Ações do governo gaúcho

 Ações implementadas para combater a estiagem


Poços artesianos (com equipamentos próprios) – mais de 350 perfurações desde 2021.

Microaçudes – cerca de 200 municípios beneficiados, com investimento aproximado de R$ 100 mil em cada um, por meio do programa Avançar na Agricultura.

Irriga Mais – 20 estações meteorológicas revitalizadas (R$ 857 mil).

SOS Estiagem – R$ 80,4 milhões para apoiar agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e assentados da reforma agrária.

Ações em andamento e futuras


Microaçudes – cerca de R$ 66,3 milhões para construção de microaçudes em 452 municípios.

Poços artesianos – R$ 66,7 milhões para construção de poços artesianos.

Cisternas – construção de 660 cisternas (até três por município habilitado), com capacidade de 60 mil litros cada. Investimento total de R$ 17,4 milhões. Recursos para os municípios aptos deverá ser disponibilizado nas próximas semanas.

Programa Irriga + RS – 48 novas estações meteorológicas e desenvolvimento de aplicativo (R$ 6,6 milhões). Compra de equipamentos de medição para a descarbonização da agropecuária (R$ 5 milhões).

Subvenção de projetos de irrigação – 20% do projeto, limitado a R$ 15 mil. Investimento de R$ 20 milhões.

Alimentação animal – execução do programa Sementes Forrageiras (R$ 6,3 milhões).

Alimentação animal – edital extra do Programa de Sementes Forrageiras (R$ 500 mil).

Anistia do programa Troca-Troca de Sementes (R$ 22,5 milhões).

Obras das barragens Jaguari e Taquarembó.

Revitalização de bacias e do Rio Gravataí.

Programa estadual de regularização de poços.

Julio Ribeiro estreia programa sobre saúde

 O jornalista Julio Ribeiro estreia, nesta 2ª feira, 06 de março, a partir das 20h, um novo programa em seu canal no Youtube (JulioRibOficial), desta vez voltado ao segmento de saúde.

JUNTA MÉDICA vai reunir, a cada edição, três médicos especialistas em determinada área para explicar o funcionamento de um órgão ou sistema do corpo humano, mostrando suas especificidades, anomalias, doenças, tratamentos e profilaxias, de modo que vivamos uma vida mais saudável.

O programa de estreia vai tratar do ESTÔMAGO, um dos nossos principais órgãos, repositório de um dos maiores prazeres da vida, que é comer. A pergunta provocativa inicial do programa será “O estômago é resultado de tudo o que comemos ou deixamos de comer?”.

Para responder a este e a dezenas de outros questionamentos, Julio Ribeiro reunirá os médicos Antônio Carlos Weston, presidente da Associação Brasileira de Câncer Gástrico; Gustavo Morales, gastroenterologista e especialista em endoscopia digestiva; e Julio Pereira Lima, professor  de Gastro da UFCSPA e chefe do serviço de Endoscopia da Santa Casa de Porto Alegre.

O programa JUNTA MÉDICA irá ao ar pelo canal Youtube.com/JulioRibOficial todas as segundas-feiras, a partir das 20h, com uma duração mínima de 1 hora. Durante o programa, o público poderá encaminhar perguntas aos médicos convidados.

O jornalista Julio Ribeiro lembra que não há quem tenha passado dos 35 anos que não se interesse pelo tema da saúde. “Todos nós viveremos mais do que as gerações anteriores, mas isso só não nos basta, queremos viver mais e melhor, e a qualidade de vida depende muito do nível de informação que temos sobre o nosso corpo e seu funcionamento”, salienta.

O programa JUNTA MÉDICA estreia com o patrocínio da HERTZ, farmacêutica especialista em consumer health.  A partir das próximas edições, novos parceiros serão integrados ao programa.

Artigo, Silvio Lopes- O caminho das trevas

Assim caminha a humanidade.. ou para se aproximar da luz( a perfeição), ou mergulhar nas trevas ( a perdição)! Para qual dessas opções você considera estarmos levando o Brasil. Nós, vírgula, mas os que foram nomeados pelo STF para tal? Com toda a certeza marchamos celeremente para sermos engolidos pelo mundo das trevas. Na visão mais  requintada de Gustave Le Bon, " estamos descendo degraus na escala civilizatória". E isso parece não ter volta. As revoluções históricas que demonstraram como recompor uma nação para o bom camimho- a " gloriosa", na Inglaterra( 1688), americana ( 1765-91), e a francesa(1789-99) - só prosperaram porque ainda restavam o amor pátrio dos cidadãos e instituições, poucas é verdade, que lideraram essa reconstrução. No Brasil de hoje, qual das principais instituições de Estado sobraram com altivez e compromisso com a Pátria? Não vislumbro uma sequer. As FFAA foram as mais recentes a mergulhar no rol das instuições desavergonhadas de sua missão de salvaguardar a Pátria contra os escarnecedores assaltantes que a querem escravizar e submeter ideológica e mentalmente. Quem diria hein? Justo quem, lá atrás nos livrou da submisão e entrega ao mundo comunista! Claro, naquela época nosso Exército era dirigido, antes de generais, por homens que honravam sua condição de machos e protetores( missão promordial de uma instituição dessa natureza). Quem são hoje essas criaturas senão arremedos de fantoches a serviço do mal? E dane-se seu compromisso com milhões de compatriotas e o destino de nossa titubiante democracia e das nossas sagradas liberdades! Nunca em tempo algum, da história das nações ocidentais, um país se deixou curvar à sanha escravocrata de uma ideologia genocida e criminosa como hoje é exemplo o Brasil. Jamais imaginamos, minha geração (que aliás, está indo embora), ver o Brasil cair tão ingênua e celeremente na conversa de escarnecedores que só querem o nosso mal. Pior: com o beneplácido de brasileiros que ainda sequer desconfiaram da cilada que estão ajudando a se criar e prosperar. Para sua própria maldição. Pobre nação! 

Sílvio Lopes, jornalista e economista.

Pior a emenda que o soneto

Marcus Vinicius Gravina

OAB-RS 4.949


É a conclusão que se pode ter das declarações em vídeos, que teriam vazado de uma reunião de militares do comando do Sudeste atribuídas ao atual Comandante-geral do Exército.  Circulou há poucos dias e foram comentadas no Menu Globo/Política, Band Jornalismo e CNN Brasil (04.03.23), que motivaram este artigo. 

De vários tópicos, considerei da maior importância o que abordou a suposta fraude nas eleições de outubro de 2022.  

Foi precisa a afirmação do general, de que não houve fraude.  No entanto deixou dúvidas que serão destacadas. Falando consigo mesmo, como se estivesse diante de um espelho disse:

“Ah! Mas tinha coisa que a gente não pode ver? Sim. Tinha coisa por exemplo ... o código fonte era possível? Não. Por quê não era possível? Porque levaria uma montanha de tempo. Agora esse mesmo processo eleitoral que elegeu o atual presidente e que não elegeu o ex-presidente, ele foi o mesmo processo que elegeu majoritariamente um congresso conservador”.

Em outro vídeo, prossegue: “Ele (Bolsonaro) teve mais votos nesta eleição do que teve na outra. Então, a diferença nunca foi tão pequena. Foi mínima. E aí o cara fala assim  - pô general, mas não teve fraude? Nós participamos de toda a fiscalização, fizemos relatórios, fizemos tudo. Constatou-se fraude? Não.  Não dá para falar com certeza que houve qualquer tipo de irregularidade. Infelizmente foi resultado que para a maioria de nós foi indesejado, mas aconteceu”.

A ambiguidade neste texto está presente nele. No início o general  foi categórico: não houve fraude. Mais adiante, reabriu a dúvida ao declarar: “não dá para falar com certeza que houve qualquer tipo de irregularidade”.  

Os relatórios da fiscalização do Exército revelaram esta incerteza, até o ponto  que chegaram os trabalhos das FFAA, representada pelos técnicos do Exército. Foi quando, para elucidar e concluir a auditoria ou fiscalização de urnas suspeitas, consideraram indispensável e requisitaram o código fonte ao TSE, o que foi negado por seu presidente.

Tentando justificar a interrupção das investigações, que esperaram em vão pela entrega do código fonte da apuração de urnas não auditáveis, de outra forma, fez questão de dizer que de 1º a 8 de janeiro deste ano, dia das invasões na praça  dos três poderes, o Presidente da República/Comandante Supremo das Forças Armadas era outro.  Se não disse ficou implícito, que na qualidade de superior hierárquico das FFAA, o presidente não teria permitido ou não admitiria a continuidade da auditoria que poderia lhe custar a perda do mandato.  

Este foi o impasse que congelou a apuração dos fatos, que correm o mundo perplexo com os estridentes acontecimentos políticos em nosso território.

Quanto à maioria conservadora eleita para o Congresso no mesmo pleito evidencia-se mais um indicativo da incoerência ou distorção do resultado da eleição para presidente,  tratando-se de eleitos pela mesma ala política do candidato derrotado.  

O foco da questão, se houve alguma manipulação, foi na apuração dos votos presidências. Sem o código fonte, a verdade é uma só: as FFAA, (Exército)  não concluíram a  missão fiscalizadora, que contou para isto com todo o apoio e expectativa da sociedade brasileira.  

A lógica da fala do Comandante do Exército leva a considerar o “dito por não dito”.

Não houve feridos em batalhas, mas muitas chagas foram abertas no âmago dos cidadãos brasileiros, que foram e continuam obrigados a votar, sem garantia de correção do uso de urnas não auditáveis. 

Assim, como cidadão, exerço meu direito de opinião. Não é momento de se omitir.

Caxias do Sul, 03.03.2023

 

Hospital Moinhos de Vento atinge a marca de 200 transplantes de medula óssea realizados

Instituição é a única privada do Estado a oferecer todos os tipos de tratamento: autólogo, alogênico aparentado e não aparentado

O Hospital Moinhos de Vento está comemorando a marca de 200 transplantes de medula realizados. Desde 2015, o hospital conta com um programa específico voltado ao transplante de medula óssea, sendo a única instituição privada do Estado a oferecer todos os tipos desse tratamento: autólogo (quando a medula vem do próprio paciente), alogênico aparentado (de um familiar) e alogênico não aparentado (de um terceiro).

E por trás desses números, a instituição acumula muitas histórias de luta e de superação para contar. Uma delas é a de Suellen Coscia Bueno, de 35 anos. Natural de Porto Alegre, a paciente recebeu o diagnóstico de Linfoma de Hodgkin em novembro de 2019, com 17 semanas de gestação. Ao longo da gravidez, Suellen enfrentou um protocolo de quimioterapia. Como o tratamento não surtiu o efeito esperado, ela passou pelo primeiro transplante de medula, na categoria autólogo, em junho de 2020. “Entrei em remissão, mas quase um ano depois, tive uma recidiva e precisei passar por um segundo transplante, o haploidêntico (com doador 50% compatível), em junho de 2021”, revela. 

O doador foi o seu irmão Fabiano, seu anjo da guarda, como fala. “Esse foi um transplante mais complexo, fiquei três meses internada”, relembra. Ela conta que, ao longo desse período, desenvolveu uma relação de muita confiança com a equipe da onco-hematologia. “É praticamente uma segunda casa, onde me sinto segura. É indescritível a emoção de ter uma segunda, uma terceira chance de viver e aproveitar a vida ao lado da minha família e amigos”, conta a mãe de Vítor, hoje com três anos.

Davi Borges Schneid, de 41 anos, também é um dos pacientes do Moinhos de Vento que passou por um transplante – neste caso, autólogo –, em 20 de junho de 2022. “Hoje ainda preciso tomar alguns cuidados por estar fazendo quimioterapia, mas me sinto muito feliz e abençoado por ter tido a oportunidade de me curar por meio desse procedimento. Sou muito grato a toda a equipe médica, e todos da enfermagem foram incríveis”, conta o pelotense, morador de Porto Alegre. A partir da experiência, Schneid conta que passou a valorizar “cada minuto” da vida com familiares, esposa, filhos e amigos.

200 transplantes realizados

Para a médica hematologia Lisandra Della Costa Rigoni, a marca evidencia o comprometimento, a qualificação e a dedicação de uma grande equipe multiprofissional. “Esse é um marco que nos enche de orgulho. De uma equipe que não mede esforços para atender pacientes de alta complexidade, aliado ao empenho da superintendência do hospital em disponibilizar as melhores tecnologias e a estrutura física para que os 200 transplantes fossem atingidos com excelência”, avalia.

A especialista destaca a importância da doação. “Sem o doador, o transplante ficaria restrito à modalidade autóloga. A existência do doador permite ampliarmos as modalidades e as doenças que se beneficiam do procedimento”, afirma. Atualmente, graças à modalidade do transplante haploidêntico, ficou mais simples localizar um doador, e são pouquíssimos os casos de pacientes que não transplantam por não terem doador compatível.

O transplante de medula óssea é o único tratamento curativo para algumas doenças hematológicas. O tratamento substitui o tecido doente por células saudáveis do próprio paciente ou de uma pessoa compatível. O interessado em ser um doador de medula deve ter entre 18 e 55 anos de idade, bom estado geral de saúde e não apresentar doenças hematológicas (do sangue), imunológicas ou câncer. Para se cadastrar no banco, basta ir ao Hemocentro de sua cidade ou região, onde será preenchido o cadastro e feita a coleta de uma amostra de sangue. Vale destacar que a doação de medula não tem impacto na saúde do doador.

Serviço de Oncologia

O Serviço de Transplantes do Hospital Moinhos de Vento conta com uma equipe multidisciplinar, formada por médicos, hematologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, nutricionista, dentista e pastoral. “Uma equipe construída com preparo, treinamento e capacitação”, conforme destaca a coordenadora assistencial do Serviço de Oncologia, Taiana Kessler Gomes Saraiva.

A coordenadora também destaca o trabalho de “enfermeiros navegadores”, responsáveis pelo acompanhamento, gestão e orientação de todos os pacientes transplantados. “Os pacientes possuem enfermeiros de referência que, além de acompanhá-los, os orientam em  todas as etapas do tratamento, desde o pré-transplante, durante e após o transplante, inclusive quando já não estão mais no hospital. O Programa de Navegação de Enfermagem é um diferencial importante desse serviço”. Ela destaca ainda o trabalho humanizado da equipe. “Comemoramos cada etapa do tratamento dos nossos pacientes, é um cuidado personalizado, individualizado”, acrescenta.

Foto: Leonardo Lenskij


 


Artigo, Silvio Lopes - Destruir: o que importa

 Não resta mesmo a menor dúvida: tal qual a missão do satanismo, o atual cenário  brasileiro é o de destruir, matar se necessário e, prá não desacostumar, roubar tudo que puder.          Vivemos num país que já não mais consegue sequer apontar uma das suas instituições de Estado - e até fora dele- que funcione e exerça com eficiência a função para a qual foi criada.  O Brasil institucional deixou de existir. Morreu. Hoje tais instituições- do ex imaculado Exército, Ministério Público, OAB, ABI e centenas de outras-  se renderam (covarde e traiçoeiramente) ao golpismo tirânico do lulopetismo. Jamais na história da civilização ocidental, um país foi tão duramente golpeado de dentro para fora, tendo suas vísceras expostas e escancaradas à luz do dia. Todo santo dia o escarnecedor- mor de nossa Pátria, embriagado, figuradamente ou não, se lança obstinado no sentido de dar um golpe  de misericórdia sobre nossa democracia- ou sobre o que ainda resta dela. E o faz "em nome de sua preservação(?)".  Tem razão Umberto Eco: as democracias caem por ação de governos civis. E no caso brasileiro, contando com a traição dos generais à Patria, que um dia juraram defender " da tirania e do fantasma( agora nem tanto) do comunismo. Como diz um ditado cigano: se não retirarmos a carruagem da lama, ela vira lama. A carruagem Brasil agoniza. Se  permitirmos, vira lama. A hora é agora. Ou nunca mais iremos resgatá-la. Parafraseando Don Pedro I em 7 de setembro de 1822: Em tempo; Independência ou Morte! 

Silvio Lopes, jornalista e economista.

Economia brasileira cresceu 2,9% em 2022.

 O PIB do quarto trimestre, conhecido ontem, veio em linha com o esperado, com queda de 0,2% na margem. No ano, o destaque foi o forte crescimento do setor de serviços, ainda com efeitos positivos da reabertura da economia. A indústria seguiu com dinâmica moderada, enquanto a agropecuária recuou, em virtude do desempenho mais fraco da pecuária e das condições climáticas desfavoráveis no início do ano. Pela ótica da demanda, destaque para o crescimento de 4,3% do consumo das famílias, diante de um mercado de trabalho forte e ganhos reais da massa de renda ampliada. Apesar da queda no quarto trimestre, os investimentos encerraram o ano com alta de 0,9%, após exibirem forte expansão no ano anterior (16,5%). Para 2023, esperamos um crescimento de 1,5% do PIB. Do lado da demanda, projetamos que o consumo das famílias deve seguir forte diante da resiliência do mercado de trabalho. Na ótica da oferta, a agropecuária deve ter uma contribuição importante, dadas as estimativas de novo recorde para a safra de grãos.