Exército volta a emitir autorizações para novos CACs

 O Exército voltará a emitir, a partir deste mês de janeiro, autorizações para novos CACs (Caçadores, Atiradores esportivos e Colecionadores de armas). Os novos registros estavam suspensos desde o início do governo de Lula da Silva, por decreto que reverteu a política da gestão de Jair Bolsonaro (PL).

A retomada da emissão dos chamados Certificados de Registro (CR) foi expressa em um comunicado e em uma portaria do Exército, publicados no fim de dezembro. Uma das principais mudanças é referente ao prazo de validade dos CRs. Com Bolsonaro, ele era de dez anos. Agora, os documentos precisarão ser renovados a cada três. Além disso, todos os CRs emitidos antes das novas regras perderão a validade em julho de 2026 e precisarão ser renovados para que permaneçam regulares. O Departamento de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército publicou uma nota, em 22 de dezembro, destacando que as solicitações de interessados que já haviam sido enviadas ao Sistema de Gestão Corporativo do Exército (SisGCorp) serão devolvidas para que a nova documentação exigida seja anexada.

Leite e Thalis na Bahia

 Leite e seu namorado, mãos dadas, junto com outros dois casais, um deles hetero.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o namorado, o médico Thalis Bolzan, passaram a virada de ano em Trancoso, no extremo sul da Bahia, entre amigos. Em postagem no X, o governador fez votos para este ano:"Um 2024 de paz, amor, respeito, tolerância e harmonia. É o que desejamos para todos vocês". O casal de namorados está no balneário baiano com os amigos Fábio Bartelt e Carol Trentini, além do escritor Uariã Francelli e de Anderson Baumgartner, o Dando, dono de uma das principais agências de modelos do país, a Way Models. Leite seguirá de férias até o dia 10 de janeiro.

Nesta segunda-feira, 01º de janeiro, Eduardo consultou os resultados da megasena e pedalou ao lado do namorado. "Pedalando já no dia primeiro para manter o fôlego para 2024", disse no Instagram. Nos cinco dias que estão em Trancoso, o casal aproveitou a piscina de casa, jogou carteado com os amigos e circulou por festas.

Judeus e os ataques do PT

 As investigações abertas pela Polícia Federal contra o jornalista lulopetista judeu Breno Altman, produzem cenas surpreendentes sobre a inevitável autofagia que atingiria a esquerda brasileira por estas e outras razões.

Breno Altmann é filiado e até dirigente do PT. Ele é editor de um site chamado Opera Mundi.

O que acontece é que dentro e fora dele, o jornalista promove cerrados e recorrentes ataques contra os judeus que ele cataloga como sionistas, ataques contra o governo israelense, mas sobretudo onde prega a destruição de Israel, tudo num contexto em que seus heróis são os muçulmanos, com ênfase para os palestinos e os terroristas do Hamas. 

Não é pouca coisa.

Breno Altmann merece tomar bons processos e merece ser censurado por suas práticas de jornalismo antissionista, conforme denúncia da Conib.

Este tipo de atividade traiçoeira contra o povo judeu e contra Israel, foi descrito pelo jornalista gaúcho Luiz Milmann, "A ideologia da destruição", que prefaciei e editei pós-mortem. Vale a pena ler, inclusive o prefácio do professor Francisco Rudiger.

Tenho exemplares disponíveis ao preço de R$ 80,00, incluído o frete. É só pedir pelo WhatsApp 512.99945.9810.

Sem entrar no mérito das acusações terríveis que faz diariamente Breno Altmann, ignorando os crimes tenebrosos praticados pelos terroristas do Hamas no dia 8 de outubro, quero chamar a atenção para três fatos que acontecem à margem das discussões de conteúdos:

1) A grita dos lulopetistas, com ênfase para o site Brasil247, que acusa a Polícia Federal de agir como polícia política. E não só do Brasil247, porque os homens do governo lulopetista fazem o mesmo.

O ministro Paulo Pimenta e o secretário nacional do consumidor, Wadih Damous, afirmaram, ontem, que o jornalista judeu Breno Altman é alvo de uma campanha de lawfare nos moldes da Lava Jato por conta de suas falsas acusações contra os judeus e Israel.

Quando seus adversários do 8 de Janeiro alegam o mesmo, são criticados severamente e até punidos.

2) Todos eles, agora que a pimenta arde nos seus olhos, reclamam pela liberdade de expressão, que negam aos seus adversários.

3) O ministro Paulo Pimenta diz, agora, que não foi o governo quem mandou a PF para cima de Altmann, mas o Ministério Público Federal.

Ops !!

Então por que razão o jornalista e os sites  petistas que o apoiam, não têm coragem de atacar o MPF e por  preferem atacar a PF ?

Tem mais.


Calçados chineses

 O aumento descontrolado das importações de calçados da Ásia, em especial do Vietnã, Indonésia e China, segundo Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados),  resultou em crscimento de 38% em receita e 10% em volume, alcançando US$ 29,4 milhões e 1,4 milhões de pares em um único mês, no caso novembro. São os últimos dados conhecidos. Já no acumulado do ano, entre janeiro e novembro, as importações de calçados asiáticos cresceram 26,6% em receita e 11,5% em volume, somando US$ 327 milhões e 22 milhões de pares. 

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que somente as importações provenientes de Vietnã, Indonésia e China, as três principais origens do calçado importado pelo Brasil, representam mais de 80% do total importado, em receita.

Os calçados asiáticos, via de regra, entram no Brasil por meio de práticas ilegais como dumping - quando a empresa pratica um preço diferente no mercado internacional visando destruir indústrias locais - estão prejudicando a indústria brasileira. 

Além disso, soma-se o fato da isenção das plataformas internacionais de e-commerce (cross border), que desde agosto não pagam nenhum imposto para remessas de mercadorias de até US$ 50. Essas, nem ao menos estão computadas nos índices.

A indústria calçadista brasileira emprega, aproximadamente, 300 mil pessoas de forma direta. Se somarmos a cadeia produtiva como um todo, de forma direta e indireta, esse número ultrapassa 1 milhão de empregos. 

O impacto da concorrência desleal das importações já vem sendo sentido pela indústria nacional e vai causar uma onda de desemprego no País.

Importações totais

Os dados elaborados pela Abicalçados apontam que, no total, entre janeiro e novembro, entraram no Brasil 26,53 milhões de pares por US$ 413,63 milhões, incrementos tanto em volume (+12,6%) quanto em receita (+24,2%) em relação ao mesmo período do ano passado. No recorte de novembro, as importações somaram 1,87 milhão de pares e US$ 36 milhões, incrementos de 13,5% e 26,4%, respectivamente, ante o mês correspondente de 2022.

Editorial do Estadão

Em março deste ano, completará cinco anos o Inquérito (Inq) 4.781/DF aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar fake news e ameaças veiculadas na internet contra a Corte e seus ministros. Desde então, outras investigações criminais foram instauradas no âmbito da Corte constitucional, como o Inq 4.874/DF que, desde julho de 2021, investiga a atuação de milícias digitais contra o Estado Democrático de Direito.


Ainda que possuam objetos de investigação diferentes, esses inquéritos têm fortes semelhanças entre si. Sigilosos e sob a mesma relatoria do ministro Alexandre de Moraes, todos eles foram de grande utilidade na defesa das instituições democráticas. Em momentos dramáticos, em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) dedicou-se à omissão – Augusto Aras não via nada de anormal no País –, essas investigações permitiram que o STF atuasse pronta e diligentemente na proteção da democracia e da Constituição, ante os insistentes ataques contra as eleições e a separação de Poderes.


Junto a seus inegáveis méritos, esses inquéritos também geraram pontos menos louváveis, com interpretações extravagantes sobre as competências da Corte e os limites dos próprios procedimentos investigativos. Por exemplo, no primeiro semestre do ano passado, eles foram usados para remover da internet conteúdo sobre projeto de lei em tramitação no Congresso (o PL das Fake News) e para investigar falsificação de cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nas duas situações, houve evidente uso irregular dos inquéritos do Supremo, com o descumprimento de regras básicas da legislação brasileira.


Elaborar um diagnóstico preciso a respeito desse quadro de luzes e sombras envolvendo a atuação do STF é tarefa ainda a ser realizada. Até mesmo porque os inquéritos são todavia sigilosos. Não se conhece toda a extensão dos ataques, tampouco o alcance das medidas tomadas pela Corte. De toda forma, há dois pontos indiscutíveis: as circunstâncias do País são outras – aquelas ameaças ao regime democrático já não existem mais – e os inquéritos criminais têm de ter prazo para acabar – não podem permanecer indefinidamente no tempo.


Isso tudo conduz a uma cristalina e pacífica conclusão: é tempo de os inquéritos criminais no STF relativos a ataques antidemocráticos serem encerrados, de acordo com o que determina a lei. Havendo indícios de autoria e materialidade delitiva, que se proceda ao indiciamento dos investigados, com o encaminhamento dos casos ao Ministério Público. Nos casos em que não houver os indícios mínimos, que se proceda ao arquivamento.


O Supremo cumpre seu papel em defesa da Constituição não apenas quando abre um inquérito para apurar atos antidemocráticos, mas também quando encerra essa investigação, dando o devido encaminhamento. Desde março de 2019, este jornal sempre reconheceu a existência de fundamento jurídico que justificasse a competência do STF nessas investigações. No entanto, não existe fundamento jurídico para tornar esses inquéritos perpétuos, menos ainda para, valendo-se deles, concentrar de forma permanente na Corte a competência de todos os casos relativos a crimes contra a democracia.


Além da questão jurídica – inquéritos devem respeitar os trâmites e limites legais –, o encerramento dessas investigações tem também uma evidente dimensão social e política, que o STF não pode ignorar. Não faz bem ao País – nem ao Supremo – um permanente e extravagante protagonismo da Corte constitucional. Se houve, nos últimos anos, circunstâncias excepcionais – que felizmente o STF soube detectar a tempo –, é preciso reconhecer quando elas já não se fazem presentes. Para piorar, esses inquéritos promovem um protagonismo concentrado num único ministro, Alexandre de Moraes, o que distorce a percepção sobre o Judiciário, além das evidentes fragilidades para a imagem da Corte.


Medida processualmente correta, encerrar os inquéritos é um gesto que fortalece a autoridade do STF e distensiona o País. As águas devem voltar ao seu leito normal.


Saiu a MP para descarbonização da frota nacional

A MP prevê o estímulo à realocação de plantas industriais de outros países no Brasil.

O  governo federal publicou neste sábado a medida provisória (MP) que cria o Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que visa a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, amplia as exigências de sustentabilidade dos veículos e estimula a produção de novas tecnologias nas áreas de mobilidade e logística.

Neste domingo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, explicou que o Mover deve atrair investimentos no setor de energia e eficiência energética para o país, em razão dos benefícios tributários.

CLIQUE AQUI para examinar o texto integral da MP.


O que deve impulsionar o varejo em 2024?

Entre condições do mercado, preferências dos consumidores e avanços tecnológicos, especialistas identificam as tendências para o próximo ano

Desde o início da sua existência, o varejo é influenciado pelas condições do mercado e mudanças nas preferências dos consumidores. Essa adaptação constante torna o setor um dos mais mutáveis da economia. Na era moderna, outra vertente entra na divisão da conta: os avanços tecnológicos. Apesar das projeções financeiras não serem tão otimistas para a categoria, com previsão de crescimento de apenas 2% em 2023, segundo a Confederação Nacional do Comércio, serão as soluções inovadoras que garantirão o respiro do varejo em 2024. 

 

De acordo com uma pesquisa da Altimeter, 55% dos grandes agentes da transformação digital acreditam que o grande catalisador para as mudanças tecnológicas das marcas é a evolução do comportamento e preferência dos consumidores. Ou seja, as decisões de modernização estão centradas na clientela. Para os varejistas, a capacidade de adaptação a essas tendências emergentes e a implementação ágil de estratégias inovadoras serão diferenciais decisivos para o sucesso do mercado. 

 

Mas o que os consumidores estão exigindo do comércio? Para responder a essa questão, especialistas identificaram preferências que devem permear o setor em 2024. Veja:

 

Personalização cada vez mais sofisticada

Segundo uma pesquisa da McKinsey, 72% dos consumidores esperam que as empresas onde compram os reconheçam como indivíduos únicos e consigam identificar seus interesses. Essa necessidade de personalização do cliente, muito comentada em 2023, continuará sendo a grande aposta do varejo em 2024. É o que prevê Marcell Rosa, Gerente Geral Latam da CleverTap, plataforma de marketing digital especializada em retenção e engajamento de usuários: “Com a implementação de estratégias preditivas baseadas em inteligência artificial e aprendizado de máquina, a individualização atingirá novos patamares. Estamos falando de otimizar as experiências dos consumidores desde o primeiro contato com o potencial cliente até o pós-venda. Isso tudo baseado no seu comportamento único”. 

 

Lojas físicas de cara nova - a vez da omnicanalidade

 

Os varejistas já começaram a integração entre lojas físicas e digitais. Essa estratégia tende a se amplificar ainda mais no próximo ano, segundo Antônio Sá, sócio-fundador da Amicci, empresa de tecnologia de varejo private label. “Em 2023, confirmamos a importância das lojas físicas. Elas não deixarão de existir, mas veremos uma repaginação. Os consumidores poderão comprar online, retirar na loja e devolver com facilidade em todos os canais. Ou até pesquisar um produto na internet e ir até o endereço da marca efetuar a compra. Teremos uma integração cada vez mais homogênea entre online e offline”, explica.

 

Supermercado online e compras sem sair de casa. O delivery ganha ainda mais espaço no comportamento dos consumidores

Além disso, a praticidade de receber produtos em casa, as facilidades de compra e a diversidade de sortimento também tem acelerado o crescimento das compras online, fazendo com que os consumidores busquem cada vez mais, plataformas que oferecem o serviço de delivery. Para se ter uma ideia, de acordo com um estudo recente da SoluCX, 80% das pessoas já experimentaram a conveniência das compras digitais nesse segmento. 

 

Para Renato Saghi, Diretor Comercial da Daki, aplicativo de mercado e essenciais sob demanda, com entregas rápidas e agendadas, "O delivery é um ponto importante para que o consumidor tenha uma experiência de compra positiva. A necessidade de se adaptar às mudanças de comportamento e oferecer experiências mais eficientes e convenientes é algo que tem impulsionado essa revolução no varejo." O executivo destaca ainda que “a digitalização não apenas atende às demandas dos clientes, mas também proporciona oportunidades para inovação e um crescimento ainda maior das empresas”, comenta.

 

Experiência é a palavra-chave para o tradicional

Como um dos principais representantes do varejo tradicional, os shoppings centers, desde a pandemia, tiveram de acelerar suas mudanças. Mais opções de lazer ao ar livre, vivências para além da compra, a mescla do online com o offline são algumas das tendências que vivemos durante esses anos. 

 

Agora, o que deve impulsionar o varejo em 2024? A atenção desses empreendimentos experientes às verdadeiras necessidades do cliente.

 

“A mudança de comportamento do consumidor tem sido clara desde a pandemia. As pessoas têm pedido por mais profundidade e isso requer uma experiência mais robusta e que vá além da compra, no caso dos shoppings centers. Nos nossos malls, fizemos uma pesquisa onde a maior parte dos clientes responderam que vão aos nossos empreendimentos para passear. E o que isso quer dizer? Que compras são importantes, mas variar os nossos negócios é o que vai nos manter em alta no próximo ano”, comenta Adriano Capobianco, diretor comercial da Partage Malls.

 

Outra variável relevante, de fato, é a tecnologia. Neste caso, a mescla entre digital e físico é indispensável. “Em 2023, colocamos para funcionar a Vitrine Virtual, um espaço onde o cliente pode ver tudo sobre o produto que gostaria de comprar, a fim de ajudá-lo e decidir pelo consumo. Alinhado a isso, colocamos o potencial comprador em contato direto com o lojista, uma forma de personalizar o atendimento e dar ao cliente uma experiência única. Essa é uma estratégia que se mostrou, extremamente, funcional e correspondente ao que o nosso público quer e precisa”, finaliza.

 

Com uma previsão de melhora econômica, o varejo está trabalhando muito na experiência do consumidor, utilizando todas suas frentes como lojas físicas e online para que o consumidor tenha a melhor experiência possível. “O mercado deve dar uma atenção especial para o segundo semestre, depois de um ano com muitos ajustes em fluxo de caixa, estoques e melhoria na sua eficiência, podemos dizer que o pior já passou e que agora o potencial de crescimento é grande.”, afirma Marcos da Silva Pinheiro, Gerente nacional de vendas da Elsys, empresa brasileira de soluções tecnológicas há mais de 34 anos no mercado. 

 

“Na área de usabilidade, conectividade e tecnologia, por exemplo, alguns produtos que estarão em alta serão fechaduras digitais, antenas digitais e câmeras de segurança. Todos esses produtos têm expectativa de crescimento em suas vendas, frente às oportunidades e necessidades do mercado cada vez mais tecnológico e seletivo.” finaliza Marcos.