Robert Malone - Saiba por que não vacinar seus filhos

 Robert Malone:


“Antes de injetar no seu filho, decisão irreversível, queria informá-los sobre os fatos científicos sobre essa vacina genética, que se baseia na tecnologia de vacina de mRNA que criei:


Existem três coisas que os pais precisam entender :


● A primeira é que um gene viral será injetado nas células de seus filhos. Este gene força o corpo do seu filho a produzir proteínas tóxicas. Essas proteínas costumam causar danos permanentes a órgãos críticos em crianças, incluindo


○ Seu cérebro e sistema nervoso


○ Seu coração e vasos sanguíneos, incluindo coágulos sanguíneos.


○ Seu sistema reprodutivo


○ E esta vacina pode desencadear mudanças fundamentais em seu sistema imunológico.


● O mais alarmante disso é que, uma vez ocorridos esses danos, eles são irreparáveis.


○ Você não pode consertar os ferimentos dentro do cérebro.


○ Cicatrizes do tecido cardíaco não podem ser reparadas


○ Você não pode reparar um sistema imunológico geneticamente restaurado e


○ Esta vacina pode causar danos reprodutivos que podem afetar as futuras gerações de sua família.


● A segunda coisa a saber é o fato de que essa nova tecnologia não foi devidamente testada .


○ Precisamos de pelo menos 5 anos de testes / pesquisas antes de podermos realmente entender os riscos


○ Os danos e riscos de novos medicamentos são frequentemente revelados muitos anos depois.


● Pergunte a si mesmo se deseja que seu próprio filho faça parte do experimento médico mais radical da história da humanidade.


● Um último ponto: a razão pela qual você está vacinando seu filho é uma mentira.


○ Seus filhos não representam nenhum perigo para seus pais ou avós.


○ Na verdade, é o oposto. Sua imunidade, após contrair COVID, é fundamental para salvar sua família, se não o mundo, desta doença.


A análise de risco / benefício não está nem perto. 


Como pai e avô, minha recomendação é que você persista e lute para proteger seus filhos.


Desejamos que esse material possa tirar todas suas duvidas sobre a farça da Pandemia em nível mundial que esta sendo propagada e financiada pelos Globalistas ou seja Pela Nova Ordem Mundial.

Ex-deputado Sérgio Moraes é candidato ao Senado pelo PTB do RS

O ex-deputado federal e ex-prefeito de Cachoeira do Sul, Sérgio Moraes, anunciou que será candidato ao Senado pelo PTB.

A família Moraes tem forte inserção política e eleitoral no RS, seu Filho, Marcelo Moraes, é deputado federal e a ex-mulher Kelly Moraes é deputada estadual.

O PTB é procurado por Onyx, PL, e Heinze, PP, para companheiro de coligação.

Sérgio é alinhado com Bolsonaro e Roberto Jefferson.

Pilulas para tratamento precoce

  O Reino Unido aprovou o segundo antiviral contra covid-19 a pílula da Pfizer destinada a adultos com infecção leve a moderada e com alto risco de agravamento da doença. Com base nos dados, a pílula Paxlovid é mais eficaz quando tomada durante os estágios iniciais da doença.

Neste mês, a Pfizer declarou que a Paxlovid mostrou eficácia de quase 90% na prevenção de hospitalizações e mortes em pacientes de alto risco, e dados laboratoriais recentes sugerem que a droga mantém sua eficácia contra a variante Ômicron.

O Paxlovid é composto por duas substâncias ativas que vêm na forma de dois comprimidos separados, tomados juntos duas vezes por dia durante cinco dias. O Reino Unido garantiu mais de 2,75 milhões de unidades do medicamento. Os comprimidos são parte de uma classe de medicamentos chamados inibidores de protease, usados atualmente para tratar HIV e hepatite C, que atuam impedindo a replicação do vírus.

A pílula anti-Covid-19 da rival Merck foi aprovada pelo Reino Unido no mês passado. Mas, de acordo com os testes clínicos, a droga reduziu apenas cerca de 30% as hospitalizações e mortes de pacientes de alto risco.

Resoluções de ano novo

 Resoluções de ano novo


Por Mateus Bandeira


Janeiro, o primeiro mês do ano, tem seu nome em homenagem ao deus Janus. O deus romano de duas faces, voltadas para lados opostos. Era para este deus pagão – o deus das portas, dos inícios e fins, das transições, das dualidades e das passagens – que os Césares e seu império faziam promessas e comprometiam-se com resoluções de fim de ano.


A variável mística ou religiosa dos diferentes rituais de passagem é um reconhecimento por parte da humanidade, em todos os tempos, da sua fragilidade diante do imponderável. E uma esperança de transação: reconheço erros, faço a contrição, comprometo-me com o que imagino ou me dizem ser o correto, e peço bons ventos oriundos do que não entendo. A bênção dos deuses para o ano que vai nascer.


Nestes dias de mudança de um 2021 de dificuldades para um 2022 de esperanças (não é sempre assim?), talvez pudéssemos fazer um ritual um pouco diferente do que temos feito até os dias de hoje, aqui nesta Terra Brasilis. Pelo menos na área pública. Na área que seria de todos nós.


O capítulo dos erros e equívocos do ano que sai não é difícil de enunciar, nem faltarão exemplos: diante de uma pandemia trágica, apontamos dedos em demasia, perdemos a humildade e deixamos soltos espíritos autoritários; diante de um ativismo judicial perverso, não gritamos ou cobramos o suficiente; diante de um discurso em que a vítima da violência é apontada como culpada, demos de ombros; nos conformamos com a pobreza; assistimos calados à injusta distribuição de recursos públicos, sempre para os mesmos; vimos como meros espectadores a insegurança jurídica crescer, a censura mostrar seus dentes pavorosos e o assalto aos cofres públicos ser normalizado, e fomos para casa quando as imposições socioculturais passaram de discursos de guetos para os altos salões de ministros togados e redações medíocres. O ano que passou, o ano de 2021, mostrou um Brasil de poderes constitucionais adaptados a vontades pessoais e políticas de ocasião. O ano passou; as nuvens negras, ainda não.


O capítulo da contrição é mais sofisticado. Aceitamos a relação dos erros, mais por seu enunciado do que pelo medo à punição, trocamos o sujeito das frases e identificamos os supostos responsáveis: eles, os outros; eles, os políticos. Nós, nunca.


Reconhecidas as mazelas e identificados os responsáveis, fazemos cara de sérios, brindamos com a família e com os amigos e assumimos compromissos genéricos para o tempo que virá. Os deuses haverão de entender.


O tempo passou, Janus é uma referência histórico-cultural, o império é outro e em 2022 tem eleições gerais no Brasil.


O novo império, guardadas as controvérsias, não costuma fazer promessas para nenhum deus, em nenhuma transição. Entretanto, faz resoluções de fim de ano e pesquisas e estatísticas – sobre qualquer coisa, com um fervor quase religioso. Assim, em meio a uma torrente de informações sobre resoluções de fim de ano nos Estados Unidos da América – 80% delas são abandonadas e o dia 17 de janeiro é considerado o dia da desistência –, encontramos um dado interessante: as resoluções tomadas com o rigor da formalidade e devidamente acompanhadas ao longo do ano alcançam 22% a mais de êxito que as genericamente enunciadas.


Desta forma, na perspectiva de que possamos utilizar o evento das eleições gerais do ano que começa para o benefício do Brasil, tomo a liberdade de fazer duas propostas: a primeira é oferecer para você, leitor e eleitor, uma pequena lista de resoluções de fim de ano, a título de sugestão; a segunda, mudando o sujeito para nós, é que a transformemos em um instrumento de cidadania. Que a formalizemos, de todas as maneiras possíveis. Vejamos:


Este ano, vou levar o processo eleitoral a sério. De verdade. Vou escolher os candidatos com base em suas propostas efetivas e não contraditórias. Saberei suas plataformas eleitorais, checarei seu passado e não os esquecerei.


Neste ano eleitoral, os candidatos por mim escolhidos deverão defender de maneira explícita, clara e inequívoca os ideias de liberdade, vida digna para todos, da busca da prosperidade e da construção dos meios para alcançá-los.


Nas eleições deste ano, meus candidatos deverão trabalhar em defesa da emancipação da sociedade brasileira, por meio de políticas que conciliem democracia com economia de mercado – liberalismo com capitalismo democrático.


Meus candidatos deverão estar em partidos que não compactuem com a forma paternalista, populista e patrimonialista de fazer política; que defendam as liberdades individuais, o livre mercado e a eficiência na gestão do Estado. Devem, neste último item, ser a favor de privatizações. Todas.


Finalmente, meus candidatos devem ter compromisso com a agenda capitalista no Brasil. Explicitamente.


Estas resoluções não esgotam as possibilidades de seleção de candidatos, nem farão todos contentes. Farão um Brasil melhor.


Mateus Bandeira, conselheiro de administração e consultor de empresas, foi CEO da Falconi, presidente do Banrisul e secretário de Planejamento do Rio Grande do Sul.

Artigo: A nova Porto Alegre dos 250 anos

Esperança. De todos os valores, acredito ser o símbolo mais objetivo do encerramento deste 2021. Um ano que foi duro, de perdas imensuráveis, mas que se encerra sob o sentimento de que dias melhores estão se abrindo para nós como sociedade. É por devolver essa crença à população que trabalhamos todos os dias na prefeitura de Porto Alegre.


Esperança pela vida, com a prioridade máxima à vacinação contra a covid-19. Esperança aos trabalhadores de garantirem o sustento das suas famílias, com a reabertura responsável das atividades. Pandemia, alagamento, contrato do lixo, acolhimento no inverno castigante, POA que Doa, morador em situação de rua, orquestra Villa-Lobos, milhões em financiamentos internacionais, South Summit, revitalização do Centro Histórico, 4º Distrito, previdência, IPTU, liberdade econômica, microcrédito, redução de impostos, orla do Guaíba, Natal dos Encantos. Para o bom e para o ruim, muita intensidade coube neste ano.


E não fugimos de nenhum dos problemas e debates, assim como não o faremos nos próximos três anos da nossa gestão. Foi enfrentando os desafios de frente e com transparência que superamos e construímos soluções. Aliás, construção, diálogo e entregas são os nossos maiores compromissos.


Em março, nossa cidade chegará à marca de um quarto de milênio. E a nova Porto Alegre dos 250 anos tem motivos para acreditar. Uma cidade que está aberta às parcerias com a iniciativa privada, para entregas simbólicas como o novo Muro da Mauá. Uma capital que é amiga do empreendedor e facilita a vida de quem investe e gera emprego. Mas, sobretudo, uma administração que trabalha para quem mais precisa do poder público. Pessoalmente, acordo todos os dias feliz por ter a oportunidade de ser prefeito de Porto Alegre. E não descansarei enquanto uma cidade tão rica tiver moradores com dificuldade de alimentar os seus.


Em 2022, o porto-alegrense seguirá contando com um governo que acorda cedo e dorme tarde para honrar o contrato com os cidadãos. Juntos, já estamos definindo uma cidade de alma mais elevada. Não somos mais a mesma Porto Alegre. Felizmente. Em frente!


Sebastião Melo

Prefeito de Porto Alegre

Confira cuidados e dicas importantes:

-Armazenar os fogos em local frio e seco, longe do alcance de crianças.

-Designar o manuseio dos fogos a adultos, jamais a crianças ou adolescentes.

-Nunca manusear fogos durante ou após consumo de bebida alcoólica.

-Não segurar os fogos de artifício com as mãos ou transportar nos bolsos.

-Nunca tentar acender os fogos que falharem.

-Não acender fogos em recipientes de metal ou vidro.

-Disparar os fogos somente ao ar livre, um de cada vez, em direção contrária a pessoas próximas, certificando-se de que não há substâncias inflamáveis ou redes elétricas nas proximidades.

-Ter sempre um recipiente de água por perto para colocar os foguetes já usados ou aqueles que falharem, para não haver riscos de novas explosões.

-Em caso de show pirotécnico, contratar profissional especializado.

Disputa pela concessão para o serviço de esgotamento sanitário em 21 municípios do Rio de Janeiro alcança ágio na outorga de 90%

 Disputa pela concessão para o serviço de esgotamento sanitário em 21 municípios do Rio de Janeiro alcança ágio na outorga de 90%

 

 

Acaba de ser concluído hoje (29.12), na B3, em São Paulo, o leilão para a concessão de saneamento do chamado Bloco 3 da Cedae, companhia estadual de saneamento do Rio de Janeiro.

A proposta vencedora da concorrência alcançou R$ 2,2 bilhões de outorga para os cofres públicos do estado, o que representa ágio de 90% sobre o lance inicial (outorga mínima de R$ 1,16 bilhão).

A concessão para os serviços de esgotamento sanitário engloba 20 municípios e mais a zona oeste da capital. A população beneficiada é de 2,7 milhões de pessoas. O investimento previsto para a universalização dos serviços, operação e manutenção dos sistemas é de R$ 18,3 bilhões ao longo de 35 anos, sendo R$ 4,7 bilhões em obras.

Para a ABCON SINDCON, entidade que reúne as operadoras privadas de saneamento, o leilão encerra um ano muito positivo para a concorrência entre as empresas que atuam nesse mercado. A associação avalia que, após 18 meses da aprovação do marco legal do setor, o saneamento teve em dezembro mais um mês de intensa movimentação, em um alento para a mudança de cenário em busca da redução do déficit histórico do Brasil no abastecimento de água e tratamento de esgoto. 

Em abril, um primeiro leilão já havia sido realizado pelo governo fluminense, arrecadando R$ 22,62 bilhões em outorga, que serão compartilhados entre o estado e os 29 municípios que participaram da licitação. O valor representou ágio de 134% sobre a outorga mínima prevista (R$ 9,7 bilhões para os três blocos de municípios).

“A regulação mais clara a partir das definições do novo marco está sendo fundamental para o saneamento avançar. Os leilões realizados até aqui são uma prova do acerto e pertinência da legislação”, afirma o diretor executivo da ABCON SINDCON, Percy Soares Neto.

Em 2022, o pipeline de investimentos do saneamento seguirá robusto. De acordo com estimativas do Radar PPP, há mais R$ 12,7 bilhões de investimento previsto a partir dos leilões aguardados para o próximo ano, com destaque os projetos do Ceará e do Rio Grande do Sul, além de várias outras licitações que devem ocorrer no âmbito municipal.