CCJ da Assembleia do RS aprovou decreto legislativo que barra auxílio-saúde para MPE e Judiciário

 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (18/05), por unanimidade, os projetos de decreto legislativo (PDLs) que buscam barrar o pagamento do auxílio-saúde para Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública. Com a aprovação na CCJ, as matérias podem ser apreciadas em plenário nas próximas semanas.


Em março, 25 parlamentares de nove bancadas solicitaram a criação de projetos para sustar as resoluções que autorizam o pagamento do benefício. O movimento de coleta de assinaturas para o protocolo foi liderado pela Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios, que tem a presidência do deputado Fábio Ostermann (NOVO). 


Conforme Ostermann, não há lei no Rio Grande do Sul para regulamentar o auxílio-saúde que, na prática, vai incrementar o salário de membros e servidores do MP, Judiciário e Defensoria. “A instituição de um programa de assistência à saúde somente pode ser efetivada com a criação de uma lei. Este é mais um privilégio que vai doer muito no bolso dos gaúchos, pois se trata de um aumento disfarçado justamente para servidores que já estão no topo da remuneração no serviço público, incluindo juízes, desembargadores, procuradores e defensores”, explicou. 


Na sessão desta terça, a Comissão de Constituição e Justiça ainda aprovou os projetos de decreto legislativo ingressados pelos oito deputados do PT para também barrar o mesmo pagamento do auxílio-saúde. Todos os pareceres favoráveis foram assinados pelo deputado Sérgio Turra (PP). 


“Passa da hora de derrotarmos privilégios como esses, que corroem as finanças e a credibilidade das instituições públicas no nosso estado”, complementou o deputado Fábio Ostermann. 


IMPACTO MULTIMILIONÁRIO


A Bancada do NOVO na Assembleia realizou uma estimativa de impacto do auxílio-saúde para os cofres públicos e o resultado é milionário. Num cenário em que todos os membros e servidores do MP, Judiciário e Defensoria façam uso do valor máximo do benefício, o impacto anual pode passar de R$ 500 milhões.

Caminhos tortuosos da advocacia

A maior crise financeira da (pequena e média) advocacia gaúcha está em seu auge. Ela teve quatro principais vetores:

1) A lentidão sistêmica da prestação jurisdicional;

2) A incontrolável pandemia;

3) A ineficiência do sistema de processo eletrônico;

4) A invasão de hackers que congelou a prestação jurisprudencial, parando os fóruns e o tribunal.

 O caos começou há 20 meses. Eis a cronologia da lentidão cumulativa:

a) Greve dos serventuários, de 24 de setembro a 18 de novembro de 2019;

b) Recesso, de 20 de dezembro de 2019 a 20 de janeiro de 2020;

c) Expediente marcha-lenta e folguedos momescos em fevereiro de 2020;

d) Retomada da normalidade (?), em 2 de março de 2020;

e) Início da pandemia em 16 de março de 2020.

Mais a constante e significativa interferência das tartarugas forenses. Somando alhos com bugalhos, uma terrível conjunção.


Artigo, deputado Zucco - A verdade faz bem à educação

- O autor é o Tenente-Coronel Zucco, Deputado Estadual

 O ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi homenageado pela Assembleia Legislativa pelo apoio à nossa lei que instituiu no RS as escolas cívico-militares. Em toda agenda que cumpriu em Porto Alegre se mostrou um homem afável, conhecedor do assunto, educado e de diálogo. Em suas manifestações arrolou dados impressionantes e pouco conhecidos sobre a realidade educacional do país.

            Disse que encontrou no ministério 4.500 obras paralisadas, algumas há mais de 10 anos. Revelou ainda que enviou ao TCU uma relação de 380 municípios em que prefeitos não prestaram informações sobre a aplicação de recursos públicos ou cometeram desvios de finalidade. 

O ministro relatou, ainda, que o MEC administra 50 hospitais universitários - dos quais 40 atendem “100% SUS” – num total de 67 mil funcionários. O ministério abriga também 69 universidades federais com 281 campi, além de 38 institutos federais que somam 669 campi.

            Os dados deveriam servir de subsídio para quem critica irresponsavelmente o corte de recursos que atinge toda a Esplanada dos Ministérios. Com a economia estagnada pela pandemia, a única fonte de receita do Governo Federal – a arrecadação de impostos – sofreu uma queda drástica. Sobre os cortes, o ministro conversou com o Presidente Bolsonaro:

            - Ele abriu os números do governo e disse: a prioridade hoje é botar comida na mesa de quem mais precisa. Os demais projetos serão adiados e parte dos recursos será contingenciada – explicou o Presidente.

            MIlton Ribeiro enfatizou seu compromisso com a alfabetização que comparou aos pilares de uma construção. Garantiu mudanças profundas nos livros didáticos, instrumento fundamental na educação básica. Assegurou que os pais não serão mais surpreendidos com conteúdos inadequados para crianças de seis a 10 anos, como a discussão sobre gênero.

            O titular do MEC reafirmou a valorização do ensino técnico profissionalizante. Contou que perguntou ao embaixador da Alemanha sobre o segredo do país, depois de ser dizimado em 1945 pela guerra, hoje ser líder na Europa:

            - Ele disse que houve investimento maciço “nas mãos”, ou seja, no ensino técnico que resulta em mão de obra de qualidade, fundamental em todos os segmentos produtivos, além de garantir bons salários aos trabalhadores – revelou.

            A visita do ministro comprovou que na educação, como em tudo na vida, a verdade é muito mais importante que as versões, através de omissões, distorções e disseminação de fake news.


Entrevista - O Brasil é o segundo maior mercado estético do mundo, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

Se o universo feminino não esconde que faz de tudo para retardar os efeitos do tempo e que tudo é permitido para a beleza eterna, as mulheres recorrem aos cremes, tratamentos estéticos até as correções cirúrgicas. Já os homens, até pouco tempo eram mais discretos. Mas isto também está deixando de ser um tabu e passou a ser assunto corriqueiro na roda de amigos onde muitos já estão recorrendo à harmonização facial e ao botox para aliviar os efeitos do tempo. 

 

Dr. Djalma Sayão Lobato Filho, especialista em saúde estética. 

 

1. O que é toxina botulínica? 

- É uma proteína obtida de uma bactéria que, quando purificada, é usada para paralisar a condução nervosa dos músculos. 

 

2. Quais são as indicações da aplicação? 

- A toxina tem sido utilizada para tratar estrabismo, bruxismo dental, enxaqueca e uma grande variedade de condições associadas com hiperatividade muscular, hipersecreções glandulares e dor desde os anos 70. A partir dos anos 80 começou a ser utilizada com muito sucesso para diminuir o aspecto facial cansado ao corrigir o funcionamento de grupos de músculos responsáveis por marcas como rugas de expressão e que dão um aspecto envelhecido à pessoa. 


3. O efeito é imediato? Qual o tempo de duração? 

- Praticamente imediato, pois ocorre o efeito máximo no 15º dia. Se bem aplicada, a toxina pode durar até 6 meses, onde pode ser necessária nova aplicação de acordo com cada paciente. Fatores como exercício físico acentuado, costume caricato (franzir testa, nariz, boca) e o uso de anti-inflamatórios pode diminuir o tempo de duração.


4. A partir de qual idade posso aplicar a toxina botulínica? 

- A partir dos 21 anos já pode ser utilizada para prevenção de rugas de expressão, a ser avaliada por especialista.


5. Que tipo de profissional devo procurar para realizar o procedimento? 

- Atualmente estão habilitados a fazer esse procedimento os médicos dermatologistas e cirurgiões plásticos, farmacêuticos, biomédicos e dentistas, desde que possuam especialização em saúde estética. 

 

6. De acordo com o Google, nunca se buscou tanto por intervenções estéticas faciais. Qual a faixa etária e o gênero que está mais buscando esse procedimento? 

- Na prática diária clínica observamos maioria do sexo feminino na faixa dos 40 anos, porém vemos crescer o número de homens na faixa dos 50 anos que também nos procuram na intenção de desfazer a expressão "cansada" que seus rostos aparentam, representando hoje quase 30% do nosso dia-a-dia.

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Leia o discurso do presidente

 Agradeço a Deus pela minha vida, e a Ele também, e pelas mãos da grande maioria de vocês que me colocou na presidência da República. Hoje mais uma vez vocês vêem às ruas para mostrar para uns poucos que vocês sabem o potencial do seu país e onde ele pode chegar, bem como o que pode ser feito. Confesso que as eleições estavam incertas, mas aconteceram. Quis o destino que nós chegássemos aqui. E nós por décadas quase que nos acostumamos, o momento que o político assume seu cargo, ele muda completamente o seu discurso e suas ações. Eu conheço essa esquerda desde 1970. Muitos de vocês sequer eram nascidos ainda. Cheguei no Congresso em 1991. Muitos também não eram nascidos aqui ainda. Enfrentei por 28 anos uma verdadeira guerra ideológica, que poucos davam valor àquilo. Mas nosso compromisso era acima de tudo um bem mais sagrado que nossa própria vida, que é a nossa liberdade.  Tudo do que me acusavam, nós provamos ser exatamente o contrário. Assumimos o governo e pegamos um Brasil praticamente destroçado, ética, moral e economicamente. Não foi fácil formar um ministério. Tivemos que enfrentar pressões naturais, mas vencemos barreiras, escalamos um time e a grande maioria desse time vem dando conta do recado. Mas o maior patrimônio, com todo respeito a todos os ministros, nosso maior patrimônio é a fé , é a crença no seu país. Eu respeito a família. Nós queremos que nossos filhos sejam melhores que nós. Mas estávamos na contramão disso. Buscamos um ponto de inflexão, quebrar paradigmas, aguentar pancada 24 h por dia, não foi, não está sendo e sei que não será fácil. Mas, o que esses caras não entendem é que eu sou ‘imbrochável’. A minha vontade de vencer juntamente com vocês é maior do que o universo. Tenha certeza, fé em Deus, e respeito a vocês, que quando deixar a presidência, deixaremos um Brasil bem melhor do que aquele que recebi em janeiro de 2019. Temos muitos desafios. Essa pandemia realmente não foi fácil. Mas, nós conseguimos manter o nível de empregos formais. Já os informais, quase 40 milhões, quem destruiu foram alguns governadores e prefeitos. Com sua política sem qualquer comprovação científica. Do “fique em casa, a economia a gente vê depois”. E o Brasil se manteve em pé em grande parte graças ao homem do campo, que não parou. Graças aos caminhoneiros que não deixaram de transportar os nosso bens para os 4 cantos do Brasil, bem como para os portos. Porque o nosso agro, além de alimentar 200 milhões de brasileiros, alimenta mais de 1 bilhão de seres pelo mundo todo. O nosso agro irá muito mais longe. Por parte do governo ele encontrou um ambiente saudável. Como por exemplo a brilhante e pequena grande mulher Tereza Cristina, ministra da Agricultura. Como Ricardo Salles, tão criticado. Mas eu tenho dito a meus ministros. Quer perder o emprego? Seja elogiado pela Globo ou pela Folha.  Como Tarcísio que está aqui, na iminência de ser adotado pelo Estado de São Paulo. Vai mesmo? O Tarcísio tem um potencial enorme, com pouco recurso tem feito muito, mas muito mais que gestores anteriores no Ministério da Infraestrutura, ou de Transporte, o antigo nome. Temos uma gama de ministros. Uma grata surpresa o Gilson, ministro do Turismo. Que roda o mundo todo vendendo a nossa imagem e as nossas riquezas naturais para que muitos venham para cá. Temos também um filho da terra aqui, o policial federal Anderson, ministro da Justiça, uma grata surpresa também para o novo ministério que ele assumiu há pouco. Meus amigos, nosso compromisso, sei que muitos de vocês querem o imediatismo, a solução rápida para tudo. Pode ter certeza. Hoje meus 22 ministros estão perfeitamente alinhados com o propósito maior de servir a sua pátria, e de preservar a nossa liberdade com sacrifício até da própria vida se necessário for. Pode ter certeza, aquelas ameaças de sempre, da esquerda, vão aos poucos deixando de existir.


[Gritos de “Eu autorizo!”]


Tudo a seu tempo. O maior poder do Brasil não é o Legislativo, não é o Judiciário, nem o Executivo. O maior poder são vocês. Não pensem que nós não nos indignamos, não nos preparamos para mudar o quadro que aos poucos avançava sobre nossos direitos e garantias fundamentais. O momento está maduro, não desafiamos ninguém. Não queremos o confronto com ninguém. Mas não ousem confrontar ou roubar a liberdade do nosso povo. Vocês têm todo o direito de ir e vir, o direito à crença, o direito de trabalhar. E sem qualquer critério, esses direitos foram suprimidos de vocês por algum tempo. Acabou esse tempo. Isso não voltará a acontecer. Afinal de contas, esse dispositivo constitucional é missão, é o dever de todos nós respeitarmos.


Não quero pensar, se tivesse o 2º lugar nas eleições de 2018 no meu lugar. Onde estaria o Brasil nesse momento. Olha o que acontece na América do Sul. Lá atrás, quando o bandido de 9 dedos fez campanha para Chávez e Maduro na Venezuela. Olha como está, aqui mais ao sul, a nossa querida Argentina. De um povo hospitaleiro e amigo, para onde está indo quando se vota de maneira irresponsável. Nós queremos a liberdade de todos, dentro e fora do Brasil.


No próximo domingo, vou participar no Rio de Janeiro de um passeio de motocicleta. Contra a orientação de quase 100% dos que estão do meu lado. Mas nós temos que nos arriscar. Nós temos que mostrar nossa cara ao povo. Nós temos que saber o que o povo pensa. E só poderemos saber disso se andarmos ao lado dele. No mesmo domingo, após esse passeio de moto, embarco para o Equador. Um país que deu uma guinada à direita. Um presidente eleito democraticamente, que tem princípios e valores muito parecidos com os nossos do Brasil. Então vamos lá prestigiar o povo equatoriano, que nas urnas de forma legal, elegeu seu presidente. E o que nós queremos em 2022, deputada Bia Kicis? Nós queremos eleições em 22 onde o voto possa ser auditável. Se alguém prepara a terra e planta, é porque quer colher alguma coisa lá na frente. Se tiraram da cadeia o maior canalha da história do Brasil, se pra esse canalha foi dado o direito de concorrer, o que me parece é que se não tivermos o voto auditável, esse canalha pela fraude, ganha as eleições do ano que vem.  Nós não podemos admitir um sistema eleitoral que é passível de fraude. E eu tenho dito, se o nosso Congresso Nacional aprovar a PEC do voto auditável da Bia Kicis, e ela for promulgada, nós teremos voto impresso em 22. Porque a vontade do Congresso, a sua legitimidade, tem que ser respeitada por todos nós.


Meus amigos de Brasília e do Brasil aqui presentes. Uma coisa me conforta, de estar na presidência. Apesar de longos dias de inquietação. É ter o carinho de vocês. É ter o respeito da população brasileira. É ter o reconhecimento que não estamos fazendo nada que não seja do interesse de todos vocês. Nós queremos apenas isso. Sei, e vocês estão sabendo aos poucos, que fazer a coisa certa é mais difícil. Mas o reconhecimento não tem preço. O que eu me sinto aqui, na frente de vocês, é como aquele jogador que faz um gol por ocasião da decisão de um título. Se bem que, o craque nessa história não sou eu. O craque são vocês. Vocês apenas me botaram aqui. Para  fazer cumprir, respeitar nossas leis, jogar dentro das 4 linhas da Constituição. Daqui para frente ninguém mais ouse jogar dentro das 4 linhas da Constituição. Não podemos assistir passivamente tantos desmandos, tantas arbitrariedades, que vocês bem viram ao longo do último ano. Parece que tínhamos que passar por isso para dar valor àquilo que eu comecei em meu pronunciamento. Dar valor à nossa liberdade. E a vida, não é mais importante que a liberdade. Que o homem ou a mulher presos não têm vida. Repetindo. Olhemos ao entorno do Brasil. Veja o que acontece.


Sabemos as dificuldades que temos hoje em dia. Sabemos da inflação, do preço do combustível. Não negamos isso. Buscamos soluções. E esse momento difícil vai passar. Tenho certeza disso. Nós pela nossa pátria, faremos qualquer coisa. Não podemos admitir ameaçar a nossa liberdade, ou continuar o centro do poder agindo sem qualquer responsabilidade como agia num passado não muito distante. Meus amigos de Brasília e do Brasil, eu só tenho a agradecer a todos vocês. Agradecer a Deus mais uma vez pela minha segunda vida. E também a missão de comandar esse país. Vocês me confortam. Vocês me dão forças. Vocês são o oxigênio para mudarmos o Brasil. O que eu faço, eu gostaria que governadores também o fizessem. Você falou a palavra “súcia”. Alguém sabe o significado de “súcia”? É uma reunião de vagabundos. Mas é a turminha dele. Não vamos dar palanques para esse indivíduo. Todo mundo já conhece quem é esse cara e qual seu papel. O papel nada dignificante para com nosso país. Meus amigos, senhores e senhoras, muito obrigado mais uma vez a oportunidade. Parabéns aos homens do campo, que nos alimentam, aos caminhoneiros, aos profissionais de saúde. Lamentamos as mortes por covid, bem como as demais mortes no Brasil. Mas devemos enfrentar o problema. Não é ficando debaixo da cama ou em casa que vamos solucionar esse problema. A vida continua. Já se fala em 3ª onda, se vier a 3ª onda teremos a 4ª, a 5ª, infinitas ondas. Logicamente que torcemos contra isso, mas devemos enfrentar. Afinal, tem uma passagem bíblica que diz: “Se você for frouxo na hora da angústia, tua força é pequena”. E o povo brasileiro é um povo forte. Enfrenta, luta, vence. E toca o seu país para frente. Os tempos mudaram Vocês mudaram o Brasil.


Eu apenas estou na entoada, no caminho que vocês apontaram para mim. Não tem preço ouví-los, senti-los, se as autoridades todas tivessem consciência disso, o Brasil mudaria rapidamente. Vocês estão reescrevendo a História do Brasil. Em vocês, nós confiamos. Em vocês, o Brasil deposita o seu futuro. Amigos aqui presentes, muito obrigado a todos. Podem ter certeza. Não é vocês que estão comigo. Sou eu quem está com vocês. Pra onde vocês apontarem, nós seguiremos. Esse é um governo democrata. Esse é um governo que respeita o seu povo e que ama a liberdade acima de tudo. Muito obrigado a todos vocês. Brasil acima de tudo! Muito obrigado”.

Artigo, Fábio Jacques - Jacaré não entra no céu

A santa inquisição canalheira vai acabar provando que a afirmação científica “jacaré não entra no céu porque tem a boca grande” é verdadeira.

A recente história do Brasil tem sobejos exemplos de gigantismo bucal de algumas pessoas, sendo o mais recente o bocagrandismo do Fabio Wajngarten.

Voltando rapidamente aos anos 1970 vemos a triste história de Wilson Simonal. Acuado por uma série de desmandos, Simonal disse, ou disseram que ele disse, que ele era informante dos militares e que já havia entregado o nome de vários colegas considerados subversivos. Ainda que tenha passado o resto da vida tentando provar que nunca havia sido informante, Simonal, por sua boca gigantesca, caiu em desgraça e, do pedestal mais alto em que reinava no showbusiness nacional, foi lançado no ostracismo do qual nunca mais se recuperou. Como cantor e showman Simonal até hoje foi insuperável. A boca grande o fulminou.

Um ano atrás, outro dono de uma boca megatérica, Sérgio Moro, crente que estava abafando porque seus falsos aduladores, loucos para lhe cortarem a cabeça, lhe diziam que ele era muito mais popular que o Bolsonaro, acreditou na falácia e a saiu do governo atirando contra aquele que nele confiara. De juiz de renome internacional, acabou blogueiro da desprezível revista Crusoé, onde eventualmente escreve textos que ninguém lê e que não provocam a menor repercussão, tornando-se um ser desprezado tanto por aqueles que um dia o aclamavam como herói quanto por aqueles que sempre quiseram ver a sua caveira. Hoje se presta ao papel de reverenciar aqueles que ele próprio condenou quando ainda lhe restava um pouco de bom senso e não demonstrava publicamente sua gigantesca abertura bucal.

E agora temos a deplorável figura do Fabio Wajngarten, que ninguém consegue imaginar o porquê de ter querido aparecer como um herói da vacina da Pfizer, cantar aos quatro ventos que teria liderado contra a incompetência do ministério da saúde, a negociação da compra dos imunizantes, e dar entrevista para uma ainda existente revista, a Veja que, ao que tudo indica, brevemente se tornará “Viram”.

Wajngarten mereceu ouvir do presidente da CPI Omar Aziz, a frase: “O senhor só está aqui por causa da entrevista [a VEJA].  Se não fosse isso, ninguém lembraria que você existia, não tem outra razão para estar aqui”. Deplorável.

Wajngarten sofreu ameaça de prisão com a qual eu concordo, não pelas besteiras e inconsistências de seu confuso depoimento, mas por sua crocodiliana boca. Faltou a presença na CPI do saudoso Chico Anysio para, travestido de Nazareno, gritar para o meu infeliz xará, “Calaaaaaaada”.

Pessoas há que só abrem a boca para dizer besteiras que acabam se voltando, qual bumerangue, contra elas próprias. Lastimável.

Já que fui obrigado a criar alguns neologismos para tornar mais compreensível o texto, e como já sei que serei criticado por um assíduo comentarista esquerdopata, vou agraciá-lo com mais uma sentença latina tanto a seu gosto:

“Quem vult deus perdere dementat prius” — “Deus primeiro enlouquece aquele a quem quer destruir”

E, finalmente, comentando a frase do Bolsonaro, tão exaltada na CPI de que, se você se transformar em um jacaré o problema será seu, considerada pelo caudilho alagoano como tendo sido decisiva para o genocídio das 425 mil vidas brasileiras, gostaria de acrescentar que, além de ser problema seu, será decisiva na hora de prestar contas ao Criador. Não esqueçam: boca grande não entra no céu.



Fabio Freitas Jacques. Engenheiro e consultor empresarial.


Gaúcha Getnet (Santander) compra a catarinense Eyemobile

 A Getnet, empresa de tecnologia de pagamentos do Grupo Santander, fechou um acordo de investimento para aquisição da Eyemobile, sediada em Florianópolis (SC) e focada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para pequenos e médios negócios. Com a operação, a Getnet visa fortalecer sua oferta para o segmento, reforçando sua expertise tecnológica em interfaces e aplicativos de gestão de venda e pagamentos móveis.

A Eyemobile tornou-se referência em tecnologias de gestão para empreendedores que iniciam suas vendas pela internet. A empresa disponibiliza aplicações integradas aos sistemas operacionais como Android, iOS e navegadores em máquinas de pagamento com conexão à internet. “A aquisição fortalece a atuação da Getnet na oferta de serviços para PMEs com soluções integradas (one stop shop), que exploram todas as necessidades dos clientes, do grande ao pequeno”, afirma Pedro Coutinho, CEO da Getnet. 

Em uma única aplicação é possível integrar a frente de caixa (PDV), que permite ao cliente escolher o produto cadastrado e pagar com débito, crédito ou transação digital; as comandas eletrônicas das vendas e a gestão integrada. Tudo para auxiliar os empreendedores nas atividades diárias com soluções completas que integram tecnologia, sistemas PDV, ERP, notas fiscais, além de relatórios de vendas. “Empreender exige conexão com tecnologia, aplicativos, gestão das vendas físicas e digitais. Hoje, é preciso investir nos dois cenários para atender diversos púbicos”, explica Coutinho.

A aquisição é a segunda iniciada pela Getnet no semestre: recentemente, a companhia assumiu o controle da Minestore, que disponibiliza soluções para que os clientes ofertem produtos e serviços em lojas virtuais. Os investimentos da companhia acompanham um resultado crescente nos últimos anos. No encerramento do primeiro trimestre, a Getnet alcançou a marca de 25% de market share no e-commerce e mais de 15% de participação no mercado de adquirência no Brasil.

A efetivação da aquisição estará sujeita à celebração dos instrumentos definitivos e à implementação de determinadas condições usuais nesse tipo de transação, incluindo as aprovações regulatórias aplicáveis.

Sobre a Getnet

A Getnet é uma empresa de tecnologia do grupo Santander que oferece um portfólio completo de produtos e serviços de meios de pagamentos, com tecnologia de ponta que permite a integração com todos os meios de captura. Com o conceito de multicanalidade, a empresa entrega soluções digitais e físicas, de acordo com a necessidade de cada cliente, seja ele pequeno, médio ou um grande empreendedor e para todos os ramos de atividades. A qualidade da entrega da Getnet é medida com foco na experiência, satisfação e engajamento dos seus clientes certificada pelo selo RA1000, do Reclame Aqui. Além disso, a empresa possui as principais certificações do mercado que garantem segurança e otimização de processos, como os Selos ISO 9001, 27001 e 10002, Visa Pin 2.0, PCI entre outros. A Getnet trabalha para fazer com que o empreendedor brasileiro tenha cada vez mais sucesso e aumente suas vendas. A companhia está entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil e no mundo, segundo o ranking Great Place to Work.