Apex acha que acordo Mercosul x UE aumentará em US$ 7 bi por ano as exportações do Brasil

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia pode gerar um aumento de cerca de US$ 7 bilhões nas exportações brasileiras, segundo estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). 

Trata-se do maior acordo econômico já firmado pelos dois blocos.

De acordo com a Apex, a indústria brasileira deve sentir efeitos imediatos da redução tarifária prevista no acordo. Entre os principais setores beneficiados estão os de máquinas e equipamentos de transporte, motores e geradores de energia elétrica, autopeças, como motores de pistão, e aeronaves, beneficiados com redução imediata de tarifa. Também são apontadas oportunidades para produtos como couro e peles, pedras de cantaria, facas e lâminas e itens da indústria química.

A Apex também avalia que o acordo pode ampliar a diversificação da pauta exportadora brasileira. Atualmente, mais de um terço das vendas do Brasil para a União Europeia é composto por produtos da indústria de transformação, o que tende a ganhar ainda mais espaço com a redução das barreiras comerciais.

Para as commodities, avalia a ApexBrasil, o impacto será gradual. O acordo prevê a redução progressiva das tarifas de produtos como carne de aves, carne bovina e etanol, que devem ser zeradas em um prazo de até 10 anos, respeitando cotas e mecanismos de salvaguarda. Essas cláusulas permitem o monitoramento das importações e buscam proteger, principalmente, produtores rurais europeus.

 Capítulo I

O Processo

CAPÍTULO II
Fundamentos legais
A acusação, a defesa. TEM QUE APROFUNDAR.

CAPÍTULO III
O pecado original
A questão da liberdade de expressão.
TEM QUE APROFUNDAR.
O interrogatório na delegacia.

CAPITULO III
Títulos que precisam ser substituídos
A Delegada Andrea Matos, filha do ex-juiz federal Rocha Matos
A mascara respiratória.
- Aprofundar a época da Covid. Ver livro do ministro.

CAPÍTULO IV
Títulos que precisam mudar.
O interrogatório
A delegada Andrea Matos....

CAPÍTULO V
Minha opção pela mídia digital
Acho que dá para passar algumas experiências e um histórico melhor sobre minha incusão no jornalismo digital.
- O caso da censura, inclusive do canal de You Tube.

REVISTO ATÉ 9/1/2026-------


CAPÍTULO V
Assassinato de Reputação. O papel jogado pelo MPRS.

CAPÍTULO V-A
O advento da mídia digital

CAPÍTULO VI
Luciana Genro mentiu ao investir contra Polibio Braga

PESQUISAR https://www.jusbrasil.com.br/busca?q=polibio+braga

CAPÍTULO VII
Luciana Genro mentiu no caso da Operação Rodin

CAPÍTULO VIII
NOVA CORJA E TOMANDO NA CUIA
A história de como empastelei os blogs sujos surgiram para assassinar minha reputação

CAPÍTULO IX
Os governos do PT contra a liberdade de imprensa em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e no Brasil.

CAPÍTULO X


É obrigação esclarecer até onde vão os vínculos de Lulinha com o acusado de liderar desvios no INSS

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Era evidente que a Polícia Federal (PF) não poderia ignorar as menções ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que surgiram ao longo das investigações sobre os descontos fraudulentos em aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), trama desarticulada pela Operação Sem Desconto. O jornal O Estado de S.Paulo noticiou na quarta-feira que a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que está investigando Fábio Luís. 

Não se trata de condenação antecipada, mas do dever de esclarecer se houve malfeitos ou então descartar qualquer ilegalidade

Não poderia ser diferente diante dos indícios que surgiram a partir de um depoimento, mensagens de WhatsApp obtidas de telefones apreendidos, dados de passagens aéreas e anotações encontradas no curso da apuração. O espantoso seria se, a despeito dos elementos descobertos, a instituição não buscasse esclarecer os fatos. A PF é uma instituição do Estado brasileiro e já demonstrou, em várias oportunidades, como na Operação Lava-Jato, independência na condução de investigações que desagradam ao governo de plantão. 

A PF vai averiguar a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, em negócios com o governo federal – não necessariamente no escândalo das aposentadorias. Antunes, preso desde setembro, é suspeito de ser o líder do esquema que desviou valores bilionários de beneficiários do INSS por meio de descontos não autorizados. A hipótese é de que essa ligação se daria por meio da empresária Roberta Luchsinger, que firmou contrato de consultoria no valor de R$ 1,5 milhão com Antunes para prospectar negócios com o governo. Ela é próxima de ambos.

Em um depoimento ao longo da investigação, o empresário Edson Claro, ex-sócio de Antunes, relatou ter ouvido do Careca do INSS a referência a valores repassados a Fábio Luís, inclusive na forma de uma mesada de R$ 300 mil mensais. Em um diálogo no WhatsApp, Antunes orientou um funcionário a fazer um depósito de R$ 300 mil para Roberta, cujo destino final seria “o filho do rapaz”. Em outras conversas, Roberta – que também foi alvo de buscas – demonstra a Antunes preocupações sobre um envelope encontrado pela PF com o nome de Lulinha, que teria ingressos para um show.

Ao que parece, até aqui não teriam sido detectados indícios do envolvimento do filho de Lula com a fraude no INSS. Seriam outros negócios. Na representação ao STF, a PF afirma que, até agora, não foi encontrada relação direta de Lulinha com os desvios nas aposentadorias. Ressalva que Fábio Luís foi citado em conversas “por terceiros e (por) vínculos indiretos”. 

Só não é possível negar que os elementos trazidos à tona são nebulosos e exigem explicações, o que será possível pelo amplo direito à defesa. Cabe à PF, de forma republicana e livre de pressões, conduzir as apurações necessárias, com rigor e responsabilidade, para elucidá-los. Não se trata de condenação antecipada, mas do dever de esclarecer se houve malfeitos ou então descartar qualquer ilegalidade. “Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”, disse Lula, em dezembro. Também é preciso que, no momento adequado, os detalhes da investigação sejam conhecidos pela sociedade, com ampla transparência. 




Nota do senador Amin

 Como Relator do PL da DOSIMETRIA no Senado, nunca escondi que considero tal iniciativa deficiente diante da real dimensão dos fatos de 8/1/2023.


1.- Durante a CPMI que “investigou” tais fatos ficou evidenciada a adoção da narrativa de um GOLPE DE ESTADO que não aconteceu! O que ocorreu, graças à OMISSÃO impune de agentes públicos das 48 agências do SISBIN (Sistema Brasileiro de Inteligência) que foram informados pela ABIN da provável ocorrência das manifestações que redundaram em atos de VANDALISMO merecedores de repúdio e punição!


2.- Como afirmou o presidente Lula, em 18/1/2023, “Alguém ABRIU a porta”! Sim, os OMISSOS abriram a porta e nenhum inquérito apurou a OMISSÃO e a CUMPLICIDADE no governo!


3.- O inquérito do dia 8 de janeiro padece, no mínimo, de três NULIDADES ABSOLUTAS:


3.1.- FORO INADEQUADO, forjado pelo oportunismo!;


3.2.- SUSPEIÇÃO evidente da maioria do tribunal (Primeira Turma do STF);


3.3.-INVESTIGAÇÃO TENDENCIOSA, liderada por juiz SUSPEITO e VÍTIMA (autoproclamada) do suposto GOLPE, com emprego de meios ilícitos para indiciar pessoas sem antecedentes criminais, conforme consta do REQUERIMENTO de CPI DA VAZA TOGA, protocolizado no Senado Federal em 27/8/2025.



4.- Por isto, em face da INCOERENTE decisão de veto, cumpro o dever e o compromisso de apresentar o PL DA ANISTIA com o objetivo de PACIFICAR o PAÍS e corrigir as INJUSTIÇAS desmedidas dos julgamentos havidos.


ANISTIA não é impunidade! É instrumento histórico de RECONCILIAÇÃO NACIONAL próprio das democracias que se recusam a perpetuar divisões, ressentimentos e exceções!


A LUTA pela HARMONIA, pela PAZ e pela JUSTIÇA DEVE CONTINUAR! E o PARLAMENTO é seu HABITAT e FORO!"


10 convocados serão ouvidos a partir do dia 28 na CPI dos Pedágios. Governo Leite será investigado.

10 convocados serão ouvidos a partir do dia 28 na CPI dos Pedágios. Governo Leite será investigado.

Somente no dia 28 a CPI dos Pedágios do RS terá nova reunião, porque é quando os deputados estaduais sairão do recesso. O presidente da CPI, deputado Paparico Bacchi, conseguiu emplacar uma primeira reunião, dia 5. No encontro, foi aprovado o plano de trabalho da CPI, que definiu o cronograma inicial de oitivas e das primeiras três reuniões.

A CPI vai asnalisar as concessões rodoviárias estaduais de iniciativa do gaoverno Eduardo Leite, que está no final de reta.

As primeiras oitivas ocorrerão a partir do dia 28 de janeiro. Entre os convocados, cuja presença é obrigatória, estão:

Conselheiro Marcelo Peixoto – TCE-RS

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Artigo, Ricardo Breier - O silêncio ensurdecedor

A tributação de lucros e dividendos com incidência de 10% na fonte, inclusive para optantes do Simples Nacional, somada ao aumento do percentual de presunção no lucro presumido e ao impacto do IBS e da CBS, evidenciam um problema estrutural. As respostas institucionais seguem reativas e fragmentadas e evitam enfrentar o modelo tributário imposto à advocacia.

Hoje um advogado ou pequeno escritório, já suporta carga média de 14,53% na pessoa jurídica. Com a nova tributação de lucros e dividendos, a carga efetiva pode alcançar entre 34% e 37% e superar 40%, conforme a estrutura do escritório e os efeitos combinados do IBS e da CBS.

Houve atuação relevante no STF em temas ligados ao Simples Nacional, mas sempre de forma pontual, voltada à contenção de danos imediatos, sem questionar a lógica que trata a advocacia como atividade empresarial de capital.

O resultado é claro. Aumento expressivo da carga tributári, enfraquecimento da advocacia independente e concentração em estruturas capazes de absorver o impacto por meio de planejamento sofisticado. 

Não se trata de pauta corporativa mas de acesso à Justiça.

Tributar os resultados da advocacia como renda de capital, ignora sua natureza intelectual personalíssima e de risco permanente. Fragilizar economicamente a defes, compromete o equilíbrio do sistema de Justiça e amplia a assimetria frente ao poder estatal.

O momento exige menos comunicados genéricos e mais enfrentamento institucional. 

Administrar efeitos não resolve quando a causa permanece intacta.

Dia 28 começa para valer a CPI dos Pedágios do RS

 Somente no dia 28 a CPI dos Pedágios do RS terá nova reunião, porque é quando os deputados estaduais sairão do recesso. O presidente da CPI, deputado Paparico Bacchi, conseguiu emplacar uma primeira reunião, dia 5. No encontro, foi aprovado o plano de trabalho da CPI, que definiu o cronograma inicial de oitivas e das primeiras três reuniões.

A CPI vai asnalisar as concessões rodoviárias estaduais de iniciativa do gaoverno Eduardo Leite, que está no final de reta.

As primeiras oitivas ocorrerão a partir do dia 28 de janeiro. Entre os convocados, cuja presença é obrigatória, estão:

Conselheiro Marcelo Peixoto – TCE-RS

Roberto Tadeu de Souza – Diretor de Controle e Fiscalização (TCE-RS)

Marilucia de Ross Moser – Coordenadora do Serviço de Auditoria Estadual de Engenharia e Desestatizações (TCE-RS)

Airton Roberto Rehbein – Diretor de Transporte e Mobilidade (AGERGS)

Marcelo Spilki – Conselheiro-Presidente (AGERGS)

Luís Fernando Pereira Vanacôr – Diretor-Presidente (EGR)

Luciano Faustino da Silva – Diretor-Geral (DAER)

Luís Roberto Ponte – Conselheiro (DAER)

Pedro Maciel Capeluppi – Secretário de Estado da SERG

Juvir Costella – Secretário de Estado da SELT/RS

Além disso, foram aprovados pedidos de informação detalhados, solicitando cópias integrais de processos, contratos, aditivos, estudos técnicos, demonstrações financeiras e relatórios sobre investimentos, tarifas, arrecadação e impactos socioeconômicos relacionados aos Blocos 1, 2 e 3 da concessão das rodovias estaduais.

A CPI também definiu a realização de 9 audiências públicas em municípios estratégicos e impactados pelos pedágios, garantindo a participação das comunidades, prefeituras, câmaras de vereadores e associações locais. As cidades contempladas são: Novo Hamburgo, Taquara, Viamão, Erechim, Nova Prata, Lajeado, Bento Gonçalves, São Sebastião do Caí e Flores da Cunha.