O diretor geral do jornal Globo, Frederic Kachar, sinaliza uma demissão em massa na emissora. De acordo com o dirigente, o impacto da pandemia do coronavírus "é muito rápido e devastador". "Dado o cenário nas receitas, se faz necessário adotar medidas mais profundas de ajustes nos custos", diz.
"Infelizmente, o horizonte de curto prazo não é promissor. Não somente porque o confinamento não tem prazo definido para acabar, mas principalmente porque o impacto na saúde financeira dos consumidores e anunciantes já é real. E os hábitos de ambos já estão mudando. Aqui e no mundo", continua.
"Somos uma empresa de serviços, em que a folha representa mais da metade do custo. Já implementamos ações imediatas, como a utilização do banco de horas, a aplicação das férias compulsórias e o congelamento das admissões e movimentações internas", complementa.
Leia a íntegra da carta:
Prezados,
Como sabem, estamos diante de um desafio sem precedentes para nossa geração. A pandemia do novo coronavírus está impactando a tudo e a todos de maneira profunda e estrutural. Temos várias perguntas e pouquíssimas respostas. Uma coisa, porém, me parece clara: o mundo mudou e a retomada, que não sabemos ainda quando e como ocorrerá, será rumo a uma nova normalidade.
O que isso significa pra nossa empresa?
Muitas coisas. A mais importante delas é que a velocidade com que vínhamos transformando nossos negócios com vistas a nos tornarmos uma media tech vai ter que crescer bastante. Os prazos que tínhamos nos colocado para atingir metas dessa travessia foram definitivamente encurtados.
Nesse sentido, vivíamos um período promissor nos seis meses antes do estouro da pandemia. Tivemos um último trimestre em 2019 com relativa estabilidade nas receitas e resultados muito melhores que os do restante do ano. Começamos 2020 num ritmo melhor ainda, o que nos possibilitou o melhor primeiro tri dos últimos anos.
Estamos colhendo os frutos do que plantamos até então, reforçando a trajetória de transformação que temos buscado desde 2015.
No entanto, o impacto da pandemia é muito rápido e devastador, apesar de todos os esforços do nosso jornalismo, que vêm resultando em recordes de audiência, e das demais áreas para manter nossa operação funcionando, mesmo que trabalhando remotamente.
Em março, os efeitos ainda estavam controlados, mas em abril já estamos enfrentando quedas importantes e preocupantes em nossas receitas. Com exceção de assinaturas digitais — que ainda não têm um peso relevante nas receitas totais, mas cujo crescimento se acelerou ainda mais desde o início da crise, reforçando que estamos no caminho certo —, todos os demais canais estão sofrendo quedas agudas. Principalmente a publicidade, que ainda é a parte mais representativa do faturamento total e a pedra fundamental do nosso resultado.
Infelizmente, o horizonte de curto prazo não é promissor. Não somente porque o confinamento não tem prazo definido para acabar, mas principalmente porque o impacto na saúde financeira dos consumidores e anunciantes já é real. E os hábitos de ambos já estão mudando. Aqui e no mundo.
Diante de um cenário emergencial como o de agora, infelizmente não temos como fugir da revisão dos custos para tentar restabelecer minimamente um equilíbrio operacional. Ainda em março, começamos a renegociar todos os nossos contratos com fornecedores. Não há uma única despesa que não esteja sendo revista.
No entanto, isso é insuficiente. Somos uma empresa de serviços, em que a folha representa mais da metade do custo. Já implementamos ações imediatas, como a utilização do banco de horas, a aplicação das férias compulsórias e o congelamento das admissões e movimentações internas.
Ainda assim, dado o cenário nas receitas, se faz necessário adotar medidas mais profundas de ajustes nos custos. Diante das poucas alternativas que temos, acredito que a mais adequada ao momento, e levando em conta nosso histórico recente, seja a adesão à Medida Provisória 936.
A primeira faixa de redução de jornada e salários estipulada por esta MP, fixada em 25%, para todos os funcionários de todas as áreas, níveis hierárquicos e funções, nos dará um fôlego extra para a parte mais difícil da travessia e, principalmente, para tomarmos as atitudes necessárias para acelerar a transformação de nossos produtos e receitas.
Conforme previsto na própria MP, o governo fará a complementação devida da renda a cada trabalhador, e este processo é automático (depósito feito na conta do empregado após a comunicação do RH da empresa). Os benefícios serão mantidos integralmente. Em alguns casos, avaliados pontualmente, aplicaremos a suspensão do contrato de trabalho, também prevista na MP.
Estamos disponibilizando um canal exclusivo no RH para dúvidas e questões gerais sobre o tema (falecomrh@infoglobo.com.br).
Se por um lado é frustrante tomar essas medidas depois de uma razoável sequência de meses contundentes em nossa caminhada, por outro temos de ver que estamos mais fortes do que nunca para lidar com um desafio dessa envergadura.
Isso é fruto do talento, do comprometimento e da paixão que temos pelo nosso negócio. Acredito que vamos nos fortalecer com essa travessia e retomar, ainda em 2020, a trajetória que vínhamos construindo. Seguiremos firmes e motivados na busca das respostas para as muitas dúvidas que temos sobre o futuro da sociedade, da economia e do jornalismo.
Nossa missão como empresa jornalística está em seu ápice nas últimas décadas. Somos mais importantes do que nunca para a sociedade. Precisamos assegurar a melhor cobertura dos fatos, assegurando a toda nossa vasta audiência informação e conhecimento para lidar com essas novas normas.
Nossas áreas comerciais seguem buscando soluções de mídia para nossos anunciantes, assegurando que o impacto das mensagens transmitidas a nossos leitores seja positivo para seus negócios, que também enfrentam esse desafio.
Agradeço a todos desde já. Contem comigo e com os demais diretores. Protejam suas famílias nesse momento delicado. A coesão e a cumplicidade entre nós crescerão bastante nos próximos meses.
Sigo otimista com a nossa empresa. Com trabalho, entusiasmo, disciplina e talento vamos superar mais esse desafio.
Artigo, Paulo Kruse, Zero Hora - Lição para o varejo
Há mais de cem anos, a maior feira de varejo do mundo, a NRF, que teve sua 109ª edição no mês de janeiro em Nova York, traz exemplos de empresas do setor varejista que crescem inovando. Temas como propósito da marca, sustentabilidade e relações com clientes e fornecedores são geralmente debatidos por lá, assim como o uso de novas tecnologias, já comuns no comércio de vários países. Questões essas que naturalmente vêm se modificando ao longo de décadas.
No entanto, sabemos que para nós, brasileiros, existem fatores que freiam o crescimento de nossas empresas, principalmente quando se trata da implementação de tecnologias. Mas, se queremos continuar a fazer parte desse cenário desafiador, levando até as pessoas o que elas procuram ao mesmo tempo que fazemos o nosso negócio crescer, precisamos encontrar maneiras de nos aproximar desses assuntos.
Devemos entender que inovação não diz respeito necessariamente à tecnologia. É possível inovar tendo um negócio com propósito ligado a causas sociais, por exemplo, e com isso transmitir o verdadeiro valor daquilo que é comprado pelas pessoas. Seja um serviço, um produto, um atendimento ou qualquer outra iniciativa da marca. Ações que demonstrem preocupação com as pessoas e com o meio ambiente se diferenciam sempre, pois fazem com que o consumidor entenda que nós merecemos estar no mercado.
Quando a pandemia passar e as empresas voltarem a suas atividades, o cenário será outro. Todos, de forma geral, foram impactados drasticamente pelas perdas econômicas, independentemente do segmento ou porte. Será imprescindível que pessoas com ideias e ações arrojadas ajudem na retomada do crescimento do comércio, bem como de todos os setores. A nós, lojistas, cabe fazer aquilo que é certo, termos compreensão de que precisamos agir com honestidade e ética com nossos fornecedores e clientes, com resiliência e muito empenho. Vamos nos fortalecer juntos. É hora de virar a chave, senão será a hora de pararmos de vez.
*Por Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre
No entanto, sabemos que para nós, brasileiros, existem fatores que freiam o crescimento de nossas empresas, principalmente quando se trata da implementação de tecnologias. Mas, se queremos continuar a fazer parte desse cenário desafiador, levando até as pessoas o que elas procuram ao mesmo tempo que fazemos o nosso negócio crescer, precisamos encontrar maneiras de nos aproximar desses assuntos.
Devemos entender que inovação não diz respeito necessariamente à tecnologia. É possível inovar tendo um negócio com propósito ligado a causas sociais, por exemplo, e com isso transmitir o verdadeiro valor daquilo que é comprado pelas pessoas. Seja um serviço, um produto, um atendimento ou qualquer outra iniciativa da marca. Ações que demonstrem preocupação com as pessoas e com o meio ambiente se diferenciam sempre, pois fazem com que o consumidor entenda que nós merecemos estar no mercado.
Quando a pandemia passar e as empresas voltarem a suas atividades, o cenário será outro. Todos, de forma geral, foram impactados drasticamente pelas perdas econômicas, independentemente do segmento ou porte. Será imprescindível que pessoas com ideias e ações arrojadas ajudem na retomada do crescimento do comércio, bem como de todos os setores. A nós, lojistas, cabe fazer aquilo que é certo, termos compreensão de que precisamos agir com honestidade e ética com nossos fornecedores e clientes, com resiliência e muito empenho. Vamos nos fortalecer juntos. É hora de virar a chave, senão será a hora de pararmos de vez.
*Por Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre
Com produção em queda, setor calçadista perde mais de 24 mil postos com avanço do vírus chinês
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) estima que a produção de calçados deva encolher pelo menos 49% no segundo trimestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. A queda será somada a um revés de 14,2% nos primeiros três meses do ano, o que deve resultar em uma retração de pelo menos 31,8% no primeiro semestre. Após uma estimativa positiva divulgada no início de 2020, de crescimento de até 2,5%, a crise provocada pelo avanço da pandemia fez com que a expectativa fosse revisada para uma queda de mais de 26% em relação a 2019.
O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que a crise já fez com que o setor perdesse 24,4 mil postos de trabalho, de 9% do total de empregos gerados pelas indústrias de calçados na posição de dezembro (270 mil). O Estado que mais perdeu postos no período foi São Paulo, com 7,9 mil postos perdidos. O Rio Grande do Sul perdeu 5,5 mil postos, Minas Gerais 5 mil e Santa Catarina 2,5 mil. Estados do Nordeste somam a perda de 3,3 mil empregos. “O principal problema enfrentado pela indústria calçadista neste período tem sido o cancelamento de pedidos, bem como a postergação e faturamento dos mesmos. Com o varejo fechado, assim como a retração da demanda, não temos novos pedidos, não temos o que produzir. O setor, como produtor de moda, não tem a praxe de trabalhar com estoques”, lamenta o dirigente.
Segundo Ferreira, pesquisa realizada pela Abicalçados aponta que 51% das empresas do setor estão com atividades paralisadas, ou apenas finalizando produtos para utilização da matéria-prima em estoque, para posterior paralisação, sendo que 23% delas não têm previsão de retorno às atividades. “Muitas empresas estão conseguindo manter empregos por meio de acordos proporcionados pela MP 936, com férias coletivas e jornadas reduzidas”, conta.
Exportações
Além do impacto no varejo brasileiro, as exportações de calçados também foram afetadas. Após uma queda de 8,5% no primeiro trimestre em relação a igual período do ano passado, os embarques devem cair, pelo menos, 46,4% no segundo trimestre, conforme projeções da Abicalçados. Com isso, no primeiro semestre o revés pode ficar em 23,2%, com o ano fechando com retração de 27,3%, sempre na relação com igual período do ano passado.
A Abicalçados, associação que representa as mais de 6 mil empresas produtoras de calçados do País, divulgará as revisões das projeções semanalmente.
Pesquisa Abicalçados
Impactos da Covid-19 no setor
(amostragem)
Demissões (23/03 a 17/04)
Brasil: 24.400 postos
SP: 7.900 postos
RS: 5.500 postos
MG: 5.000 postos
SC: 2.500 postos
NE: 3.300 postos
Principais problemas reportados: 84% cancelamento de pedidos; 75% postergação de faturamento/entrega de pedidos.
51% das empresas do setor estão paralisadas
23% sem previsão de retorno
Estimativa de impacto na produção de calçados
1º trimestre: - 14,2%
2º trimestre: - 49%
1º Semestre: - 31,8%
2º Semestre: - 22%
Ano 2020: - 26,5%
Estimativa de impacto nas exportações de calçados
1º trimestre:- 8,5% (efetivada)
2º Trimestre: - 46,4%
1º Semestre: - 23,2%
2º Semestre:- 31,3%
Ano 2020: -27,3%
O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que a crise já fez com que o setor perdesse 24,4 mil postos de trabalho, de 9% do total de empregos gerados pelas indústrias de calçados na posição de dezembro (270 mil). O Estado que mais perdeu postos no período foi São Paulo, com 7,9 mil postos perdidos. O Rio Grande do Sul perdeu 5,5 mil postos, Minas Gerais 5 mil e Santa Catarina 2,5 mil. Estados do Nordeste somam a perda de 3,3 mil empregos. “O principal problema enfrentado pela indústria calçadista neste período tem sido o cancelamento de pedidos, bem como a postergação e faturamento dos mesmos. Com o varejo fechado, assim como a retração da demanda, não temos novos pedidos, não temos o que produzir. O setor, como produtor de moda, não tem a praxe de trabalhar com estoques”, lamenta o dirigente.
Segundo Ferreira, pesquisa realizada pela Abicalçados aponta que 51% das empresas do setor estão com atividades paralisadas, ou apenas finalizando produtos para utilização da matéria-prima em estoque, para posterior paralisação, sendo que 23% delas não têm previsão de retorno às atividades. “Muitas empresas estão conseguindo manter empregos por meio de acordos proporcionados pela MP 936, com férias coletivas e jornadas reduzidas”, conta.
Exportações
Além do impacto no varejo brasileiro, as exportações de calçados também foram afetadas. Após uma queda de 8,5% no primeiro trimestre em relação a igual período do ano passado, os embarques devem cair, pelo menos, 46,4% no segundo trimestre, conforme projeções da Abicalçados. Com isso, no primeiro semestre o revés pode ficar em 23,2%, com o ano fechando com retração de 27,3%, sempre na relação com igual período do ano passado.
A Abicalçados, associação que representa as mais de 6 mil empresas produtoras de calçados do País, divulgará as revisões das projeções semanalmente.
Pesquisa Abicalçados
Impactos da Covid-19 no setor
(amostragem)
Demissões (23/03 a 17/04)
Brasil: 24.400 postos
SP: 7.900 postos
RS: 5.500 postos
MG: 5.000 postos
SC: 2.500 postos
NE: 3.300 postos
Principais problemas reportados: 84% cancelamento de pedidos; 75% postergação de faturamento/entrega de pedidos.
51% das empresas do setor estão paralisadas
23% sem previsão de retorno
Estimativa de impacto na produção de calçados
1º trimestre: - 14,2%
2º trimestre: - 49%
1º Semestre: - 31,8%
2º Semestre: - 22%
Ano 2020: - 26,5%
Estimativa de impacto nas exportações de calçados
1º trimestre:- 8,5% (efetivada)
2º Trimestre: - 46,4%
1º Semestre: - 23,2%
2º Semestre:- 31,3%
Ano 2020: -27,3%
Artigo,l Renato Sant'Ana - A patifaria dos três
Ainda não caiu a ficha? Por que acham que o WhatsApp resolveu limitar o repasse de mensagens? Sorrateiramente, o Facebook faz o mesmo. E o Twitter vem censurando usuários. Vamos juntar as peças do quebra-cabeça?
O cenário mais dramático da pandemia ainda é o da Lombardia, na Itália, fato que a extrema-imprensa explora para gerar pânico, enquanto trata com discrição ou mesmo omite dados que ajudariam a esclarecer e baixar a ansiedade sem prejuízo das cautelas urgentes.
Por exemplo, há muitos idosos na Lombardia, o que é uma das causas do elevado número de óbitos. Outra causa é haver, lá, milhares de operários chineses (fala-se em 200 mil), trabalhando nas fábricas italianas que foram compradas por grupos da China. Muitos desses milhares viajaram ao seu país em janeiro último para celebrar o ano novo, voltando à Itália infectados pelo vírus.
Porém, o mais grave, que o mundo precisa conhecer e repudiar - e uma imprensa venal prefere omitir - é que, em janeiro, a ditadura chinesa já sabia do vírus e o que ia acontecer. E, assassinando médicos e jornalistas que alertaram para o risco, esperou que a peste chegasse a Europa e Estados Unidos para começar a falar (e mentir que o vírus não se transmitia entre humanos).
E o que têm a ver com isso WhatsApp, Facebook e Twitter? Ora, o crime da ditadura chinesa foi esquecido por Bandeirantes, Globo e CNN, que dirigem o "retiro espiritual" da população brasileira que, encerrada em casa, passa o dia inteiro ouvindo e assimilando o que se prega na TV.
Manipulações desse tipo as redes sociais vêm desmascarando desde 2013. Mas Facebook (proprietário do Whats) e Twitter não querem o contraponto que se faz à imprensa via redes sociais. Querem, isto sim, a hegemonia da mentira. Dá para entender a malandragem?
A coisa é articulada: encerrar a população em casa, falar todo tempo em números de mortos, manipular estatísticas para confundir os simples, dar as notícias em tom dramático, omitir a vertiginosa extinção de empregos e o aumento da pobreza (mantendo o foco na ameaça invisível do vírus), disseminar o medo e golpear a esperança. Pânico generalizado!
Só que, para dar certo, é preciso amordaçar quem ameaça desmascarar a grande farsa, isto é, tem que impor obstáculos ao cidadão que usa redes sociais para mostrar a criminosa ideologização da pandemia no Brasil e a truculência da China em sua meta de colonizar o planeta.
É óbvio que a patifaria de Facebook, WhatsApp e Twitter não se dá apenas aqui: eles desprezam a democracia em toda parte.
Agora vejam, na China, são eles que sofrem a mordaça imposta pelo Partido Comunista Chinês. No entanto, não consta que qualquer deles tenha usado seu formidável poder para protestar contra o autoritarismo daquele regime, omissão que tem ares de conivência.
É inevitável, pois, que se veja um intuito ideológico no cerceamento que esses três vêm impondo aos seus usuários.
Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br
O cenário mais dramático da pandemia ainda é o da Lombardia, na Itália, fato que a extrema-imprensa explora para gerar pânico, enquanto trata com discrição ou mesmo omite dados que ajudariam a esclarecer e baixar a ansiedade sem prejuízo das cautelas urgentes.
Por exemplo, há muitos idosos na Lombardia, o que é uma das causas do elevado número de óbitos. Outra causa é haver, lá, milhares de operários chineses (fala-se em 200 mil), trabalhando nas fábricas italianas que foram compradas por grupos da China. Muitos desses milhares viajaram ao seu país em janeiro último para celebrar o ano novo, voltando à Itália infectados pelo vírus.
Porém, o mais grave, que o mundo precisa conhecer e repudiar - e uma imprensa venal prefere omitir - é que, em janeiro, a ditadura chinesa já sabia do vírus e o que ia acontecer. E, assassinando médicos e jornalistas que alertaram para o risco, esperou que a peste chegasse a Europa e Estados Unidos para começar a falar (e mentir que o vírus não se transmitia entre humanos).
E o que têm a ver com isso WhatsApp, Facebook e Twitter? Ora, o crime da ditadura chinesa foi esquecido por Bandeirantes, Globo e CNN, que dirigem o "retiro espiritual" da população brasileira que, encerrada em casa, passa o dia inteiro ouvindo e assimilando o que se prega na TV.
Manipulações desse tipo as redes sociais vêm desmascarando desde 2013. Mas Facebook (proprietário do Whats) e Twitter não querem o contraponto que se faz à imprensa via redes sociais. Querem, isto sim, a hegemonia da mentira. Dá para entender a malandragem?
A coisa é articulada: encerrar a população em casa, falar todo tempo em números de mortos, manipular estatísticas para confundir os simples, dar as notícias em tom dramático, omitir a vertiginosa extinção de empregos e o aumento da pobreza (mantendo o foco na ameaça invisível do vírus), disseminar o medo e golpear a esperança. Pânico generalizado!
Só que, para dar certo, é preciso amordaçar quem ameaça desmascarar a grande farsa, isto é, tem que impor obstáculos ao cidadão que usa redes sociais para mostrar a criminosa ideologização da pandemia no Brasil e a truculência da China em sua meta de colonizar o planeta.
É óbvio que a patifaria de Facebook, WhatsApp e Twitter não se dá apenas aqui: eles desprezam a democracia em toda parte.
Agora vejam, na China, são eles que sofrem a mordaça imposta pelo Partido Comunista Chinês. No entanto, não consta que qualquer deles tenha usado seu formidável poder para protestar contra o autoritarismo daquele regime, omissão que tem ares de conivência.
É inevitável, pois, que se veja um intuito ideológico no cerceamento que esses três vêm impondo aos seus usuários.
Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: sentinela.rs@uol.com.br
Carta da prefeita de Novo Hamburgo
Em relação a nota intitulada "Fátima Daudt confrontou Eduardo Leite e mandou abrir tudo em Novo Hamburgo. Saiba por que razão", a prefeita Fátima Daudt considera fundamental os seguintes esclarecimentos. Em primeiro lugar, a prefeita não concorda que estaria confrontando o governador, a quem tem o maior apreço e respeito. Fátima também considera que as medidas adotadas por Eduardo Leite estão de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde para enfrentamento à pandemia da Covid-19 no Rio Grande do Sul.
Sobre Novo Hamburgo, as medidas adotadas estão muito bem fundamentadas juridicamente. A expressão "mandou abrir tudo" não retrata toda a realidade dos fatos. Na verdade, o distanciamento social segue sendo uma exigência em todos os setores da economia hamburguense. Conforme determinação do Decreto 9211/2020, comércio e serviço só podem atender um cliente por vez e os estabelecimentos também são responsáveis por evitar aglomerações na frente deles. Além disso, conforme determina o Decreto Estadual 55184/2020, as lojas devem manter fechados os provadores e não permitir a prova de cosméticos, como batons, perfumes, pós, sombras etc.
Além disso, por meio do Decreto 9212/2020, foi criada a Central de Fiscalização, de natureza temporária, justamente para intensificar as ações fiscalizatórias em estabelecimentos e coibir as atividades e posturas incompatíveis com as ações de combate à epidemia causada pelo coronavírus em Novo Hamburgo. Enfim, a prefeita de Novo Hamburgo avalia que a abertura do comércio, com forte austeridade, como é o caso, não prejudica a fiscalização do cumprimento das restrições estaduais.
Sobre Novo Hamburgo, as medidas adotadas estão muito bem fundamentadas juridicamente. A expressão "mandou abrir tudo" não retrata toda a realidade dos fatos. Na verdade, o distanciamento social segue sendo uma exigência em todos os setores da economia hamburguense. Conforme determinação do Decreto 9211/2020, comércio e serviço só podem atender um cliente por vez e os estabelecimentos também são responsáveis por evitar aglomerações na frente deles. Além disso, conforme determina o Decreto Estadual 55184/2020, as lojas devem manter fechados os provadores e não permitir a prova de cosméticos, como batons, perfumes, pós, sombras etc.
Além disso, por meio do Decreto 9212/2020, foi criada a Central de Fiscalização, de natureza temporária, justamente para intensificar as ações fiscalizatórias em estabelecimentos e coibir as atividades e posturas incompatíveis com as ações de combate à epidemia causada pelo coronavírus em Novo Hamburgo. Enfim, a prefeita de Novo Hamburgo avalia que a abertura do comércio, com forte austeridade, como é o caso, não prejudica a fiscalização do cumprimento das restrições estaduais.
Artigo, Carlos Augusto Fernandes dos Santos - Bendita loucura
- O autor é general reformado e mora em Porto Alegre.
“Grandes mudanças ocorrem com guerras, revoluções e pandemias”
Essa frase com que inicio o artigo, foi proferida pelo Historiador e Professor LEANDRO KARNAL, durante entrevista apresentada pelo Canal de Televisão CNN Brasil, na noite do dia 18 de abril.
Ontem, mais uma vez , fomos brindados e surpreendidos com a repercussão da entrevista ( denúncia) do ex-deputado ROBERTO JEFFERSON, presidente do PTB, no You Tube, mostrando aos brasileiros as entranhas de uma suposta conspiração. O destino ou os insondáveis caminhos do acaso o colocaram novamente no centro de um “furacão político” , como já ocorrera alguns anos atrás ( 5 novembro de 2012 ) , ao pronunciar uma frase histórica que desencadeou, para sorte do Brasil, o afastamento e a prisão do Comunista e Revolucionário JOSÉ DIRCEU:
“ Vossa Excelência desperta em mim os instintos mais primitivos”.
Atrevo-me a relembrar aos senhores parlamentares e juízes das diversas instâncias o que desejam os brasileiros honrados que elegeram BOLSONARO, dentro dos estritos caminhos da Legalidade DEMOCRÁTICA ; que respeitem a vontade soberana do povo brasileiro manifestada no pleito de outubro de 2018.
Chega de arranjos e de conchavos políticos; de aposentadorias precoces e de mordomias inaceitáveis, como planos de saúde vitalícios, que agridem o bom senso; um escárnio. A nação exige que recursos escassos sejam aplicados em projetos com finalidades mais nobres. É preciso acabar também e já, com privilégios e a farra de gastos excessivos com dezenas de assessores e em viagens semanais custosas de parlamentares para suas bases eleitorais ; com os super salários de milhares de indivíduos que preenchem setores cobiçados do Legislativo e do Judiciário. “Esqueletos Imorais ” guardados nos armários do tempo.
As concentrações que vêm ocorrendo em todo o país mostram que a população honrada está cansada e já percebeu a ORQUESTRAÇÃO PLANEJADA que tem por objetivo desestabilizar e limitar a autonomia do GOVERNO e, logo a seguir, montar, “dentro de normas democráticas arranjadas (???) ” o IMPEDIMENTO do Presidente. Um Governo que prometeu e quer acabar com as mencionadas mazelas da repartição do butim e do asqueroso “toma-lá-dá-cá” precisa ser apoiado, inclusive, pelos governadores estaduais.
Como soldado reformado que viveu, ainda nos cueiros da profissão, os angustiantes dias de 1961 , na badalada Campanha da Legalidade, liderada pelo impulsivo e carbonário Leonel Brizola e que, três anos mais tarde viu, bem de perto , a “saída voluntária” do ex-presidente JOÃO GOULART exilado no Uruguai, não vejo com bom olhos e preocupo-me com a participação de militares da ativa em manifestações de natureza política. Isso ocorria,com frequência, antes de 1964. A disciplina e a hierarquia são pilares intocáveis das Forças Armadas. Os mais velhos já viram esse filme e não desejam revivê-lo. Quartéis e áreas militares não são lugares de Política Partidária e as Forças Armadas são Instituições de Estado e não de governos provisórios.
Tenho absoluta certeza que nossos Comandantes estão atentos e conscientes do momento histórico que vivemos . Sabem que só haverá saída dentro dos estritos caminhos democráticos. Em contrapartida esperam, como os brasileiros, que os parlamentares e magistrados entendam que não é prudente insistir em LIMITAR os poderes de um presidente eleito democraticamente por 58 milhões de votos. Não é isso que a maioria do povo quer.
Se o presidente procura , desde o início do seu mandato, combater e acabar com as históricas relações de promiscuidade e roubalheira com o dinheiro público deveria receber total apoio de todos os setores igualmente responsáveis pela estabilidade institucional.
Além disso , deve-se ressaltar: que indivíduo normal suportaria ataques insidiosos como os que vem sofrendo BOLSONARO ,agredido e desrespeitado ,diariamente, e taxado de destemperado, psicopata, destrambelhado e LOUCO, por setores da imprensa e por desafetos políticos ? Embora não sendo o Presidente dos sonhos de todos os compatriotas, merece respeito pois vem procurando realizar o que prometeu em sua surpreendente campanha eleitoral.
Convém meditar sobre o que afirmou o professor KARNAL. Ainda não estamos em GUERRA ; devemos aproveitar o curto período de REVOLUÇÃO dos Costumes Políticos propostos por BOLSONARO desde o início de seu governo, para acabar de vez com práticas políticas odiosas de enriquecimento ilícito financiadas por empresários corruptos. Aproveitemos a PANDEMIA do Corona Vírus , como afirmou o brilhante historiador, tempo de mudança, para dar início , agora , a uma radical modificação nas relações de negócios entre empresários e os diversos entes federativos.
Estamos vivendo uma PANDEMIA com “cheiro de pólvora”, OPORTUNIDADE para mudanças benéficas de hábitos e costumes políticos. Os brasileiros de bem e os patriotas devem agradecer a DEUS de mãos postadas e contritos em oração:
“ Bendita , oportuna e virtuosa Loucura”.
General Reformado Carlos Augusto Fernandes dos Santos- Porto Alegre/RS-20/04/2020
“Grandes mudanças ocorrem com guerras, revoluções e pandemias”
Essa frase com que inicio o artigo, foi proferida pelo Historiador e Professor LEANDRO KARNAL, durante entrevista apresentada pelo Canal de Televisão CNN Brasil, na noite do dia 18 de abril.
Ontem, mais uma vez , fomos brindados e surpreendidos com a repercussão da entrevista ( denúncia) do ex-deputado ROBERTO JEFFERSON, presidente do PTB, no You Tube, mostrando aos brasileiros as entranhas de uma suposta conspiração. O destino ou os insondáveis caminhos do acaso o colocaram novamente no centro de um “furacão político” , como já ocorrera alguns anos atrás ( 5 novembro de 2012 ) , ao pronunciar uma frase histórica que desencadeou, para sorte do Brasil, o afastamento e a prisão do Comunista e Revolucionário JOSÉ DIRCEU:
“ Vossa Excelência desperta em mim os instintos mais primitivos”.
Atrevo-me a relembrar aos senhores parlamentares e juízes das diversas instâncias o que desejam os brasileiros honrados que elegeram BOLSONARO, dentro dos estritos caminhos da Legalidade DEMOCRÁTICA ; que respeitem a vontade soberana do povo brasileiro manifestada no pleito de outubro de 2018.
Chega de arranjos e de conchavos políticos; de aposentadorias precoces e de mordomias inaceitáveis, como planos de saúde vitalícios, que agridem o bom senso; um escárnio. A nação exige que recursos escassos sejam aplicados em projetos com finalidades mais nobres. É preciso acabar também e já, com privilégios e a farra de gastos excessivos com dezenas de assessores e em viagens semanais custosas de parlamentares para suas bases eleitorais ; com os super salários de milhares de indivíduos que preenchem setores cobiçados do Legislativo e do Judiciário. “Esqueletos Imorais ” guardados nos armários do tempo.
As concentrações que vêm ocorrendo em todo o país mostram que a população honrada está cansada e já percebeu a ORQUESTRAÇÃO PLANEJADA que tem por objetivo desestabilizar e limitar a autonomia do GOVERNO e, logo a seguir, montar, “dentro de normas democráticas arranjadas (???) ” o IMPEDIMENTO do Presidente. Um Governo que prometeu e quer acabar com as mencionadas mazelas da repartição do butim e do asqueroso “toma-lá-dá-cá” precisa ser apoiado, inclusive, pelos governadores estaduais.
Como soldado reformado que viveu, ainda nos cueiros da profissão, os angustiantes dias de 1961 , na badalada Campanha da Legalidade, liderada pelo impulsivo e carbonário Leonel Brizola e que, três anos mais tarde viu, bem de perto , a “saída voluntária” do ex-presidente JOÃO GOULART exilado no Uruguai, não vejo com bom olhos e preocupo-me com a participação de militares da ativa em manifestações de natureza política. Isso ocorria,com frequência, antes de 1964. A disciplina e a hierarquia são pilares intocáveis das Forças Armadas. Os mais velhos já viram esse filme e não desejam revivê-lo. Quartéis e áreas militares não são lugares de Política Partidária e as Forças Armadas são Instituições de Estado e não de governos provisórios.
Tenho absoluta certeza que nossos Comandantes estão atentos e conscientes do momento histórico que vivemos . Sabem que só haverá saída dentro dos estritos caminhos democráticos. Em contrapartida esperam, como os brasileiros, que os parlamentares e magistrados entendam que não é prudente insistir em LIMITAR os poderes de um presidente eleito democraticamente por 58 milhões de votos. Não é isso que a maioria do povo quer.
Se o presidente procura , desde o início do seu mandato, combater e acabar com as históricas relações de promiscuidade e roubalheira com o dinheiro público deveria receber total apoio de todos os setores igualmente responsáveis pela estabilidade institucional.
Além disso , deve-se ressaltar: que indivíduo normal suportaria ataques insidiosos como os que vem sofrendo BOLSONARO ,agredido e desrespeitado ,diariamente, e taxado de destemperado, psicopata, destrambelhado e LOUCO, por setores da imprensa e por desafetos políticos ? Embora não sendo o Presidente dos sonhos de todos os compatriotas, merece respeito pois vem procurando realizar o que prometeu em sua surpreendente campanha eleitoral.
Convém meditar sobre o que afirmou o professor KARNAL. Ainda não estamos em GUERRA ; devemos aproveitar o curto período de REVOLUÇÃO dos Costumes Políticos propostos por BOLSONARO desde o início de seu governo, para acabar de vez com práticas políticas odiosas de enriquecimento ilícito financiadas por empresários corruptos. Aproveitemos a PANDEMIA do Corona Vírus , como afirmou o brilhante historiador, tempo de mudança, para dar início , agora , a uma radical modificação nas relações de negócios entre empresários e os diversos entes federativos.
Estamos vivendo uma PANDEMIA com “cheiro de pólvora”, OPORTUNIDADE para mudanças benéficas de hábitos e costumes políticos. Os brasileiros de bem e os patriotas devem agradecer a DEUS de mãos postadas e contritos em oração:
“ Bendita , oportuna e virtuosa Loucura”.
General Reformado Carlos Augusto Fernandes dos Santos- Porto Alegre/RS-20/04/2020
Nota do presidente do Sindha
Respeito profundamente a imprensa e não me movimento sem ouvir nossa Assessoria de Comunicação (Eliana Camejo)e o Armando Burd meu guru politico.
Não me manifestei como franqueado Pizza Hut e sim como Presidente da nossa categoria.
Em todo o regime democrático nunca representaremos 100% das ideias dos associados mas com certeza respondo pelos anseios da grande maioria dos nossos associados.
Na matéria manifesto que o dialogo, a junção das forças vivas da Sociedade Civil precisam priorizar a construção com os Executivos Municipal e Estadual a reabertura das nossas atividades.
Manifesto que a Carreata vai contra o isolamento social e que esta energia deveria estar somada na construção sugerida acima.
Igualmente a 16 anos vivemos a polarização e ela não agrega nenhum valor para retomarmos a economia.
Queremos sim a reabertura dos nossos negócios o quanto antes possível.
Importante trazer que nossos associados estabelecidos em Shopping Centers só querem voltar a operar quando da abertura total e não parcial do comércio.
Os hotéis que não estão fechados tem no máximo 15% de ocupação. E o Custo Fixo como será pago?
Não será uma assinatura num DL que resolverá esta crise.
Precisamos construir este movimento observando todas as variáveis
Anexo vídeo que dividi com a nossa categoria no final do dia de ontem. (Irá num e-mail a parte em função da capacidade).
Estou sempre a disposição do amigo para discutir qualquer assunto que engrandeça a nossa cidade, nosso estado e a nossa economia.
Um forte abraço,
Presidencia@sindha.org.br (Henry S. Chmelnitsky)
+55-51-99442-4114
Não me manifestei como franqueado Pizza Hut e sim como Presidente da nossa categoria.
Em todo o regime democrático nunca representaremos 100% das ideias dos associados mas com certeza respondo pelos anseios da grande maioria dos nossos associados.
Na matéria manifesto que o dialogo, a junção das forças vivas da Sociedade Civil precisam priorizar a construção com os Executivos Municipal e Estadual a reabertura das nossas atividades.
Manifesto que a Carreata vai contra o isolamento social e que esta energia deveria estar somada na construção sugerida acima.
Igualmente a 16 anos vivemos a polarização e ela não agrega nenhum valor para retomarmos a economia.
Queremos sim a reabertura dos nossos negócios o quanto antes possível.
Importante trazer que nossos associados estabelecidos em Shopping Centers só querem voltar a operar quando da abertura total e não parcial do comércio.
Os hotéis que não estão fechados tem no máximo 15% de ocupação. E o Custo Fixo como será pago?
Não será uma assinatura num DL que resolverá esta crise.
Precisamos construir este movimento observando todas as variáveis
Anexo vídeo que dividi com a nossa categoria no final do dia de ontem. (Irá num e-mail a parte em função da capacidade).
Estou sempre a disposição do amigo para discutir qualquer assunto que engrandeça a nossa cidade, nosso estado e a nossa economia.
Um forte abraço,
Presidencia@sindha.org.br (Henry S. Chmelnitsky)
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