Artigo, especial, Renato Sant'Ana - Pesca de votos

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail releituras21@gmail.com

A isca no anzol é o benefício enganoso, que o peixe aceita sem perceber que está entregando a vida, como o eleitor que, seduzido por promessas eleitoreiras, delega o próprio destino a farsantes inescrupulosos.

O mais recente golpe no bom senso para fisgar o voto do eleitor é o fim da escala 6x1: promete-se que ninguém vai trabalhar mais de cinco dias por semana e que, apesar disso, ninguém terá redução de salário. Isso é bem menos que meia verdade. Mas, quantos estarão percebendo a treta?

Não é que seja impossível reduzir a jornada de trabalho: vários países já o fizeram. Só que, para chegar lá, há condições prévias que não estão na agenda dos que exploram a credulidade dos simples. Como fazer menos e produzir igual? É preciso aumentar a produtividade para, somente então, reduzir a jornada de trabalho. E não basta mexer na legislação. Antes, é necessário investimento para qualificar as pessoas, mudar a mentalidade e modernizar a forma de produção. Isso é um projeto de Estado que requer muito tempo, sem margem a pirotecnias populistas. Demora. Não dá para a eleição deste ano. O que o governo propõe é mera isca eleitoreira.

Países que conseguiram reduzir a jornada de trabalho produzem muito mais por hora trabalhada do que o Brasil. Dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que Alemanha, Dinamarca e França, por exemplo, produzem perto de US$ 90 por hora trabalhada. Já o Brasil, mediocremente, fica entre os US$ 17 e US$ 21. Mas a esperteza eleitoreira ignora - e, por conseguinte, não enfrenta os entraves de nossa baixa produtividade, como infraestrutura precária, logística cara, excesso de burocracia, insegurança jurídica e baixa qualificação média da força de trabalho.

José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), esclarece: "Em todos esses países em que houve redução de jornada, primeiro houve melhoria da produtividade, depois redução de jornada." Segundo ele, a carga horária só foi reduzida nesses países após décadas de expansão industrial, de avanço tecnológico e aumento contínuo da produtividade, um processo que demora: "Não dá para fazer na canetada", adverte Pastore.

Para cortar quatro horas semanais e manter o atual nível de produção, o Brasil precisará ter um aumento de produtividade de 8,5%, o que não se dá a curto prazo, conforme Hélio Zylberstajn, também professor da USP. Como elevar esse índice, quando, segundo ele, nossa "produtividade está praticamente estagnada há anos"?

O aumento do custo do trabalho, com o fim da escala 6x1 sem melhorar a produtividade, forçará as empresas a buscarem formas de adaptação, o que inclui, segundo Zylberstajn, a substituição gradual dos trabalhadores mais antigos por outros com salários menores, o que é ruim tanto para empresas quanto para a massa trabalhadora. Isso é óbvio, mas...

Que dizer da qualificação média da força de trabalho?

Em 2025, foi aplicada a Prova Nacional Docente (PND) para verificar a situação dos professores do país. O resultado, publicado em 20/05/26, foi lamentável: dos 760,1 mil que fizeram a prova, 35% rodaram, isto é, 266 mil professores não atingiram proficiência básica no exame.

Os piores são os professores de matemática: mais da metade não atingiu desempenho considerado básico. Já os de ciências humanas vão "melhor": só 20% não alcançaram os parâmetros considerados mínimos. Que terão eles respondido? Sabemos bem a que se têm prestado as ciências humanas nas últimas décadas... Ou seja, a produtividade tende a piorar, porque, em vez de fomentar autonomia pessoal e formar gente produtiva, a educação formal cada vez mais presta-se a bovinizar a juventude.

Ora, a qualificação média da força de trabalho só tem piorado em vez de melhorar, inclusive porque a educação formal é um desastre (que só se agravou sob gestão petista); não avançamos em infraestrutura (e corremos o risco de ver setores estratégicos, como ferrovias e portos, entregue aos chineses); a logística compõe o mesmo quadro; a insegurança jurídica (desde o número excessivo de regras até o crescente ativismo judicial), assim como o excesso de burocracia, desencoraja quem quer empreender. Num tal cenário, como aumentar a produtividade? E sem aumentar, como se poderá admitir a redução da jornada semanal?

Há empregados e empregadores para os quais, dadas as peculiaridades do setor em que atuam, a proposta do governo só traz prejuízo. No entanto, um tema tão complexo, que requer profundo estudo, aparece em hora errada (ano eleitoral) e é empurrado sem ouvir a pluralidade dos que impulsam a economia, tudo para Lula faturar votos e buscar a reeleição.

Respondendo a esse abraço de urso, a oposição apresentou uma proposta que prevê flexibilidade em vez de proibição radical, permitindo que a jornada e as escalas sejam definidas por negociação entre empregado e empregador, facultando a remuneração por horas trabalhadas e a adoção de jornadas superiores a 40 horas semanais.

É hora de entidades empresariais e, se houver, agremiações de empregados que não se deixam iludir com promessas fantasiosas apoiarem a aprovação da PEC 12/2026, que tramita no Congresso, e impedirem que a economia se afunde de vez. É agir antes que seja tarde demais!


Saiba como a IA torna mais cara a sua vida

 A inteligência artificial está tornando sua vida mais cara de maneiras inesperadas, impulsionada pelos custos colossais de infraestrutura tecnológica. Isso se reflete no aumento das contas de energia, preços dinâmicos no comércio, encarecimento de eletrônicos e até mesmo na manipulação de aluguéis e moradia.1. Suas contas de energia estão subindo para subsidiar a IAA inteligência artificial generativa consome uma quantidade massiva de eletricidade e água. A construção e operação de data centers gigantescos pelas gigantes de tecnologia estão sobrecarregando as redes de energia. Como resultado, empresas de energia estão repassando os custos bilionários de infraestrutura, encarecendo a conta de luz que chega à sua casa.2. Preços dinâmicos e personalizados no supermercadoA precificação dinâmica — semelhante ao que acontece em apps como Uber quando há alta demanda — está chegando a lojas físicas e virtuais. Com o uso de etiquetas eletrônicas nas prateleiras e algoritmos de IA, os varejistas podem mudar os preços dos produtos em tempo real. Em alguns casos, a IA analisa seus hábitos de consumo ou a urgência da compra para cobrar preços diferentes de consumidor para consumidor.3. Escassez e aumento no preço dos eletrônicosEmpresas focadas em IA estão adquirindo grandes quantidades de chips de alto desempenho (como GPUs da Nvidia) e módulos de memória RAM. Essa imensa demanda industrial tem causado escassez de componentes no mercado consumidor, forçando os fabricantes de celulares, computadores e consoles a repassarem os altos custos de aquisição diretamente para você.4. Algoritmos de aluguel encarecendo a moradiaNo setor imobiliário, algoritmos e IAs estão sendo utilizados por grandes administradores e proprietários para determinar o valor ideal de locação de um imóvel. O sistema prioriza a otimização dos lucros globais e, em alguns casos, sugere manter apartamentos vazios em vez de abaixar o preço. Isso reduz a oferta geral, impulsionando a alta artificial dos preços de aluguel.

Fim da guerra da Ucrânia representará ganhos políticos para Trump

A resolução do conflito na Ucrânia é amplamente vista como uma grande oportunidade política para Donald Trump. A estratégia de forçar negociações, mesmo exigindo concessões territoriais de Kiev, consolida sua imagem como um líder capaz de encerrar conflitos que se arrastam.A dinâmica política por trás dessa possível vitória envolve os seguintes pontos:Vitória Política Pessoal: O próprio presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu internamente que um acordo de paz — ainda que sob as exigências de Trump para que a Ucrânia ceda territórios — representaria uma "vitória política" para o presidente americano, por trazer um fim rápido à guerra.Posicionamento Russo: Após uma carta aberta de Zelensky propondo um cessar-fogo, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou estar aberto a acordos, citando um entendimento prévio com Trump e exigindo que os EUA convençam Kiev a aceitar as condições de Moscou.Pressão Interna nos EUA: A postura de Trump em relação ao conflito tem gerado tensões, com o parlamento norte-americano aprovando ajuda financeira a Kiev em desafio direto ao mandatário republicano, o que intensifica o peso das negociações para o seu capital político.

A legítima defesa do Pix

Sistema de pagamentos instantâneo, criado por técnicos do Banco Central e usado por 170 milhões de brasileiros, é alvo de tarifas dos EUA

Entre as alegações do governo norte-americano para impor tarifas excessivas sobre a importação de produtos brasileiros está o Pix, o sistema de pagamentos instantâneo administrado pelo Banco Central que facilitou a vida dos cidadãos ao mesmo tempo em que reduziu as taxas cobradas pelas administradoras estrangeiras de cartões de crédito no país. De acordo com a investigação comercial procedida pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas, “o Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”.

O argumento não se sustenta, por ser pouco consistente e lastreado em suposições. Também por isso, o ataque do governo Donald Trump ao Pix está sendo interpretado por muitos brasileiros como uma agressão à soberania do país e como uma ameaça a um direito dos nossos cidadãos. O Pix já virou um patrimônio nacional. O sistema desenvolvido por técnicos do BC, que possibilita transferir dinheiro entre contas bancárias com rapidez e segurança, a qualquer hora do dia ou da noite, é utilizado gratuitamente por 170 milhões de pessoas físicas, o equivalente a cerca de 80% da população. Além disso, por se tratar de uma invenção genuinamente local, a ameaça norte-americana ao Pix também mexe com o patriotismo dos brasileiros.

Mas essa reação legítima pode ser prejudicada pelo oportunismo e pela demagogia dos políticos envolvidos na atual disputa eleitoral, como fica evidente a cada troca de acusações entre o presidente da República e seus opositores

É justificável, portanto, que o país reaja com firmeza para defender a sua bem-sucedida iniciativa. Mas essa reação legítima pode ser prejudicada pelo oportunismo e pela demagogia dos políticos envolvidos na atual disputa eleitoral, como fica evidente a cada troca de acusações entre o presidente da República e seus opositores.

Em primeiro lugar, um breve histórico do sistema comprova que nenhum governante tem o direito de reivindicar sua paternidade. O Pix foi desenvolvido por técnicos do Banco Central num período de 31 meses a partir de uma ideia lançada em 2014 (governo de Dilma Rousseff), conforme consta no Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro publicado na época. O processo começou a ser efetivamente desenvolvido em maio de 2018 (governo Michel Temer), com a criação de um grupo de trabalho do BC tendo como objetivo “a construção de um ecossistema de pagamentos instantâneos competitivo, eficiente, seguro e inclusivo”. Esse grupo recebeu a contribuição de mais de 130 participantes. Em 3 de novembro de 2020 (governo Bolsonaro), começou a funcionar de forma restrita e, em 16 do mesmo mês, passou a operar de forma plena.

E deu muito certo. Em pouco tempo, os brasileiros assimilaram a nova tecnologia e passaram a utilizá-la como forma preferencial de pagamentos e recebimentos, principalmente devido à facilidade, à segurança e à gratuidade para pessoas físicas. O sistema evoluiu e já desperta interesse de outros países, além do reconhecimento de autoridades internacionais como o norte-americano Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia, que chegou a admitir recentemente que o Brasil pode ter inventado o futuro do dinheiro.

Temos, portanto, sobradas razões para defender a legitimidade do Pix como uma verdadeira instituição nacional. Mas o desejável é que nossos representantes políticos, incluindo os atuais ocupantes do poder e os pretendentes ao governo, o façam com fundamentação técnica, diplomacia e isenção.

  ex-presidente da Bolívia Evo Morales denunciou publicamente a existência de um plano articulado no interior do Poder Executivo boliviano para realizar sua detenção ilegal e posterior entrega aos Estados Unidos. A acusação ocorre em meio a uma escalada de tensão política no país, marcada por protestos sociais, bloqueios de rodovias e forte disputa em torno de uma nova legislação sobre estados de exceção.



As informações foram divulgadas pela teleSUR, que relata que movimentos sociais e organizações camponesas bolivianas respaldaram a denúncia de Morales e apresentaram detalhes sobre operações de inteligência em curso na região do Trópico de Cochabamba.


Durante pronunciamento, o líder do Movimento ao Socialismo (MAS) afirmou que o governo do presidente Rodrigo Paz revogou normas anteriores e passou a impulsionar uma proposta legislativa que, segundo ele, ameaça direitos humanos e abre caminho para a repressão estatal.


Morales declarou que “a Lei 1341 garantia a vida, os direitos”, mas afirmou que a atual iniciativa em tramitação na Assembleia Legislativa Plurinacional “outorgará licença para assassinar”. Ele também acusou as autoridades de tentar criminalizar a mobilização social e classificou a nova Lei de Regulação dos Estados de Exceção como uma “licença para matar abertamente” sob um regime de impunidade.



Morales cita plano Delta Ñ e acusa governo de preparar captura

Ao detalhar a denúncia, Evo Morales afirmou que haveria uma operação denominada Delta Ñ, cujo objetivo seria viabilizar sua captura e envio aos Estados Unidos. Segundo ele, “o plano do Governo mediante Delta Ñ é como levar Evo Morales aos Estados Unidos”.


O ex-presidente também atribuiu ao ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, uma ordem com prazo definido. De acordo com Morales, Justiniano teria declarado em reuniões de gabinete: “Comigo Evo até 13 de junho, detido ou morto”.


Morales repudiou o que descreveu como uma articulação envolvendo autoridades civis e militares para estruturar rotas de transferência a partir do aeroporto de Viru Viru, com passagem por Buenos Aires ou Lima e destino final em Washington. Para o ex-mandatário, a operação configuraria uma extradição forçada contra o primeiro presidente indígena do Estado Plurinacional da Bolívia.


Movimentos sociais denunciam perseguição e ameaça aos recursos naturais

A denúncia de Evo Moral

Nota Púllica do Movimento Porto Alegre+

Movimento Porto Alegre+ defende o processo democrático e a 

atualização urbana da Capital. 

O Porto Alegre+, movimento formado por 65 entidades representativas da 

sociedade porto-alegrense e gaúcha, vem a público manifestar preocupação com a 

tentativa de suspensão judicial da sanção do novo Plano Diretor e da Lei de Uso e 

Ocupação do Solo de Porto Alegre. 

A revisão do Plano Diretor foi construída ao longo de cinco anos, em um amplo 

processo democrático e participativo, com centenas de atividades promovidas pelo 

Poder Executivo, debates técnicos, audiências públicas, tramitação legislativa e 

aprovação pela Câmara Municipal. Trata-se de uma das mais abrangentes 

discussões urbanas já realizadas na Capital, marcada pelo diálogo com a sociedade 

e pelo exercício legítimo das instituições democráticas. 

O direito ao questionamento e ao acesso ao Poder Judiciário é legítimo e integra o 

Estado Democrático de Direito. Entretanto, preocupa a tentativa de interromper, por 

meio da judicialização, um processo amplamente debatido, analisado e aprovado 

pelos representantes eleitos da população. 

A nova legislação representa uma oportunidade de modernização dos instrumentos 

urbanísticos de Porto Alegre, permitindo que a cidade avance com mais 

planejamento, segurança jurídica e capacidade de enfrentar os desafios 

contemporâneos. Entre eles, destacam-se o desenvolvimento sustentável, a 

qualificação urbana, a ampliação do acesso à moradia, a mobilidade, a preservação 

ambiental e a construção de uma cidade mais resiliente às mudanças climáticas. 

Porto Alegre precisa de estabilidade institucional e visão de futuro para consolidar 

um modelo urbano contemporâneo, sustentável e preparado para as próximas 

décadas. O Porto Alegre+ reafirma seu respeito ao Poder Judiciário, mas defende 

igualmente o respeito ao processo democrático e às decisões legitimamente 

construídas pelas instituições competentes, para que a Capital siga avançando com 

responsabilidade e planejamento. 

ENTIDADES INTEGRANTES DO MOVIMENTO PORTO ALEGRE+: 

ABIH/RS - Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Rio Grande do Sul 

ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers 

ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Seccional Rio Grande do Sul 

Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura no Rio Grande do Sul (AsBEA-RS) 

Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) 

Associação da Classe Média (ACLAME) 

Associação das Empresas dos Bairros Humaitá-Navegantes (AEHN) 

Associação de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte de Porto Alegre (AMICRO 

POA) 

Associação Delta do Jacuí 

Associação do Comércio e Indústria da Restinga (ACIR) 

Associação do Corpo Consular do Rio Grande do Sul (ACCRGS) 

Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (ACOMAC) 

Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil no RS (ADVB/RS) 

Associação Gaúcha de Empresas de Obras de Saneamento (AGEOS) 

Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM) 

Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) 

Associação Gaúcha do Varejo (FAGV) 

Associação Gaúcha dos Advogados de Direito Ambiental Empresarial (AGAAE) 

Associação Riograndense de Empreiteiros de Obras Públicas (AREOP) 

Associação Riograndense de Propaganda (ARP) 

Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AMCHAM) 

Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA) 

Centro Empresarial Porto Seco (CEPORTO) 

Ciclo Empreendedor 

Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio Grande do Sul (CRECI-RS) 

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio Grande do Sul 

(CREA-RS) 

Entrepreneurs’ Organization (EO Porto Alegre) 

Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas no Rio Grande do SuL 

(FETRANSUL) 

Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) 

Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) 

Grupo Front 

Instituto Atlantos 

Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças RS (IBEF-RS) 

Instituto Caldeira 

Instituto Cultural Floresta (ICF) 

Instituto de Estudos Empresariais (IEE) 

Instituto Liberdade 

LIDE-RS - Grupo de Líderes Empresariais 

LIVE Marketing 

Porto Alegre Convention & Visitors Bureau 

RSNasce 

Sindicato da Habitação do RS / Associação Gaúcha de Empresas do Mercado Imobiliário 

(SECOVI-RS/AGADEMI) 

Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de 

Terraplenagem em Geral no Estado do Rio Grande do Sul (Sicepot/RS) 

Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS) 

Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, 

Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon/RS) 

Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do 

Sul (SETCERGS) 

Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul 

(Sinduscon-RS) 

Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (SINDHA) 

Sindicato do Comércio Atacadista de Àlcool e Bebidas em Geral do Estado do RS 

(Sicabege RS) 

Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios de Porto Alegre 

(Sindiatacadistas RS) 

Sindicato do Comércio Atacadista de Madeiras de Porto Alegre (Sindiatacadistas RS) 

Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos Químicos para a Industria e Lavoura e de 

drogas e medicamentos de Porto Alegre (Sindiatacadistas RS) 

Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuário e Armarinho de Porto Alegre 

(Sindiatacadistas RS) 

Sindicato do Comércio Atacadista do Estado do RS (Sindiatacadistas RS) 

Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (SINEPE/RS) 

Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (Sindihospa) 

Sindicato dos Hotéis de Porto Alegre (SHPOA) 

Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas Porto Alegre) 

Sindicato Intermunicipal do Comércio Atacadista de Materiais de Construção, louças, tintas, 

ferragens, vidros planos, cristais, espelhos, agregados de concreto, sucata de ferro, ferros 

planos, ferros não planos do Estado do RS (Sindiatacadistas RS) 

Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado 

do RS (Sulpetro) 

Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação Infantil do Estado do Rio 

Grande do Sul (Sindeedin-RS) 

Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (SERGS) 

Tijolo Hub 

Transforma-RS 

Brasmarkt mostra Zucco na liderança, 1o e 2o turnos. Adversário mais próximo é Juliana.

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasmarket entre os dias 1º e 3 de junho de 2026 aponta um cenário cada vez mais favorável ao deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. 

1o Turno

Zucco, PL, 37,8%
Juliana Brizola, PDT+PT, 19%
Gabriel Souza, MDB+PSD, 57%
Marcelo Maranata, PSDB, 1,9%

 Os votos brancos e nulos somam 12,6%, enquanto 23% dos entrevistados afirmam não saber ou preferiram não responder.

Em abril deste ano, Zucco marcava 35,5%. Agora, chega a 37,8%. O parlamentar saiu de 22,7% em setembro de 2025 

Em um eventual confronto contra Juliana Brizola, Zucco registra 41,3%, contra 30,8% da adversária. A diferença é superior a dez pontos percentuais. Já em uma disputa contra Gabriel Souza, a vantagem é ainda maior: 43,2% a 21,1%. 

Outro dado considerado estratégico é a rejeição. Zucco aparece com apenas 13,1% de rejeição, praticamente empatado com Gabriel Souza (12,7%) e muito abaixo de Juliana Brizola, que lidera nesse indicador com 27,3%.