Carta aberta

O ex-governador Tarso Genro, que é o candidato a candidato mais visível do PT ao Senado (2022), publica, hoje, carta aberta ao governador de São Paulo, João Doria, para incitá-lo a derrubar o presidente Jair Bolsonaro. 

O líder lulopetista não propõe nenhuma ilegalidade, mas defende que João Doria reúna seus amigos da plutocracia, da mídia corporativa e da velha política, tudo para forçar politicamente a Câmara dos Deputados a dar início a processo de impeachment contra Bolsonaro.

O discurso é o mesmo da presidente nacional do PT, Gleisi Hofmann, que exige isto para apoiar o líder do MDB, Baleia Rossi, na disputa pela presidência da Câmara. Só presidentes da Câmara podem dar início ao processo.

Na carta aberta, Tarso Genro alinha três razões principais, todas exasperadamente perfunctórias, para que o governador entre em ação: 1) Porque da mesma forma que a vanguarda do atraso, Doria coloca a saúde em primeiro lugar, em detrimento da economia. 2) Porque Doria vem sendo atacado de maneira "sórdida" (calças apertadas) pelo bolsonarismo. 3) Porque o presidente o insulta através de vídeos.

Tarso Genro, como se sabe, como o PT e Lula, tornou-se irrelevante politicamente.

CLIQUE AQUI para ler a carta aberta, mas o editor sugere ter à mão um bom pacote de Engov, de preferência com sabor tangerina. 

Porto Alegre já tem lei que implanta o Sistema de Avaliação Municipal da Educação Básica

- Este texto é da jornalista Luiza Lindenbaun, prefeitura de Porto Alegre. 

O prefeito Nelson Marchezan Júnior sancionou a lei que institui o Sistema de Avaliação Municipal da Educação Básica (Sameb-POA). Publicada em edição extra do Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa) nesta terça-feira, 29, a lei nº 12.796 prevê a realização da Avaliação da Educação Infantil, da Prova Porto Alegre (voltada para o ensino fundamental), da Avaliação Municipal de Educação Básica e demais avaliações oficiais instituídas pelo Ministério da Educação (MEC).


O monitoramento e a avaliação do aprendizado serão orientados por processos científicos, dando a gestores e professores subsídios para identificarem as dificuldades de aprendizagem e estabelecerem metas para a melhoria do ensino.


As redes públicas municipais (estatal e comunitária) terão participação obrigatória, e as redes estadual e privada poderão aderir. O Sameb-POA será coordenado e executado pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) e deverá atender às diretrizes pedagógicas vigentes e garantir a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) correspondente à educação infantil e aos anos iniciais e finais do ensino fundamental. A criação do sistema está prevista na lei nº 11.858/2015, que estabeleceu o Plano Municipal de Educação (PME) de Porto Alegre.


“As políticas educacionais devem se beneficiar dos avanços alcançados pelos instrumentos de avaliação ao longo dos anos. O monitoramento constante permite a tomada de decisões baseadas em evidências, orientando as práticas docentes tanto no dia a dia quanto a médio e longo prazos”, explica o secretário de Educação, Adriano Naves de Brito.


Gestão das escolas – A aplicação sistemática de avaliações também está prevista na lei 12.659, sancionada em janeiro deste ano e que altera as regras das eleições para diretores e da gestão das escolas da rede municipal de ensino. A legislação coloca a aprendizagem no centro das decisões, incentiva a participação dos pais na escola e fortalece o papel do diretor como líder da comunidade escolar. Nas escolas de ensino fundamental, os diretores deverão apresentar à comunidade escolar o resultado das avaliações externas e, caso a média da instituição seja menor que 7, o período de administração do diretor poderá ser abreviado – o que também pode ocorrer se o resultado não for pelo menos 2% maior que o da avaliação da proficiência imediatamente anterior – por meio de referendo pelo colégio eleitoral. Se o mandato do diretor não for referendado pela maioria simples do colégio eleitoral, ou se por duas avaliações oficiais anuais consecutivas realizadas pela Smed o resultado não for alcançado, haverá novas eleições.  

Manaus vive novo estado crítico

  Somente no domingo, último dia com dados disponibilizados pelo serviço funerário da prefeitura, foram 49 enterros, dos quais 15 foram de vítimas do coronavírus. Até setembro, a média diária de sepultamentos na cidade era de 30.

A capital do Amazonas, que foi uma das primeiras cidades brasileiras a enfrentar colapso nos serviços de saúde por causa da pandemia, teve no último domingo  o maior número de hospitalizações num único dia desde maio: 88. De acordo com o governador, Wilson Lima (PSC), já são 7 dos 11 hospitais particulares da cidade com lotação máxima nas vagas de UTI (unidade de terapia intensiva).

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o total de vagas em UTI exclusivas para pacientes com vírus chinês é atualmente de 206 em todo o Estado. Somando também os leitos clínicos, o número de vagas a pessoas infectadas pelo coronavírus chega a 806.

É muito pouco. Manaus tem 1,7 milhão de habitantes. Porto Alegre, 1,5 milhão de habitantes, tem 816 leitos de UTIs e 350 deles estão ocupados por infectados pelo vírus chinês. 

O Amazonas registrou mais de 195 mil casos de covid-19 desde o início da pandemia. Desses, 79.512 foram diagnosticados em Manaus, o que corresponde a 40% do total. Morreram 3.328 pessoas vítimas da doença na cidade e 5.206 em todo o Estado, que é uma das unidades da Federação com maior taxa de mortes por milhão de habitantes: 1.237. A média do Brasil é de 905 mortes por milhão.


Ex-executiva da farmacêutica Merck morre misteriosamente

 No último dia 8 de dezembro, a ex-executiva de vendas da empresa farmacêutica Merck e fundadora do learntherisk.org, um site dedicado a educar as pessoas sobre os riscos associados às vacinas, Brandy Vaughan, foi encontrada morta.


De acordo com o Children’s Health Defense, Vaughan teria morrido de “complicações da vesícula biliar”, embora a fonte do relatório não tenha sido citada, nem compartilhado a causa específica das complicações.


Logo após saber de sua morte, uma amiga de Vaughn, Erin Elizabeth, compartilhou screenshots de uma postagem no Facebook. Na publicação, em dezembro de 2019, Vaughan garantiu aos leitores que não era suicida e não tomava nenhuma droga que a levasse a morrer de repente.


“A postagem que eu gostaria de não ter que escrever. Mas, dadas algumas tragédias nos últimos dois anos, sinto que é absolutamente necessário publicar esses dez fatos. Por favor, capture uma imagem para o registro”, escreveu Vaughan.


“Tenho uma grande missão nesta vida. Mesmo quando eles tornam tudo muito difícil e assustador, eu nunca tiraria minha própria vida. Ponto final”, continuou Vaughan. “Em outras palavras, não estou em nada que possa me matar inesperada ou repentinamente”.


“Se algo acontecesse comigo, seria um crime e você sabe exatamente quem e por que – dado meu trabalho e missão nesta vida”, afirmou.


Elizabeth também compartilhou uma captura de tela de um texto que recebeu de Vaughan, no qual ela expressou preocupação em ser envenenada e, aparentemente, fez referência à morte do Dr. Ben Johnson, em janeiro de 2019.


Vaughan, que trabalhava como representante de vendas de produtos farmacêuticos da Merck, explicou como começou como ativista expondo os perigos das vacinas e da indústria farmacêutica em um vídeo compartilhado em 2015.


“Quando descobri que a Merck havia falsificado os dados de segurança e o Vioxx, na verdade, tinha o dobro de ataques cardíacos e derrames [para] pessoas que o tomavam, realmente me fez perceber que havia muita corrupção nos bastidores”, disse Vaughan. “Só porque uma vacina está no mercado, não significa que seja segura.”


“Quanto mais me aprofundava nisso, percebia que as vacinas não são para a saúde pública. É realmente sobre o lucro da empresa farmacêutica. Basicamente, é jogar roleta russa com nossos filhos”, continuou Vaughan. “Fiquei muito motivada para entrar mais nessa luta quando percebi os projetos de lei de vacinação obrigatória que estavam varrendo o país.”


Vaughan fundou a Learn The Risk, uma organização sem fins lucrativos, em resposta a uma das primeiras leis de vacinação obrigatória na Califórnia (SB277), de acordo com seu site. O SB277, que foi sancionado em 2015, “proibia os pais de citarem suas crenças pessoais como motivo para não vacinar seus filhos”.


Vaughan começou a ser intimidada quando voltou de uma manifestação de protesto contra SB277, em Sacramento, explicou em um vídeo compartilhado em 2015.

Artigo, Adão Paiani - A teologia das trevas

     A editoria de Opinião do jornal Folha de São Paulo de segunda-feira (28) traz artigo da pastora Lusmarina Campos Garcia, que se intitula teóloga e pesquisadora de Direito na UFRJ, defendendo o aborto. 

Lusmarina, até onde se sabe, exerceu seu “ministério pastoral” (seja lá o que isso queira representar para alguém que tenta justificar, teologicamente,a interrupção covarde e brutal de uma vida) junto auma tradicional denominação religiosa luterana, fundada no Rio Grande do Sul pelos imigrantes alemãesainda no século XIX.   

Em 2018, quando a participação de Lusmarina em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a proposta da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação causou surpresa, escândalo e indignação entre os fiéis luteranos; a instituição divulgou notaafirmando não ter sido consultada ou informada da participaçãodela no evento; que seu pensamento não refletia o posicionamento eclesial sobre o tema; e que a mesma estaria licenciada de suas funções pastorais, a pedido, para estudos de pós-graduação. 

Na verdade, as posições da religiosarepresentam a visão de mundo da denominada Teologia da Missão Integral, versão luterana da Teologia da Libertação; associada a um feminismo radical; ambas em franca contradição com a verdadeira teologia cristã.

Mas voltando ao artigo;neleLusmarinadefende o aborto como “direito humano das mulheres”, esquecendo que o mesmo encontra-se em oposição ao direito à vida de outro ser humano; indefeso e que não pode reagir ante a brutalidade a que é submetido. 

A teóloga, em seu texto, expressaa torcida para que o Senado argentino decida transformar em lei, em votação marcada para esta terça-feira (29), o projeto de Interrupção Voluntária da Gravidez que foi aprovado no dia 11 de dezembro pela Câmara dos Deputados da Argentina.

Segundo Lusmarina, a decisão irá“influir na mudança da realidade das mulheres não só de lá, mas da América Latina”, e será “um passo fundamental para a recuperação da dignidade das mulheres e a afirmação da sua autonomia em sociedades marcadas por estruturas patriarcalmente definidas”.

Tudo isso, é claro, banhado no sangue de inocentes indefesos, e ao custo de irreparáveis danos físicos e emocionais nas mulheres levadas a abortar; o que é irrelevante para a doutrina que defende tais práticas.Detalhe: o projeto abortista argentinoprevê que as mulheres e “outras identidades com capacidade de gerar” possam interromper sua gestação até a 14ª semana.  

É sabido que, na 14ª semana de gestação, o bebê já está completamente formado, sendo capaz de movimentar-se e sentir; as unhas estão começando a crescer nos dedos das mãos e dos pés; a boca pode abrir e fechar, passando a fazer movimentos de engolir e chupar. 

Na 14ª semana, os músculos faciais já se encontram desenvolvidos para as primeiras expressões; os olhos se moveram para o lugar certo na parte superior do rosto, as orelhas se moveram do pescoço para os lados da cabeça, as mandíbulas já estão completas, e o palato começa a se fechar; sendo que o esôfago, traqueia, laringe e cordas vocais estão com sua conformação normal.

Mas esses, certamente, são detalhes de menor importância para aqueles que acreditam possauma vida ser gerada não apenas por mulheres, mas por outras “identidades de gênero”, conforme está no projeto que deverá ser votado pelo Senado do país vizinho; e cuja eventual aprovação deverá justificar medida semelhante no Brasil. 

As posições defendidas no artigo de Lusmarina exigem um claro repúdio de todos aqueles que não admitem que a moral, a ética e a doutrina cristã sejam sequestradas por uma ideologia nefasta e criminosa, servindo para justificar condutas que desconstroem os mais elementares princípios de humanidade que todos, independente da fé que professem, devem preservar e defender.

O aborto, praticado como método contraceptivo e como expressão de uma alegada afirmação feminina na sociedade; é um ato desumano, cruel, vil, torpe e incompatível com uma sociedade minimamente civilizada. 

Quanto aos que o defendem, esses um dia terão de prestar contas de seus atos; senão aqui, na Eternidade; apesar de queessa é uma preocupação que os defensores da “Teologia das Trevas”não têm, pois para isso é preciso ter fé na capacidade do ser humano em dar o melhor de si pelo seu semelhante; na humanidade e na importância e valor de cada vida. 

Essa fé,defensores do que propõe o artigo da religiosa abortista, se em algum momento de suas miseráveis existências experimentaram, hoje não vivenciam mais; dominados pela arrogância de um pretenso saber, por uma ideologia que desumaniza e cega; e imersos na mais abissal escuridão de suas almas. 


*Adão Paiani é advogado em Brasília/


Planos de Saúde terão reajuste forte a partir do mês que vem

 Os planos de saúde ficarão mais caros a partir de janeiro de 2021. O aumento se deve à suspensão do reajuste em 2020 por causa da pandemia. Os boletos deverão trazer as cobranças de valores que deixaram de ser pagos neste ano, de forma parcelada em até 12 vezes, além da mensalidade. A informação é do Globo.

O Brasil tem 47,2 milhões de usuários de planos de saúde, segundo a ANS. Para 20 milhões, a correção do valor chegará em janeiro. Desses, 5,3 milhões trocaram de faixa de etária e tiveram o aumento no plano referente à mudança de idade suspenso de setembro a dezembro deste ano.

No caso dos planos familiares ou individuais, o percentual máximo de reajuste (para os que foram contratados a partir de 1999 e os antigos adaptados) é de 8,14%.

 Eis os tipos de contrato que tiveram o reajuste suspenso em 2020:

planos individuais;

planos coletivos;

planos empresariais com até 29 usuários.

Os contratos que tiveram reajustes suspensos de setembro a dezembro terão a recomposição desses 4 meses aplicada a partir de janeiro de 2021, em 12 parcelas iguais. No caso dos planos individuais, a ANS adiou a divulgação do percentual máximo de correção que deveria seria aplicado a partir da mensalidade de maio.

Com isso, não houve reajuste em 2020, sendo necessário recompor 8 meses, não apenas 4, como nos demais planos. A diferença desses 8 meses sem reajuste será cobrada a partir de janeiro, também diluída em 12 parcelas iguais.

Vacina que cura vírus chinês

 Cientistas britânicos testam uma nova droga que poderia impedir quem pegou o coronavírus de desenvolver a covid-19, doença causada pelo vírus. O remédio, conhecido como AZD7442, envolveria uma combinação de anticorpos de longa ação.


A notícia foi publicada pelo jornal britânico The Guardian. A reportagem está em inglês.


Em vez de anticorpos produzidos pelo organismo para combater a infecção, a droga usa anticorpos monoclonais criados em laboratório. Seria capaz de prover imunidade instantânea contra a doença. Poderia ser ministrada como tratamento emergencial para conter surtos da doença em hospitais e asilos, por exemplo.


Ainda, seria uma forma de conter o número de mortes e complicações causadas pela covid-19 enquanto não há vacinas para imunizar toda a população.


Quem desenvolve a droga é a AstraZeneca, mesma empresa que pesquisa a vacina contra o coronavírus comprada pelo governo federal do Brasil. Também estão envolvidos no projeto os UCLH (Hospitais da Universidade College Londres, em tradução livre).


Os documentos sobre o ensaio clínico enviado aos EUA, diz The Guardian, mostram que é investigada “a eficácia do AZD7442 para profilaxia pós-exposição da covid-19 em adultos”. Esse tratamento impede que o vírus se acople às células humanas.


“A proteína da espora do Sars-CoV-2 contém o RBD (domínio de receptor-obrigatório) do vírus, que possibilita ao vírus unir-se aos receptores em células humanas. Mirando a essa região da proteína da espora do vírus, anticorpos podem impedir o vírus de se acoplar em células humanas, e assim poderia bloquear a infecção”, detalha o documento.


Se tiver a eficácia comprovada, o remédio deve ser tomado até o 8º dia da exposição ao coronavírus. Ajudaria a impedir o desenvolvimento da doença por até 12 meses. Os participantes dos testes têm recebido duas doses da droga. Os estudos receberam o nome de “Storm Chaser” (Caçador de Tempestades, em tradução livre).


Seria possível ter a droga até março ou abril de 2021, se aprovado pelas agências reguladoras de medicamentos depois de ter os estudos revisados. Os testes são feitos em UCLH, outros hospitais britânicos e uma rede de 100 outros lugares pelo mundo.


Os UCLH ainda fazem um teste paralelo com a mesma droga. A ideia é descobrir se o remédio protege pessoas com o sistema imune comprometido, como é o caso de quem faz quimioterapia. Esse estudo recebeu o nome de “Provent”. Tanto esse quanto o Storm Chaser estão na fase 3, a última dos testes de medicamentos.


Os 2 ensaios são efetuados no novo centro de pesquisas em vacinas dos UCLH, financiado pelo braço de pesquisas do NHS (Nacional Health Service, equivalente do SUS no Reino Unido).


Só no Brasil o coronavírus já matou ao menos 190.488, segundo o Ministério da Saúde. Além do número de pessoas que perdem a vida, o vírus também causa estrago na economia mundial.