Eis onde serão instalados os drive thrus em POA
Região Centro
Santa Cecília - Rua São Manoel, 543 - Santa Cecília
Região Glória / Cruzeiro / Cristal
Oscar Pereira - Avenida Professor Oscar Pereira, 3329 - Glória
Chuí - Praça José Alexandre Záchia - Avenida Chuí - Cristal
Nossa Senhora de Belém - Praça Nossa Senhora de Belém
Região Restinga e Extremo Sul
Rua Comendador Jorge Mello Guimarães, 12 - Belém Novo
Região Norte / Eixo Baltazar
Baltazar de Oliveira Garcia - Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, 744 - São Sebastião
Região Noroeste / Humaitá / Navegantes / Ilhas
IAPI - Rua Três de Abril, 90 - Passo d'Areia
Região Partenon / Lomba do Pinheiro
Parada 10 da Lomba do Pinheiro (pátio Paróquia Santa Clara) - João de Oliveira Remião, 4444
Região Leste / Nordeste
Morro Santana - Rua Marieta Mena Barreto, 210
Endereços das farmácias
Agafarma
Endereço Bairro
Rua Catarino Andreatta, 115 Vila Nova
Avenida Benjamin Constant, 1253 São João
Rua Bernardino S. Pastoriza, 1185 Rubem Berta
Rua Felipe Neri, 459 Auxiliadora
Avenida Assis Brasil, 3711 Cristo Redentor
Avenida Gomes de Freitas, 172 Jardim Itu Sabara
Estrada João Antônio da Silveira, 1773 Restinga
Rua Wolfran Metzler, 320 Rubem Berta
Rua Pereira Neto, 823 Tristeza
Rua Dr. Cecilio Monza, 11010 Belém Novo
Avenida Bento Goncalves, 2110 Partenon
Avenida Cavalhada, 2593 Cavalhada
Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, 3539, Ljs. 10/11 Rubem Berta
Avenida Oscar de Oliveira Ramos, 4147 Restinga Nova
Rua Monte Cristo, 498 Vila Nova
Avenida Nonoai, 379 Nonoai
Avenida São Pedro, 1126 São Geraldo
Avenida Engenheiro Felício Lemieszek, 125 Humaita
venida Duque De Caxias, 488 Centro
Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck Oliveira, 1173 Jardim Dona Leopoldina
Rua Cruzeiro do Sul, 2445 Santa Tereza
Avenida Francisco Trein, 527 Cristo Redentor
Panvel
Endereço Bairro
Avenida Getúlio Vargas, 480 Menino Deus
Avenida Eduardo Prado, 1901 Cavalhada
Rua dos Andradas, 1238 Centro Histórico
Rua Zéca Neto, 38 Cristo Redentor
Rua dos Andradas, 1320 Centro Histórico
Avenida Wenceslau Escobar, 2857 Cristal
Rua 24 de Outubro, 722 Moinhos de Vento
Rua Anita Garibaldi, 2099 Mont Serrat
Rua Valparaíso, 698 Jardim Botânico
São João
Endereço Bairro
Avenida São Pedro, 549 São Geraldo
Avenida Borges De Medeiros, 1151 Centro
Rua Camaquã, 651 Camaquã
Avenida Vicente Monteggia, 2837 Cavalhada
Rua dos Andradas, 985 Centro Histórico
Avenida Cavalhada, 2221 Cavalhada
Rua Dona Adda Mascarenhas de Moraes, 299 Jardim Itu Sabará
Rua Anita Garibaldi, 1047 Mont Serrat
Avenida Juca Batista, 510 Cavalhada
Avenida Assis Brasil, 3277 Cristo Redentor
Avenida Edgar Pires de Castro, 1710 Aberta dos Morros
Rua Dos Andradas, 1179 Centro Histórico
Avenida Bento Gonçalves, 2893 Partenon
Avenida Getúlio Vargas, 1430 Menino Deus
Avenida Assis Brasil, 2840 Cristo Redentor
Rua Cecílio Monza, 11050 Belém Novo
Rua 24 De Outubro, 676 Moinhos de Vento
Avenida Tramandaí, 11 Ipanema
Avenida Assis Brasil, 6654 Sarandi
Avenida Independência, 30 Independência
Avenida Economista Nilo Wulff, 215 Restinga
Estrada João de Oliveira Remião, 6636 Lomba do Pinheiro
Estrada Martim Félix Berta, 1601 Jardim Leopoldina
Avenida Carlos Gomes, 1723 Petrópolis
Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, 3362 Rubem Berta
Avenida Farrapos, 3852 Navegantes
Avenida Protásio Alves, 7401 Alto Petrópolis
Artigo, Heloísa Trajano, Magazine Marisa - Muitas empresas vão desaparecer para sempre
A empresária Luiza Helena Trajano disse que, dependendo do tempo da quarentena, muitas empresas, especialmente as micro, pequenas e médias, vão desaparecer.
A manifestação foi publicada nas redes sociais, ontem a noite, e reproduazida hoje pelo jornal Valor. Vai na íntegra:
“Após superarmos a fase de isolamento, que é necessária, sem dúvida, o que me preocupa muito é o quadro que iremos enfrentar na economia. Dependendo do tempo de quarentena, muitas empresas, especialmente as micro, pequenas e médias, irão desaparecer, e muitas das grandes terão que demitir equipes, agravando ainda mais o enorme quadro de desemprego que tínhamos pré-crise. Estudiosos estão falando em dezenas de milhões”, escreveu em texto publicado nas redes sociais na noite de ontem.
“Estávamos em um momento de expectativa de recuperação gradual da economia, mas um impacto deste tamanho irá trazer consequências graves que deverão levar muitos anos para serem recuperadas, e com grandes consequências sociais para o Brasil”, escreveu.
A empresária, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, já havia publicado um vídeo dias atrás em rede social em que pede que empresas evitem demitir funcionários.
Agora, no texto recém-publicado, ela diz que é “hora da verdadeira união de forças contra um inimigo comum que está assolando o mundo e do próximo que virá, o risco da miséria. Não é hora de vaidades ou discussões sobre competências, a população já estava cansada disso, e agora não admitirá divisões com objetivos eleitoreiros ou de aumento de poder”.
“É necessário focar todos os esforços na saúde pública e na recuperação da economia. Quem não participar ativamente, com todos os esforços possíveis da solução destes problemas, pagará um preço histórico”.
Na avaliação dela, as medidas econômicas “não podem esperar”.
“É necessário caminhar rapidamente com planos que possibilitem a tranquilidade já durante a quarentena, em todos os níveis: Executivo, Legislativo e Judiciário, da União, Estados e municípios, para que haja condições para que os cidadãos não sejam assombrados com o fantasma do desemprego e da insegurança financeira para sustentar suas famílias”.
Ela reforça que o IDV, instituto do varejo, do qual faz parte, tem propostas para discutir com a sociedade soluções para o período.
Ela defende o avanço das reformas já em discussão, além da injeção de “muito dinheiro na economia”, como já estão anunciando os EUA, e incentivos para empresas evitarem demissões, além de programas de incentivos para a população.
“Temos um longo trabalho pela frente, e nunca na história precisamos tanto dos governantes, que devem pensar e agir em conjunto com o único objetivo de vencermos a crise da saúde e a grave crise econômica que se anuncia.”
A manifestação foi publicada nas redes sociais, ontem a noite, e reproduazida hoje pelo jornal Valor. Vai na íntegra:
“Após superarmos a fase de isolamento, que é necessária, sem dúvida, o que me preocupa muito é o quadro que iremos enfrentar na economia. Dependendo do tempo de quarentena, muitas empresas, especialmente as micro, pequenas e médias, irão desaparecer, e muitas das grandes terão que demitir equipes, agravando ainda mais o enorme quadro de desemprego que tínhamos pré-crise. Estudiosos estão falando em dezenas de milhões”, escreveu em texto publicado nas redes sociais na noite de ontem.
“Estávamos em um momento de expectativa de recuperação gradual da economia, mas um impacto deste tamanho irá trazer consequências graves que deverão levar muitos anos para serem recuperadas, e com grandes consequências sociais para o Brasil”, escreveu.
A empresária, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, já havia publicado um vídeo dias atrás em rede social em que pede que empresas evitem demitir funcionários.
Agora, no texto recém-publicado, ela diz que é “hora da verdadeira união de forças contra um inimigo comum que está assolando o mundo e do próximo que virá, o risco da miséria. Não é hora de vaidades ou discussões sobre competências, a população já estava cansada disso, e agora não admitirá divisões com objetivos eleitoreiros ou de aumento de poder”.
“É necessário focar todos os esforços na saúde pública e na recuperação da economia. Quem não participar ativamente, com todos os esforços possíveis da solução destes problemas, pagará um preço histórico”.
Na avaliação dela, as medidas econômicas “não podem esperar”.
“É necessário caminhar rapidamente com planos que possibilitem a tranquilidade já durante a quarentena, em todos os níveis: Executivo, Legislativo e Judiciário, da União, Estados e municípios, para que haja condições para que os cidadãos não sejam assombrados com o fantasma do desemprego e da insegurança financeira para sustentar suas famílias”.
Ela reforça que o IDV, instituto do varejo, do qual faz parte, tem propostas para discutir com a sociedade soluções para o período.
Ela defende o avanço das reformas já em discussão, além da injeção de “muito dinheiro na economia”, como já estão anunciando os EUA, e incentivos para empresas evitarem demissões, além de programas de incentivos para a população.
“Temos um longo trabalho pela frente, e nunca na história precisamos tanto dos governantes, que devem pensar e agir em conjunto com o único objetivo de vencermos a crise da saúde e a grave crise econômica que se anuncia.”
Artigo, Mariana Possari e Manoel Fernandes, Bites - O que importa hoje: a questão da popularidade de Bolsonaro
*Bolsonaro não está perdendo força na Internet. É a oposição que está crescendo.*
No momento da pandemia do Covid19, duas correntes de opinião tentar interpretar qual o impacto da crise na popularidade do presidente Jair Bolsonaro.
*A primeira é baseada numa aposta combinada com torcida de time de futebol.* Essa análise indica que Bolsonaro está perdendo a capacidade de propagar nas redes sociais suas mensagens junto à opinião pública digital com a ajuda de seus seguidores. É a teoria do derretimento sem sustentação quando confrontada pelos fatos.
*A segunda perspectiva, baseada em dados históricos do Sistema Analítico BITES*, aponta a análise para outra direção e mostra que os olhares deveriam se voltar para o crescimento de uma onda oposicionista sem liderança no universo digital, especialmente no Twitter.
Alguns indicadores atuais sobre Bolsonaro reforçam a sustentam o segundo diagnóstico:
1. *Bolsonaro continua ganhando seguidores nas redes sociais, mesmo nos últimos dias quando a crise do Coronavírus se intensificou ele adicionou 327 mil seguidores* aos seus perfis no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. Ninguém até agora está deixando de segui-lo, fenômeno já identificado por BITES em outras esferas dos Poderes Legislativo e Executivo.
2. *As interações nos posts publicados pelo presidente no Twitter, Facebook e Instagram continuam no mesmo patamar do início do governo.* De 01 de janeiro do ano passado até às 18h de hoje, a média era de 123.965. Nos últimos 30 dias, essa taxa ficou em 103.223 e nos últimos sete dias subiu para 112.799. Ontem, domingo, ficou em 116.477 interações.
3. Esses números têm um significado. *Mesmo entrincheirado, Bolsonaro continua cercado e protegido por seus admiradores mais fiéis nas redes sociais.* Nesse momento, o grupo continua publicando no Twitter quatro vezes mais posts que os detratores do presidente.
4. *Ainda no Twitter, na última semana, 992.631 usuários do serviço no Brasil utilizaram hashtags negativas para criticar o presidente contra 803.522 que o defenderam.* Apenas hoje, após o episódio da MP 927, foram 130 mil contra o presidente e 19 mil a favor.
*O que o atual momento mostra não é uma queda substantiva de Bolsonaro, mas a ascensão da oposição no universo digital, especialmente no Twitter.* Esse grupo estava adormecido desde a eleição e extrapola as fronteiras da disputa ideológica da esquerda versus direita.
Enquanto os bolsonaristas já sabem quem defender, *a oposição nas redes sociais tenta descobrir novos líderes para guiá-la.* Esse movimento difere de outros momentos da era Bolsonaro porque os críticos encontraram um ponto de convergência: a reação de Bolsonaro à pandemia do Coronavírus.
É algo novo no cenário e pode ser circunstancial. Esse fluxo bem trabalhado pode render frutos eleitorais porque procura um ponto de concentração da sua insatisfação e ainda não sabe quanto tempo será necessário para diluir a estruturada base bolsonarista.
Entre os personagens mais relevantes da política nacional, considerando os candidatos na eleição de 2018, é o deputado *Rodrigo Maia (DEM-RJ)* que está conseguindo o melhor resultado, por enquanto na amplificação de suas mensagens no universo digital.
*Nos últimos 30 dias, a taxa de interações por post de Maia cresceu 244%. No caso de Lula, o seu percentual ficou em 23,8% contra 12% de Ciro Gomes, 44,5% para o governador Wilson Witzel e 78% para João Doria.*
*BITES - DADOS PARA DECISÕES*
No momento da pandemia do Covid19, duas correntes de opinião tentar interpretar qual o impacto da crise na popularidade do presidente Jair Bolsonaro.
*A primeira é baseada numa aposta combinada com torcida de time de futebol.* Essa análise indica que Bolsonaro está perdendo a capacidade de propagar nas redes sociais suas mensagens junto à opinião pública digital com a ajuda de seus seguidores. É a teoria do derretimento sem sustentação quando confrontada pelos fatos.
*A segunda perspectiva, baseada em dados históricos do Sistema Analítico BITES*, aponta a análise para outra direção e mostra que os olhares deveriam se voltar para o crescimento de uma onda oposicionista sem liderança no universo digital, especialmente no Twitter.
Alguns indicadores atuais sobre Bolsonaro reforçam a sustentam o segundo diagnóstico:
1. *Bolsonaro continua ganhando seguidores nas redes sociais, mesmo nos últimos dias quando a crise do Coronavírus se intensificou ele adicionou 327 mil seguidores* aos seus perfis no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. Ninguém até agora está deixando de segui-lo, fenômeno já identificado por BITES em outras esferas dos Poderes Legislativo e Executivo.
2. *As interações nos posts publicados pelo presidente no Twitter, Facebook e Instagram continuam no mesmo patamar do início do governo.* De 01 de janeiro do ano passado até às 18h de hoje, a média era de 123.965. Nos últimos 30 dias, essa taxa ficou em 103.223 e nos últimos sete dias subiu para 112.799. Ontem, domingo, ficou em 116.477 interações.
3. Esses números têm um significado. *Mesmo entrincheirado, Bolsonaro continua cercado e protegido por seus admiradores mais fiéis nas redes sociais.* Nesse momento, o grupo continua publicando no Twitter quatro vezes mais posts que os detratores do presidente.
4. *Ainda no Twitter, na última semana, 992.631 usuários do serviço no Brasil utilizaram hashtags negativas para criticar o presidente contra 803.522 que o defenderam.* Apenas hoje, após o episódio da MP 927, foram 130 mil contra o presidente e 19 mil a favor.
*O que o atual momento mostra não é uma queda substantiva de Bolsonaro, mas a ascensão da oposição no universo digital, especialmente no Twitter.* Esse grupo estava adormecido desde a eleição e extrapola as fronteiras da disputa ideológica da esquerda versus direita.
Enquanto os bolsonaristas já sabem quem defender, *a oposição nas redes sociais tenta descobrir novos líderes para guiá-la.* Esse movimento difere de outros momentos da era Bolsonaro porque os críticos encontraram um ponto de convergência: a reação de Bolsonaro à pandemia do Coronavírus.
É algo novo no cenário e pode ser circunstancial. Esse fluxo bem trabalhado pode render frutos eleitorais porque procura um ponto de concentração da sua insatisfação e ainda não sabe quanto tempo será necessário para diluir a estruturada base bolsonarista.
Entre os personagens mais relevantes da política nacional, considerando os candidatos na eleição de 2018, é o deputado *Rodrigo Maia (DEM-RJ)* que está conseguindo o melhor resultado, por enquanto na amplificação de suas mensagens no universo digital.
*Nos últimos 30 dias, a taxa de interações por post de Maia cresceu 244%. No caso de Lula, o seu percentual ficou em 23,8% contra 12% de Ciro Gomes, 44,5% para o governador Wilson Witzel e 78% para João Doria.*
*BITES - DADOS PARA DECISÕES*
Artigo, Dagoberto Godoy, ex-presidente da Fiergs - Salvar vidas e preservar a economia
Há dias, ponderei a amigos que, após as medidas drásticas necessárias para conscientizar as pessoas do enorme perigo e atenuar a velocidade do contágio, já deveríamos ter um conhecimento mais objetivo do impacto na saúde pública e uma avaliação dos danos que a paralização da economia produtiva causará. Então, uma administração ponderada da crise deveria seguir e manter algumas linhas mestras: a) centralização federal das determinações oficiais, evitando os excessos e desacertos regionais; b) priorização do aparelhamento hospitalar para tratamento intensivo, tendo em vista um temível colapso do sistema de saúde; c) conscientização e apoio às famílias e aos serviços de assistência aos idosos, para que os mantenham em quarentena rigorosa; c) retomada progressiva das atividades gerais, sem nenhum afrouxamento das práticas preventivas.
Agora, leio que epidemiologistas dos Estados Unidos, como o Dr. David Katz, da Universidade de Yale, apontam na mesma direção (brasiljournal. com). Para esse especialista, são três os objetivos fundamentais: salvar tantas vidas quanto possível; garantir que o sistema de saúde não entre em colapso; e evitar a destruição da economia. Nessa linha, ele propõe “proteger e isolar os que correm maior risco de morrer ou sofrer danos de longo prazo — isto é, os idosos, pessoas com doenças crônicas e com baixa imunidade — e tratar o resto da sociedade basicamente da mesma forma que sempre lidamos com ameaças mais familiares, como a gripe.” Vejo que ele detalha ou complementa o que vem sendo apregoado por outro renomado especialista, o deputado médico Osmar Terra.
Entretanto, é indispensável que a comunidade corresponda, à altura, o formidável trabalho dos nossos irmãos profissionais da saúde, que arriscam suas próprias vidas para protegerem as nossas . Isso requer que, não só sejam cumpridas rigorosamente as diretrizes de prevenção, como se dê a eles (e elas) um apoio concreto. Há exemplos a seguir, como o de empresários de Porto Alegre e Bento Gonçalves, entre outros, que levantam recursos financeiros para melhor aparelhar hospitais.
Só juntos, venceremos o terrível vírus
Agora, leio que epidemiologistas dos Estados Unidos, como o Dr. David Katz, da Universidade de Yale, apontam na mesma direção (brasiljournal. com). Para esse especialista, são três os objetivos fundamentais: salvar tantas vidas quanto possível; garantir que o sistema de saúde não entre em colapso; e evitar a destruição da economia. Nessa linha, ele propõe “proteger e isolar os que correm maior risco de morrer ou sofrer danos de longo prazo — isto é, os idosos, pessoas com doenças crônicas e com baixa imunidade — e tratar o resto da sociedade basicamente da mesma forma que sempre lidamos com ameaças mais familiares, como a gripe.” Vejo que ele detalha ou complementa o que vem sendo apregoado por outro renomado especialista, o deputado médico Osmar Terra.
Entretanto, é indispensável que a comunidade corresponda, à altura, o formidável trabalho dos nossos irmãos profissionais da saúde, que arriscam suas próprias vidas para protegerem as nossas . Isso requer que, não só sejam cumpridas rigorosamente as diretrizes de prevenção, como se dê a eles (e elas) um apoio concreto. Há exemplos a seguir, como o de empresários de Porto Alegre e Bento Gonçalves, entre outros, que levantam recursos financeiros para melhor aparelhar hospitais.
Só juntos, venceremos o terrível vírus
As atividades públicas e privadas essenciais, segundo o novo decreto
1) Assistência à saúde, incluídos os serviços médicos e hospitalares;
2) Assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;
3) Atividades de segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos;
4) Atividades de defesa civil;
5) Transporte de passageiros e de cargas, observadas as normas específicas;
6) Telecomunicações e internet;
7) Serviço de call center;
8) Captação, tratamento e distribuição de água;
9) Captação e tratamento de esgoto e de lixo;
10) Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e de gás;
11) Iluminação pública;
12) Produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
13) Serviços funerários;
14) Guarda, uso e controle de substâncias radioativas, de equipamentos e de materiais nucleares;
15) Vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;
16) Prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;
17) Inspeção de alimentos, de produtos e de derivados de origem animal e vegetal;
18) Vigilância agropecuária;
19) Controle e fiscalização de tráfego;
20) Compensação bancária, redes de cartões de crédito e de débito, caixas bancários eletrônicos e outros serviços não presenciais de instituições financeiras;
21) Serviços postais;
22) Serviços de imprensa e as atividades a eles relacionados, por todos os meios de comunicação e de divulgação disponíveis, incluídos a radiodifusão de sons e de imagens, a internet, os jornais, as revistas, dentre outros;
23) Serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados "data center" para suporte de outras atividades previstas neste decreto;
24) Fiscalização tributária e aduaneira
25) Transporte de numerário;
26) Fiscalização ambiental;
27) Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e de derivados;
28) Monitoramento de construções e de barragens que possam acarretar risco à segurança;
29) Levantamento e análise de dados geológicos com vistas à garantia da segurança coletiva, notadamente por meio de alerta de riscos naturais, de cheias e de inundações;
30) Mercado de capitais e de seguros;
31) Serviços agropecuários e veterinários e de cuidados com animais em cativeiro;
32) Atividades médico-periciais;
33) Serviços de manutenção, de reparos ou de consertos de veículos, de pneumáticos, de elevadores e de outros equipamentos essenciais ao transporte, à segurança e à saúde, bem como à produção, à industrialização e ao transporte de alimentos e de produtos de higiene; e
34) Produção, distribuição e comercialização de equipamentos, de peças e de acessórios para refrigeração, bem como os serviços de manutenção de refrigeração.
2) Assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;
3) Atividades de segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos;
4) Atividades de defesa civil;
5) Transporte de passageiros e de cargas, observadas as normas específicas;
6) Telecomunicações e internet;
7) Serviço de call center;
8) Captação, tratamento e distribuição de água;
9) Captação e tratamento de esgoto e de lixo;
10) Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e de gás;
11) Iluminação pública;
12) Produção, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
13) Serviços funerários;
14) Guarda, uso e controle de substâncias radioativas, de equipamentos e de materiais nucleares;
15) Vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;
16) Prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;
17) Inspeção de alimentos, de produtos e de derivados de origem animal e vegetal;
18) Vigilância agropecuária;
19) Controle e fiscalização de tráfego;
20) Compensação bancária, redes de cartões de crédito e de débito, caixas bancários eletrônicos e outros serviços não presenciais de instituições financeiras;
21) Serviços postais;
22) Serviços de imprensa e as atividades a eles relacionados, por todos os meios de comunicação e de divulgação disponíveis, incluídos a radiodifusão de sons e de imagens, a internet, os jornais, as revistas, dentre outros;
23) Serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados "data center" para suporte de outras atividades previstas neste decreto;
24) Fiscalização tributária e aduaneira
25) Transporte de numerário;
26) Fiscalização ambiental;
27) Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e de derivados;
28) Monitoramento de construções e de barragens que possam acarretar risco à segurança;
29) Levantamento e análise de dados geológicos com vistas à garantia da segurança coletiva, notadamente por meio de alerta de riscos naturais, de cheias e de inundações;
30) Mercado de capitais e de seguros;
31) Serviços agropecuários e veterinários e de cuidados com animais em cativeiro;
32) Atividades médico-periciais;
33) Serviços de manutenção, de reparos ou de consertos de veículos, de pneumáticos, de elevadores e de outros equipamentos essenciais ao transporte, à segurança e à saúde, bem como à produção, à industrialização e ao transporte de alimentos e de produtos de higiene; e
34) Produção, distribuição e comercialização de equipamentos, de peças e de acessórios para refrigeração, bem como os serviços de manutenção de refrigeração.
BRDE anuncia novos valores e programas para ajudar as empresas do Sul
O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, com atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, anuncia as providências adotadas para apoiar clientes e empreendedores frente à pandemia de vírus chinês.
Em nota oficial assinada pelo presidente Marcelo Haendchen Dutra e integrantes da diretoria, o BRDE informa que:
• será disponibilizado montante de cerca de R$ 1,3 bilhões, até o final de 2020, para atender às necessidades emergenciais de clientes, em especial as micro, pequenas e médias empresas e os empreendedores individuais, bem como as municipalidades;
• o BRDE trabalha em contato permanente com provedores de fundings, nacionais e internacionais, para viabilizar a postergação dos pagamentos devidos, com o objetivo de repassar essas vantagens aos seus mutuários;
• o banco negocia também, com os provedores de fundings, o aumento imediato dos limites de crédito, de forma a ampliar os recursos disponíveis para concessão de financiamentos;
• por meio da criação de um Programa Emergencial de Crédito aos micro, pequenos e médios empreendedores dos setores mais atingidos pela crise, será destinado um valor mínimo de R$ 150 milhões, direcionado aos setores de turismo, economia criativa, prestação de serviços, alimentação, entre outros;
• em conjunto com as demais instituições brasileiras de fomento reunidas em sua entidade associativa, a ABDE, o BRDE trabalha em sintonia com os governos dos três estados do Sul, Governo Federal e instituições de fomento nacionais e internacionais, na criação de alternativas de Programas Emergenciais de Mitigação dos Efeitos do Coronavírus, tanto para redução dos efeitos na Saúde Pública como das consequências negativas sobre a economia nacional;
• os recursos adicionais anunciados se somarão aos R$ 900 milhões do Programa Promove Sul, lançado pelo BRDE em 2020, com uso de recursos próprios voltados à promoção do desenvolvimento sustentável, conforme as prioridades identificadas em cada estado.
“Com tais medidas, que serão alvo de detalhamento nesta semana, buscamos atender à clara determinação dos governadores do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná para auxiliar nossos estados a vencer essa crise sem precedentes, de forma integrada, solidária e coerente”, enfatiza Luiz Corrêa Noronha, vice-presidente, diretor de Planejamento e Financeiro do BRDE.
Em nota oficial assinada pelo presidente Marcelo Haendchen Dutra e integrantes da diretoria, o BRDE informa que:
• será disponibilizado montante de cerca de R$ 1,3 bilhões, até o final de 2020, para atender às necessidades emergenciais de clientes, em especial as micro, pequenas e médias empresas e os empreendedores individuais, bem como as municipalidades;
• o BRDE trabalha em contato permanente com provedores de fundings, nacionais e internacionais, para viabilizar a postergação dos pagamentos devidos, com o objetivo de repassar essas vantagens aos seus mutuários;
• o banco negocia também, com os provedores de fundings, o aumento imediato dos limites de crédito, de forma a ampliar os recursos disponíveis para concessão de financiamentos;
• por meio da criação de um Programa Emergencial de Crédito aos micro, pequenos e médios empreendedores dos setores mais atingidos pela crise, será destinado um valor mínimo de R$ 150 milhões, direcionado aos setores de turismo, economia criativa, prestação de serviços, alimentação, entre outros;
• em conjunto com as demais instituições brasileiras de fomento reunidas em sua entidade associativa, a ABDE, o BRDE trabalha em sintonia com os governos dos três estados do Sul, Governo Federal e instituições de fomento nacionais e internacionais, na criação de alternativas de Programas Emergenciais de Mitigação dos Efeitos do Coronavírus, tanto para redução dos efeitos na Saúde Pública como das consequências negativas sobre a economia nacional;
• os recursos adicionais anunciados se somarão aos R$ 900 milhões do Programa Promove Sul, lançado pelo BRDE em 2020, com uso de recursos próprios voltados à promoção do desenvolvimento sustentável, conforme as prioridades identificadas em cada estado.
“Com tais medidas, que serão alvo de detalhamento nesta semana, buscamos atender à clara determinação dos governadores do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná para auxiliar nossos estados a vencer essa crise sem precedentes, de forma integrada, solidária e coerente”, enfatiza Luiz Corrêa Noronha, vice-presidente, diretor de Planejamento e Financeiro do BRDE.
Comportamento das empresas do RS frente à pandemia COVID-19 é apresentado em pesquisa da Amcham Poa
A Amcham Poa fez um levantamento entre os dias 16 e 18 de março, com 40 empresas do estado, de médio e grande porte, gaúchas e multinacionais com sede por aqui, para saber como estão se mobilizando na contenção da proliferação do Coronavírus.
As 15 perguntas foram enviadas às empresas com mais de 100 funcionários. O resultado reflete um pouco do comportamento atual dos empregadores que fazem nossa economia girar.
“É um cenário em evolução constante e que demanda uma liderança ativa e conectada. Percebemos que dinamismo, solidariedade e criatividade, aliada a novas tecnologias serão fundamentais para o momento que estamos passando", relata Marcelo Rodrigues, Superintendente Regional da Amcham.
Os dados informam que 100% das empresas da indústria nacional disponibilizaram álcool gel para seus funcionários. Quanto ao uso de máscaras, o número diminuiu e não atinge sua totalidade. As empresas também orientaram que seus integrantes não fizessem viagens internacionais, principalmente para áreas onde estava o centro do foco do Covid-19. Em relação aos destinos nacionais, cerca de 50% considerou viagens só em caso de emergência.
Para eventos, visitas a terceiros e reuniões na empresa, os casos que continham grande aglomeração de pessoas, foram canceladas na sua totalidade. Em relação aos demais, metade dos encontros aconteciam com número reduzido. Sobre o home office, variou entre 50% e 100% a adoção desta forma de trabalho. Empresas com mais de mil funcionários, adotaram. As entre 100 e 500 colaboradores, apenas metade dos postos de trabalho viraram home office. Sobre a quarentena, sim para quem vem de vôos do exterior, e metade dos que viajaram para outro estado no país.
Empresas multinacionais com unidades em solo gaúcho tiveram números parecidos aos da indústria nacional. Uso do álcool gel ficou em quase 100% das empresas entrevistadas, e entre 0 e 20% para o uso de máscaras. Sobre a permissão de uma viagem ao exterior, entre 80% e 100% das empresas são contra no momento. Viagens nacionais são mais permitidas, fica entre 50% e 100%, mas que sejam em caso de emergência. Sobre o home office, cerca de 80% a 100% consideraram uma boa decisão. A quarentena para quem chega de fora do país é de 100% das multinacionais entrevistadas.
Quanto ao setor de serviços, todas as empresas disponibilizam álcool gel para o seu quadro de funcionários. O uso das máscaras é reduzido, seja nas empresas gaúchas ou multinacionais. Adoção do home office foi amplamente aceito e eventos com grande aglomeração foi 100% descartadas. Viagem de um funcionário a um país estrangeiro é algo descartado.
Vale ressaltar que os dados são de diferentes setores. Desde aqueles com processos críticos de serem mantidos com suas linhas de frente de atendimento, como saúde e alimentação, até os serviços ligados à tecnologia, com maior facilidade de transformar seu funcionamento em virtual.
As 15 perguntas foram enviadas às empresas com mais de 100 funcionários. O resultado reflete um pouco do comportamento atual dos empregadores que fazem nossa economia girar.
“É um cenário em evolução constante e que demanda uma liderança ativa e conectada. Percebemos que dinamismo, solidariedade e criatividade, aliada a novas tecnologias serão fundamentais para o momento que estamos passando", relata Marcelo Rodrigues, Superintendente Regional da Amcham.
Os dados informam que 100% das empresas da indústria nacional disponibilizaram álcool gel para seus funcionários. Quanto ao uso de máscaras, o número diminuiu e não atinge sua totalidade. As empresas também orientaram que seus integrantes não fizessem viagens internacionais, principalmente para áreas onde estava o centro do foco do Covid-19. Em relação aos destinos nacionais, cerca de 50% considerou viagens só em caso de emergência.
Para eventos, visitas a terceiros e reuniões na empresa, os casos que continham grande aglomeração de pessoas, foram canceladas na sua totalidade. Em relação aos demais, metade dos encontros aconteciam com número reduzido. Sobre o home office, variou entre 50% e 100% a adoção desta forma de trabalho. Empresas com mais de mil funcionários, adotaram. As entre 100 e 500 colaboradores, apenas metade dos postos de trabalho viraram home office. Sobre a quarentena, sim para quem vem de vôos do exterior, e metade dos que viajaram para outro estado no país.
Empresas multinacionais com unidades em solo gaúcho tiveram números parecidos aos da indústria nacional. Uso do álcool gel ficou em quase 100% das empresas entrevistadas, e entre 0 e 20% para o uso de máscaras. Sobre a permissão de uma viagem ao exterior, entre 80% e 100% das empresas são contra no momento. Viagens nacionais são mais permitidas, fica entre 50% e 100%, mas que sejam em caso de emergência. Sobre o home office, cerca de 80% a 100% consideraram uma boa decisão. A quarentena para quem chega de fora do país é de 100% das multinacionais entrevistadas.
Quanto ao setor de serviços, todas as empresas disponibilizam álcool gel para o seu quadro de funcionários. O uso das máscaras é reduzido, seja nas empresas gaúchas ou multinacionais. Adoção do home office foi amplamente aceito e eventos com grande aglomeração foi 100% descartadas. Viagem de um funcionário a um país estrangeiro é algo descartado.
Vale ressaltar que os dados são de diferentes setores. Desde aqueles com processos críticos de serem mantidos com suas linhas de frente de atendimento, como saúde e alimentação, até os serviços ligados à tecnologia, com maior facilidade de transformar seu funcionamento em virtual.
Assinar:
Postagens (Atom)