Nomes da transição
MARCOS AURÉLIO CARVALHO,
PAULO ROBERTO,
MARCOS CÉSAR PONTES,
LUCIANO IRINEU DE CASTRO FILHO,
PAULO ANTÔNIO SPENCER UEBEL,
AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA,
GUSTAVO BEBIANNO ROCHA,
ARTHUR BRAGANÇA DE VASCONCELLOS WEINTRAUB,
GULLIEM CHARLES BEZERRA LEMOS,
EDUARDO CHAVES VIEIRA,
ROBERTO DA CUNHA CASTELLO BRANCO,
LUIZ TADEU VILELA BLUMM,
CARLOS VON DOELLINGER,
BRUNO EUSTÁQUIO FERREIRA CASTRO DE CARVALHO,
SÉRGIO AUGUSTO DE QUEIROZ,
ANTÔNIO FLÁVIO TESTA,
CARLOS ALEXANDRE JORGE DA COSTA,
PAULO ROBERTO NUNES GUEDES,
WALDEMAR GONÇALVES ORTUNHO JUNIOR,
ABRAHAM BRAGANÇA DE VASCONCELLOS WEINTRAUB,
JONATHAS ASSUNÇÃO SALVADOR NERY DE CASTRO,
ISMAEL NOBRE,
ALEXANDRE XAVIER YWATA DE CARVALHO,
PABLO ANTÔNIO FERNANDO TATIM DOS SANTOS,
WALDERY RODRIGUES JUNIOR,
ADOLFO SACHSIDA, e
MARCOS CINTRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
Tentando entender o discurso.
Mesmo tendo passado mais de uma semana das eleições de 28
de outubro, a gritaria por parte da esquerda continua ululante como se a
campanha ainda não tivesse acabado.
A nomeação do juiz Sérgio Moro incendiou mais uma vez o
discurso da esquerda que agora afirma que Bolsonaro só ganhou porque Moro
mandou prender Lula. Livre, Lula ganharia no primeiro turno. Com certeza.
Em 2014 Lula disse que quando votassem no 13, apareceria
a foto da Dilma no lugar da dele.
Dilma, o poste ganhou as eleições naquele ano.
Em 2018, todo o primeiro turno o PT ficou proclamando
“Lula é Haddad e Haddad é Lula” e as pesquisas apontando vitória no primeiro
turno se o candidato fosse o Lula e no segundo, com certeza, mesmo sendo o
Haddad.
No imaginário petista, sendo um representante oficial de
Lula, Haddad ganharia fácil no primeiro turno, ou, na pior das hipóteses, no
segundo, especialmente por ter como adversário o Bolsonaro, candidato com o
maior índice de rejeição principalmente entre as ditas minorias raciais,
sexuais e geográficas.
Então tudo eclipsou.
Bolsonaro não proclamou apoio a nenhum candidato a
governador exceto os do PSL o mesmo ocorrendo com os candidatos às eleições
proporcionais tanto federais como estaduais, mas inúmeros candidatos de outros
partidos proclamaram seu apoio ao Bolsonaro chegando ao ponto de os dois concorrentes
do segundo turno em alguns estados dizerem-se bolsonaristas. E aqueles que
ligaram seus nomes ao do Bolsonaro tiveram votações surpreendentes e até mesmo
arrasadoras.
Por outro lado, Haddad suspendeu as visitas que,
religiosamente, fazia às segundas-feiras à Curitiba para tomar a benção do
Lula, trocou as cores de suas propagandas do vermelho para verde e amarelo e
ocultou a foto de presidiário.
Aí não entendi mais nada.
Por que será que esconderam suas cores e o próprio Lula
se ele seria inevitavelmente eleito até mesmo no primeiro turno?
Terão sido o juiz Sérgio Moro e o WhatsApp os algozes do
grande líder, ou será que o grande líder não é mais tão grande quanto as
pesquisas tentaram demonstrar e o PT continua a vociferar?
Continuo não entendendo o discurso da esquerda. Será que
quiseram perder quando esconderam o Lula ou já haviam se convencido de que a
sua grande liderança já era?
Mas a gritaria continua. Durma-se com um barulho desses.
O autor é CEO da Jacques - Gestão através de Ideias
Atratoras, Porto Alegre, www.fjacques.com.br. fabio@fjacques.com.br
Sérgio Moro super-Ministro.
Sérgio Moro super-Ministro. A princípio, numa análise
superficial, a nomeação do Magistrado pelo Presidente Jair Bolsonaro, para
ocupar o cargo de Ministro da Justiça, pode ter passado a falsa impressão, que
o Brasil estava deixando um santo nu, para vestir outro. Mas não é isso! O Juiz
Moro fez um grande trabalho em favor do país. Está no panteão dos grandes
heróis da nossa história. É justo que pense um pouco na sua carreira.
Seguramente formou uma talentosa equipe. Além disso, em Curitiba/PR estão talentosíssimos
Procuradores da República, Delegados da Polícia Federal, Investigadores e
Serventuários Públicos. A Operação Lava-Jato vai prosseguir, com toda firmeza.
E com absoluta certeza seguirá tendo o apoio institucional do seu principal
mentor. De outro lado, ao indicar Moro, o Presidente eleito sinaliza claramente
que pretende cumprir com fidelidade total, um dos maiores compromissos da sua
campanha, que é um enorme anseio da nação brasileira : o combate implacável da
corrupção institucionalizada. Essa, agora, será a tarefa do Juiz Sérgio Moro,
que vai aplicar sua enorme experiência em todo o país. A indicação teve
imediata e forte repercussão internacional, influenciando de modo muito
positivo a nossa imagem no exterior, que passa a perceber que o Brasil, pela
manifestação da vontade soberana da esmagadora maioria da população, vive novos
tempos. E o novo Ministério que está sendo formado, é uma seleção de notáveis.
Com a nova função pública, Sérgio Moro, dono de sólida formação acadêmica e de
inegável talento, se credencia para num futuro próximo ser uma opção segura e
confiável para ocupar uma vaga de Ministro junto ao Supremo Tribunal Federal.
E, convenhamos, que parte daquela Corte também está precisando de uma boa
assepsia. A Operação Lava-Jato, ganha assim, uma franquia nacional. A nata da
malandragem está arrepiada. O Brasil vai mudar, à jato. Grau 10!
Os desesperados
Os desesperados
Os petistas prometem "construir uma frente de
resistência pelas liberdades democráticas", como se o País estivesse às
portas da ditadura
Uma oposição “propositiva” ao governo de Jair Bolsonaro é
o que prometem alguns partidos de esquerda que já começam a se organizar com
vista à próxima legislatura. Não por acaso, esse bloco excluirá o PT. Segundo
explicou o deputado André Figueiredo (CE), líder do PDT na Câmara, o partido do
ex-presidente e hoje presidiário Lula da Silva “tem um modus operandi próprio
dele”, enquanto o bloco formado por PDT, PSB e PCdoB “tem um outro modelo de
oposição”, isto é, “um modelo construtivo para o País”.
Ainda será preciso esperar que esses partidos passem das
belas palavras aos atos concretos, mas é significativo que agremiações que tão
fortemente antagonizaram com Bolsonaro durante a campanha agora se digam
dispostas a fazer oposição responsável ao próximo governo.
Também é significativo que o grupo tenha dispensado o PT
e sua linha auxiliar, o PSOL, das conversas para a formação de um bloco de
oposição. O pedetista André Figueiredo explicou que não é mais possível aceitar
“o hegemonismo que o PT quer impor aos demais partidos” e que nenhuma dessas
legendas de esquerda aceita ser “um puxadinho do PT”.
O isolamento do PT no campo da oposição é a consequência
natural do comportamento autoritário do partido, incapaz de uma convivência
democrática mesmo com aqueles com os quais nutre alguma afinidade ideológica.
Para os petistas, nada que não tenha sido ditado pelo PT tem legitimidade.
À medida que foi sendo desossado pelas urnas e pela
Justiça, o partido de Lula da Silva recrudesceu seu autoritarismo, expondo cada
vez mais seu desespero. Depois de passar a campanha inteira a denunciar como
“golpe” o impeachment constitucional de Dilma Rousseff, a exigir a libertação
de Lula, como se este não tivesse que cumprir pena pelos crimes que cometeu, e
a exigir apoio a seu candidato como única forma de “salvar a democracia” ante o
perigo do “fascismo” supostamente representado pela candidatura de Bolsonaro, o
PT agora trata de dizer que a vitória do oponente resultou de um processo
“eivado de vícios e fraudes”, conforme declarou a presidente do partido, Gleisi
Hoffmann.
Os petistas, assim, fazem exatamente aquilo que deles se
esperava – isto é, em vez de aceitar o resultado das urnas e se organizar para
fazer oposição decente e leal ao futuro governo, preferem deflagrar campanha
para deslegitimar a vitória de Bolsonaro. Do alto de sua prepotência, os
petistas dizem que Bolsonaro foi eleito depois de “uma campanha de ódio e de
mentiras, que nos últimos anos manipulou o desespero e a insegurança da
população”, como diz uma resolução da Executiva Nacional do PT aprovada logo
após a eleição. Ou seja, para o PT, se não houvesse “manipulação” e “mentiras”
o candidato petista seria eleito com folga.
Um partido que em documento oficial chama um presidente
democraticamente eleito de “aventureiro fascista”, como faz o PT, não tem a
menor intenção de fazer oposição. Para esta atitude verdadeiramente golpista já
chamávamos a atenção no editorial Desespero, de 19 de outubro. Sua intenção é
inviabilizar o governo e, por tabela, impedir que o País saia da crise que os próprios
petistas criaram em sua desastrosa passagem pela Presidência. Os desesperados
petistas prometem “construir uma frente de resistência pelas liberdades
democráticas”, como se o País estivesse às portas da ditadura, e essa
“resistência” se estende a tudo o que interessa à maioria da população, a
começar pela reforma da Previdência.
Enquanto isso, os grupelhos a serviço do lulopetismo
mostram do que é feita a “democracia” que defendem: uma manifestação convocada
pelo notório Guilherme Boulos para exigir que Bolsonaro “respeite a oposição” e
“as liberdades democráticas” acabou em tumulto e depredação na terça-feira
passada em São Paulo.
Não surpreende, assim, que a tal “frente de oposição” que
o PT pretende liderar não tenha apoio. O grave momento do País exige um esforço
de todos para a superação da crise, o que implica a existência de uma oposição
dura, porém prudente. Os sabotadores – aqueles que não se importam com o
interesse público – devem ser isolados, para que fique patente de vez sua
profunda irresponsabilidade.
Unesco lança campanha de combate a crimes contra jornalistas
Esta reportagem é de Felipe Pontes, da Agência Brasil.
No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes
contra Jornalistas, lembrado nesta sexta-feira (2), a Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) promove uma campanha
mundial de conscientização sobre a violência praticada contra profissionais de
mídia.
Segundo a Unesco, um jornalista é assassinado a cada
quatro dias no mundo, com 1.010 mortes de profissionais de mídia contabilizadas
nos últimos 12 anos devido a sua atividade de querer levar informações ao
público. Ainda de acordo com a ONU, em nove de cada dez casos os assassinos
ficam impunes.
Em mensagem para a campanha deste ano, a diretora-geral
da Unesco, Audrey Azoulay, destacou o aumento dos casos de ataques e assédio
contra jornalistas mulheres. “É nossa responsabilidade garantir que os crimes
contra jornalistas sejam punidos”, disse. Este é o quinto ano em que a Unesco
promove a iniciativa.
“Devemos cuidar para que os jornalistas possam trabalhar
em condições de segurança, as quais permitam o florescimento de uma imprensa
livre e plural. Somente em um ambiente desses nós seremos capazes de criar
sociedades justas, pacíficas, e verdadeiramente progressistas”, diz a mensagem.
Em comunicado divulgado ontem (1), um grupo de
especialistas independentes de direitos humanos da ONU pediu aos líderes
mundiais que parem de incitar ódio e violência contra a mídia e garantam a
punição dos responsáveis por ataques.
O comunicado afirma que “estas últimas semanas
demonstraram mais uma vez a natureza tóxica e o alcance exagerado do incentivo
político contra jornalistas, e exigimos que isso pare”. No documento cita
diretamente o caso do jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado no início
deste mês.
Brasil
Um dos casos mais recentes de violência contra
comunicadores no país foi condenado pelo Comitê para a Proteção de Jornalistas
(CPJ), com sede em Nova York. A organização pediu apuração rápida para esclarecer
o atentado contra Eduardo Braga (62 anos), proprietário e comentarista da Rádio
União, de Jaguaruna (CE). Em 21 de setembro, ele foi baleado na perna por
pistoleiros que entraram no estúdio, supostamente por falar sobre questões
políticas locais.
No mais recente ranking organizado pelo CPJ, divulgado no
final de outubro, o Brasil aparece como um dos 14 países do mundo que menos
pune os responsáveis pelo assassinato de jornalistas.
De acordo com levantamento divulgado no mês passado pela
Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), foram registrados
no país 137 casos de agressões contra profissionais de comunicação em contexto
político, partidário e eleitoral, de janeiro até o primeiro turno das eleições.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
(Abert) contabilizou uma morte e 82 casos de violência contra 116 jornalistas
no Brasil em 2017, segundo seu levantamento mais recente, divulgado em
fevereiro.
Artigo, Luiz Antonio Martins Neto - Eles não vão desistir
A mais dura verdade é que uma derrota numa eleição não
vai apagar nem acabar com o perigo petralha.
O perigo continua.
E isso não é revanchismo, é pura realidade.
Nada pior que esquerdopatas bitolados, idiotizados e/ou
imbecilizados, especialmente se for um petralha.
Eles não admitem que fazem parte de uma facção criminosa.
São : destruidores, violentos, degenerativos,
traiçoeiros, perniciosos, asquerosos, sórdidos, deprimentes, mentirosos, e vís,
além de perigosamente vingativos, vide caso dos assassinatos envolvendo o
ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, do ex-prefeito de Campinas, Toninho
do PT, do ex-ministro Teori Zavascki, do ex-governador de Pernambuco Eduardo
Campos, e outros crimes até hoje não esclarecidos e cobertos de “mistérios”.
Eles não desistem.
Continuaremos lutando, e permaneçamos atentos contra o
perigo que eles continuam representando.
Estamos lutando contra George Soros, o Narcotismo, o
Comunismo (mais de 180 milhões de assassinatos, do seu próprio povo, para sua
implantação, e manutenção no poder, em diversos países), e o Foro de São Paulo,
que foi fundado, em 1990, pelo Luladrão e o genocida Fidel Castro.
• O Foro de São Paulo reúne mais de uma centena de
partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à
indústria dos sequestros, como as FARC e o MIR chileno, todas empenhadas numa
articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no
mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente,
tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime.
O Foro de São Paulo tem a participação dos seguintes
partidos brasileiros:
Partidos dos trabalhadores – PT.
Partido Democrático Trabalhista – PDT.
Partido Comunista Brasileiro – PCB.
Partido Comunista do Brasil – PC do B.
Partido Pátria Livre – PPL.
Partido Socialista Brasileiro – PSB.
Partido Popular Socialista – PPS.
PSDB, PSOL e REDE não fazem parte do foro, mas abraçam as
pautas propostas pela organização de livre e espontânea vontade.
Tem também a participação das FARC – Forças Armadas
Revolucionárias da Colômbia (narcotraficantes).
O Foro de São Paulo também tem outras organizações como:
a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), e a UNASUL (União
das Nações Sul-Americanas).
O PT é apenas uma das engrenagens dessas malditas
organizações. O PT é uma organização criminosa capaz de tudo
O autor Luiz Antonio Martins Neto é engenheiro de construções formado desde 1979
Nascido, criado e morador na cidade do Rio de Janeiro.
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