Mesmo no meio de uma crise econômica ocasionada pelo novo coronavírus, uma boa notícia vem de uma das principais empresas de tecnologia do Estado. A startup Warren, corretora digital localizada em Porto Alegre, receberá um aporte financeiro de R$ 120 milhões do fundo QED Investors, uma das maiores investidoras em cartões de crédito dos Estados Unidos.
De acordo com o CEO da Warren, Tito Gusmão, esse valor será destinado à expansão da empresa, ampliação dos negócios e melhorias tecnológicas. E isso inclui a contratação para atuação presencial ou remota. As oportunidades são na área de tecnologia com cargos como gerente de negócios, desenvolvedor, analista e gerente de contabilidade, engenharia de dados e gestão de mídias sociais. Interessados podem se inscrever no site de recrutamento da empresa. “O objetivo é recrutar mais uma centena até o fim do ano. Se tiverem 100 pessoas interessadas amanhã, contratamos todas”, destaca Gusmão. Para se ter uma ideia, cerca de cem profissionais já foram incorporados ao quadro de funcionários este ano, além disso a empresa dobrou o patrimônio que gerencia, desde o início da quarentena.
A Warren tem uma longa história junto ao Sebrae RS. Gusmão chegou a ser um dos palestrantes do Insight 2018, evento criado pelo Sebrae RS para conectar o mundo do empreendedorismo. No segundo semestre de 2016, participou da quarta turma do StartupRS Digital e foram destaques no demoday, realizado em dezembro do mesmo ano. “O programa ajudou na validação do modelo de negócio, nas estratégias de marketing para o lançamento da empresa para que eles tivessem um resultado ainda melhor. Os fundadores são empreendedores bastante experientes, mas conseguimos ajudar nessa preparação”, destaca o gestor de projetos para Economia Digital do Sebrae RS, João Antônio Pinheiro Neto.
Sobre a Warren
Trata-se de uma plataforma de investimentos que descobre o perfil do cliente e o molda como “conservador” ou “arrojado”. A partir disso, a empresa cria um objetivo e projeta um modelo de investimento específico para cada usuário. No Brasil desde o início de 2017, possui pretensão de ser uma nova forma de investir, fácil, simples e sem grandes taxas como as dos bancos. Com 130 mil clientes e pouco mais de três anos em operação, a startup tem hoje R$ 2 bilhões de ativos sob gestão e projeta multiplicar esse patrimônio por cinco até o fim de 2021. A plataforma oferece 400 produtos, incluindo sete fundos próprios.
Moove vai comemorar virtualmente seus 18 anos. Será amanhã.
A Moove vai reunir virtualmente os seus colaboradores no final da tarde desta sexta-feira (24) para comemorar os 18 anos da agência. No evento online, algumas novidades na governança da agência serão anunciadas aos colaboradores.
A Moove é presidida por José Luiz Fuscaldo, e conta ainda com as sócias Aira Franciosi, Denise Milão e Luana Rodrigues no seu quadro diretivo.
Para marcar as comemorações, nesta semana, a agência colocou na rua a campanha Tem um pouco de Moove em tudo que pulsa, com diversos outdoors e displays espalhados por Porto Alegre.
A ideia da campanha é mostrar como a Moove pulsou as transformações da sociedade e das comunicações em seus 18 anos de existência e como ela busca antecipar o futuro para seus clientes.
A Moove pulsa inovação com o Núcleo de Dados e Performance – a primeira plataforma de Big Data Analytics totalmente voltada para comunicação e marketing do Brasil – e com a CRMoove – uma plataforma e metodologia de Customer Relationship Management própria para prospecção de leads para os clientes da agência.
Agência de Comunicação do Ano pela da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) por dois anos consecutivos, a Moove pulsa o reconhecimento do mercado, dos clientes, dos veículos e da sociedade gaúcha.
E a Moove está pronta para pulsar as marcas pelos próximos 18 anos.
Ficha Técnica
Campanha: Tem um pouco de Moove em tudo que pulsa
Head de Relacionamento e Negócios: Luana Rodrigues
Atendimento: Caroline Fuscaldo
Head de Criação: Laura de Azevedo
Redação: Julia Fontanive e Ricardo Soletti
Direção de Arte: Moisés Bettim
Motion Designer: Valéria Dalla Corte
Produtor de Conteúdo: Carlos Daleno
Planejamento: Marlene Martinez
Arte-Final: Christian Vieira
Head de Performance: Gabriel Fuscaldo
Produção: Carla Bildhauer e Robson Albuquerque
Mídia: Irenita Boff
Produtora de Áudio: Radioativa
A Moove é presidida por José Luiz Fuscaldo, e conta ainda com as sócias Aira Franciosi, Denise Milão e Luana Rodrigues no seu quadro diretivo.
Para marcar as comemorações, nesta semana, a agência colocou na rua a campanha Tem um pouco de Moove em tudo que pulsa, com diversos outdoors e displays espalhados por Porto Alegre.
A ideia da campanha é mostrar como a Moove pulsou as transformações da sociedade e das comunicações em seus 18 anos de existência e como ela busca antecipar o futuro para seus clientes.
A Moove pulsa inovação com o Núcleo de Dados e Performance – a primeira plataforma de Big Data Analytics totalmente voltada para comunicação e marketing do Brasil – e com a CRMoove – uma plataforma e metodologia de Customer Relationship Management própria para prospecção de leads para os clientes da agência.
Agência de Comunicação do Ano pela da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) por dois anos consecutivos, a Moove pulsa o reconhecimento do mercado, dos clientes, dos veículos e da sociedade gaúcha.
E a Moove está pronta para pulsar as marcas pelos próximos 18 anos.
Ficha Técnica
Campanha: Tem um pouco de Moove em tudo que pulsa
Head de Relacionamento e Negócios: Luana Rodrigues
Atendimento: Caroline Fuscaldo
Head de Criação: Laura de Azevedo
Redação: Julia Fontanive e Ricardo Soletti
Direção de Arte: Moisés Bettim
Motion Designer: Valéria Dalla Corte
Produtor de Conteúdo: Carlos Daleno
Planejamento: Marlene Martinez
Arte-Final: Christian Vieira
Head de Performance: Gabriel Fuscaldo
Produção: Carla Bildhauer e Robson Albuquerque
Mídia: Irenita Boff
Produtora de Áudio: Radioativa
Carta ao governador
Porto Alegre (RS), 20 de julho de 2020.
Exmo. Sr.
EDUARDO LEITE
Governador do Estado do Rio Grande do Sul
Senhor Governador Eduardo Leite,
As entidades empresariais do Rio Grande do Sul e uma parcela importante da sua representação política
no Congresso Nacional e Assembleia Estadual, vêm à sua presença para expor a enorme preocupação
com o agravamento da situação de saúde, econômica e social que ocorre hoje, no Estado do Rio Grande
do Sul.
Entendemos muito bem que vivemos a contingência de uma grande pandemia e, compreendemos o
esforço e a preocupação de todos com a preservação da vida no enfrentamento a este terrível evento,
que assola o mundo, o nosso país e o nosso Estado. Estamos convictos das suas intenções, de evitar que
a epidemia cause um dano maior ao Rio Grande e nessa direção queremos construir, junto com o
Governo, um caminho que proporcione respostas cada vez mais eficazes.
E é, na busca dessa eficácia que gostaríamos de ponderar. Estamos, por mais de 4 meses, suportando
todas as agruras sociais e econômicas na esperança de superarmos juntos a pandemia. Agora, com o
inverno, aumentou o contágio de vários tipos de vírus, como sempre ocorre em todos os invernos gaúchos,
e junto, aumentou também, o contágio da Covid-19. É um surto que nada tem a ver com a reabertura
gradual da economia. Reabertura essa que vem sendo feita sob rigorosos protocolos de prevenção do
contágio e com seus custos cobertos pelo que ainda resta de recursos no setor privado. Portanto
entendemos ser hora de darmos um passo adiante, de avançarmos juntos, aperfeiçoando as formas de
ação no enfrentamento, garantindo a vida e a sobrevivência dos gaúchos.
Por isso propomos:
1) que a política de avaliação de risco, simbolizada pelas cores de bandeiras, tenha um caráter mais
indicativo e menos impositivo, ficando sua execução a critério das Associações Regionais de Municípios;
2) que os signatários deste documento colaborem de forma mais intensa, para que haja uma parceria
ainda maior com o Governo Federal, no sentido de executar uma estratégia de testagem maciça e
frequente da população de risco, visando promover o rastreamento, localização e isolamento temporário
dos possíveis portadores do vírus numa escala muito maior do que na realidade atual. É importante
rapidamente aumentar, muitas vezes, a capacidade de processamento de testes no RS. Propomos, então,
substituir o fechamento de empresas por uma política ampla e robusta de testagem da população,
iniciando pelas regiões também de maior risco;
3) entendemos ainda que o Governo deve disponibilizar o tratamento precoce, nos casos onde houver
decisão do médico e desejo do paciente em utilizá-lo.
Conte sempre com nosso respaldo no seu desejo de fazer a vida voltar ao normal, o mais cedo possível,
no RS, tanto na saúde pública quanto na atividade econômica. Nós assumimos com o Governo Estadual,
o compromisso de fazer essa construção e intermediação, inclusive na área dos recursos que forem
necessários, junto ao Governo Federal, para transformar o nosso Rio Grande em um case de sucesso na
superação dessa Pandemia.
Atenciosamente,
Gedeão Silveira Pereira, Farsul.
Simone Leite, Federasul
Luiz Carlos Bohn, Fecomércio
Gilberto Petry, Fiergs
Giovani Cherini, Coordenador da Bancada Federal
Deputados:
Exmo. Sr.
EDUARDO LEITE
Governador do Estado do Rio Grande do Sul
Senhor Governador Eduardo Leite,
As entidades empresariais do Rio Grande do Sul e uma parcela importante da sua representação política
no Congresso Nacional e Assembleia Estadual, vêm à sua presença para expor a enorme preocupação
com o agravamento da situação de saúde, econômica e social que ocorre hoje, no Estado do Rio Grande
do Sul.
Entendemos muito bem que vivemos a contingência de uma grande pandemia e, compreendemos o
esforço e a preocupação de todos com a preservação da vida no enfrentamento a este terrível evento,
que assola o mundo, o nosso país e o nosso Estado. Estamos convictos das suas intenções, de evitar que
a epidemia cause um dano maior ao Rio Grande e nessa direção queremos construir, junto com o
Governo, um caminho que proporcione respostas cada vez mais eficazes.
E é, na busca dessa eficácia que gostaríamos de ponderar. Estamos, por mais de 4 meses, suportando
todas as agruras sociais e econômicas na esperança de superarmos juntos a pandemia. Agora, com o
inverno, aumentou o contágio de vários tipos de vírus, como sempre ocorre em todos os invernos gaúchos,
e junto, aumentou também, o contágio da Covid-19. É um surto que nada tem a ver com a reabertura
gradual da economia. Reabertura essa que vem sendo feita sob rigorosos protocolos de prevenção do
contágio e com seus custos cobertos pelo que ainda resta de recursos no setor privado. Portanto
entendemos ser hora de darmos um passo adiante, de avançarmos juntos, aperfeiçoando as formas de
ação no enfrentamento, garantindo a vida e a sobrevivência dos gaúchos.
Por isso propomos:
1) que a política de avaliação de risco, simbolizada pelas cores de bandeiras, tenha um caráter mais
indicativo e menos impositivo, ficando sua execução a critério das Associações Regionais de Municípios;
2) que os signatários deste documento colaborem de forma mais intensa, para que haja uma parceria
ainda maior com o Governo Federal, no sentido de executar uma estratégia de testagem maciça e
frequente da população de risco, visando promover o rastreamento, localização e isolamento temporário
dos possíveis portadores do vírus numa escala muito maior do que na realidade atual. É importante
rapidamente aumentar, muitas vezes, a capacidade de processamento de testes no RS. Propomos, então,
substituir o fechamento de empresas por uma política ampla e robusta de testagem da população,
iniciando pelas regiões também de maior risco;
3) entendemos ainda que o Governo deve disponibilizar o tratamento precoce, nos casos onde houver
decisão do médico e desejo do paciente em utilizá-lo.
Conte sempre com nosso respaldo no seu desejo de fazer a vida voltar ao normal, o mais cedo possível,
no RS, tanto na saúde pública quanto na atividade econômica. Nós assumimos com o Governo Estadual,
o compromisso de fazer essa construção e intermediação, inclusive na área dos recursos que forem
necessários, junto ao Governo Federal, para transformar o nosso Rio Grande em um case de sucesso na
superação dessa Pandemia.
Atenciosamente,
Gedeão Silveira Pereira, Farsul.
Simone Leite, Federasul
Luiz Carlos Bohn, Fecomércio
Gilberto Petry, Fiergs
Giovani Cherini, Coordenador da Bancada Federal
Deputados:
Insuficiência de finalidade
Por Renato Sant'Ana
O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), em vídeos, desancou o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). E disse, em Os Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan, que o fez movido pela "indignação dos justos", depois da arbitrária prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio.
"Alexandre de Moraes é um tirano, alguém que passa por cima das leis para seu bel-prazer. Um déspota que, a cada dia, está com menos respeito da população brasileira", falou. Poderia parar aí. Mas prosseguiu com expressões grosseiras e bravatas provocativas.
Ainda assim, como deputado, ele está no seu papel, denunciando Alexandre de Moraes, que é só o ponta de lança do STF na condução do famigerado "inquérito das fake news", que pisoteia a Constituição sem pudor - com a indecorosa cumplicidade de 10 dos 11 membros daquela corte.
O único ministro que ousou divergir foi Marco Aurélio Mello: "Inquérito das Fake News fere a Constituição. O Supremo não é absoluto", disse.
E criticou Dias Toffoli, presidente do STF, pela instauração sigilosa do procedimento (sim, na surdina!), sem conhecimento do colegiado, "em afronta à constituição e ao sistema acusatório", segundo Mello.
Ele ainda refutou a designação de Moraes como inquisidor-mor, a seu entender "escolhido a dedo e desrespeitando o sistema de distribuição automático, regra do Supremo."
O cenário é da maior gravidade. E o que faz e como faz Otoni de Paula?
Ele tem muito a aprender com o xadrez (o fidalgo esporte do tabuleiro, claro). Ora, assim no xadrez como na política, é indispensável ter estratégia, decidindo e agindo com a razão - jamais por impulso.
O enxadrista não move uma peça sem um "para que". Cada lance tem um objetivo e é parte de uma estratégia, seja de ganhar posições no tabuleiro, seja de provocar uma reação do adversário.
Aquele que, sem refletir, obedece à emoção, age "porque", não "para que": seu ato têm causa sem ter finalidade; tem justificativa, não tem meta. Ele desleixa a estratégia: mau para o xadrez e para a política.
Por mover as peças sem critério, de Paula produziu dois efeitos que não gostaria. Um foi ser denunciado ao STF pela PGR (Procuradoria Geral da República) por difamação, injúria e coação contra Alexandre de Moraes.
Outro efeito, além de ficar ele mesmo enfraquecido, foi tirar força de seus pares que se insurgiram contra o ministro Gilmar Mendes, do STF, que, nestes dias, acusou as Forças Armadas de se associarem a práticas genocidas, ofensa muito mais grave que as bravatas dos vídeos.
Aliás, a PGR não vai denunciar Gilmar Mendes. E de Paula, porque ficou sem cacife, não vai denunciar a seletividade da PGR.
Coragem sem CRITÉRIO pode redundar em destrambelho. É de se questionar: que utilidade pode ter gritar palavras de ordem contra membros do STF? Acaso suas excelências se incomodam com a opinião pública?
Hoje, os ministros sequer frequentam aeroportos: voam nos jatinhos da FAB, blindados contra críticas da população que clama por justiça.
Só o Senado pode enquadrar o STF. Não o faz por estar nas mãos de Davi Alcolumbre, intelectualmente medíocre e, para mais, com vários processos contra si. Acham que ele vai querer desagradar o autoritarismo togado?
Só que de Paula não usou sua valentia para desafiar Alcolumbre. Nem para fustigar Rodrigo Maia, que é presidente da Câmara e que não teve peito para insurgir-se quando Moraes, rasgando a lei, quebrou sigilo de parlamentares. Por que não cobrar a omissão desses dois?
Em suma, o STF abusa porque Senado não fiscaliza, Câmara não cobra e ambos são redutos de conchavos. O que poderia fazer de Paula para desmontar esse mecanismo? Fazer bravatas em redes sociais?
Vale para todos! Está muito bem ter coragem e denunciar abusos. Mas, sob pena de se pôr tudo a perder, é indispensável ter equilíbrio e inteligência, conceber uma boa estratégia e agir com coragem e critério.
Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br
O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), em vídeos, desancou o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). E disse, em Os Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan, que o fez movido pela "indignação dos justos", depois da arbitrária prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio.
"Alexandre de Moraes é um tirano, alguém que passa por cima das leis para seu bel-prazer. Um déspota que, a cada dia, está com menos respeito da população brasileira", falou. Poderia parar aí. Mas prosseguiu com expressões grosseiras e bravatas provocativas.
Ainda assim, como deputado, ele está no seu papel, denunciando Alexandre de Moraes, que é só o ponta de lança do STF na condução do famigerado "inquérito das fake news", que pisoteia a Constituição sem pudor - com a indecorosa cumplicidade de 10 dos 11 membros daquela corte.
O único ministro que ousou divergir foi Marco Aurélio Mello: "Inquérito das Fake News fere a Constituição. O Supremo não é absoluto", disse.
E criticou Dias Toffoli, presidente do STF, pela instauração sigilosa do procedimento (sim, na surdina!), sem conhecimento do colegiado, "em afronta à constituição e ao sistema acusatório", segundo Mello.
Ele ainda refutou a designação de Moraes como inquisidor-mor, a seu entender "escolhido a dedo e desrespeitando o sistema de distribuição automático, regra do Supremo."
O cenário é da maior gravidade. E o que faz e como faz Otoni de Paula?
Ele tem muito a aprender com o xadrez (o fidalgo esporte do tabuleiro, claro). Ora, assim no xadrez como na política, é indispensável ter estratégia, decidindo e agindo com a razão - jamais por impulso.
O enxadrista não move uma peça sem um "para que". Cada lance tem um objetivo e é parte de uma estratégia, seja de ganhar posições no tabuleiro, seja de provocar uma reação do adversário.
Aquele que, sem refletir, obedece à emoção, age "porque", não "para que": seu ato têm causa sem ter finalidade; tem justificativa, não tem meta. Ele desleixa a estratégia: mau para o xadrez e para a política.
Por mover as peças sem critério, de Paula produziu dois efeitos que não gostaria. Um foi ser denunciado ao STF pela PGR (Procuradoria Geral da República) por difamação, injúria e coação contra Alexandre de Moraes.
Outro efeito, além de ficar ele mesmo enfraquecido, foi tirar força de seus pares que se insurgiram contra o ministro Gilmar Mendes, do STF, que, nestes dias, acusou as Forças Armadas de se associarem a práticas genocidas, ofensa muito mais grave que as bravatas dos vídeos.
Aliás, a PGR não vai denunciar Gilmar Mendes. E de Paula, porque ficou sem cacife, não vai denunciar a seletividade da PGR.
Coragem sem CRITÉRIO pode redundar em destrambelho. É de se questionar: que utilidade pode ter gritar palavras de ordem contra membros do STF? Acaso suas excelências se incomodam com a opinião pública?
Hoje, os ministros sequer frequentam aeroportos: voam nos jatinhos da FAB, blindados contra críticas da população que clama por justiça.
Só o Senado pode enquadrar o STF. Não o faz por estar nas mãos de Davi Alcolumbre, intelectualmente medíocre e, para mais, com vários processos contra si. Acham que ele vai querer desagradar o autoritarismo togado?
Só que de Paula não usou sua valentia para desafiar Alcolumbre. Nem para fustigar Rodrigo Maia, que é presidente da Câmara e que não teve peito para insurgir-se quando Moraes, rasgando a lei, quebrou sigilo de parlamentares. Por que não cobrar a omissão desses dois?
Em suma, o STF abusa porque Senado não fiscaliza, Câmara não cobra e ambos são redutos de conchavos. O que poderia fazer de Paula para desmontar esse mecanismo? Fazer bravatas em redes sociais?
Vale para todos! Está muito bem ter coragem e denunciar abusos. Mas, sob pena de se pôr tudo a perder, é indispensável ter equilíbrio e inteligência, conceber uma boa estratégia e agir com coragem e critério.
Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br
Mais detalhes acerca dos impactos sobre o mercado de trabalho
o Os indicadores mais recentes vêm sugerindo uma recuperação rápida da atividade econômica. O ritmo de retomada, ao menos neste primeiro momento, vem surpreendendo positivamente, mas a sustentabilidade do movimento dependerá também das sequelas deixadas pelo choque. E a dinâmica do mercado de trabalho segue no centro desse debate.
o As faixas mais baixas de renda foram as mais afetadas até agora. A comparação do volume de pessoas ocupadas por faixa de renda habitualmente recebida confirma que o maior volume de perda de ocupação ocorreu na faixa de renda de até 1 salário mínimo.
o Como contraponto, o auxílio emergencial tem tido alcance maior que o previsto. Inicialmente estimado em cerca de R$ 30 bilhões por mês, o benefício vem atingindo cerca de 40% dos domicílios do país e é responsável pela injeção de cerca de R$ 50 bilhões por mês. Quando considerado em conjunto com outras fontes de rendimentos (como aposentadorias e benefícios de proteção social, cujos indicativos também são de expansão no período), o impacto final é limitado, ou mesmo positivo, na vigência do auxílio emergencial.
o Do ponto de vista regional, o choque sobre ocupação foi maior no Norte e Nordeste. E, como esperado, o setor informal foi mais duramente afetado pela pandemia, em especial dentre os serviços que dependem do componente presencial.
o Os dados até meados de julho ainda não apontam para recuperação, mesmo que gradual, da ocupação. Com o retorno da busca por emprego entre aqueles que estavam fora da força de trabalho, a taxa de desemprego deve seguir registrando altas concomitante aos sinais de retomada de atividade econômica. A boa notícia tem sido a redução no ritmo de destruição de empregos formais registrado em maio e que deve continuar em junho, conforme sugerido pela redução do volume de requerimentos de seguro desemprego.
o Em última instância, o desempenho da atividade econômica no segundo semestre dependerá das condições do rendimento final das famílias. Até agora, os estímulos têm se mostrado fundamentais para compensar o choque agregado sobre o mercado de trabalho e alguma acumulação de poupança também pode ser importante na recuperação. Mas assim como no resto do mundo, há dúvidas sobre uma possível perda de dinamismo da retomada conforme os estímulos forem sendo retirados. Há incertezas em relação à evolução da própria pandemia, mas será o efeito líquido da remoção de estímulos (e algum incremento no volume de poupança), em comparação aos dados correntes do mercado de trabalho, que determinará o impacto sobre consumo.
o As faixas mais baixas de renda foram as mais afetadas até agora. A comparação do volume de pessoas ocupadas por faixa de renda habitualmente recebida confirma que o maior volume de perda de ocupação ocorreu na faixa de renda de até 1 salário mínimo.
o Como contraponto, o auxílio emergencial tem tido alcance maior que o previsto. Inicialmente estimado em cerca de R$ 30 bilhões por mês, o benefício vem atingindo cerca de 40% dos domicílios do país e é responsável pela injeção de cerca de R$ 50 bilhões por mês. Quando considerado em conjunto com outras fontes de rendimentos (como aposentadorias e benefícios de proteção social, cujos indicativos também são de expansão no período), o impacto final é limitado, ou mesmo positivo, na vigência do auxílio emergencial.
o Do ponto de vista regional, o choque sobre ocupação foi maior no Norte e Nordeste. E, como esperado, o setor informal foi mais duramente afetado pela pandemia, em especial dentre os serviços que dependem do componente presencial.
o Os dados até meados de julho ainda não apontam para recuperação, mesmo que gradual, da ocupação. Com o retorno da busca por emprego entre aqueles que estavam fora da força de trabalho, a taxa de desemprego deve seguir registrando altas concomitante aos sinais de retomada de atividade econômica. A boa notícia tem sido a redução no ritmo de destruição de empregos formais registrado em maio e que deve continuar em junho, conforme sugerido pela redução do volume de requerimentos de seguro desemprego.
o Em última instância, o desempenho da atividade econômica no segundo semestre dependerá das condições do rendimento final das famílias. Até agora, os estímulos têm se mostrado fundamentais para compensar o choque agregado sobre o mercado de trabalho e alguma acumulação de poupança também pode ser importante na recuperação. Mas assim como no resto do mundo, há dúvidas sobre uma possível perda de dinamismo da retomada conforme os estímulos forem sendo retirados. Há incertezas em relação à evolução da própria pandemia, mas será o efeito líquido da remoção de estímulos (e algum incremento no volume de poupança), em comparação aos dados correntes do mercado de trabalho, que determinará o impacto sobre consumo.
Sebrae RS lança plataforma de marketplace para pequenos negócios
A iniciativa é aberta a todos os segmentos interessados em vendas online.
Crie a sua loja e comece a vender os seus produtos pela internet. Esse é o propósito do plataforma de marketplace voltada aos pequenos negócios, criada pelo Sebrae RS. A iniciativa é voltada para empreendedores que não dispõem de vendas online, mas querem entrar no mundo digital para seguir com suas vendas neste período de pandemia. No endereço www.sualojasebrae.com.br, os empresários podem criar a sua loja virtual e colocar os produtos que desejam comercializar.
A plataforma é aberta a todos os segmentos e não tem limite de oferta de produtos. O processo é simples: o empresário se cadastra, coloca as informações sobre seus produtos com o preço, forma de entrega e pagamento. O consumidor acessa as lojas, navega e escolhe os produtos e realiza a compra. As entregas também podem ser feitas na casa do cliente, pelo correio ou para retirada em loja física. Os pagamentos podem ser efetuados com cartão de crédito ou então pode haver uma negociação direta entre vendedor e comprador, fora da plataforma, para pagamentos em dinheiro, por exemplo.
Para tornar a venda online ainda mais atrativa, na plataforma, o empresário tem a opção de colocar o nome do seu negócio – www.sualojasebrae.com.br/nomedaloja - e, assim, comunicar a nova forma de comercialização em suas redes sociais. Além de produtos, podem ser vendidos serviços como aulas a distância de idiomas, pilates, entre outros. O Sebrae RS também disponibilizará conteúdos para os clientes com orientações para melhor aproveitar esta oportunidade, desde questões ligadas à divulgação e oferta de seus produtos, até ajuste de processos do negócio para este novo modelo de atuação. Acesse e confira!
Crie a sua loja e comece a vender os seus produtos pela internet. Esse é o propósito do plataforma de marketplace voltada aos pequenos negócios, criada pelo Sebrae RS. A iniciativa é voltada para empreendedores que não dispõem de vendas online, mas querem entrar no mundo digital para seguir com suas vendas neste período de pandemia. No endereço www.sualojasebrae.com.br, os empresários podem criar a sua loja virtual e colocar os produtos que desejam comercializar.
A plataforma é aberta a todos os segmentos e não tem limite de oferta de produtos. O processo é simples: o empresário se cadastra, coloca as informações sobre seus produtos com o preço, forma de entrega e pagamento. O consumidor acessa as lojas, navega e escolhe os produtos e realiza a compra. As entregas também podem ser feitas na casa do cliente, pelo correio ou para retirada em loja física. Os pagamentos podem ser efetuados com cartão de crédito ou então pode haver uma negociação direta entre vendedor e comprador, fora da plataforma, para pagamentos em dinheiro, por exemplo.
Para tornar a venda online ainda mais atrativa, na plataforma, o empresário tem a opção de colocar o nome do seu negócio – www.sualojasebrae.com.br/nomedaloja - e, assim, comunicar a nova forma de comercialização em suas redes sociais. Além de produtos, podem ser vendidos serviços como aulas a distância de idiomas, pilates, entre outros. O Sebrae RS também disponibilizará conteúdos para os clientes com orientações para melhor aproveitar esta oportunidade, desde questões ligadas à divulgação e oferta de seus produtos, até ajuste de processos do negócio para este novo modelo de atuação. Acesse e confira!
*A máscara, o desembargador, o engenheiro e nós.*
*Adão Paiani
É apenas uma máscara! Não problematize; as coisas já estão difíceis o suficiente.
Usar uma máscara não tem nada a ver com suas posições partidárias ou ideológicas. Se você acha que tem, talvez não esteja muito seguro delas.
Também não tem nada a ver se você é desembargador ou engenheiro, e se considera no topo da cadeia alimentar.
Ao invés de ficar fazendo discursos, públicos ou pelas redes sociais, contra as medidas sanitárias; use suas energias fazendo algo de útil: solidarizar-se com as vítimas da Covid-19; defender o direito à vida, saúde e trabalho; mexer-se em favor dos trabalhadores impedidos de trabalhar, empresários obrigados a fechar suas empresas, e estudantes fora das escolas.
Não é demais pedir para usar uma máscara, lavar as mãos com água e sabão, usar álcool gel e evitar aglomerações desnecessárias.
Isso não vai ser para a vida toda, mas agora é necessário.
Se você acha que sua vida não vale nada, tenha ao menos a dignidade de respeitar a dos outros.
Enquanto você, como criança birrenta, fica dando uma de professor de Deus, sabe-tudo e senhor da razão; deixando de fazer o mínimo para ajudar a conter uma epidemia, pessoas estão morrendo, perdendo seus empregos ou fechando suas empresas. Eles sim, tem um problema. Você, ao usar uma simples máscara, não.
Então, crie vergonha na cara, deixe de olhar apenas para o próprio umbigo; cresça, deixe de frescura, pare de agir como moleque.
A Covid-19 precisa acabar logo, para que as pessoas possam retomar suas vidas; e você, permanecendo em seu egoísmo e ignorância, não está ajudando em nada.
*Deixe de ser idiota, e use o cazzo da máscara!*
*Advogado em Brasília/DF.
É apenas uma máscara! Não problematize; as coisas já estão difíceis o suficiente.
Usar uma máscara não tem nada a ver com suas posições partidárias ou ideológicas. Se você acha que tem, talvez não esteja muito seguro delas.
Também não tem nada a ver se você é desembargador ou engenheiro, e se considera no topo da cadeia alimentar.
Ao invés de ficar fazendo discursos, públicos ou pelas redes sociais, contra as medidas sanitárias; use suas energias fazendo algo de útil: solidarizar-se com as vítimas da Covid-19; defender o direito à vida, saúde e trabalho; mexer-se em favor dos trabalhadores impedidos de trabalhar, empresários obrigados a fechar suas empresas, e estudantes fora das escolas.
Não é demais pedir para usar uma máscara, lavar as mãos com água e sabão, usar álcool gel e evitar aglomerações desnecessárias.
Isso não vai ser para a vida toda, mas agora é necessário.
Se você acha que sua vida não vale nada, tenha ao menos a dignidade de respeitar a dos outros.
Enquanto você, como criança birrenta, fica dando uma de professor de Deus, sabe-tudo e senhor da razão; deixando de fazer o mínimo para ajudar a conter uma epidemia, pessoas estão morrendo, perdendo seus empregos ou fechando suas empresas. Eles sim, tem um problema. Você, ao usar uma simples máscara, não.
Então, crie vergonha na cara, deixe de olhar apenas para o próprio umbigo; cresça, deixe de frescura, pare de agir como moleque.
A Covid-19 precisa acabar logo, para que as pessoas possam retomar suas vidas; e você, permanecendo em seu egoísmo e ignorância, não está ajudando em nada.
*Deixe de ser idiota, e use o cazzo da máscara!*
*Advogado em Brasília/DF.
Assinar:
Postagens (Atom)