Justificativa

É absurdo que o poder público tenha um prédio em homenagem um homicida traidor da própria pátria. Prestes, em seu trajeto pelo país, saqueou diversas cidades e fazendas para sustentar sua luta armada contra o presidente do país. A missão dele era implantar um Regime Comunista e vender o país para a URSS. Tanto que afirmou que numa guerra entre os dois países, lutaria contra o Brasil.
Por diversas vezes ele se envolveu com execuções de membros do partido que haviam falhado em suas missões ou que eram suspeitos de traição. Além de outros motivos. Este foi o caso de garota Elza, de 16 anos, que foi executada e seu corpo foi dobrado para poder caber num saco e ser enterrado no quintal de um dos algozes.
Meu objetivo é transformar o local no Museu da História e da Cultura do Povo Negro, projeto do vereador Tarcísio Flecha Negra que já foi aprovado na Câmara, mas não possui espaço físico para executar.

A substituição é bem cabida. Já no projeto da lei que institui o Museu da História e da Cultura do Povo Negro, está previsto que o espaço não seja um museu “do negro” ou “sobre o negro”. O local se propõe a revisitar nossa história, fazendo-o, porém, da perspectiva do negro, a partir do olhar e da experiência do próprio negro.

Lojista gaúcho desabafa depois de arrastão na na Charlie Brownie

O proprietário da loja Charlie Brownie, Tiago Schmitz, desabafou no Facebook na tarde de sexta-feira, depois que quatro ladrões armados anunciaram o assalto no estabelecimento que fica na Avenida Mariland, Porto Alegre.

A Brigada Militar está fora das ruas e a população é caçada, roubada e assassinada, mesmo pagando caro para contar com segurança pública.

Leia a nota:

"Hoje, pela primeira vez, a loja da Charlie na Mariland foi assaltada. Ficamos em dúvida sobre "publicitar" o ocorrido pela repercussão negativa, mas é inevitável deixar passar em branco. Porto Alegre clama por socorro. Está muito fácil levar o que batalhamos tanto para conquistar, inclusive vidas. Está muito fácil cometer crimes de toda ordem. Ninguém se feriu e - infelizmente - precisamos comemorar tal façanha, embora o sentimento de impotência seja imenso. Levaram celulares, fizeram clientes se abaixarem, ameaçaram um funcionário com arma, limparam o caixa e se foram felizes com nossa dignidade roubada. A loja é toda coberta por câmeras e seria fácil identificar os assaltantes (eu disse SERIA). Ligamos para Brigada que rapidamente chegou e foram super atenciosos, mas senti nos policiais o mesmo sentimento de impotência: possivelmente nada aconteça. Nosso desejo agora é buscar uma segurança armada, reforçar nossas grades e - com MEDO - seguir em frente.

Não vamos desistir da nossa cidade que deveria ser alegre como dita seu nome. Não vamos desistir do nosso negócio que é e continuará sendo um espaço de felicidade tanto no Mont Serrat quanto na Cidade Baixa.

Às pessoas que viveram esses momentos conosco: nossas mais sinceras desculpas. Aos policiais que nos atenderam com tanta presteza: nosso muito obrigado (não fazemos ideia das dificuldades que vocês vivem). Aos nossos governantes continuaremos clamando por justiça e segurança: PORTO ALEGRE passou do limite da impunidade e do descaso com todos nós que só estamos tentando viver tranquilamente em uma cidade que já foi exemplo positivo e hoje sofre.


Fica o desabafo e o desejo de que a gente consiga acreditar que dias melhores virão."

Veja diz que a crise perto do fim: a economia começa a sair do fundo do poço

Na reportagem de capa de Veja que já está nas bancas, a repórter Bianca Alvarenga conta que os números divulgados pelo IBGE nesta semana atestam: o Brasil acaba de passar pela pior crise econômica de sua história. 

Leia mais:

Desde o segundo trimestre de 2014, quando a recessão oficialmente começou, o produto interno bruto (PIB, a soma das mercadorias e serviços produzidos pelo país) encolheu 9%. A economia voltou para patamares de 2010, ano da primeira eleição da ex-presidente Dilma Rousseff. Dilma e seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, acreditavam estar inventando a roda quando criaram a “nova matriz econômica”, mas tal política só serviu para esgarçar as finanças públicas e desorganizar a economia. Em termos de profundidade, a recessão de agora supera até mesmo a crise causada pelo descontrole da dívida externa, ainda no fim do período militar, e também a crise da hiperinflação e do sequestro da poupança, no governo Collor.


eportagem publicada em VEJA desta semana mostra que, finalmente, os números começam a mostrar uma luz no fim do túnel. A produção industrial cresceu em janeiro, depois de 34 meses consecutivos no vermelho. A safra de grãos será 22% maior que a do ano passado – o campo, portanto, também fará sua parte. Provavelmente chegamos ao fundo do poço no final de 2016 e iniciamos uma escalada para a recuperação. Mas não será uma saída rápida, tampouco vigorosa. As reformas fiscais – principalmente o reequilíbrio da Previdência – e as medidas de simplificação nas leis tributárias e trabalhistas contarão muito para pavimentar o caminho de saída da crise.

Guilherme Fiuza: "Operação Lava-Rato"

Guilherme Fiuza: "Operação Lava-Rato"
O Globo

A história do assalto sem precedentes do PT precisa ser retocada porque a narrativa coitada não pode morrer


A Lava-Jato perdeu a chance de se tornar a principal instituição feminista do país prendendo Dilma Rousseff no Dia Internacional da Mulher. A delação da Odebrecht está confirmando o óbvio — que ela sabia de tudo (“tudo”, no caso, significando o maior assalto aos cofres públicos da história). Mas Dilma continua à solta, e isso nem é o mais grave. A mesma delação está servindo ao papo de que a corrupção iguala todo mundo. O Brasil está louco para ser depenado de novo — e ele é bom nisso.

“A delação da Odebrecht mostra que os que derrubaram a Dilma praticaram a mesma corrupção que ela”, decretou no rádio um desses companheiros fantasiados de comentaristas. Claro que não gastaremos uma linha explicando a esses militantes que quem derrubou a Dilma foi a Dilma, o PT e esse amor atávico deles pelo dinheiro dos outros. Eles sabem — com profundo conhecimento de causa.

Aí vem outro dizer que, à luz das revelações redentoras da Odebrecht, o caixa dois do Lula é igual ao do Fernando Henrique. É a preparação perfeita do “fora todo mundo”, relativizando as obras completas do PT. Se já apareceu até gente tentando relativizar o holocausto, por que não relativizar o petrolão?

Também não vale gastar meia linha para explicar que Lula e Dilma, os presidentes da Lava-Jato, botaram o Estado brasileiro em cima do balcão, amordaçado. Há uma dinastia de tesoureiros petistas presos por esse detalhe. A maior empresa do país foi à lona por esse detalhe. Um pedaço do PIB foi gentilmente conduzido pelo bando governante ao seu sistema particular de arrecadação. Ninguém jamais havia sequer tentado algo parecido, porque o Brasil jamais havia sido governado pelo filho do Brasil — o herdeiro natural de tudo. Com lenda não se mexe.

O “fora todo mundo” quer que você ache que todos são iguais perante a planilha da Odebrecht. Estão loucos para ressuscitar a sentença mensaleira do herdeiro solitário: caixa dois todo mundo faz.

A história do assalto sem precedentes do PT precisa ser retocada porque a narrativa coitada não pode morrer. É que nem tráfico de drogas: virou indústria, meio de vida para muita gente. O sistema simplesmente não deixa acabar. Imagine se a plateia descobre, de repente, que a Gleisi Hoffmann propôs greve de sexo no Dia da Mulher apenas porque ela ganha a vida assim (não com o sexo, com a greve).

Seria duro demais para o país admitir, enfim, que todos esses revolucionários progressistas são só gigolôs da bondade — conforme a Lava-Jato, que indiciou Gleisi Hoffmann, já esfregou na cara dos brasileiros. Assim como a maconha e a cocaína, a hegemonia politicamente correta dá dinheiro — e dá onda. No auge da alucinação, produziu Dilma Rousseff. O Brasil fumou (e tragou) esse protetorado melancólico de Lula como símbolo de afirmação feminista e maternal. Essa era da boa.

E segue o baile. No Dia Internacional da Mulher, quem fala é Gleisi Hoffmann e a patrulha nostálgica dos anos Dilma — que levou ao poder Erenice, Idely, Iriny, Rosemary, Rosário, Jandira e grande elenco empoderado. Após o golpe do homem branco, velho, fascista e do lar, sabem qual é o perfil do poder feminino no país? Maria Silvia Bastos Marques. Sabem o que ela faz? Preside o BNDES, um dos maiores bancos públicos do mundo. Sabem o que ela está fazendo lá? Salvando o banco (e o seu dinheiro) do desastre perpetrado pelo governo bandido das companheiras empoderadas.

Cada nação tem o símbolo feminino que merece. Maria Silvia não surgiu à sombra de máquina partidária nenhuma, não ganhou notoriedade com proselitismo vagabundo nem batendo boca com político machista para se vitimizar. É independente, poderosa por suas virtudes, bela, elegante e ética. Claro que não fez o menor sucesso no Dia da Mulher.

Ao contrário: o que se viu foram notinhas plantadas na imprensa sobre empresários reclamando do BNDES — ou seja, tentando fritar Maria Silvia. São aqueles que mamaram nos 13 anos da DisneyLula, período em que o banco foi para as páginas policiais suspeito de operações obscuras no Brasil e no exterior. Lula é réu por tráfico de influência internacional envolvendo a Odebrecht e o BNDES. Imaginou a pressão sobre Maria Silvia?

Pois é. Agora volte ao noticiário sobre a greve de sexo da Gleisi Hoffmann e disparates do gênero, porque é isso o que o Brasil tem para te oferecer na semana da mulher.

Um simpático deputado do PSOL foi ao jantar dos 50 anos de carreira de Ricardo Noblat. A patrulha flagrou-o conversando sobre vida real com Temer e Aécio. O pobre homem teve de se ajoelhar perante seus fiéis, jurando que continuava puro — e já arrependido. Quase ao mesmo tempo, o Ministério Público denunciava o PSOL pela criação de um núcleo partidário dentro do Colégio Pedro II. É a pureza de resultados.

Dizem que a MPB está entre Lula e Ciro Gomes para 2018. Viu como a lenda coitada tem sete vidas? Então preste atenção, porque caixa dois de reputação a Lava-Jato não pega.


Paraná Pesquisas diz que em Alagoas o candidato Lula dispara com 39%. Em segundo, seguem Marina, Aécio e Bolsonaro.

O diretor do Instituto Paraná Pesquisas, Rodrigo Hidalgo,disse esta tarde ao editor que resolveu mandar seus pesquisados para Alagoas, terra do senador Renan Calheiros, onde o governo é aliado de Michel Temer, tudo para avaliar as intenções de votos para presidente e a percepção sobre a adminitração do atual presidente.

Presidente, estimulada, melhor lista
ula, 39%; Marina, 13,l3%; Aécio, 10,2%; Bolsonaro, 10,2%; Joaquim Barbosa, 4,7%; Ciro Gomes, 3,6%; Michel Temer, 3,5%; Ronaldo Caiado, 04%; não sabe, 4,2%; nenhum, 10,9%.

Avaliação do governo
Ótimo, 1,7%; bom, 10,2%. Total = 11,9%
Regular = 30,2%
Ruim, 14,5%; péssimo, 41,3%. Total = 58,8%
Não sabe = 2,2%

Artigo, Denise Dreschsel, Gazeta do Povo - Direitos e abusos dos professores

A linha é tênue entre a defesa legítima dos direitos dos professores e o abuso com prejuízo desproporcional aos alunos
• Denise Drechsel

São discursos antagônicos. De um lado, os sindicatos dos professores são acusados de tentar impor políticas
 públicas de educação de teor ideológico e partidário por meio de greves – prejudicando os próprios professores e alunos 
em benefício dos dirigentes das agremiações e seus partidos. De outro, os sindicatos são louvados pelos docentes que se 
sentem de fato representados e defendidos contra quem quer reduzir salários e piorar as condições de trabalho. Quem terá razão?
Como tudo na vida, nenhuma das duas posições está completamente correta. Ninguém nega a importância dos sindicatos: eles 
surgiram para defender os interesses das diversas categorias, principalmente as mais frágeis. O problema é que no Brasil há pelo 
menos duas características que podem desvirtuar essa missão: a falta de liberdade sindical e a contribuição compulsória.

O Brasil é um dos poucos países democráticos que não ratificou a Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 
que prevê a liberdade de associação sindical. Com isso, os sindicatos brasileiros têm o “monopólio” de defender uma determinada 
categoria, impedindo que os trabalhadores criem outros mecanismos de pressão caso estejam desgostosos com a atuação do 
sindicato da sua categoria. A justificativa brasileira para não adotar a Convenção 87 da OIT é o risco de que os sindicatos, 
fragmentados, percam a força. Por outro lado, como o trabalhador não tem liberdade de escolha sindical – goste ou não do seu
 sindicato é aquele e pronto, seja eficaz ou não leva a mesma receita no fim do ano –, o engajamento de muitos trabalhadores 
é menor e apenas uma minoria passa a falar pela categoria – uma minoria com os cofres cheios, graças ao imposto sindical 
obrigatório.
Nesse cenário, um dos aspectos que precisa de revisão dentro dos sindicatos são as assembleias. Quem é que levanta em uma
 assembleia e diz ‘sim’ ou ‘não’ para uma greve? O professor Sólon Cunha, da FGV de São Paulo, aponta investigações de casos 
no Brasil de falsidade ideológica, de pessoas ‘encomendadas’ que fingem ser da categoria para votar em uma assembleia a favor 
do que ditam alguns. “Na minha opinião, as assembleias não têm legitimidade hoje. Por que não se faz uma votação digital com 
uma auditoria externa, por exemplo?”, sugere. No caso da educação, em que as greves acarretam uma perda de dias letivos e 
qualidade das aulas, é grave se essa decisão é estimulada não por um motivo proporcional, mas ideológico-partidário, causando 
dano aos mais vulneráveis.
Outra sombra que paira sobre os sindicatos dos professores da rede pública é a sua posição contrária a avaliações externas dos
 professores. “Os professores nos sindicatos da rede pública acabam tendo uma postura conservadora, contrários a qualquer tipo 
de exigência para melhorar o seu desempenho. E também são contrários a qualquer parceria, mesmo com instituições que venham 
colaborar pedagogicamente. E os professores mais abertos acabam não tendo voz”, afirma Fernando Schüler, professor do Insper. 
“Há uma retórica ideológica que fala da perda de autonomia da escola e do professor, mas avaliações são comuns em outros países
 e têm por objetivo ajudar os professores e os alunos a alcançarem uma melhor performance”.
Em defesa tanto das avaliações como dos sindicatos, o professor Ocimar Alavarse, da Faculdade de Educação da Universidade 
de São Paulo, explica que elas são importantes, mas podem ser utilizadas para atacar os professores – e aí são bem-vindos os 
sindicatos. “Os professores não são os únicos responsáveis pelo mau desempenho dos alunos, e nisso os sindicalistas têm razão. 
As avaliações são importantes, mas não acho que elas deveriam, por exemplo, servir de base para bonificar os professores. Isso
 porque há outros fatores, como a condição socioeconômica dos alunos e a infraestrutura da escola, que influenciam os resultados.
 Por mais que o professor se empenhe, há realidades que não dependem dele para mudar”, insiste.
“Existe o ‘peleguismo’ moderno, que é diferente do ‘peleguismo’ antigo, quando os sindicatos atendiam os interesses do patrão. Hoje é pior, porque alguns sindicatos de empregados atendem aos interesses de meia dúzia de dirigentes que se perpetuam no poder e não estão preocupados com a representação da categoria”
GILBERTO STÜRMERProfessor de Direito da PUCRS e autor do livro “A Liberdade Sindical”
Alternância de poder
Uma solução apontada para que os sindicatos cumpram o seu papel de defender os direitos dos professores sem cair nas garras 
das exigências político-partidárias, ajudando a lutar por melhores condições de trabalho e de educação, além de melhorar os
 mecanismos de legitimidade das assembleias sindicais, seria impedir que um grupo de pessoas se apoderasse da agremiação por
 muitos anos.
“Existe o ‘peleguismo’ moderno, que é diferente do ‘peleguismo’ antigo, quando os sindicatos atendiam os interesses do patrão. 
Hoje é pior, porque alguns sindicatos de empregados atendem aos interesses de meia dúzia de dirigentes que se perpetuam no 
poder e não estão preocupados com a representação da categoria”, alerta Gilberto Stürmer, da escola de Direito da PUCRS e autor 
do livro “A Liberdade Sindical”. Essas pessoas acabam até vencendo eleições ou sendo chamadas para ocupar cargos públicos, 
aparelhando o estado, graças à sua influência no sindicato utilizado como massa de manobra.
Para Gilberto, a liberdade sindical e a retirada do imposto sindical poderiam ajudar nesse aspecto, ainda que possam ser incômodas 
a princípio. “O sindicalismo nasceu errado no Brasil, de cima para baixo, durante a ditadura [de Getúlio] Vargas. Agora, não se cura 
doente terminal sem remédio amargo. Claro que a liberdade sindical, em um primeiro momento vai perder força, mas no final 
ficariam os sindicatos que de fato representam a maior parte dos trabalhadores, e esses, com certeza, seriam mais fortes dos que 
vemos hoje”, acredita.




Perguntas e respostas sobre o saque do FGTS

Como as agências vão funcionar? Haverá um expediente diferenciado?
A partir do dia 10, trabalharemos em horários estendidos. Vamos antecipar em duas horas a abertura das unidades. Em locais onde a agência já abre às 9h, vamos estender uma hora. Também trabalharemos aos sábados só para atender questões relativas ao FGTS. Essa vai ser uma estratégia utilizada durante todo o calendário, até julho. Serão 1.800 agências funcionando nos sábados.
Para contas inativas há mais de 30 anos, como proceder?
Todas as contas anteriores à data de 13 de julho de 1990 já estão liberadas há um tempo, não é necessário seguir o cronograma.
O cônjuge pode receber o valor do FGTS de um companheiro falecido?
Neste caso existem duas situações. Os herdeiros devem se dirigir a uma agência com o alvará do inventário para realizar o saque. Caso tenha mais de um herdeiro, a Caixa paga a cota parte devida. Caso o herdeiro seja menor de idade, a Caixa abre uma poupança para ele sacar quando atingir a maioridade. Caso não tenha o inventário, a Caixa aceita a declaração de dependentes.
O saque pode ser transferido via TED, ou apenas em dinheiro na boca do caixa?
Foi definido pelo decreto que todos os valores podem ser transferidos. Vamos somar os valores e transferir via TED para outros bancos sem nenhuma tarifa. A única exceção é se o cidadão quiser receber o dinheiro no sábado. Vamos trabalhar aos sábados para complementar o atendimento, mas como outros bancos não abrem, vamos limitar os pagamentos para outras instituições ao limite do DOC, então o crédito acontece na segunda-feira.
Algumas contas apareciam com saldo, mas nos últimos dias aparecem zeradas. O que pode ter ocorrido?
Estamos falando em um volume expressivo de contas. São mais de 7 milhões. O valor aparecer zerado nestes dias próximos ao cronograma de saques significa que o valor está em trânsito de pagamento. Procedemos o débito na conta do FGTS alguns dias antes da liberação para que o cliente tenha a condição de receber no prazo correto. Começamos a fazer isso logo após o carnaval.
É importante ressaltar que muitas pessoas foram surpreendidas por não terem mesmo os valores. De acordo com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, 200 mil empresas não fazem o recolhimento de forma correta. O trabalhador pode acompanhar isso. Nossa sugestão é utilizar nossos sistemas para cobrar a empresa.
É possível sacar o FGTS de contas inativas do exterior?

Sim. Temos duas alternativas. Se for cliente Caixa, será creditado automaticamente. Caso contrário, o cliente baixa um formulário no site da Caixa, preenche, anexa os documentos indicados e se dirige ao consulado que nos envia. É bom fazer isso logo, porque as contas inativas, depois de julho, já vão ser bloqueadas novamente.