Artigo, especial Dagoberto Lima Godoy - Regimes autoritários sempre acabam — e quase nunca bem

- Dagoberto Lima Godoy é advogado e engenheiro, foi também presidente da Fiergs e representante do Brasil na OIT. É escritor.

Ao longo da história, os regimes autoritários surgiram sob os mais variados pretextos: proteger a ordem, combater inimigos externos, restaurar valores ou conduzir o povo rumo a um futuro prometido. Seja por meio da força, da manipulação ideológica ou da concentração de poder, o autoritarismo tem sido um fenômeno recorrente. Mas há uma constante histórica que não pode ser ignorada: todos esses regimes, sem exceção, um dia terminam — e quase sempre de forma trágica ou humilhante.

O exemplo de Roma já nos oferece um retrato claro: imperadores como Calígula e Nero governaram com crueldade, excentricidade e desprezo pela vida humana. Foram assassinados por seus próprios soldados ou seguidores. Nem mesmo o poder quase divino conferido pelo Império garantiu estabilidade diante da tirania.

Séculos depois, a Revolução Francesa encerraria de forma dramática o reinado dos Bourbons. Luís XVI e Maria Antonieta terminaram na guilhotina, após anos de privilégios descolados da realidade de um povo faminto. A monarquia que parecia eterna foi derrubada em poucos anos por um povo que disse:  basta!

O século XX, por sua vez, foi o laboratório das experiências totalitárias mais radicais. Hitler ascendeu ao poder pela via democrática, mas rapidamente transformou a Alemanha num estado policial. Promoveu guerra, ódio e genocídio. Terminou enclausurado num bunker, cercado por escombros e traído pela própria ideologia que pregava supremacia. O Terceiro Reich, que prometia mil anos de glória, durou doze.

Na União Soviética, Stálin construiu uma ditadura marcada pelo medo e pela perseguição. Milhões de vidas foram perdidas nos campos de trabalho e expurgos ideológicos. Após sua morte, foi denunciado até por seus sucessores. E o regime comunista que parecia sólido como aço implodiu em 1991, em meio à bancarrota econômica e à sede de liberdade.

Na China, Mao Tsé-Tung,  com o "Grande Salto Adiante" e a "Revolução Cultural", mergulhou o país em fome, terror ideológico e destruição institucional. Milhões morreram. Após sua morte, o culto a sua figura foi desfeito e parte de seu legado silenciosamente repudiado. O maoísmo, como regime pessoal e ideológico, chegou ao fim — ainda que a estrutura autoritária do Estado chinês tenha sobrevivido sob nova forma. Até quando?

A América Latina também conheceu bem as sombras do autoritarismo - regimes militares impuseram censura, tortura e repressão sob o argumento da segurança nacional, diante de movimentos antidemocráticos que também ameaçavam a liberdade. Mas também esses governos caíram, não por força das armas, mas por pressão popular e desgaste moral. 

Hoje, assistimos a governos ainda presos à lógica autoritária em diferentes partes do mundo: Venezuela, Coreia do Norte, Irã, Rússia, Belarus. Alguns parecem resistentes, mas todos enfrentam o mesmo paradoxo que corroeu os anteriores: quanto mais se fecham ao diálogo e à liberdade, mais se fragilizam internamente.

A história mostra, de forma insistente, que o autoritarismo nunca é eterno. Ele pode resistir por um tempo — às vezes longo, às vezes curto — mas não sobrevive à erosão dos instrumentos de controle sobre o povo: o medo imposto, a mordaça, a narrativa mentirosa.  Quando a estrutura de coerção começa a falhar — seja por crise econômica, revolta social ou simples desgaste moral —, o regime desaba. Pode cair de forma súbita ou lenta, mas sempre cai.

A lição, portanto, é vital: todo regime que avança contra as liberdades fundamentais e reprime as pessoas de bem está cavando sua própria cova. Pode contar com forças armadas, propaganda, e censura ou mesmo apoio externo. Pode dominar a mídia e violentar a justiça, mas o fim é sempre certo. Porque liberdade e dignidade humana , mesmo oprimidas, nunca se apagam — apenas se recolhem, aguardando a hora.


Artigo, Marcelo Duarte Lins - Síndrome de carência de protagonismo

Um dia você é chamado de “doutor”, “comandante” ou seja lá qual for o título de autoridade civil ou militar. 

No outro, é só o seu Fulano da caminhada matinal, a dona Cicrana do pilates das nove, a voz que o neto chama para ajeitar o Wi-Fi.

E tudo bem.

 

Durante anos — décadas, talvez — você construiu, decidiu, liderou.

Resolveu problemas que pareciam montanhas.

Carregou a casa, a empresa, o Estado — o mundo, quem sabe — nas costas.

Teve horário, metas, gente que dependia de você.

Chamavam, você respondia. Ordenava, e o mundo obedecia. Ou quase.


Mas enquanto o mundo obedecia, havia um outro mundo que crescia — e que, muitas vezes, você mal viu crescer.

Filhos que aprenderam a andar, falar, sofrer e se virar sem você.

No fundo, você prometia a si mesmo que um dia compensaria o tempo.

Esse dia chegou. E, para sua surpresa, não é mais com os filhos — é com os netos.


Agora, o crachá foi entregue, o e-mail corporativo desativado, a agenda virou um caderno de aniversários e exames de rotina.

Um clique silencioso no botão “sair”.

E então começa o verdadeiro login: o da vida que existia por trás da função.


No início, é estranho.

Acordar sem pressa.

Almoçar sem o celular à mesa.

Não precisar provar nada a ninguém.

Parece perda.

Mas, com o tempo, a gente descobre que é ganho.


É quando o ego — aquele bicho barulhento e faminto — finalmente vai dormir mais cedo.

As vaidades começam a se despentear.

E o poder, coitado, vira uma piada interna entre lembranças e ironias.


Há uma liberdade secreta — e quase sagrada — em deixar de ser importante.

Depois que os holofotes se apagam e as salas esvaziam, sobra um silêncio que assusta no início, mas logo revela algo raro: a chance de ser inteiro sem precisar ser centro.

É nesse intervalo entre a grandeza e o anonimato que mora uma liberdade que poucos aceitam — a de não precisar provar mais nada.


Ser ex-presidente, ex-artista da moda, ex-chefe temido ou ex-qualquer-coisa relevante exige mais do que currículo.

Exige maturidade para suportar o eco do próprio nome dito cada vez menos.

Há quem aceite essa travessia com dignidade, transformando passado em legado e presente em sossego.

E há quem se agarre a qualquer manchete, a qualquer aplauso residual, como quem se recusa a apagar as luzes do palco mesmo quando a plateia já foi embora.


Que a vida pregressa sirva de boas lembranças, orgulho e referências — não de prisão.

Viver de glórias passadas é confortável, mas perigoso.

Morar no passado é correr o risco de se tornar o próprio fantasma do metrô no filme Ghost — aquela alma inquieta, presa entre estações, que assombra os outros no vagão porque não consegue aceitar que o tempo passou.

Há dignidade em reconhecer a importância que se teve.

Mas há ainda mais liberdade em não precisar provar isso o tempo todo.


Nesse novo tempo, surgem outras rotinas: o café sem pressa, a leitura sem prazo, a escuta sem interrupção.

Aparece uma nova importância — mais discreta, mas muito mais verdadeira.

Porque já não importa o que você faz.

Importa quem você é.


Agora, você é o dono do cachorro Weiss e da gata Menina Chanel.

E as pessoas da praça nem sabem seu nome — quanto mais o que você já foi.

E não faz falta.


As ilusões do “ser alguém na vida” se dissolvem como espuma.

E o que sobra é a essência:

O prazer de uma conversa boa.

A alegria de ensinar sem cobrar.

O tempo de ouvir mais do que falar.

A leveza de não ser mais “necessário” — e descobrir que isso é liberdade, não desprezo.


Talvez o que antes era ausência agora vire presença.

A pressa que te levou embora dos aniversários dos filhos cede lugar à calma de montar quebra-cabeças com os netos.

O conselho que você não deu aos 17, você agora sussurra aos 7 — com voz mais mansa, com menos urgência, com mais amor.

Os netos não são só a continuação da linhagem: são a chance de acertar com mais ternura onde antes só houve esforço e intenção.



A verdadeira grandeza talvez esteja em saber sair de cena. E permanecer inteiro.

Quem já foi importante, se souber deixar de ser, talvez descubra que o anonimato é só outra forma de liberdade — menos barulhenta, mas muito mais leve.


Alguns chamam de aposentadoria.

Outros, de desaceleração.

Mas talvez seja apenas o início da verdadeira vida adulta: aquela em que você vive, enfim, para si mesmo — sem script, sem performance, sem palco.


E é nesse silêncio do “já fui” que se escuta, pela primeira vez, o que você sempre foi.

Sem cargo, sem salário, sem plateia.

Só sabedoria.

E paz.


Porque a verdadeira importância pode estar, agora, em ter o tempo inteiro para fazer coisas simples que levam à felicidade:

Brincar com um neto.

Passear com o cachorro.

Conversar com velhos amigos.

Sentar à mesa com quem sempre esteve por perto — mesmo quando o mundo exigia que você estivesse longe.

É a liberdade de quem já foi importante.

E, enfim, aprendeu a ser presente.

Artigo, Observatório para um Brasil Soberano - 40 Anos de Prisão em Nome do Clima: o Avanço do ESG Penal

A proposta de Lewandowski para criar o crime de “ecocídio” vai muito além do discurso ambiental. Com penas que podem chegar a 40 anos de prisão, ela leva a agenda ESG ao campo penal — abrindo espaço para punições severas com base em definições vagas como “danos severos” e “destruição em larga escala”. Assim, desde o pequeno produtor rural até uma estatal de energia pode ser enquadrado, a depender da interpretação do momento. A ambiguidade da tipificação penal, somada à natureza expansiva do conceito de “dano ambiental”, gera insegurança jurídica permanente em setores estratégicos — energia, mineração, agroindústria — justamente os que mais dependem de previsibilidade para funcionar. O resultado pode ser um ambiente de incerteza, desestimulando investimentos e sufocando a produção sob ameaça constante de enquadramento criminal. A proposta também prevê a possibilidade de responsabilização penal de pessoas jurídicas, com previsão de multas e penas restritivas de direitos, inclusive de caráter patrimonial. Os valores arrecadados com as sanções serão destinados ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente — um fundo que, na prática, já é operado, em parte, por ONGs alinhadas à agenda climática internacional, que atuam tanto na formulação de políticas quanto na execução de programas subsidiados com recursos públicos. Embora o texto não trate diretamente de sanções administrativas ou cassações automáticas, o modelo de responsabilização proposto tende a reforçar estruturas normativas já existentes — que, combinadas com interpretações expansivas, podem, na prática, resultar em restrições severas à atividade econômica mesmo antes de julgamento definitivo. Esse risco é ampliado quando os mesmos atores transitem entre os papéis de formuladores, fiscalizadores e executores das políticas públicas. Nesse contexto, chama atenção o silêncio institucional de órgãos como o Banco Central, a CVM e parcelas relevantes do mercado financeiro. Desde 2021, essas entidades vêm incorporando os critérios ESG ao marco regulatório nacional, exigindo relatórios, selos e práticas ambientais como condição de acesso ao crédito e ao mercado de capitais. Agora, observam — sem manifestações públicas relevantes — a transição dessa agenda para o campo penal. Para parte do sistema financeiro, quanto mais rígido o ambiente regulatório, mais valiosos se tornam os ativos com “selo verde”. O risco jurídico, antes considerado um custo, pode se converter em barreira estratégica para selecionar, excluir ou privilegiar determinados setores ou agentes econômicos. Essa tendência não é exclusiva do Brasil. Em fevereiro de 2024, a Bélgica reconheceu o ecocídio como crime internacional. A União Europeia aprovou novas diretrizes sobre crimes ambientais, prevendo sua incorporação obrigatória pelos Estados-membros até 2026. Países do Pacífico, como Vanuatu, Fiji e Samoa, propuseram formalmente a inclusão do ecocídio no Estatuto de Roma da Corte Penal Internacional. México, Peru e Holanda também avaliam projetos semelhantes em seus parlamentos. A proposta brasileira, portanto, não é um movimento isolado, mas parte de um alinhamento global que tem origem em centros regulatórios e blocos multilaterais — nem sempre conectados às especificidades do contexto nacional. O projeto, portanto, não se limita à proteção ambiental. Ele sinaliza uma reorganização silenciosa da lógica institucional e econômica do país: quem produz passa a operar sob risco permanente de responsabilização penal, enquanto certificadores, avaliadores e intermediários regulatórios ampliam sua influência — sem mandato democrático, mas com capacidade crescente de moldar as regras do jogo. Trata-se de uma nova forma de centralização de poder, onde o controle já não decorre da propriedade dos meios de produção, mas da capacidade de regular seu funcionamento.

Vice do Simers assume diretoria de Defesa Profissional da Federação Nacional dos Médicos

 A nova direção da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) tomará posse no dia 1 de julho, em Brasília. O vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Felipe Vasconcelos, será reempossado como Diretor de Defesa Profissional, atuando diretamente em negociações nacionais, como o estabelecimento de piso para médicos, combate à violência contra profissionais, abertura indiscriminada de novas faculdades de medicina, mas não só.

O que isto significa para o Simers, segundo Felipe Vascdoncelos: 

- Abre possibilidade de uma atuação mais forte do Simers em negociações que impactam diretamente a atividade do médico, como as condições de trabalho, modelos de contratação, pejotização, violência, entre outros assuntos tão importantes para a categoria.

Limites para terceirização

Entre as ações desenvolvidas pelo vice-presidente do Simers em sua primeira passagem pela Fenam, está a sugestão apresentada a senadores e deputados federais de um projeto de lei que cria regras e limites para a terceirização. O objetivo principal é resguardar o recebimento dos valores pelos médicos, que sofrem frequentemente com atrasos nos pagamentos. 

Quem é Felipe

Felipe Vasconcelos tem 45 anos e atua no SAMU. Se destacou durante a enchente de maio de 2024, onde esteve na linha de frente no resgate de pessoas no Hospital de Pronto Socorro de Canoas, e depois atuou no Hospital Universitário, onde contribuiu para a organização do atendimento no momento crítico. 

O novo presidente da Fenam que assume em 01 de julho será Geraldo Ferreira Filho, atual presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Norte. 

Coação sobre Mauro Cid

  Moraes e sua Turma do STF estão em palpos de aranha com novas revelações sobre a farsa do julgamento, baseada em delação obtida sob cdoação e mentirosa.

A revelação de diálogos de Mauro Cid com o coronel Marcelo Cãmara, estando Mauro Cid prestando depoimentos, surpreendeu a PF e Moraes. 

Coronel do Exército, Câmara teve a prisão decretada nesta quarta-feira (18) por Moraes ao descumprir uma medida cautelar estabelecida pelo ministro que proibia a utilização de redes sociais por ele ou por terceira pessoa. A prisão foi cumprida por volta das 16h50 na casa dele, localizada em Sobradinho, cidade do Distrito Federal.

O advogado Eduardo Kuntz, que defende Câmra, pediu a anulação do processo em função das revelações, mas Moraes mandou investigá-lo, gerando protestos de advogados de todo o País.,Moraes disse que o defensor "transbordou ilicitamente das obrigações legais de advogado" e considerou "gravíssima" a possível tentativa de obstrução da investigação da trama golpista.

O advogado cumpriu seu dever legal de defesa dos direitos do seu cliente, o coronel Câmara.

O ministro também determinou a abertura de um inquérito para investigar o advogado e seu cliente, que é um dos réus do Núcleo 2 da trama golpista. Os réus desse grupo são acusados de organizar ações para “sustentar a permanência ilegítima” de Bolsonaro no poder, em 2022.

Consideram feriado

Maceió (AL)

Macapá (AP)

Salvador (BA)

Vitória (ES)

Cuiabá (MT)

Campo Grande (MS)

Belém (PA)

Curitiba (PR)

Teresina (PI)

Natal (RN)

Porto Alegre (RS)

Boa Vista (RR)

São Paulo (SP)

Aracaju (SE)

Goiânia (GO)

Fortaleza (CE)

Florianópolis (SC)

Consideram ponto facultativo

Rio Branco (AC)

Manaus (AM)

Brasília (DF)

Belo Horizonte (MG)

São Luís (MA)

João Pessoa (PB)

Recife (PE)

Rio de Janeiro (RJ)

Porto Velho (RO)

Palmas (TO)

Artigo, Roberto Rachewsky - Uma luta contra a barbárie

Roberto Rachewsky, empresário e escritor

Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã tornou-se uma teocracia agressiva, antagonizando o Ocidente e alvejando Israel com ataques de drones, mísseis e financiamento de grupos terroristas como Hezbollah, Hamas e Houthis. Essas ações não são isoladas, mas parte de uma estratégia para desgastar Israel, testando sua resposta e minando sua segurança.


Israel responde com precisão militar, visando alvos estratégicos para neutralizar ameaças sem escalar para uma guerra regional. Essa postura reflete um compromisso racional com a autodefesa, buscando dissuasão efetiva e preservação da paz, evitando tanto passividade quanto belicismo.

Críticas a Benjamin Netanyahu, líder democraticamente eleito de Israel, muitas vezes caem em falsas equivalências morais, comparando-o a tiranos ou terroristas. Israel é uma democracia que respeita o Estado de Direito, liberdade de expressão e direitos individuais. Equipará-lo ao Hamas ou ao Irã é intelectualmente desonesto e, por vezes, um véu para o antissemitismo. Críticas legítimas são válidas, mas devem ser proporcionais e distinguir quem defende a vida de quem a despreza.

A guerra é inevitável quando uma nação pacífica é atacada e exerce seu direito à autodefesa. Israel enfrenta adversários que buscam sua destruição, não coexistência. Hamas, Irã e aliados lutam por um mundo sem Israel, numa guerra ideológica: de um lado, teocracia autoritária; do outro, uma sociedade plural, democrática, baseada em liberdade e mercado.

A clareza moral é essencial. Defender a liberdade exige força militar e firmeza de valores. Frente a regimes que celebram a destruição, só uma civilização confiante em seus princípios prevalecerá. Negar isso não é neutralidade, mas cumplicidade.

Israel é alvo das teocracias corruptas do Oriente Médio e das viúvas de Marx, Lênin, Stalin e Hitler por liderar uma revolução cultural, ética e tecnológica comprometida com os valores iluministas de Francis Bacon, Isaac Newton, John Locke e Adam Smith, lado a lado com os do judaísmo de Moisés, Esther, Salomão e David.

Por isso, prevejo que Israel prevalecerá e o povo iraniano acabará se livrando do regime dos aiatolás.