Artigo, Marcus Gravina - Libelo ou Relatório da CPMI

É indiscutível a revolta de milhões de eleitores em 2022, por desconfiança do resultado das urnas eletrônicas sem voto impresso.

O caldeirão ferveu logo e se esparramou como lavas de vulcão pelo território brasileiro, em manifestações pacíficas, mas incisivas diante de quartéis, onde estiveram pedindo socorro - antes e depois da mudança de governo - quando então, foram massacradas com prisões mediante perfídia. 

Ação praticada pelo Exército, no dia 9 de janeiro, por ordem do presidente Lula ancorada em ministros amigos e afilhados do STF, que aos poucos se tornam conhecidos, como a que veio a furo recentemente, do ministro Gilmar Mendes, prova de ativismo judicial: “Se a política voltou a ter autonomia se deve ao STF” e “Se tivemos a eleição do presidente Lula isso se deveu ao STF, é preciso reconhecer isto.”  

De outros ministros ativistas do STF, que não estão mantendo a compostura exigida pelo cargo. Isso, para não deixar o Ministro Gilmar sozinho neste comentário dou-lhe a companhia do seu colega, hoje presidente do STF aquele do: “perdeu mané”, “eleição não se ganha, se toma” “salvamos o Brasil do Bolsonarismo”. 

Não tenho dúvidas das palavras do ministro Gilmar Mendes. Ele liderou a derrocada da Lava Jato, da qual resultaram  várias condenações do Lula e de comparsas, que foram anuladas com o seu voto, para o Lula poder ser presidente, com a influência induzida, por outro colega que pilotou  as urnas no TSE até a bandeirada de chegada do Lula, em primeiro lugar.

Não vejo como denunciar ou tipificar crime de golpe de estado, o que teria apurado a CPMI do 8 de janeiro. Refiro-me à reunião convocada pelo Bolsonaro para ouvir os comandantes das FFAA, diante de fatos concretos de possível rebeldia popular. Assunto que ultrapassou os limites territoriais do país, de onde vieram pela imprensa notícia de possível fraude eleitoral.

O então presidente quis saber da avaliação pessoal  de cada comandante e o do espírito da tropa. Cumpriu o  seu dever de Comandante em Chefe das FFAA. 

Caso o presidente da República tivesse reunido os seus comandados militares para impedir a posse do Lula, certamente ele iria ouvir voz de prisão dos comandantes militares ali presentes.

Por isto, transformou a reunião em consulta aos Comandantes da FFAA para ouvi-los sobre a iminência de um levante em protesto contra suspeitas de manipulação das urnas, uma vez que para isso a Constituição Federal daria respaldo à ação militar. Foi o que aconteceu o povo, sem armas, foi pedir que acontecesse para evitar mal maior. Era evidente a ameaça da garantia da lei e da ordem pública, protegida pelo artigo 142 da Constituição Federal.

Certamente, o presidente da república suscitou esta questão, na mesa rodeada pelos Comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica - garantia da lei e da ordem - que autoriza a intervenção militar, para exame e tomada de decisão. Mas, não há como tratar este ato do Bolsonaro, como golpe de estado.

É um absurdo, só aceito por apoiadores do Hamas aqui no Brasil, para manter ou conduzir ditadores ao Poder Executivo ou manter tiranos  no Judiciário. Nossa lei, por enquanto não é a Sharia, é a Constituição de1988, hoje maltrapilha por frequentes decisões do STF.

Os comandantes do Exército e da Aeronáutica disseram não ser o momento do acionamento do artigo 142 – manutenção da lei e da ordem pública pela intervenção militar.

O presidente pode ter ficado contrariado,  mas nada mais se concretizou, senão o fato de que ele se manteve “dentro das quatro linhas” da Constituição Federal. 

Repudio o Relatório lido hoje pela vassala Relatora da CPMI, por estar contaminado pelo espírito fundamentalista de vingança, ódio e de condenação continuada dos resultados saneadores e recuperadores de somas bilionárias pela Lava Jato, o que haverá de custar muito caro ao erário e o estimulo ao crime, pelo dito popular de que no Brasil “o crime compensa”.

Caxias do Sul, 17.10.2023

Marcus Vinicius Gravina

OAB-RS 4.949

Cidadão, título eleitoral 328036104/34


Acordo entre ditadura e oposição na Venezuela

 A polêmica sobre a possibilidade de candidatos inabilitados participarem das eleições surgiu após a pré-candidatura da ex-deputada ultraliberal Maria Corina Machado. Os partidos e forças políticas que compõem a PUD tentarão definir uma candidatura presidencial unificada no próximo domingo (22) através de eleições primárias.

O governo e um setor da oposição da Venezuela assinaram nesta terça-feira um acordo sobre cronograma e definições técnicas para as próximas eleições presidenciais. Segundo o documento, o pleito deve ser realizado no segundo semestre de 2024 e contará com missões de observação da União Europeia, do Centro Carter e da Organização das Nações Unidas (ONU).

Além disso, ambas as partes concordaram em respeitar os resultados eleitorais e colaborar para a criação de "um clima social e político favorável ao desenvolvimento de um processo eleitoral pacífico e participativo".

A rodada de negociação desta terça-feira aconteceu em Brigdetown, capital de Barbados, e foi acompanhada por representantes dos países mediadores – Noruega e México – além do chanceler colombiano, Álvaro Leyva, e de Celso Amorim, assessor especial para assuntos exteriores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Essa é a primeira vez que governo e o setor de oposição chamado Plataforma Unitária Democrática (PUD) assinam um acordo desde novembro do ano passado, quando a delegação opositora concordou em desbloquear mais de US$ 3 bilhões que pertencem ao Estado venezuelano e que estão congelados em contas estrangeiras. 

Apesar de não mencionar a liberação dos fundos acordados no ano passado, o acordo de hoje deve ter reflexos econômicos. Isso porque uma das exigências feitas pelos EUA para flexibilizar as sanções contra a indústria petroleira venezuelana era, justamente, a definição de um cronograma eleitoral.

Nesta segunda-feira (16), uma matéria do jornal Washington Post aventou a possibilidade de que os EUA pudessem eliminar sanções contra a Venezuela caso o acordo assinado hoje previsse cronograma eleitoral e fim de inabilitações de pré-candidatos opositores. 



Saiba tudo sobre a Mercopar

 Abriu, ontem, a  32ª edição da Mercopar, no Centro de Feiras e Eventos Festa da Uva, em Caxias do Sul. Ela é considerada a maior feira de inovação industrial da América Latina e reúne empresas de diversos setores, como os de metalmecânico, eletroeletrônico, automação industrial, serviços industriais, borracha, plástico, energia e meio ambiente. O RS possui um ecossistema de inovação, composto por 14 universidades públicas e privada.

Durante a Mercopar, ocorrerá o 18º Fórum Permanente de Secretários Municipais de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio Grande do Sul. 

Sobre a Mercopar

A Mercopar 2023 ocorre de 17 a 20 de outubro. Em 2022, a feira reuniu 512 expositores e gerou um número recorde de R$ 430 milhões em negócios – um crescimento de 77% em relação ao ano anterior. Foram mais de 35 mil visitantes e mais de 200 horas de conteúdo durante os quatro dias do evento.

O evento é focado na geração de negócios e promoção de conteúdo de segmentos como metal mecânico, tecnologia da informação, energia e meio ambiente, borracha, automação industrial, plástico, eletroeletrônico, movimentação e armazenagem.

Artigo, Facundo Cerúleo - Crônica de um naufrágio anunciado...

Querem saber como se programa um desastre? Antecipo que meu maior desejo é morder a língua e ter de escrever: "errei!".

Estamos em outubro e o Grêmio não tem um padrão de jogo. E uma análise equilibrada mostra que as chances de vaga na Libertadores diminuem a cada rodada pelo mau desempenho da equipe e pela tendência de melhora dos concorrentes. Mas ainda tem maluco que fala em título...

O atual elenco vai ter perdas significativas para 2024, a começar por Suarez, que sai no fim do ano. Já perdeu Bitello. Nem vou falar do risco (real) de que outros saiam contrariando o interesse do clube.

Ou seja, a direção precisa já estar planejando a temporada de 2024, quando terá Brasileirão, Copa do Brasil e (duvido) Libertadores. E terá de renovar o grupo e contratar (com um orçamento limitado). Já começou a planejar? Conseguiu reunir cabeças inteligentes para produzir ideias?

Por mais que os deformadores de opinião ignorem, o mérito maior da boa posição do Grêmio neste ano, quando se esperava pouco de quem vinha da segundona, é da direção que, com inteligência, contratou vários bons atletas (destaque para o magnífico Luis Suárez). Por isso o clube não ficou naquelas de só se manter na primeira divisão. E, como esta coluna já provou apontando os muitos pontos perdidos burramente, ele poderia, com o grupo que tem, estar disputando o título do Nacional.

Só que, o que a direção fez com as mãos, desfez com os pés. Ao planejar o ano atual, de completa renovação, deveria perguntar-se: qual é o técnico com perfil para este momento? Não se perguntou. Só atendeu o "eleitor do pátio" e foi atrás do técnico atual (que não é o pior, mas provou não ter perfil para o grande empreendimento iniciado).

Há perguntas óbvias: o técnico está tirando do grupo o máximo do seu potencial? O que faz ele com os atletas que a direção conseguiu trazer? Por exemplo, montou um esquema para aproveitar o extraordinário Luis Suárez? Nada! Mas é por aí que se avalia a capacidade do técnico.

É sabido que Portaluppi, o Invicto, foi o mentor das contratações na gestão de Romildo Bolzan (que redundou no rebaixamento). Ninguém ignora aquele fracasso: milhões e milhões jogados no ralo pagando jogadores, muitos em fim de carreira, que só fizeram turismo em Porto Alegre.

Frise-se que ele não influiu nas ótimas contratações da direção atual. Mas para 2024, será ele o mentor da renovação ou a direção vai decidir sem os palpites dele? E que sentido teria contar com um técnico que não ajuda, mas só atrapalha nas escolhas? (Com ele, neste ano, o Grêmio foi, dos grandes, o único que não aproveitou as janelas de transferência.)

Ele parece julgar-se maior que o Grêmio. Na sua entrevista pós-jogo com o Bragantino na Arena, ele tirou o corpo fora e jogou a frustração da torcida no colo da direção. Foi uma quebra de hierarquia com margem a demissão por justa causa. Não deu em nada! Aí veio o Grenal. O Invicto decidiu não dar a entrevista pós-jogo, se mandou para o Rio deixando de treinar a equipe por cinco ou seis dias. De novo, não deu nada. O clube parece empresa estatal: acaba tudo em conversa de compadres...

A fórmula do naufrágio é esta: manter o técnico (que não tem o perfil conveniente e que, por erros da direção atual e da anterior, tem uma relação viciada com o clube); contratar atletas que ele indica e formar uma equipe deficiente (que, sabe-se, nunca terá um padrão de jogo); e, no fim, escutar constrangida o técnico dizer que o fracasso da equipe é devido a não receber os nomes que ele queria, sendo óbvio que a direção só pode contratar o que o limitado orçamento do clube permite.




Aí está a crônica de um naufrágio anunciado. Eu só espero que Alberto Guerra decida fazer este cronista passar vergonha, contrarie todas estas previsões e mude a trajetória do Grêmio.

Conselho de Segurança da ONU rejeita proposta russa que protegia os atos de terror do Hamas

Ao não mencionar o Hamas, a proposta dava cobertura aos terroristas. Há que condenar o Hamas de forma inequívoca e reafirmar o direito de autodefesa, de acordo com a Carta Magna da ONU.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou, nesta segunda-feira (16), a proposta de resolução da Rússia sobre a guerra entre Israel e o Hamas. A reunião foi convocada pelo Brasil, que preside atualmente o Conselho. A expectativa é que o Brasil apresente sua proposta na terça-feira (17), em nova reunião do Conselho. A proposta teve cinco votos favoráveis, quatro contrários e seis abstenções. Para aprovar uma resolução na ONU, é preciso o apoio de 9 dos 15 membros e nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto. O Conselho de Segurança tem cinco membros permanentes: China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Outros 10 países fazem parte do conselho rotativo: Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes.

A resolução da Rússia apresentava a proposta de um cessar-fogo imediato, a abertura de corredores humanitários e a liberação de reféns com segurança, mas não condenava diretamente o Hamas pelos atos de violência cometidos.


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Brasileiros continuam em Gaza. Governo lulopetista fala demais e consegue de menos.

Ao contrário do que pensava o governo lulopetista, nenhum dos 28 brasileiros que tentam fugir de Gaza conseguiram atravessar a fronteira do Egito. O Egito não deixa passar ninguém, de nacionalidade alguma, temendo infiltrações e falta de segurança. O governo brasileiro tem falado mais do que devia e entra em contradição. Quem manda no jogo: Israel, Egito, Hamas e Estados Unidos. E só.

Segundo informações do governo brasileiro, um grupo de 28 pessoas permanece abrigado nas cidades de Rafah e Khan Yunis, em Gaza, aguardando autorização do governo egípcio para cruzar a fronteira e poder se deslocar até o aeroporto do Cairo. >>> Governo brasileiro aguarda autorização de Israel para repatriar brasileiros em Gaza

Até o momento, a Operação Voltando em Paz, do governo federal, já foi responsável pelo retorno seguro de 916 brasileiros, além de 24 animais de estimação provenientes de Israel. Desde o início da iniciativa brasileira, cinco missões de repatriação foram finalizadas. O 

Santander Universidades distribui 5 mil bolsas para formar profissionais de segurança de dados

Curso abrange técnicas e conceitos de cibersegurança, sistemas operacionais, redes de computadores, ferramentas de testes de intrusão e simulações de ataques em redes

O Santander Universidades, em parceria com a plataforma DIO, disponibilizará 5 mil bolsas de estudo gratuitas, para profissionais interessados em tecnologia e cibersegurança. O programa Santander Cibersegurança tem mais de 50 horas de conteúdo de ferramentas, técnicas, conceitos e fundamentos de cibersegurança, sistemas operacionais, redes de computadores, ferramentas de testes de intrusão e simulações de ataques em redes. Os interessados podem se inscrever pelo portal Bolsas Santander até 03 de novembro, clicando aqui.

Os contemplados poderão criar aplicações e soluções, conhecer uma linguagem de programação e ter noções básicas de linhas de comando. Os 300 alunos com melhor performance serão contemplados com uma mentoria exclusiva com profissionais da DIO. A bolsa contempla acesso a certificados, desafios práticos, projetos concretos e orientações de especialistas da DIO e do Santander.

O programa é construído para iniciantes que buscam uma base para ingressar em uma carreira tecnológica promissora, profissionais em transição de carreira que desejam se reciclar no mercado de tecnologia e estudantes que querem aprimorar habilidades em segurança cibernética.

“Trabalhar em prol da segurança cibernética reforça os nossos pilares de apoio à educação e empregabilidade, com a capacitação de novos profissionais para um mercado de trabalho aquecido e em constante desenvolvimento, além do investimento na construção de um ecossistema digital brasileiro com mais segurança contra ameaças”, comenta Marcio Giannico, senior head do Santander Universidades.

"Esse bootcamp marca a segunda parceria de sucesso entre a DIO e o Santander Universidades. Com 5 mil bolsas de estudo 100% gratuitas, este programa é o resultado do compromisso das instituições em capacitar indivíduos interessados na interseção entre tecnologia e cibersegurança", comenta Iglá Generoso, CEO da DIO.

Sobre o Santander Universidades

Santander e seu apoio à Educação Superior - O Santander Universidades já impactou a vida de mais de 1 milhão de estudantes, profissionais e empreendedores por meio de programas gratuitos realizados em parceria com 1.300 universidades de 25 países. Ao longo de 26 anos de atuação, este sólido compromisso com a educação destinou € 2,2 bilhões de euros a iniciativas que viabilizaram mais de 1 milhão de bolsas de estudo. Em 2023, o objetivo é entregar 120 mil bolsas de estudo para apoiar universitários, empreendedores, microempreendedores, PMEs, startups e scaleups. Tudo isso é feito por meio de mentorias internacionais, premiações com incentivo financeiro e também via Santander X 100, uma comunidade global de empresas de destaque no ecossistema de empreendedorismo que conta com cerca de 80 empresários de 8 países para auxiliar no acesso a investimento, visibilidade, projeção internacional e networking.

 

Sobre a DIO 

Fundada em 2018, a DIO é a primeira plataforma Open Education brasileira que tem como objetivo democratizar o conhecimento em desenvolvimento de software e tecnologias exponenciais para acelerar a formação de mais de 5 milhões de talentos digitais, conectando-os com grandes oportunidades que potencializam o desenvolvimento socioeconômico regional. Atualmente o ecossistema da startup conta com mais de 1 milhão profissionais de tecnologia, 1.000 instituições de ensino, 2.000 embaixadores, 500 experts e mais de 1.000 empresas conectadas por meio dos programas educacionais.