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7 sinais

 O início da doença de Alzheimer pode ser sutil, mas algumas mudanças na fala e repetição de comportamentos são considerados sinais de alerta precoces, frequentemente destacados por geriatras e cuidadores. 

Com base em estudos e sinais clínicos, as 3 frases/situações de fala que podem indicar o início do Alzheimer incluem:

"Onde eu estou?" ou "Quero ir para casa" (mesmo estando em casa): Reflete a desorientação espacial e temporal, um dos primeiros sinais da doença.

Repetição da mesma pergunta/história várias vezes: O idoso esquece que acabou de perguntar ou contar algo, indicando falha na memória recente.

"Como é mesmo o nome disso?" (dificuldade em encontrar palavras): Conhecido como anomia, o idoso sabe o que quer dizer, mas não consegue acessar a palavra correta, usando descrições ou termos genéricos como "aquela coisa". 

Outros sinais na fala que devem ser observados:

Aparar/Ramificação: Começar uma conversa e perder o raciocínio no meio, não conseguindo continuar.

Uso de termos errados: Trocar nomes de objetos conhecidos.

Frases mais curtas e simples: Um empobrecimento na linguagem. 

Reconhecer esses sinais precocemente é fundamental para buscar avaliação médica e retardar a progressão da doença. 

Clientes do Dmae renegociam R$ 23 milhões em dívidas no primeiro trimestre

 Os consumidores do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) renegociaram mais de R$ 23 milhões em dívidas acumuladas no primeiro trimestre de 2026. O balanço do programa Em Dia com o Dmae, que oferece descontos e condições especiais de parcelamento, foi divulgado neste domingo, 5. No período, mais de quatro mil clientes buscaram os canais de atendimento para regularizar pendências na conta de água e esgotos. A força-tarefa, que completou seis meses de atividade, já permitiu a renegociação de R$ 64,8 milhões. O valor arrecadado será utilizado na qualificação dos serviços à população.

Como renegociar - As famílias que têm pendências em contas de água e esgoto podem buscar o Departamento até 1º de junho. O atendimento presencial é realizado no posto do Dmae no Centro Histórico (rua José Montaury, 159) e no posto do Partenon (rua Prof. Cristiano Fischer, 2402). Também é possível aproveitar as condições do programa sem sair de casa, por meio do WhatsApp. Basta enviar uma mensagem para o número (51) 3289-9156.

Descontos - Clientes beneficiários da tarifa social têm 100% de isenção em multas, juros e atualização monetária, desde que estejam com as três últimas faturas em dia. Caso contrário, é necessário o pagamento de uma entrada equivalente ao valor das cinco faturas mais recentes.

Os demais consumidores contam com descontos progressivos:

90% para pagamento à vista;
85% para parcelamento em até seis vezes;
80% para parcelamento em até 12 vezes;
40% para parcelamento em até 60 vezes.

Documentação - O cliente deve levar a conta de água; a leitura atualizada do hidrômetro; um comprovante de propriedade ou de vínculo com o imóvel (contrato de compra e venda, aluguel etc); documento de identificação com foto e cartão do Bolsa Família (caso inscrito).


 

Artigo, especial - A urgência da proteção e a faidade dos profissionais da polêmica

Artigo, especial - A urgência da proteção e a faidade dos profissionais da polêmica

 A brutalidade contra a mulher não é um tema para debates acadêmicos de fi nal de semana; é uma realidade sangrenta que exige uma resposta imediata. Basta rolar o feed de uma rede social para se deparar com vídeos que expõem covardes atacando mulheres diariamente. Uma proposta do Senador Flávio Bolsonaro surge como um imperativo moral: permitir que o delegado de polícia conceda medidas protetivas na urgência do fato. O objetivo é simples e direto: salvar vidas. Uma mulher ameaçada não tem tempo de esperar o trâmite lento de um Judiciário sobrecarregado. O tempo da burocracia, no Brasil, é muitas vezes o tempo que separa uma agressão de um homicídio. O homem nasceu para ser o escudo da sua casa, o protetor natural dos seus. Quando ele usa sua força para oprimir e ferir, ele rasga o pacto mais sagrado da sociedade e precisa de uma resposta rápida e à altura de sua covardia. Mas, em vez de união em torno de uma solução óbvia, o que vemos é a reação de uma minoria barulhenta que se diz de direita, mas que parece ter pavor da eficácia. Essa turma não busca a solução; eles vivem da polêmica. O incômodo desse grupo é transparente. Eles se sentiram profundamente atin gidos quando cobrados pelo silêncio e pela inércia após o anúncio da pré-can didatura de Flávio Bolsonaro. Onde estavam quando o projeto da direita preci sava de braços e vozes? Estavam calados ou falando sobre generalidades em busca de cliques, aguardando o melhor momento para aparecer. Agora, para mascarar o fato de que pouco ou nada fizeram pela campanha do candidato escolhido pelo maior líder da direita para derrotar a esquerda leniente com a violência, eles, mais uma vez, demonstram que união, definitivamente, não é algo que importe. Pior, tentam problematizar o óbvio. Para esses profissionais da polêmica, o importante não é se a mulher será pro tegida, mas se eles conseguirão extrair algum engajamento criticando quem re almente está no campo de batalha. Eles ignoram os fatos e o clamor das vítimas para focar em minúcias retóricas. O medo que alegam ter de "abusos da lei" é, na verdade, um escudo para sua própria irrelevância política. É claro que preci samos de um texto blindado, com punição severa para denúncias caluniosas — a justiça deve ser precisa como um bisturi para não fabricar injustiças. No entanto, usar o receio do abuso como desculpa para a paralisia é ser cúmplice da covardia. O perigo real reside na má intenção de quem quer transformar um instrumento de defesa em armadilha política. Enquanto essa minoria gasta energia tentando minar projetos internos e fugindo da cobrança pelo seu desengajamento histó rico, a esquerda — que trata o agressor com benevolência — agradece o ruído. A verdadeira justiça é aquela que é rápida o suficiente para impedir o crime, e sólida o bastante para preservar a verdade. O Brasil cansa de quem prefere o brilho do palanque e a polêmica vazia à proteção real das vítimas da violência. O eleitor saberá separar os que estão prontos para agir dos que apenas buscam o próximo post para causar confusão. A vida de uma mulher vale muito mais do que a vaidade de quem não sabe o que é lealdade e não quer uma solução, quer apenas polêmica

A PEC da Segurança também ressuscitarâ?

O Lula voltou a falar na PEC da Segurança Pública.

Está inconformado por não ter conseguido a centralizacão do Comando geral das Polícias Militares e Civis dos Estados brasileiros, cujos contingentes são maiores do que as Forças Armadas, em Brasília sob o seu tacão.

Seus estrategistas já conseguiram desarmar o povo brasileiro. 

Falta desarmar os Governadores dos Estados. 

O temor é o de um levante de Governadores contra às inconstitucionalidades do Governo Federal, como aconteceu em 1961, com a insurreição do Rio  Grande do Sul, conhecida por Movimento pela Legalidade. Isto é,  levantes da mesma natureza  em defesa da Constituição Federal parece estarem em efervescência, tipo vulcão. 

O resultado da próxima eleição presidencial será determinante para uma virada pacífica ou resistência pela força.

Assim como o Terceiro Exército  do Sul  aderiu à LEGALIDADE ao lado da Brigada Militar 

em outros Estados poderá acontecer o mesmo.

A única arma que restou aos brasileiros é o VOTO e o patriotismo e a coragem dos seus Governadores de Estados.


Pensemos nisto!

Artigo, especial - Primeiro empurra para a dívida e depois posa de preocupado

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

O governo fez aquilo que Brasília costuma fazer quando não quer enfrentar um problema de verdade: trocou solução real por maquiagem financeira. Em vez de atacar o custo de vida, abrir concorrência séria no sistema bancário e criar condi ções para a renda crescer de fato, preferiu vender crédito como se isso fosse polí tica social. Só que crédito caro não é cuidado com o trabalhador. É apenas uma forma politicamente útil de empurrar a conta para depois. Os números do Banco Central falam por si. O consignado privado para trabalha dores com carteira assinada chegou a uma taxa média de 59,4% ao ano em fe vereiro. O rotativo do cartão de crédito — aquele saldo que sobra quando a pes soa paga menos do que o valor total da fatura — continua em um nível absurdo: 435,9% ao ano. A inadimplência sobe, o endividamento das famílias cresce e uma parte cada vez maior da renda vai direto para pagar juros. A promessa era ampliar o acesso ao crédito. Na prática, o que se ampliou foi a dependência dele. A contradição aparece logo depois. O mesmo governo que estimulou esses me canismos agora surge dizendo que está preocupado com seus efeitos. Primeiro empurra o cidadão para a dívida. Depois aparece anunciando estudos, reuniões e propostas para tirá-lo do imbróglio. Isso não parece erro. Parece método. O roteiro é simples. Primeiro, o crédito é apresentado como ferramenta de inclu são e alívio imediato. Na prática, ele serve para sustentar consumo no curto pra zo sem mexer na estagnação da renda e sem enfrentar reformas econômicas de verdade. Depois, quando a inadimplência sobe, as parcelas apertam e o eleitor começa a reclamar, o discurso muda. A propaganda do acesso ao crédito perde es paço e entra a fala oficial sobre preocupação com o endividamento. Quem ajudou a montar o problema tenta aparecer como quem vai resolvê-lo. Nem as medidas vendidas como solução escondem isso. A regra conhecida como “muro inglês”, que impede a dívida do rotativo de ultrapassar o dobro do valor original, não atacou a raiz do problema. Só tentou limitar o estrago. Quando o próprio presidente do Banco Central chama os juros do rotativo de punitivos, fica difícil fingir que pequenos ajustes vão resolver a situação. Não vão. O problema é mais profundo. E há um componente político evidente. Em ano eleitoral, a preocupação com o endividamento não nasce do nada. O governo sabe que a inflação pesa no humor do eleitor, que os juros pesam no bolso e que a dívida acumulada pesa na aprova ção. Por isso aparecem grupos de trabalho, anúncios e promessas de revisão. Não porque o diagnóstico seja novo, mas porque a conta começou a chegar também na política. O roteiro é conhecido: cria-se o problema, administra-se a narrativa enquanto dá e, depois, veste-se a fantasia de solução. No fim, quem paga essa conta é a classe média e o trabalhador formal. O salário deixa de ser apenas renda e vira garantia para o banco. Os bancos ganham um devedor mais seguro. O governo ganha algum fôlego no curto prazo. E a família brasileira fica com o aperto no fim do mês e com a velha promessa de que mais crédito vai resolver o estrago causado justamente pelo crédito caro. Pode-se cha mar isso de política econômica. Mas o nome mais honesto é outro: gerenciamento eleitoral do endividamento

Dica do editor - Saiba como lidar com pessoas cronicamente negativas

O jornal The Washington Post deste sábado ensina que lidar com pessoas cronicamente negativas exige inteligência emocional, estabelecimento de limites claros e proteção da própria energia mental. Pessoas negativas frequentemente projetam suas frustrações e inseguranças, não sendo, muitas vezes, uma questão pessoal contra você. i estão estratégias práticas baseadas em psicologia e inteligência emocional:

1. Estabeleça Limites Firmes (Proteção Emocional) 

Limite o tempo de exposição: Reduza o tempo gasto com essa pessoa, seja fisicamente ou em conversas telefônicas.

Não absorva a negatividade: Reconheça que a forma como a pessoa vê o mundo é dela. Você não tem a obrigação de consertar, "salvar" ou mudar o modo de pensar de ninguém.

Aprenda a dizer "não" e sair de conversas: Se a conversa se tornar tóxica ou repetitiva, encerre-a educadamente (ex: "Entendo seu ponto, mas prefiro não focar nisso agora"). 

2. Mudança de Postura e Reação

Não leve para o lado pessoal: Entenda que a negatividade reflete a história e a visão de mundo da outra pessoa, não o seu valor.

Mantenha a calma e respire: Ao enfrentar críticas, respire fundo antes de reagir. Isso ativa o raciocínio e evita respostas impulsivas que alimentam a negatividade.

Pratique a escuta ativa, mas desapegada: Ouça sem se envolver emocionalmente. Muitas vezes, a pessoa só quer desabafar; não tente resolver todos os problemas que ela apresenta.

Evite contra-argumentar constantemente: Com reclamantes crônicos, a melhor resposta pode ser uma nota neutra e curta ("Entendi", "Hum", "É uma situação difícil"), sem alimentar a discussão. 

3. Proteja o seu Ambiente e Energia

Foque em soluções, não no problema: Direcione a conversa para ações práticas ou mude de assunto. Se a pessoa insistir na reclamação, questione: "O que você pensa em fazer sobre isso?".

Desenvolva sua paciência e empatia (com distância): Use a situação para treinar seu autocontrole, entendendo que a pessoa pode estar passando por dificuldades pessoais, mas mantenha o distanciamento emocional para não se desgastar.

Seja claro e assertivo: Se a pessoa for desrespeitosa, estabeleça limites imediatamente: "Eu não aceito ser tratado dessa forma". 

4. Quando se Afastar

Avalie o impacto: Se a relação causa sofrimento constante, estresse ou afeta sua saúde mental, considere se afastar temporária ou permanentemente, mesmo que seja um familiar.

Busque apoio: Converse com outras pessoas, faça exercícios físicos ou hobbies que tragam alegria para equilibrar a energia. 

Lidar com pessoas difíceis é uma habilidade que pode ser desenvolvida para preservar sua paz interior.