Hospital Moinhos de Vento presta consultoria a empresas e órgãos públicos para retomada das atividades com segurança

Escolas, bancos e prefeituras estão fazendo adaptações, orientando equipes e preparando medidas de prevenção à COVID-19

Equipes da Consultoria do Hospital Moinhos de Vento estão avaliando rotinas e indicando adaptações necessárias para dar mais segurança e reduzir os riscos de infecção pelo novo coronavírus no retorno das atividades de órgãos públicos, instituições e empresas. Para cada cliente, é feito um diagnóstico de acordo com o seu ramo de atuação e público, e planos de ação com orientações dos profissionais de saúde são elaborados para adequar espaços físicos, fluxos e processos. As medidas incluem normas de distanciamento, escalas especiais de atendimento, fluxos de pessoas, além de orientações sobre higiene, autocuidado e etiqueta respiratória.
Para o gestor da Consultoria Moinhos de Vento, Chander João Turcatti, as diretrizes desenhadas especificamente para cada ramo de atividade estão focadas na mitigação de quaisquer riscos. Ele cita o Colégio Farroupilha, primeira escola a firmar a parceria com o hospital, como exemplo. “Estamos disponibilizando toda a nossa expertise para garantir o cuidado e a proteção a toda comunidade escolar. A iniciativa estabelece protocolos específicos – desde salas de aula, limpeza, segurança, área administrativa, escalonamento da entrada e saída dos alunos, seguindo os padrões recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Vigilância Sanitária e Ministério da Saúde”, explica.

Comunidade escolar protegida
Para a escola, foi recomendada a compra de equipamentos de proteção individual tanto para funcionários como para os alunos. Os estudantes receberão kits com máscaras e álcool em gel, além de toalhinhas para higienização de suas mesas. “A volta às aulas, quando acontecer, será um desafio para todas as instituições de ensino. Buscamos estar preparados a partir de orientações técnicas, garantindo assim mais tranquilidade à comunidade escolar”, diz a Diretora Pedagógica da instituição, Marícia Ferri. Ela acrescenta que detalhes do plano de ação serão informados à comunidade escolar na medida em que as análises forem executadas e os novos processos definidos.

Serviço essencial e seguro
Em alguns setores que não tiveram as atividades suspensas, o desafio foi manter os serviços e oferecer toda a segurança possível aos colaboradores. É o caso dos bancos. A Consultoria Moinhos de Vento elaborou um plano de ação para o Banrisul, que manteve o atendimento em mais de 500 agências no Rio Grande do Sul e em outros estados do país.
Os consultores indicaram rotinas de higienização específicos; utilização de equipamentos de proteção individual, como máscaras e protetores faciais; fluxos diferenciados dos habituais para público interno e externo; roadmap com o passo a passo dos processos e normas para cada ambiente das agências, entre outras medidas. Todos são orientados sobre as medidas de prevenção e autocuidado. Também foram estabelecidos protocolos médicos em casos de colaboradores com sintomas sugestivos de COVID-19, com atendimento por telemedicina, que inclui avaliação médica, orientação e monitoramento.
A consultoria também está atendendo algumas prefeituras e, em especial, empresas do setor de turismo. Na avaliação da gerente de Estratégia Corporativa do Hospital Moinhos de Vento, Melina Moraes Schuch, essas parcerias são fundamentais para dar mais tranquilidade à comunidade neste momento de enfrentamento da pandemia. “O Moinhos de Vento possui conhecimento científico e técnico. A união dessas duas competências auxilia na tomada de decisão, que deve sempre ser embasada em evidências científicas e nos melhores desfechos”, conclui.

Porto Alegre é a única cidade brasileira a integrar publicação do Sistema ONU

A concessão do trecho 2 da Orla do Guaíba é o único caso brasileiro a integrar o guia lançado pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) e o Instituto Semeia. A publicação Parque para todas e todos – Sugestões para a implantação de parques urbanos com perspectiva de gênero traz ainda exemplos de países como Áustria, Espanha e Colômbia.

“Muito importante esse reconhecimento em relação ao trabalho que estamos desenvolvendo na cidade de Porto Alegre e que foi construído com apoio do Unops e do Semeia. Nosso objetivo é criar condições melhores para todos, com a qualificação de serviços e dos espaços, primando pelas políticas inclusivas em todos nossos projetos.”, destaca o Prefeito Nelson Marchezan Júnior.

 O projeto de concessão do trecho 2 da Orla foi incluído no material por ter aspectos que buscam a construção de um parque que atenda as necessidades de diferentes tipos de frequentadores. “Formatamos os documentos de tal forma que as políticas de gênero e de inclusão se tornam um incentivo para a concessionária obter melhores resultados dentro da concessão. Acredito que esse mecanismo faz toda a diferença para o desenvolvimento de uma cidade com atividades cada vez mais inclusivas”, enfatiza o secretário municipal de Parcerias Estratégicas, Thiago Ribeiro, durante evento online de lançamento. 

Dentre os exemplos de encargos da concessionária há a obrigatoriedade de elaborar uma política de inclusão que deve ser aprovada pela prefeitura e conter aspectos relacionados ao uso do espaço, empregabilidade, infraestrutura, serviços e atividades comerciais e campanhas de sensibilização. “O trecho 2 foi pensado seguindo a lógica de olhar para as necessidades de cada tipo de pessoa que vai utilizá-lo e por isso integra a publicação Parques para Todas e Todos”, explica a representante do Unops no Brasil, Claudia Valenzuela. Já o diretor-presidente do Instituto Semeia, Fernando Pieroni, ressalta que “as parcerias com a iniciativa privada podem ser importantes instrumentos para apoiar os governos na implementação de políticas públicas voltadas à inclusão e diversidade.”

Publicação - A ferramenta pretende inspirar a construção de parques urbanos mais diversos para homens e mulheres, seja em sua implantação ou gestão. O material mostra que infraestruturas urbanas atentas a essas questões tendem a promover mais bem-estar e espaços com mais qualidade sem, necessariamente, aumentar seu custo. O material está disponível gratuitamente no site do Semeia.

Trecho 2 - A concessão prevê um contrato de 35 anos com parceiro privado. A área a ser concedida tem 134,4 mil metros quadrados e 850 metros de extensão, entre a Rótula das Cuias e o Arroio Dilúvio. O destaque desse trecho é uma das maiores rodas-gigantes da América Latina, prevista no projeto conceitual do arquiteto Jaime Lerner.



Artigo, Renan Guedes, advogado Scalzilli Althaus - Uma mostra de sensibilidade diante da crise

Diante das condições impostas pela pandemia, cabe também ao Judiciário se moldar à situação factual. A flexibilização auxilia na manutenção da saúde financeira do mercado e na recuperação da economia brasileira. Um caso julgado recentemente em Canoas (RS) é exemplo disso. A suspensão do pagamento de um débito trabalhista por parte de uma empresa do ramo imobiliário garantiu a proteção do seu caixa durante o auge do isolamento social.
Em novembro de 2019, após intimação para pagamento em processo trabalhista, a empresa parcelou débito constituído nos termos da moratória legal do art. 916 do Código de Processo Civil. Conforme previsão legal, deveria — após o pagamento da entrada de 30% — parcelar o saldo residual em seis prestações, com o acréscimo de juros de 1% ao mês.
A empresa vinha pagando regularmente o débito até abril de 2020. Porém, com as dificuldades financeiras geradas pela pandemia, não viu alternativa a não ser solicitar o adiamento do pagamento da última parcela por 90 dias. Apesar de não se tratar de acordo judicial, o reclamante foi intimado a se manifestar sobre a proposta, mas discordou do pedido apresentado pela devedora.
Os demonstrativos apresentados comprovaram que todo o valor correspondente aos recursos alimentares do trabalhador já havia sido integralmente pago pela empresa. O restante do débito estava ligado à verba previdenciária e custas. Mesmo assim, o pedido de suspensão não foi aceito pelo juiz. O argumento foi que as dívidas de natureza alimentar deveriam ser as últimas a serem renegociadas, de forma que caberia às companhias se readequarem à crise. A partir desta decisão, foi apresentada uma nova manifestação esclarecendo a diferença da natureza das verbas relacionadas ao débito em questão.
Não se pode confundir o crédito trabalhista com o crédito previdenciário. O recebimento do benefício previdenciário pelo segurado tem natureza alimentar. Entretanto, seu recolhimento é destinado ao Estado, e não ao trabalhador.
Na sequência, a empresa declarou que a suspensão do pagamento independia da vontade do reclamante. Isso porque o parcelamento que vinha sendo quitado não era oriundo de conciliação, mas sim de norma legal. Além disso, também frisou que o autor não era titular de direito relativamente ao recolhimento previdenciário e às custas processuais.
Demonstrando boa-fé, a empresa pagou antecipadamente um terço do saldo residual, que era o montante possível a ser cumprido naquele momento. Dessa forma, reforçou o requerimento da suspensão do pagamento por 90 dias e sugeriu o parcelamento do saldo em duas prestações.
Surpreendentemente, o juiz intimou a autora a se manifestar sobre a última petição apresentada pela reclamada. A parte autora concordou que – pela natureza das verbas ainda devidas – a anuência da suspensão dependia do magistrado e sugeriu que o débito fosse parcelado conforme sugerido.
Como o prazo para o pagamento do débito residual vencia em 11 de maio, a empresa apresentou nova petição no dia 8, requerendo urgência na apreciação do pedido de suspensão do pagamento. Na mesma data, o juízo reconheceu o cumprimento da obrigação alimentar, deferindo o pedido de prorrogação dos vencimentos das verbas remanescentes por três meses.
Muitas empresas vêm passando por circunstâncias extremas e estão com seus recursos financeiros limitados. Este cenário de calamidade não apenas prejudica a continuidade das atividades empresariais, como também coloca em risco a manutenção do atual quadro de funcionários. Decisões como estas são de extrema importância e demonstram sensibilidade do Judiciário com o momento.

 Advogado trabalhista do escritório Scalzilli Althaus

Artigo, João Cesar de Melo - Dois meses de quarentena, 10 lições aprendidas

O artigo e a foto são do site do Instituto Liberal.

1 – A Europa não é o oráculo da sabedoria.
Muito pelo contrário. Foi ela que colonizou a ferro e fogo as Américas, a África e grande parte da Ásia, saqueando e escravizando povos. Vieram de lá ideologias assassinas como comunismo, nazismo e fascismo. Um século atrás, europeus matavam-se uns aos outros, aos milhões, na 1° Guerra Mundial. Duas décadas depois, promoveram outra guerra, ainda mais sangrenta. No final do século 20, ainda permitiram a Guerra da Iugoslávia.
Erros absurdos fazem parte da história dos europeus. A destruição de suas próprias economias para conter uma epidemia de gripe é apenas um deles.

2 – O poder da imprensa tradicional.
O impeachment de Dilma e a eleição de Jair Bolsonaro criaram a ilusão de que os principais jornais e a Globo não tinham mais poder sobre a população, já que foram em vão seus esforços no sentido contrário. No entanto, a população hoje está hipnotizada pelo que a imprensa tradicional diz sobre a epidemia. O pânico foi instalado com extrema facilidade.

3 – A falta de proteção dos direitos individuais.

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Artigo, Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo - Monstros oportunistas

O estrago causado pelo esquerdismo em tempos de paz, aliás, é análogo ao causado por catástrofes naturais ou guerras

 “Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus, porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem, que os cegos comecem a enxergar, que apenas o estado é capaz de dar solução a determinadas crises”, disse o ex-presidente Lula esta semana. A fala é monstruosa.

Em primeiro lugar, uma correção: há controvérsias se o vírus veio da natureza ou do regime chinês, e mesmo que tenha vindo da natureza, foi graças à ditadura comunista, ao perseguir jornalistas e médicos e ocultar fatos, que o troço virou uma pandemia, com a possível conivência da OMS.

O que o petista confessa é o que muito esquerdista pensa, mas não diz. A esquerda radical sempre olhou para crises como oportunidade para avançar com seu nefasto projeto socialista, concentrando poder no estado. Lula não citou Roosevelt na fala por acaso: a metáfora de guerra sempre foi usada por socialistas, como a “guerra contra a pobreza”, para justificar o aumento dos gastos públicos.

Mas Lula bate num espantalho: os liberais entendem que, durante a crise, o aumento se faz necessário. Tanto que o ministro Paulo Guedes vem fazendo exatamente isso. Os liberais, porém, entendem que o quanto antes voltarmos ao trilho da austeridade, melhor, enquanto a esquerda deseja um estado permanente de irresponsabilidade fiscal. O resultado dessas aventuras heterodoxas são conhecidos, e no Brasil levaram a 14 milhões de desempregados mesmo com os ventos favoráveis de fora, sem qualquer pandemia.

 O estrago causado pelo esquerdismo em tempos de paz, aliás, é análogo ao causado por catástrofes naturais ou guerras. A Venezuela que o diga: quem precisa de uma pandemia quando se tem o socialismo? A destruição pelo monstro oportunista é certa!

Artigo, Fábio Jacques -Ceeeeeelso!!!

Saulo Ramos, padrinho da nomeação de Celso de Mello para ministro do STF por José Sarney, qualificou-o como um ministro escatológico, no sentido orgânico do termo. Não melhorou nada.
Hoje, mesmo continuando fazendo jus ao epíteto exarado pelo Saulo Ramos, também parece querer se tornar escatológico no sentido cronológico.
Para facilitar, coloco aqui as definições de escatológico:
Significado de Escatológico:
1. adjetivo
Que se pode referir à escatologia; que tem relação com o tratado sobre os excrementos; coprológico.
2. adjetivo
Que faz referência à escatologia; que está relacionado com a doutrina das coisas que podem acontecer no final dos tempos.
Em fevereiro, referindo-se ao presidente da república, Celso de Mello disse que Bolsonaro “demonstra uma visão indigna de quem não está à altura do altíssimo cargo que exerce”.
Quem é Celso de Mello para dizer quem é digno do cargo de presidente? Lula, Dilma, FHC, Collor, Itamar ou até mesmo José Sarney? Falou alguma coisa sobre qualquer um destes luminares da administração federal?
Dois dias atrás aconteceu uma reunião entre os presidentes da república, da câmara, do senado, ministros de estado e governadores na qual a bandeira branca foi hasteada e as armas foram depostas, promovendo uma, pelo menos momentânea, harmonia e colaboração entre todos os poderes.Tudo foi implodido pela ação insensata de Celso de Mello.
Sergio Moro, em meio ao tiroteio com seu revólver circense, tendo sido desmoralizado em seus ataques fakes ao presidente da república, afirmou, como tentativa de agarrar-se a umaderradeira tábua de salvação, que o vídeo demonstraria a intenção de interferência por parte do presidente na polícia federal. O vídeo desta reunião de 22 de abril, foi entregue ao Celso de Mello o qual, com um mínimo de inteligência, poderia ter verificado que “nada” na reunião corroborava a afirmativa de Moro e deveria tê-lo desqualificado como prova, arquivando-o. Mas, determinou a sua publicação na íntegra.
Qual foi a intenção de Celso de Mello? Contribuir com a harmonia nacional?
Celso de Mello agiu como um incendiário conseguindo alterar a cronologia dos fatos, destruindo o que foi feito publicamente anteontem com o que foi dito particularmente um mês atrás. Praticamente nada no vídeo tem a ver com a denúncia do Moro, mas Celso de Mello deve ter pensado que divulgá-lo poderia denegrir a imagem do presidente mostrando-o como um ditador lunático de chulo vocabulário. Como diria a Faustão: “erroooooooou”.
Agora Celso de Mello encaminhou ao PGR o pedido de quebra do sigilo do telefone do presidente. O ministro Augusto Heleno publicou uma mensagem ao povo brasileiro e Celso de Mello amarelou e disse que não pediu a quebra do sigilo e sim que encaminhou ao PGR para avaliação. Será que ele já encaminhou ao PGR o pedido de quebra do sigilo do Adélio Bispo e de seus multi milionários advogados?
O escancarado viés ideológico de esquerda contra o presidente Bolsonaro demonstrado não só por Celso de Mello como também por outros ministros do supremo, dá total razão à enérgica mensagemdo ministro general Heleno.
99 porcento do que está no vídeo nada tem a ver com a acusação do Moro. Por que,então,divulgar?
Só posso entender que o único propósito foi expor o palavreado chulo do Bolsonaro, a fala do Weintraub, do Ricardo Salles e da Damares Alves. Propósito meramente destrutivo.
Enquanto alguns viram o que Celso de Mello quis mostrar, grande parte da população viu um presidente verdadeiramente líder, preocupado com o povo e com o cumprimento do propósito de governo que lhe deu quase 60 milhões de votos.
Depois de hoje acho que este número vai para 80 milhões.
Fabio Jacques - Diretor da FJacques – Gestão através de Ideias Atratoras.

A melhor churrascaria de Porto Alegre, o Barranco, avisa que reabriu com proteção à saúde e segurança dos clientes

               Com cinco década de história, a Churrascaria Barranco é um dos mais tradicionais restaurantes da capital gaúcha. O estabelecimento vive agora o desafio da reabertura gradual de seus espaços após a paralisação ocasionada pelo coronavírus. Para isso, foram estabelecidas rigorosamente todas as medidas e protocolos previstos pela legislação municipal.
                Segundo os sócios Elson Furini e Chico Tasca, a lotação foi reduzida para menos de 40% da capacidade do estabelecimento – passando de 750 para 280 lugares. Todas as mesas foram afastadas para obedecer o distanciamento mínimo previsto. Em relação ao número de lugares permitidos por mesa, ponto em que não há clareza no decreto municipal, o restaurante adotou como regra, a partir desta sexta-feira, até quatro pessoas por mesa. “Estamos fazendo todo o possível para garantir a segurança dos clientes e colaboradores”, destaca Furini.
                Com ambientes arejados, os espaços estão sendo constantemente higienizados, em linha com os protocolos de saúde: maçanetas, corrimãos e áreas comuns são limpos de meia em meia hora. Os colaboradores também seguem orientações rígidas. “Monitoramos a temperatura corporal e a saúde dos funcionários constantemente, e exigimos deles a utilização de equipamentos de proteção individual”, conta Tasca.
                Além da proteção de acrílico, a partir desta sexta-feira os colaboradores passaram a adicionalmente usar a máscara de tecido. Aos clientes, é orientado o uso de máscaras – sendo exigência para entrar no estabelecimento. O restaurante ainda disponibiliza álcool em gel 70%.

                Trabalho sério e cuidadoso
                Uma fotografia que circula nas redes sociais e na imprensa, tirada em um ângulo desfavorável, omite muitas das ações de precaução adotadas pelo restaurante. Segundo os sócios, a imagem não condiz com a realidade do estabelecimento. “Fazemos um trabalho sério e cuidadoso, reconhecido no Brasil inteiro. Jamais colocaríamos nossos clientes em risco. Sempre prezamos pela qualidade dos alimentos e do atendimento, e agora esse compromisso está reforçado”, aponta Furini.
                Antes da pandemia, o Barranco chegava a uma média de 25 mil pessoas atendidas todos os meses – com picos de 3 mil a 4 mil por dia nos fins de semana. Os empreendedores orgulham-se de, mesmo com a casa cheia, nenhum cliente ter sido levado ao hospital. “Com todas as medidas que estamos tomando, não será agora que isso vai acontecer”, diz o sócio.
               
                Retorno seguro
                Após dois meses sem atendimento presencial, o restaurante se preparou para a volta dos clientes. Com cerca de 100 funcionários, a alternativa do delivery não chegava a 10% do faturamento usual da casa – realidade compartilhada por diversas empresas do setor. As dificuldades acabam se refletindo na redução de postos de trabalho: segundo pesquisa da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), cerca de um milhão de pessoas já perderam o emprego desde o início da crise. O mesmo estudo identificou que três em cada quatro estabelecimentos demitiram parte de seus funcionários.
                Os sócios do Barranco esperam que a interpretação equivocada de uma fotografia não coloque em risco a confiança dos clientes sobre o estabelecimento. “De forma séria e responsável, vamos continuar nosso trabalho, firmado no compromisso com a segurança e a saúde de todas as pessoas”, conclui Tasca.