Artigo, tenente-coronel Zucco - Trabalho, riqueza e vida

Deputado Estadual/PSL

 

            Ano Novo, velhos problemas, novos desafios. Será este o resumo antecipado neste liminar de 2021?

São pelo menos 10 meses de sustos, situações inusitadas, mudanças radicais de hábitos e o fim do “normal” que obrigou a improvisos e soluções insólitas em vários segmentos da vida.

            Desde o dia 1° novas administrações comandam nossos mais de 5 mil  municípios. Prefeitos, secretários e vereadores têm a árdua tarefa de trabalhar pela convergência. Do contrário não haverá perspectiva de êxito para superar a crise, reaquecer a economia e restabelecer a vida nas comunidades.

            Lamentavelmente a busca da vacina contra a Covid-19 tem servido de púlpito para demagogos ao invés de ser espaço para revelar gestores com vocação de estadistas nos diversos níveis. A busca de holofotes a qualquer custo esvai tentativas de solução para salvar vidas e manter empregos que garantam a continuidade da vida.

            O desempenho da Anvisa jamais foi questionado. A agência reguladora é integrante da bem azeitada engrenagem que levou o Brasil ao patamar de excelência na produção de vacinas com renome mundial. É também do nosso país a láurea de reconhecimento internacional na organização/realização de campanhas de vacinação.

            Embora pareça impensável, a politização da Covid-19 é usada de maneira inescrupulosa por diversos segmentos para enfraquecer o Ministério da Saúde e, por extensão, o Presidente Bolsonaro. O compromisso de assegurar a saúde dos brasileiros através da imunização em massa é tão importante quanto à integridade física da população. Ao longo desta pandemia, bilhões foram destinados a Estados e municípios para mitigar os efeitos da crise, manter empregos, preservar vidas e promover ações preventivas de saúde.

Laboratórios são indústrias que vivem do lucro. Por isso, alguns se negam a assinar termos de responsabilidade. Outros sequer concluíram fases importantes da fabricação e testagem, mas pressionam para vender bilhões de doses que geram bilhões para seus cofres e acionistas.

O derretimento da economia mundial, consequência do “fecha tudo e fica em casa”, repercute na arrecadação dos governos – municipal, estadual e federal. São recursos fundamentais na compra de doses da vacina salvadora. A vida é “moto contínuo” em que todas as coisas se interligam.

Política, economia e saúde parecem tão diferentes, mas na nossa rotina estão intimamente unidas para gerar trabalho, riquezas e preservar a vida.


Artigo, Guilherme Baumhardt, Correio do Povo - O caso Ford

A decisão da montadora norte-americana Ford de encerrar as atividades nas fábricas brasileiras só surpreendeu aqueles que não acompanham o mercado da indústria automotiva. Ao longo dos últimos anos, a empresa fechou unidades na Austrália, França, Bélgica, entre outros países. Além disso, se desfez de marcas tradicionais, como Volvo e Jaguar, vendidas para grupos da China e Índia. Para completar, em anos recentes, em decisões de difícil compreensão, optou por encerrar a linha de produção de carros consagrados no mundo, como Fusion e Focus, para concentrar esforços nos chamados utilitários esportivos – os chamados SUVs. Pode ser uma tacada genial, mas pode passar a impressão de uma empresa sem rumo.


De qualquer forma, a decisão serviu para reacender o debate sobre os incentivos fiscais, que durante anos foram combustível da disputa entre os Estados do país na atração de investimentos. Enquanto a guerra fiscal existiu havia dois caminhos possíveis: ou entrar na briga e atrair grandes empresas, ou ficar de fora e ver empregos, renda e oportunidades desembarcarem em outras regiões. Até 1998, o Rio Grande do Sul esteve no primeiro grupo e a implantação da General Motors, em Gravataí, é fruto disso. Com a chegada do PT ao Palácio Piratini, em 1999, houve uma guinada e a consequente perda da Ford, que desembarcou em Camaçari, na Bahia.


Após o anúncio da montadora muitos resolveram revisitar o passado e conferir ao ex-governador Olívio Dutra uma espécie de talento profético. “Viram como são essas empresas? Ainda bem que o bigode avisou!”, dispararam nas redes sociais, como se para os baianos as duas décadas de fábrica funcionando fossem uma tragédia. Óbvio que não. Ruim é agora, com a decisão de encerrar as atividades e deixar milhares de pessoas desempregadas e famílias sem renda. Mas esperar raciocínio lógico da turma talvez seja pedir demais.



A guerra fiscal é boa? Seguramente, não. Mas ela escancara e deixa evidentes alguns problemas. O primeiro deles é o nosso “manicômio tributário”, expressão que certamente passa longe do politicamente correto, mas que resume de maneira perfeita o nosso sistema de impostos, um cipoal que desafia os profissionais da área contábil, tamanho o emaranhado de regras, alíquotas e atualizações pouco compreensíveis promovidas diariamente – sem exageros. O problema, porém, não fica restrito à simplificação. Existem outros gargalos que, se não forem resolvidos, farão o filme Ford se repetir com alguma frequência. A reforma trabalhista aprovada durante a gestão Michel Temer foi bem-vinda, mas é insuficiente. Empregar no Brasil ainda é pouco convidativo. Assinar uma carteira de trabalho ainda causa calafrios no empreendedor, especialmente micro e pequenos empresários. Não deveria ser assim.



Enquanto não encararmos estes dois pontos de frente, a política de incentivos fiscais será a compensação para distorções na outra ponta. Se em uma das mãos o país oferece ao empreendedor um sem-fim de dificuldades na hora de pagar impostos e contratar mão-de-obra, a outra mão oferece vantagens tributárias como contrapartida aos infortúnios que parecem enraizados no nosso ambiente de negócios. Não é preciso ser empresário ou um gênio para concluir que à medida que a torneira do incentivo se fecha, naturalmente os outros problemas crescem e se transformam em um desestímulo à permanência de qualquer empresa em solo brasileiro. O caso Ford tem outros elementos, inerentes à gestão da própria empresa, de decisões equivocadas e erros administrativos, mas serve de alerta: ou melhoramos o ambiente de negócios, ou veremos outras empresas desistindo do país.


Rodrigo Zeidan - O Brasil está quebrado, mas não falido

Professor da New York University Shangai (China) e da Fundação Dom Cabral. É doutor em economia pela UFRJ


Pela primeira vez em pouco mais de dois anos, o presidente acertou: o Brasil está quebrado. Por causa disso, o ano de 2021 será mais um ano de desemprego e os preços em alta. Só há uma meta para o ano que se inicia: sobreviver ao vírus e à crise econômica.


É difícil quebrar um país, e, diferentemente do que insinua o presidente, não há como uma nação quebrar por causa de eventos externos. A bancarrota nacional é sempre endógena, resultado da incapacidade de um governo em articular a confiança necessária para renegociar dívidas internas ou externas.


Se o mercado para uma empresa desaparece, não há o que fazer a não ser liquidar ativos, pagar o que puder e fechar as portas.



 

Contudo, a maioria das falências não é causada por mudanças disruptivas de mercado, mas acontece em empresas teoricamente rentáveis, por incompetência gerencial em se adaptar a um choque qualquer. Isso gera desconfiança dos detentores de dívidas na capacidade da empresa em honrar suas dívidas e inviabiliza a continuação das atividades.


O Brasil está quebrado, mas não é por falta de recursos. Um governo, se bem gerido, tem algum controle sobre seus custos públicos, receitas (tributos) e até mesmo sobre a taxa de crescimento nominal de sua dívida (Selic). Assim, qualquer dívida pública, mesmo externa, pode ser rolada, from que a sociedade acredite no plano de refinanciamento.


O atual descalabro das contas públicas não é o resultado da pandemia e do teto de gastos. Todos os governos mundiais se endividaram para sustentar famílias e empresas afetadas pela pandemia, e, nos que há limites formais de gastos públicos, estes foram temporariamente suspensos.



 

O déficit dos EUA em 2020 foi de US $ 3,8 trilhões, 15% do PIB (Produto Interno Bruto), e a previsão é que o rombo das contas públicas seja de 6% ao ano, em média, até 2030.


Nos países emergentes, o déficit público foi, em média, de 10,6% do PIB em 2020, exatamente o mesmo valor que no Brasil (aqui, o déficit nominal, que inclui informações e juros, atingiu 15% do PIB).


O Orçamento russo para 2020, aprovado em 2019, previa um superávit de 0,8% nas contas públicas e teve que ser revisto para o governo não descumprisse como leis locais. O PIB na Índia, país muito mais pobre que o Brasil, caiu 9,5%, o déficit público explodiu e nem assim o governo local quebrou.


Choques externos aleijam, mas falta de credibilidade mata. Quem sobreviveu à década de 1980 passou por ciclos de promessas, desajustes e caos; cada vez que um plano econômico fracassava, um índice voltava mais forte.


O caso brasileiro lembra o da Turquia, onde as desavenças entre o presidente da República e o banco central foram o estopim da crise cambial de 2018. Com. Em alta e sem confiança, a economia turca continua patinando desde então.

Artigo, Renato Sant'Ana - Desarmando uma armadilha cognitiva

Quando, no meio acadêmico, a "capacidade de abstração" e o "pensamento lógico" são artigos raros, o futuro é um abismo em que o país, salvo se houver uma reação por motivos nobres, vai fatalmente afundar, vendado pelo obscurantismo e abatido pelo egoísmo dos mais astutos.

Daí, é mau sinal que um mestrando em História seja capaz de ejetar meras crenças ideológicas como se fossem categorias filosóficas.

Aconteceu em Porto Alegre. E não é matéria vencida: ainda convém analisar aspectos obscuros que precisam ser desnudados.

O vereador socialista Matheus Gomes, na solenidade em que tomava posse na Câmara Municipal, enxergou (vá saber através de que lentes) racismo na letra do hino rio-grandense. Uma tolice que não se sustenta.

Para ele, a memória dos negros que foram escravos é ofendida por versos que dizem: "Povo que não tem virtude/ Acaba por ser escravo."

Mas será que Francisco Pinto da Fontoura, autor da letra do hino, está acusando todos os escravos da história de haverem sido carentes de virtude? Um aluno do fundamental não poderia cometer esse erro.

Analisemos apenas e tão-somente a literalidade do texto. E, para efeito de comparação, usemos uma assertiva despretensiosa: "gente que toma cicuta acaba por falecer".

Será uma afirmação verdadeira ou falsa?

É claro que é verdadeira! Nem precisa saber que a cicuta é uma planta do grupo das apiáceas, usada, na antiguidade, no preparo de flechas envenenadas: basta lembrar que cicuta foi o veneno que matou Sócrates.

Agora, dizer "gente que toma cicuta acaba por falecer" será o mesmo que afirmar que "todas as pessoas que morreram tomaram cicuta"?

Logicamente, não! Sendo a cicuta um veneno letal, em regra, os que a tomam acabam morrendo. Mas isso não equivale a dizer que os demais inumeráveis defuntos da história tiveram morte pela mesma causa.

Façam o paralelo!

Se a falta de virtude escraviza, então aqueles que não têm virtude acabam escravizados (seja qual for o simbolismo das palavras).

Mas não se está dizendo aí, de modo algum, que foi por carecerem de virtude que todos os inumeráveis escravos da história sofreram o injusto flagelo da escravidão, o que seria, naturalmente, um absurdo.

E aí está o primeiro e desconcertante erro de quem se declarou historiador e mestrando da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: ter apontado, na letra do hino, uma ideia que nela não existe.

Mas há, ainda, outro erro grosseiro nas entrelinhas da manifestação do socialista: "escravo" é, no seu dizer, sinônimo de "negro".

Se fosse possível identificar todos os escravos da história, ficaria evidente que os negros são minoria: convenhamos, é um detalhe idiota, que não torna a escravidão menos abjeta. Mas atrapalha a "narrativa" socialista, que tenta transformar os negros em massa de ressentidos.

Há, ainda, o fato de que muitos dos negros trazidos para as Américas foram vendidos aos traficantes de escravos por outros negros. Tal como nos demais continentes, nas guerras intertribais da África, derrotados viravam escravos dos vencedores e, em muitos casos, eram vendidos.

De modo algum, isso não atenua a hediondez do “tráfico negreiro". Mas enfraquece o discurso do "vitimismo" alimentado pela esquerda cujo projeto de poder prevê dividir as pessoas e criar fronteiras de ódio.

A escravidão é uma das mais execráveis formas de abuso. Mas, seria o abuso uma exclusividade de quem tem a pele clara? A resposta é óbvia.

O comportamento abusivo não é questão de raça, nacionalidade, sexo, religião ou convicção política, porque o egoísmo não depende de raça, nacionalidade, sexo, religião ou convicção política. E ao negar esse pressuposto, o socialismo sempre fracassou e seguirá fracassando.

Por fim, veja-se a estrofe inteira à qual pertencem aqueles versos:

"Mas não basta, pra ser livre/ Ser forte, aguerrido e bravo/ Povo que não tem virtude/ Acaba por ser escravo."

É um libelo que renega a força bruta e exalta a virtude, subsidiando o discurso de quem realmente se empenha em derrotar o egoísmo.

Como não reconhecer nesses versos uma mensagem ética em oposição ao nefasto estigma social que discrimina pessoas pela cor da pele?

 

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. 

E-mail sentinela.rs@uol.com.br


Nota

 “The Centers for Disease Control and Prevention is expanding the requirement for a negative COVID-19 test to all air passengers entering the United States. Testing before and after travel is a critical layer to slow the introduction and spread of COVID-19. This strategy is consistent with the current phase of the pandemic and more efficiently protects the health of Americans.


Variants of the SARS-CoV-2 virus continue to emerge in countries around the world, and there is evidence of increased transmissibility of some of these variants. With the US already in surge status, the testing requirement for air passengers will help slow the spread of the virus as we work to vaccinate the American public.


Before departure to the United States, a required test, combined with the CDC recommendations to get tested again 3-5 days after arrival and stay home for 7 days post-travel, will help slow the spread of COVID-19 within US communities from travel-related infections. Pre-departure testing with results known and acted upon before travel begins will help identify infected travelers before they board airplanes.


Air passengers are required to get a viral test (a test for current infection) within the 3 days before their flight to the U.S. departs, and provide written documentation of their laboratory test result (paper or electronic copy) to the airline or provide documentation of having recovered from COVID-19. Airlines must confirm the negative test result for all passengers or documentation of recovery before they board. If a passenger does not provide documentation of a negative test or recovery, or chooses not to take a test, the airline must deny boarding to the passenger.


“Testing does not eliminate all risk,” says CDC Director Robert R. Redfield, MD, “but when combined with a period of staying at home and everyday precautions like wearing masks and social distancing, it can make travel safer, healthier, and more responsible by reducing spread on planes, in airports, and at destinations.”


This order was signed by the CDC Director on January 12, 2021 and will become effective on January 26, 2021″.

Vacina chinesa de João Doria é um fiasco

 João Doria, hoje, nem apareceu. O anúncio foi um fiasco.


Até o momento, já foram divulgadas as taxas de eficácia global das vacinas da Pfizer-BioNTech (95%;), da Moderna (94,5%), da Sputnik V (91,4%), da Sinopharm-Pequim (79,34%) e de Oxford-AstraZeneca (até 90%).

O governo de São Paulo anunciou, hoje, que a eficácia global da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria da farmacêutica chinesa Sinovac com o Instituto Butantan, é de 50,38%.Em 24 de dezembro, a Turquia afirmou que a CoronaVac no país teve eficácia de 91,25% após testagem com 1.300 pessoas. Nesta 2ª feira (11.jan), a autoridade sanitária da Indonésia afirmou que a CoronaVac apresentou 65,3% de eficácia nos testes clínicos realizados no país.

O número é inaceitável, embora esteja dentro do mínímo de 50% tolerado pela OMS.

O governador João Doria disse na quinta-feira que a eficácia seria de 78%.

A divulgação do percentual foi feita pelo secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e por integrantes do Centro de Contingência de combate ao coronavírus no Estado de São Paulo. O governador João Doria (PSDB) não participou do anúncio.

O diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, apresentou elementos que teriam influenciado para uma eficácia global menor que a de outras vacinas. Segundo ele, a pesquisa da CoronaVac trabalhou com uma definição de casos de covid-19 mais abrangente que outros testes.







Banrisul firma parceria com BANESE

A Banrisul Consórcio firmou uma parceria com o Banco do Estado do Sergipe (BANESE) para administrar e operacionalizar as cartas de crédito comercializadas pelo banco nordestino. Com a parceria, serão oferecidos consórcios de imóveis e de automóveis no formato White Label (rótulo branco), ou seja, as cartas disponibilizadas pelo Banese terão a sua identidade visual e nomenclatura, mas será a Banrisul Consórcio a responsável pela gestão dos produtos.


De acordo com o diretor da Banrisul Consórcio, Gabriel Marchiori, as cartas disponibilizadas pelo BANESE serão as mesmas já em atividade e ofertadas nas agências do Banrisul: “dessa forma, a tendência é que os nossos grupos tenham uma saúde financeira mais positiva e, consequentemente, haverá mais contemplações”, destaca. 


Marchiori ressalta que, ao firmar a parceria com um banco de tanto prestígio na região Nordeste, a Banrisul Consórcio reafirma a intenção de aumentar a sua capilaridade fora do RS. “Atualmente, uma fração de nossas vendas já é proveniente de outros estados, e nós queremos aumentar significativamente esse volume; nossa estratégia é construir novos canais comerciais e agregar cada vez mais parceiros competitivos em diferentes regiões do País”, assinala.


O BANESE conta com uma estrutura de 67 agências, 9 postos de serviços e 203 correspondentes, totalizando 275 potenciais pontos de vendas. Com a implementação deste modelo de negócio, a Banrisul Consórcio tem a oportunidade de explorar indiretamente um novo ecossistema de clientes, contribuindo para o crescimento da empresa e do produto consórcio como um todo. 


A celebração do contrato, assinado na última sexta-feira (08.01), contou com a presença do diretor Gabriel Marchiori, dos diretores da BANESE Corretora, Kleber Dantas e Gustavo Novaes, e do gerente executivo de expansão da Banrisul Consócio, Lucas Sanson. 


Legenda da foto: Da esquerda para a direita, o gerente executivo de expansão da Banrisul Consócio, Lucas Sanson; o diretor da BANESE Corretora, Kleber Dantas; o diretor da Banrisul Consórcio, Gabriel Marchiori; e o diretor da BANESE Corretora, Gustavo Novaes.