Pernambucanas inaugura duas lojas no Rio Grande do Sul

Com as novas unidades, localizadas em Porto Alegre e Bento Gonçalves, a marca totaliza 16 lojas no estado

A Pernambucanas, marca varejista nacional pioneira em inovações, anuncia a inauguração de mais duas lojas no Rio Grande do Sul, desta vez, no município de Bento Gonçalves, no dia 3 de agosto, e na capital gaúcha, no dia 4 de agosto, alcançando 16 unidades no estado. As lojas serão as 20ª e 21ª inauguradas pela varejista no Brasil somente em 2022. Com elas, a companhia totaliza 486 unidades e dá continuidade ao seu sólido plano de expansão, intensificando a capilaridade de seus produtos e serviços.

 

As novas unidades possuem, respectivamente, 1.191 m² e 1.367 m², gerando mais de 40 empregos diretos e cerca de 200 indiretos. Além disso, os espaços contam com o conhecido portfólio de produtos que vão desde vestuário feminino, masculino e infantil, itens de lar como cama, mesa e banho, além de eletroportáteis, telefonia e informática. As lojas também reúnem as demais categorias de produto como a linha esportiva, bijuterias e brinquedos, além do Espaço Beleza, área dedicada aos produtos das marcas Jequiti e Multi B.

 

Os clientes que visitarem as lojas terão acesso a brindes e promoções especiais. Nos dias 3, 4 e 5 de agosto terão 20% de desconto nas compras de vestuário, cama, mesa, banho, tapetes e cortinas na loja de Bento Gonçalves. Já nos dias 4, 5 e 6 os descontos são válidos para as compras na unidade de Porto Alegre.

 

“Este é um ano muito significativo para nossa empresa, que segue com um intenso e sólido plano de inaugurações de lojas. Com as novas unidades, queremos fortalecer a nossa conexão com os gaúchos, oferecendo um atendimento humanizado e uma experiência de compra diferenciada. Tenho certeza de que essas lojas serão mais um grande sucesso, assim como as demais do Rio Grande do Sul”, conta Sergio Borriello, CEO da Pernambucanas.

 

A Pernambucanas também disponibiliza em todas as suas unidades o sistema “Clique e Retire”, no qual os clientes compram pelo site ou aplicativo da marca e retiram na própria loja. Além disso, o cliente também tem à disposição a compra por WhatsApp, também com retirada na loja, em apenas duas horas. 

 

Serviço:

Pernambucanas Bento Gonçalves (RS)

Inauguração: 03/08

Horário:  10h

Endereço: R. Mal. Deodoro, 219 – Centro – Bento Gonçalves – RS

 

Pernambucanas Assis Brasil (RS)

Inauguração: 04/08

Horário:  10h

Endereço: Av. Assis Brasil, 2517 – Passo d'Areia – Porto Alegre – RS

 

Sobre a Pernambucanas

Há 114 anos, a Pernambucanas evolui junto com a família brasileira. Referência no varejo nacional, a companhia tem como marca registrada o pioneirismo e a contribuição para o progresso de diversas cidades do país. Conta com um time de estilistas que identificam as principais tendências mundiais da moda e oferece uma ampla variedade de produtos em moda, beleza, lar, eletroportáteis, telefonia e informática.  Está presente em mais de 330 cidades, em 15 estados e no Distrito Federal, com mais de 480 lojas e cerca de 16 mil colaboradores. Além do varejo, a companhia tem a sua fintech, a Pefisa, braço financeiro do grupo, responsável pelo desenvolvimento e gestão dos produtos como a Conta Digital Pernambucanas, PIX, Carteira Digital, cartões, empréstimo pessoal e seguros. Sempre se reinventando e acompanhando às necessidades de seus clientes, a Pernambucanas oferece uma inovadora plataforma digital de relacionamento em varejo e produtos financeiros, com aplicativos, compra online, tablet (concessão de crédito 100% digital em 7 minutos), emissão instantânea de cartão com chip, atendimento digital e Wi-Fi grátis em todas as lojas. 


Moinhos de Vento é eleito o hospital mais amado pelo terceiro ano consecutivo

A instituição recebeu o prêmio Top of Mind, concedido pelo Grupo Amanhã.

O Hospital Moinhos de Vento foi escolhido pelo terceiro ano consecutivo a marca mais amada do Rio Grande do Sul. A instituição recebeu o prêmio Top of Mind, concedido pelo Grupo Amanhã, na categoria Love Brands, nesta quinta-feira (28), em Porto Alegre. Além de se manter no topo da pesquisa, a pontuação obtida quase dobrou em relação a 2022, subindo de 5,7 para 10,7.

Para a superintendente de Estratégia e Mercado do Hospital Moinhos de Vento, Melina Schuch, o prêmio é um reconhecimento da excelência e qualidade do atendimento. “É a percepção do nosso cliente. E este é um feedback importante, pois atesta que estamos no caminho certo. Ser eleito, mais uma vez, uma das marcas mais amadas pelos gaúchos é reflexo da nossa Estratégia, que tem como propósito Cuidar de Pessoas, integrando saúde, pesquisa e educação. Reafirmamos esse compromisso quando oferecemos os melhores desfechos e experiência aos nossos pacientes, pois investimos constantemente em inovação e no que há de mais modernos em diagnóstico e tratamento de doenças", destaca.

O Top of Mind é considerado uma das mais importantes pesquisas de lembrança de marcas que ouve a população do estado do Rio Grande do Sul, tornando-se referência para gestores e instituições.

O Hospital Moinhos de Vento acumula outros reconhecimentos. É o único brasileiro afiliado à Johns Hopkins Medicine International, e é um dos seis de excelência do Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Também foi considerado o terceiro melhor hospital do Brasil pelas revistas Newsweek e  America Economia.


Governo Eduardo Leite exterminou 308,7 mil empresas até julho deste ano

 O governador Eduardo Leite do PSDB, com suas bandeirinhas durante a pandemia e sua falta de ideias e planejamento econômico acabou com 308,7 mil empresas no Rio Grande do Sul durante o seu governo até o mês de julho deste ano. Segundo dados do “Painel Mapa Empresas do governo federal”, durante seus 1.307 dias de desgoverno foram 7,1 mil empresas fechadas por mês, o que equivale a 236,2 empreendedores por dia que fecharam suas portas no estado.


Na sua sanha marketeira de dar prioridade a saúde e não a economia gaúcha, a incompetência do governo tucano ficou mais exposto no estado com o seu jogo de bandeirolas, fechamento de supermercados e perseguição e prisão da população que lutava para sobreviver. O resultado, na prática, ficou só na retórica e em promessas não cumpridas, como já é de praxe na vida política do governador pelotense. A Bahia, por exemplo, que tem 15 milhões de habitantes, ou seja, 4 milhões a mais que o RS,  teve 1 milhão de casos do vírus chinês a menos do que o RS até a data de hoje segundo o “site conass.org”. O Rio Grande do Sul é o 5º estado com mais casos de covid no país (2,6 milhões) e o 6º em óbitos, com 40.462.


Quase 310 mil empresas fechadas e entre os 24 estados brasileiros, o 6º em mais mortes, com mais de 40 mil gaúchos perdendo a vida pelo vírus chinês. Esse é o legado de um desgoverno que não honra promessas e brinca de bandeirinhas.

BTG faz auditoria na Empiricus

 A Empiricus foi sócia do blog O Antagonista. Entre 2015 e 2020, a empresa detinha 50% do negócio.

O BTG Pactual está conduzindo uma auditoria sobre eventuais irregularidades cometidas pela Empiricus, empresa que foi adquirida pelo banco em 2021 por R$ 690 milhões e que atua na área de análise e educação financeira. 

O processo é conduzido pela área de compliance do BTG, sob comando de Nelson Jobim, 76 anos, ex-deputado federal, ex-ministro da Justiça, ex-ministro da Defesa e ex-presidente do STF e do TSE. 

Já foram ouvidos na apuração os 2 principais executivos da Empiricus, Caio Mesquita e Felipe Miranda.

O caso se refere a uma acusação contra a Empiricus apresentada pela concorrente, o TradersClub, conhecido como TC.

Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Carta da Faculdade de Direito de São Paulo

- O autor é advogado no RS.


Onde estavam os patrióticos banqueiros e empresários assinantes da Carta da Faculdade de São Paulo, quando o ex-presidente doou nosso dinheiro para países comunistas, entregou nossa refinaria na Bolívia a um camarada do Foro de São Paulo e comprou uma refinaria americana sucateada em Pasadena.  Mais grave, quando veio à tona a maior corrupção, de um governo nacional, levantado pela Lava Jato e, quando” democraticamente” - ao estilo da esquerda – se tentou impedir a candidatura do Bolsonaro, com uma facada a céu aberto.

Ficaram calados.

Pois agora forjaram mais um ataque dissimulado, em plena campanha eleitoral, contra a reeleição do presidente, que desde o primeiro dia em que assumiu foi impedido de governar este país, por ataques incessantes, CPIs e pela intromissão, inconstitucional, do STF através de Ministros a serviço dos seus padrinhos.

Com qual democracia os assinantes estão preocupados. Por acaso, com a exercida por um Ministro do STF, que decide prender, instaurar processo acusatório contra cidadãos, instrui-lo para ao final, ele próprio como ofendido julgar.  É, isto?

A Faculdade de Direito de São Paulo deve ao Brasil uma Carta sobre a Insegurança jurídica e constitucional implantada no STF, que acha que o seu Regimento Interno - mera disposição “autonômica” restrita à Corte, tem o poder da “lâmpada do Aladim”.

A Faculdade de Direito de São Paulo não poderia, jamais, servir de palco para tamanha inconstitucionalidade do STF ou ataque à democracia. Seus diplomas não terão o mesmo brilho dos expostos nos escritórios de renomados advogados e juristas, que passaram por ela.

O que será lido na mesma Faculdade de Direito, por estes tantos defensores da legalidade, quando souberem que estão é concedendo, de forma oblíqua, poderes a um condenado para que liberte os seus comparsas?

O primeiro deles, o cérebro da trama socialista, terá a GRAÇA, perdão individual a ser festejado na Praça dos Três Poderes.  Os outros condenados e presos receberão o INDULTO, benefício do presidente a todos os condenados pela Lava Jato, com direito a receberem o dinheiro que tiveram que devolver, lavado e corrigido.  As malas cheias de dinheiro que foram levadas para apartamentos, não bastarão, pois serão necessárias outras só para os valores corrigidos, atualizados. Haverá muitas razões para aumentos de impostos.

É revoltante, imaginar que isto poderá acontecer com o apoio de banqueiros, empresários e entidades empresariais, inocentes úteis ou dirigidas por maus brasileiros.

A estes, meu repudio de cidadão, com o meu constitucional e democrático direito de opinião.

No país há banqueiros e banqueiros, assim como empresários e empresários. A maioria, no entanto, não é calhorda ou oportunista. Também é sabido, que pretensos e eternos dirigentes de algumas entidades empresariais, conforme o lado do vento, conduzem os incautos como ovelhas sem balidos.

Caxias do Sul, 29.07.2022


O presidente americano tem de responder aos brasileiros, por Renato Sant'Ana

Já que o governo americano - vá saber com que propósito! - disse confiar plenamente no sistema eletrônico de votação do Brasil, então Joe Biden poderá responder as seguintes perguntas - pelo que agradeceremos...

1. O Sr. Biden sabia que, em 2018, um hacker invadiu o sistema de computação eletrônica do Superior Tribunal Eleitoral (TSE)? Sim! Foi a Polícia Federal quem descobriu. Sem ser notado, o hacker ficou por vários meses mexendo nos computadores, fazendo sabe-se lá o quê...

2. Por que é que, embora existam urnas de 3ª geração, o Brasil segue usando uma carroça velha de 1ª geração?

3. O Sr. Biden sabe que as urnas modernas - que, por casualidade, nós ainda não adotamos - permitem a impressão do voto? (Imprimir o voto não quer dizer que o eleitor vai sair com o papelzinho na mão!)

4. O Sr. Biden sabia? Dos países que têm votação eletrônica, só Brasil e os inexpressivos Bangladesh e Butão usam urna eletrônica sem a impressão do voto. Todos os demais utilizam urnas com impressora.

5. O Sr. Biden consegue compreender que a questão não é a "urna", mas o "sistema", o que implica a transmissão e a totalização dos dados?

6. Ah, por falar nisso, saberá explicar por que decidiram centralizar em Brasília a contagem e totalização dos votos? Antes não era assim...

7. O Sr. Biden acha mesmo que, nessas condições, a votação é segura?

8. Última: por que os EUA não adotam o nosso modelo de votação?

E uma para os moços da extrema imprensa: por que é que essas perguntas nunca foram feitas aos defensores do sistema atual?

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: sentinela.rs@outlook.com


Moraes não gostou da queda no preço da gasolina e tenta atrapalhar, por J.R. Guzzo

O Congresso Nacional acaba de aprovar, quase por unanimidade e cumprindo processo absolutamente legal, uma lei que reduziu os impostos estaduais sobre os combustíveis e fez cair imediatamente o preço da gasolina, diesel e álcool para o consumidor. É um raríssimo momento em que o cidadão brasileiro recebe um benefício concreto, claro e compreensível das autoridades. Não há na lei, além disso, nenhuma redução real de receitas para os Estados, pois vão receber compensação pelo que deixaram de arrecadar. Acima de tudo, é lei. Lei é lei - simplesmente tem de ser cumprida por todos, e não há nada a discutir. Ou é isso, ou não há democracia; é um mandamento elementar em qualquer estado democrático que as leis aprovadas de modo legitimo pelos representantes do povo estão acima das vontades individuais e são iguais para a sociedade inteira, sem exceção nenhuma.


Mas isso aqui é o Brasil democrático do STF, e no Brasil democrático do

STF lei não é o que o parlamento aprova - e sim o que o Supremo Tribunal

Federal quer. A lei que fez baixar o preço dos combustíveis foi proposta

pelo governo federal, e bem recebida pela população. Pronto: não é

preciso mais nada. Se a lei vem do governo, e saiu de lá por vontade do

presidente da República, é lei que não presta, e o STF não admite que

ela seja aplicada como deveria. Quem não aceita as suas consequências,

então, recebe apoio legal imediato dos ministros. É o que aconteceu com

o Estado do Maranhão. O governador local declara a si próprio como um

grande general da campanha do ex-presidente Lula para a presidência e

também se exibe como um inimigo radical do governo; ao mesmo tempo, não aceita a lei que o Congresso aprovou. Corre, então, para pedir proteção

ao STF. É atendido na hora.


Se a lei vem do governo, e saiu de lá por vontade do presidente da

República, é lei que não presta, e o STF não admite que ela seja

aplicada como deveria.


A licença para o Maranhão não obedecer a lei, safando-se dos seus

efeitos práticos, foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, que já há

muito tempo acumula suas funções no STF com a atuação de inimigo

político número 1 do governo federal. Moraes, simplesmente, autorizou o

Maranhão a não pagar nenhuma de suas dívidas com a União, do Banco do

Brasil à Caixa Econômica, do BNDES ao BID - nada, nem um tostão. Pior:

esse calote se aplica já nas parcelas que deveriam ser pagas no mês de

julho, pois o Estado vive como um pedinte de rua, tendo de ganhar de

manhã o dinheiro para o prato de comida do almoço. E a compensação das

receitas, prevista na lei? O governador diz que não dá para

"esperar", porque há trâmites legais a cumprir - claro que há; ele

queria que não houvesse? -, isso toma tempo e não existe um real de

reserva no caixa do Estado para aguentar até a chegada do reembolso.

Perfeitamente, decidiu o ministro. É isso mesmo: não dá para esperar,

não é preciso pagar nada e o Estado pode começar já, neste minuto, a

ignorar as suas obrigações com a União. Essa "União" é você mesmo,

que paga sem dar um pio os seus impostos; é do seu bolso que vai sair o

dinheiro que o governador e o ministro Moraes não querem pagar.


Não se consegue achar nada de certo em nenhum ponto dessa história.

Moraes disse, entre as justificativas de sua decisão, que a lei foi

adotada de "forma unilateral" e "sem consulta aos Estados". Que

raio de raciocínio jurídico é esse? Desde quando, pelo que está escrito

na Constituição e no restante da legislação brasileira, o Congresso

Nacional deste país precisa consultar os "Estados", ou seja lá quem

for, para aprovar uma lei? Outra coisa: se o Maranhão está autorizado

pelo STF a não pagar o que deve à União, porque os outros 26 Estados não

teriam o mesmo direito? O STF vai atender a todos eles? No caso do

Maranhão, esse grande campeão das "oposições", bastou o governador

dizer "não tenho dinheiro" para livrar-se das suas obrigações; não

teve de comprovar nada, e ninguém lhe pediu demonstração nenhuma. Está

valendo, isso? O cidadão diz: "Não dá para pagar" - e o Supremo

aceita no mesmo instante a sua palavra como fato indiscutível, sem

nenhuma comprovação séria? Não se disse uma palavra, também, sobre a

responsabilidade que o governador tem na miséria financeira do Maranhão.

Se o Estado está falido, a culpa é dele; com certeza não é do presidente,

nem do Congresso, nem dos outros Estados.


Nada disso faz qualquer sentido. Mas é o que se tem, num país em que a

suprema corte se transformou em brigada de militância política,

abandonou os seus deveres constitucionais e exerce a justiça através da

vingança.