos países socialmente mais desiguais da América Latina, mas nos últimos 30 anos foi um dos mais estáveis e economicamente prósperos da região.

Caso o 'Aprovo' vença e se abra a opção para redigir uma nova Constituição através de uma Convenção Constituinte, formada exclusivamente por membros eleitos em votação popular. A outra alternativa é uma "Convenção Mista", integrada em partes iguais por parlamentares em exercício e membros eleitos especialmente para a ocasião.

CLIQUE AQUI para examinar reportagem mais extensa de El País.

"Herança Maldita - Os 16 anos do PT em Porto Alegre", continua na lista de vendas da Estante Virtual

Estas são as capas e orelhas da terceira edição, que será impressa depois das eleições.

A Estante Virtual continua com sua forte campanha publicitária para vender exemplares de sebo do livro "Herança Maldita - Os 16 anos do PT em Porto Alegre". O editor foi secretário da Indústria e Comércio e secretário da Fazenda na administração exatamente anterior ao ingresso de Olívio Dutra na prefeitura. Foi com este conhecimento, mas principalmente como repórter investigativo, que nos meses seguintes à posse de José Fogaça, revisitou todas as secretarias, entrevistou dezenas de pessoas e fotografou a desastrada herança material deixada pelo PT.

As duas primeiras edições esgotaram.

O editor é o autor do livro, que registra com documentos, testemunhos e fotos os períodos das administrações desastrosas dos prefeitos Olívio Dutra, Raul Pont, Tarso Genro e João Verle. São 400 páginas.

Este ano, abatido por sucessivas derrotas eleitorais e pela desmoralização a que é submetido pelas bandalheiras cometidas pelo seu chefe, o ex-presidiário Lula da Silva, o PT resolveu nem ter candidato e coligará com a comunista Manuela D'Ávila.

Exemplares podem ser solicitados desde agora pelo site da Estante Virtual. CLIQUE AQUI para comprar.

Argentina reabre fronteira aérea com o Brasil. Resta saber se o Brasil quer isto.

O governo argentino confirmou, esta manhã, que abrirá a fronteira aérea com o Brasil.

Será no dia 2.

O problema é a expansão forte da pandemia na Argentina.

A Argentina, 40 milhões de habitantes, registra 1,1 milhão de infectados. É o 5o País com maior número de doentes confirmados ao longo de meio ano. 

O Brasil, cuja população é 5 vezes maior, registra 5,4 milhões de infectados ao longo de sete meses. 

Algumas dúvidas nesta eleição municipal, por Alon Feuerwerker

São elas: 1) Qual o efeito da polêmica das vacinas de Covid-19 no desempenho dos candidatos que mais se identificam com Jair Bolsonaro? 2) Qual o peso real dos padrinhos? 3) Haverá na reta final do primeiro turno alguma onda, e qual seria? 4) Qual será o anti da vez, que rejeição vai prevalecer?

Sobre o primeiro ponto, é razoável projetar que vai ganhar fichas quem for identificado como preocupado em tornar a vacina disponível em massa para a população. Aqui, o governador de São Paulo, João Doria, conseguiu uma pegada no quimono melhor que seu adversário de tatame, o presidente Jair Bolsonaro.


Um segredo da política é nunca desvelar que os interesses mesquinhos estão sempre em primeiro lugar. A sabedoria reside em embalá-los no papel de presente do “interesse público”. Bolsonaro tentou fazer isso com o argumento de que o povo não será cobaia, mas depende de o medo da vacina tornar-se maior que o medo do vírus. Improvável.


Outro problema do governo: a ira do presidente contra o governador de São Paulo terá o efeito colateral de vir a despertar desconfianças sobre uma eventual morosidade da Anvisa na liberação da vacina objeto da polêmica. E isso legitimará ainda mais a provável intervenção do Judiciário, uma instituição já atraída pelos holofotes do ativismo.

Sobre os padrinhos, até agora o peso deles tem se mostrado apenas relativo. Uma hipótese é funcionarem melhor quando há correspondência de cargo. Por exemplo, um prefeito seria mais efetivo como padrinho na própria sucessão do que políticos de outras esferas. Pois a força do apadrinhamento refletiria em algum grau a avaliação da gestão.


O próprio conceito de “padrinho” é duvidoso. Parte da premissa de o eleitor pertencer ao político. Melhor considerar a relação inversa de pertinência. O eleitor na verdade vê o político como um funcionário, e escolhe o que lhe for mais conveniente. Isso vale em toda a escala social. Não pensam assim só os ricos e a classe média. Os pobres também.


E qual será, se houver, a onda no primeiro turno? A “nova política” dá sinais de fadiga, mas nunca é bom subestimar. E a quarta pergunta? O antipetismo anda meio esquecido, até porque o desempenho do PT, como era de esperar, não tem sido até agora dos mais brilhantes. Se esta onda vier, deve vir como antiesquerda, que anda bem pulverizada.


Uma possibilidade é um certo antibolsonarismo, que por enquanto anda de breque de mão puxado. Pois é difícil fazer o casamento do jacaré com a cobra d’água, a junção da esquerda com o pedaço da direita que desgarra do presidente em busca de projetos próprios. Mas é bom ficar de olho.


Quem tem escapado de virar alvo do anti são exatamente a direita que descolou de Bolsonaro e a autonomeada centro-esquerda que descolou do PT para se vacinar contra o antipetismo. São candidatos a boas colheitas.


E uma lembrança: é bom ficar atento a sua excelência, o imprevisível. No nosso modelo eleitoral, raios em céu azul costumam provocar incêndios inesperados. E o imprevisível, não custa repetir, é das coisas mais difíceis de se prever.