A Polícia Federal investiga Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em três inquéritos. As apurações miram o suposto tráfico de influência e corrupção em prol de empresas junto ao governo federal.
As investigações foram autorizadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a partir do fim de julho. O ministro André Mendonça é o relator de duas delas e o ministro Flávio Dino, da terceira. Mendonça também é relator do inquérito sobre os desvios do INSS, caso em que também há menção a Lulinha, apesar de ele não ser formalmente investigad
1° inquérito
O primeiro inquérito contra Lulinha apura a suspeita de que ele teria favorecido a empresa do “Careca do INSS”, que atua com produtos medicinais à base de cannabis, junto ao Ministério da Saúde, facilitando contratos com o governo federal.
2° inquérito
A PF apura se Lulinha teria atuado para beneficiar uma empresa de tecnologia da informação junto à Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência).A Polícia Federal quer entender se Lulinha atuou para beneficiar, junto à Dataprev, a empresa 3Structure It LTDA, que trabalha na área de tecnologia e que tem contratos de R$ 55.721.051,62 com o governo federal.
3° inquérito
O terceiro inquérito está sob sigilo e apura a suposta atuação de um grupo de pessoas em prol de favorecimento de empresas junto ao governo federal. O ministro Flávio Dino autorizou a abertura da investigação em 4 de agosto. A investigação atinge o Palácio do Planalto, porque mira o então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. A PF aponta elo entre ele, Roberta e Lulinha, com pagamentos de contas e compras de joias para ele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário