Artigo, Renato Sant'Ana - O drama do Brasil e o que resta ao eleitor

Artigo, Renato Sant'Ana - O drama do Brasil e o que resta ao eleitor

É Rui Barbosa quem adverte: "A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer." É de se pensar nisso quando Marco Aurélio Mello, diante das exorbitâncias do STF, usa expressões como: "autocontenção", "É tempo de tirar um pouco o pé do acelerador, é tempo de atuar com temperança" e "Precisamos pisar no freio".

Ele ainda era ministro do STF quando declarou: "O Supremo está sendo acionado por pequenos partidos, que não figuram no Congresso Nacional como deveriam figurar, visando a fustigar o presidente da República, daí haver a necessidade de o Supremo perceber essa manobra, que não é uma manobra sadia, e observar acima de tudo a autocontenção, não invadir esfera que não é a própria dele, o Supremo."

Mas a embriaguez do poder não permitirá que os ministros do STF pisem no freio e desacelerem: não haverá "autocontenção". Que fazer?

Nos trilhos constitucionais, cabe ao Senado Federal conter o STF. A nós outros da planície, contribuintes e eleitores, resta agir com critério e votar para o Senado em quem pode meter a mão nesse vespeiro.

Dirão que não há como saber quem é confiável? OK! Nesse caso, adotemos um critério de exclusão: quem tem pendência na justiça, por exemplo, não vai endurecer com o STF; e o pessoal da esquerda tem sempre apoiado os desvios apontados por Marco Aurélio Mello. Esses tipos não merecem confiança. Comecemos, pois, por descartá-los.

A quebra da ordem constitucional já é um fato. Urge restaurá-la!

 

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: sentinela.rs@outlook.com



Simpósio de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento debate inovações e saúde digital no acompanhamento de pacientes

Evento híbrido nos próximos dias 13 e 14 reunirá especialistas nacionais e internacionais para troca de experiências e aperfeiçoamento profissional

Estudos referentes a novas condições de tratamento e manejo das principais condições cardíacas, combinações de terapias e saúde digital estão entre os temas que serão abordados na próxima edição do Moinhos Science Symposium. O evento híbrido ocorre nos dias 13 e 14 de setembro. A programação é destinada a profissionais da área.

 

A médica Carisi Polanczyk, chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, que promove o Simpósio, abordará experiências trazidas do Congresso de Cardiologia Europeu, ocorrido no final de agosto, em Barcelona. "Vamos abordar assuntos ligados ao cuidado e tratamento das arritmias. A saúde digital será um dos focos do debate como aliada do paciente e do médico no controle da doença", relata a especialista. 

 

Conforme a cardiologista, por meio de aplicativos e aparelhos digitais, como smartwatches, é possível o controle e até a identificação de arritmias, mecanismos que podem auxiliar e facilitar o trabalho dos médicos. "Novos medicamentos e uso dessas tecnologias para o acompanhamento dos pacientes são caminhos da evolução, assim como polipílulas, que combinam várias medicações em apenas um farmáco", acrescentou.

 

Aberto a profissionais da saúde, o evento tem como principal objetivo permitir que o corpo clínico troque experiências e compartilhem atualizações que se aplicam aos seus pacientes. Programação e inscrições estão disponíveis no site do hospital.

 

O que: Moinhos Science Symposium

Quando: de 13 a 14 de setembro

Onde: Auditório do Hospital Moinhos de Vento (rua Tiradentes, 333)

Horário: das 18h30 às 22h

Link para inscrições: https://simposiocardiologia.eventize.com.br/

 

Programação de Bolsonaro no Rio

 - Este material é da coluna Radar, revista Veja.

Jair Bolsonaro desembarca no Rio de Janeiro para os atos do 7 de Setembro no início da tarde desta quarta-feira. Ele chegará na base área do aeroporto Santos Dumont por volta do meio dia e de lá segue direto para o Monumento aos Pracinhas, local a poucos metros do aeroporto, no Aterro do Flamengo, onde estarão concentrados os participantes da motociata que cruzará a orla da zona sul.


Lá ele fará uma saudação aos presentes. Segundo Waldir Ferraz, aliado de Bolsonaro que organiza as motociatas no Rio, são esperadas cerca de 25 mil motocicletas– uma estimativa otimista. Será, de acordo com ele, uma das maiores manifestações do tipo já feitas em apoio ao presidente. Só de donos de motos da marca Harley Davidson serão cerca de 600, disse ele.


Bolsonaro não circulará de moto, como ocorreu em outros atos semelhantes. Os condutores sairão do Aterro por volta das 13h, passarão pela orla de Copacabana e seguirão em direção ao Leblon, na zona sul da cidade. O presidente deixa a concentração da motociata e segue de volta à base aérea do Santos Dumont, onde embarca em um helicóptero com o destino ao Forte de Copacabana, no posto 6 da orla, que fica a alguns quarteirões de onde ele acompanhará as apresentações militares previstas para o dia.


Durante a manhã, a partir das 9h, uma fila com 22 navios da Marinha brasileira e de nações amigas sairá da Barra da Tijuca, na zona oeste, em direção ao mar de Copacabana, onde ficarão fundeados a partir das 11h. Ao longo do dia, de hora em hora, o Forte de Copacabana irá disparar salvas de canhões em homenagem aos 200 anos da independência do Brasil. Também está prevista a participação de 800 apoiadores em jetskis.


Assim que Bolsonaro pisar em Copacabana, paraquedistas do Exército farão um salto que aterrissará na areia da praia. Às 15h há a possibilidade de Bolsonaro proferir um discurso do alto de um carro de som. Um helicóptero da Marinha cruzará os céus carregando uma bandeira do Brasil e três aviões caças também da Marinha sobrevoarão o ato.


Nesta terça-feira, a Prefeitura do Rio divulgará o esquema especial de trânsito para o feriado

TI

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) anda aquecido para quem busca empreender no Brasil. Na última década, a taxa de crescimento foi de 43%. Até maio, eram 275 mil empresas ativas, conforme o relatório Insights Report, divulgado em junho pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Paraná (Assespro-PR).

Somente no Brasil, estima-se que faltam 400 mil profissionais do setor. Até 2025, essa carência será ainda maior. O mercado de TI vai demandar 797 mil trabalhadores qualificados. É o que diz o levantamento realizado pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

A pesquisa também indicou que a taxa de rotatividade dos colaboradores chega a 48% ao ano. Ou seja, além da dificuldade de encontrar profissionais, o setor de recursos humanos precisa lidar com o desafio de retê-los. Mesmo porque bons salários e benefícios não são suficientes hoje para atrair e manter os talentos no mercado.

O diferencial das corporações, no entanto, está em romper com o modelo tradicional e tornar o processo seletivo mais humanizado, em que os interesses dos candidatos estejam alinhados às necessidades da organização. É o que defende Frederico Sieck, CEO e fundador da Koud, empresa especializada em alocação e recrutamento de profissionais de tecnologia.

 Frederico Sieck, CEO e fundador da Koud

Atuando na área de consultoria em alocação e recrutamento desde 2019, a Koud, com sede em Curitiba (PR), percebeu que as entrevistas para as vagas de emprego não estavam chegando a um resultado esperado para as organizações.

Foi quando, há um ano, criou uma metodologia própria para os processos seletivos. O formato é alinhado às técnicas e estratégias avançadas de recrutamento, no entanto, valoriza as duas frentes: empresa e candidato.

Enquanto no modelo convencional o processo muitas vezes demora dias e meses e os currículos são analisados muitas vezes por robôs, sem criar uma aproximação da empresa com os inscritos e vice-versa, na Koud o processo é o oposto.

Os recrutadores da Koud direcionam aos clientes os perfis de candidatos que são mais aderentes às vagas. São levados em consideração alguns aspectos, como a cultura organizacional e o conhecimento técnico do candidato para alcançar o “match”.

“Com essa mudança de postura, focamos em reconhecer o valor de cada indivíduo, suas experiências de vida, criatividade e inovação, entendendo que cada um não é apenas um meio para obtenção de lucro”, sublinha o CEO.

Outro diferencial da Koud é que os “recrutas” são pessoas treinadas na área de vendas. Eles utilizam técnicas do ciclo de encantamento, uma metodologia utilizada para atrair os perfis ideais às vagas, o que gera economia de tempo e dinheiro para as empresas.

Processo

Para divulgar as vagas disponíveis na área de Tecnologia da Informação, o primeiro passo é entender o modelo de negócio e a cultura organizacional do cliente. “Levantamos todas as informações necessárias, como o posicionamento da empresa diante do mercado, faturamento, ambiente, quantidade de funcionários e o que a vaga propõe para o candidato”, completa Frederico.

Como base nessa miniconsultoria, a empresa divulga a vaga informando, por exemplo, o tipo de vaga, formato, nível de formação, requisitos obrigatórios e benefícios. O concorrente acessa o site da Koud e, ao encontrar a vaga adequada ao perfil, preenche nome completo, e-mail, telefone, carta de apresentação e envia o currículo.

O prazo de retorno é conforme a necessidade da empresa. No entanto, Frederico afirma que a transparência e feedback são diferenciais decisivos para atrair e manter talentos, além de criar uma boa reputação para a empresa contratante. “Com a falta de informações, os candidatos ficam sem entender se passaram ou não para a próxima fase do processo seletivo. Isso causa desânimo e até chateação com a empresa, o que é compreensível neste caso”, destaca.

Impactos significativos

Com a ruptura do modelo convencional de contratação, a Koud registrou, no último ano, um aumento de 45% na taxa de contratação para as pessoas e empresas. No entanto, Frederico deixa claro que a função é fazer o cliente crescer com excelência profissional e somar aos Recursos Humanos (RH), e não ser um problema. “A gente otimiza o trabalho do RH, encaminhando pessoas mais assertivas para as oportunidades. Assim, a equipe não perde tanto tempo com vários candidatos. Então, nos tornamos parceiros, e não concorrentes”, frisa o fundador. Com os resultados positivos, a expectativa da Koud é crescer 35% ainda este ano.

Artigo, J.R.Guzzo - O desprezo do ministro ao MP

 O inquérito do ministro Alexandre de Moraes para desvendar, impedir e castigar o “golpe do WhatsApp”, mais uma palhaçada policial, totalitária e ilegal do STF em sua guerra para controlar a vida pública no Brasil, começou com uma aberração; é inevitável que produza aberrações novas a cada dia em que continuar aberto. Os “atos antidemocráticos” que levantaram a ira do ministro são, como se sabe, conversas privadas pelo celular por um grupo de empresários. Por conta disso, mandou a Polícia Federal invadir às 6 horas da manhã residências e escritórios de cidadãos que não violaram absolutamente nenhuma lei – e se serviu mais uma vez da habitual penca de horrores que soca em cima das vítimas de suas investigações. Está agora, também mais uma vez, em confronto direto com o Ministério Público.


É claro que está. Há três anos o ministro Moraes, com o pleno apoio da maioria dos seus colegas, desrespeita abertamente a Constituição com o seu inquérito perpétuo contra supostos “atos antidemocráticos”; pelo que estabelece o texto constitucional, só o MP tem o direito de colocar em andamento uma investigação criminal, mas o ministro não toma conhecimento disso. Não só passa por cima da lei ao fazer algo que é exclusividade dos procuradores; ignora sistematicamente suas repetidas objeções à ilegalidade do inquérito. Não é possível, assim, evitar novos conflitos a cada vez que se lança em expedições como a desse “golpe pelo WhatsApp”. O que está errado na origem só pode gerar mais e mais erros à medida em que o pecado original continua sendo praticado.


Não só passa por cima da lei ao fazer algo que é exclusividade dos procuradores; ignora sistematicamente suas repetidas objeções à ilegalidade do inquérito


A Procuradoria Geral da República. no caso, define precisamente o que é, em sua essência, a investigação dos empresários: uma “espetacularização midiática”. É o que diz a vice procuradora ao pedir que o STF negue a quebra de sigilo de comunicações exigida agora por um grupo de senadores “de esquerda” que se utiliza o tempo todo das ações de Alexandre Moraes para promover seus interesses políticos pessoais. Ela vai exatamente ao centro de toda essa questão: trata-se, como diz em seu pedido, de uma perseguição penal especulativa e indiscriminada, sem objeto certo ou declarado – a não ser aparecer na mídia. A quebra de sigilo não tem nenhum cabimento. Nada, no inquérito de Moraes, tem algum cabimento. É assim desde 2019, quando ele iniciou sua perseguição geral aos “inimigos da democracia”. Vai continuar assim.


Artigo, Telma Renner - Política fora das escolas de Gramado. Uma punição necessária.

O professor é a autoridade máxima dentro da sala de aula. Ele é o exemplo do adulto que os alunos tem naquele momento,  e sua influência pode ser  determinante. Quem  de nós não lembra de alguns mestres que  por algum motivo nos marcaram e até determinaram nossa atitude perante a vida? Sabe lá quantas decisões tomamos , influenciadas, até inconscientemente ,  por um  professor que admirávamos? Por isso os VALORES  MORAIS  e o comportamento ÉTICO  de um professor é determinante! 


E agora o caso específico  da prof. ROBERTA GIL MERCK .Ela claramente demonstrou não possuir os valores morais   exigidos para o  cargo. Apoiar Lula, votar em Lula, fazer campanha para Lula, NÃO É OPÇÃO POLÍTICA nem ideológica! É ISTO SIM, APOIAR O CRIME! Sobre isso não existe mais debate. A moral não é elástica!  Não roubar,  não matar,  não mentir são princípios básicos e óbvios que se ensinam às crianças. Não há o que relativizar aí, os limites são bem definidos! .E uma professora que tenta induzir os alunos a relativizarem PRINCÍPIOS MORAIS, não pode estar em sala de aula! Hoje ela relativiza o crime. AMANHÃ ELA  PODERÁ ESTAR MINIMIZANDO OS EFEITOS DAS DROGAS! E uma sociedade cheia de zumbis drogados é tudo que não queremos!

Artigo, J.R. Guzzo - STF quer se livrar do presidente usando a força do Estado para violar a lei

Brasil tem no lugar do STF uma polícia de ditadura que se comporta como se as leis do País não existissem.


O Brasil deixou de ter um Supremo Tribunal Federal. Tem, em seu lugar, uma polícia de ditadura, que invade casas e escritórios de cidadãos às 6 horas da manhã, viola os direitos civis das pessoas que persegue e se comporta, de maneira cada vez mais agressiva, como se as leis do País não existissem - é ela, na verdade, quem faz a lei, e não presta contas a ninguém. Essa aberração é comandada pelo ministro Alexandre de Moraes e tem o apoio doentio de colegas que se comportam como fanáticos religiosos; abandonaram os seus deveres de juízes e se tornaram, hoje, militantes de uma facção política. Seu último acesso de onipotência é essa assombrosa operação contra o que chamam de "empresários golpistas".


Não há um miligrama de prova, ou qualquer indício racional, de que as vítimas do ministro tenham cometido algum delito contra a ordem política, social ou constitucional do País; tudo o que fizeram foi conversar entre si nos seus celulares privados. Que crime é esse? E, mesmo que tivessem feito alguma coisa errada, cabe exclusivamente ao Ministério Público fazer a denúncia criminal. A lei diz que ninguém mais pode fazer isso; um juiz nunca é parte da investigação, ou de nenhuma

causa, cabendo-lhe apenas julgar quem está com a razão - a acusação ou a defesa. Mais: ainda que estivesse tudo certo com o inquérito, e nada está certo nele, os empresários não poderiam ser julgados no STF, pois não têm o foro especial indispensável para isso. Os advogados não têm acesso aos autos - e isso não existe em nenhuma democracia do mundo.

Também não existem ministros de Suprema Corte que tenham uma equipe de policiais a seu serviço e sob o seu comando.


O ministro Alexandre de Moraes e a maioria dos seus colegas de STF querem o presidente Bolsonaro fora do governo - é disso, e só disso, que se trata, quando se deixa de lado o imenso fingimento da lavagem cerebral contra os "atos antidemocráticos". Tudo bem: muita gente também quer. A questão real, a única questão, é que Bolsonaro está em pleno julgamento, e o veredicto será dado daqui a pouco, nas eleições de outubro. Os juízes verdadeiros, aí, serão os 150 milhões de eleitores brasileiros - e não os ministros do Supremo. É perfeitamente lícito achar que Bolsonaro está fazendo um governo ruim, péssimo ou pior do que péssimo. Se for assim mesmo, não há nenhum problema: os brasileiros votarão livremente contra ele, e tudo estará resolvido. O STF e os setores que o apoiam, porém, querem se livrar do presidente usando a força do Estado para violar a lei, pisar nos direitos dos cidadãos esuprimir a liberdade. É um desastre à vista de todos.