A pressão política para revogar o decreto das armas deve ocorrer para cima do Senado

 











Eu já vou falar com vocês sobre o intragável decreto de armas baixado pelo governo lulopetista com toda pompa e circunstância, com ênfase para o discurso típico de agentes provocadores, no caso do ministro da Justiça Flávio Dino.

É pura revanche.

Mas era o que se esperava.

Não é a única revanche.

Eu conversei neste domingo com o deputado Tenente-Coronel Zucco, presidente da CPI do MST, e também com Wagner Galardão, do Proarmas, tudo no âmbito do programa semanal que Zucco disponibiliza domingos à noite, objetivando fazer um balanço da semana.

A pauta foi quase toda dedicada a dois intragáveis e abomináveis decretos revanchistas do governo lulopetista:

- O desmonte das escolas cívico-militares com patrocínio federal.
- O desmonte do Estatuto do Desarmamente, que é lei federal e foi uma conquista do povo brasileiro, tudo no âmbito de uma memorável vitória em plebiscito.

O que eu alertei ao deputado Tenente-Coronel Zucco, embora esta, é verdade, nem é a questão principal, mas chama a atenção:

Em ambos os casos - escolas cívico-militares e decreto das armas - o governo lulopetista fez uma provocação barata ao Exército, porque jogou-o na lata do lixo, sem meios termos: botou os militares para fora das escolas civico-militares federais e também botou os militares para fora do controle do armamento em poder dos civis.

Isto não é acaso nenhum.

Desde que este governo lulopetista assumiu, ele vem dando provas em cima de provas de profundo desprfezo e desapreço pelo Exército, pela Marinha e pela Aeronáutica. 

Eu gostaria que vocês fossem ler o que o ministro da Justiça, Flávio Dino, cujo pai foi cassado e preso no Maranhão, na revista Veja que analisa o 8 de janeiro, a respeito do que ele pensa do Exército. Está tudo ali.

Essa gente acha que tem força política acumulada que lhes permite hostilizar deste modo os militares.

Vamos ver.

A história contemporânea mostra que civis emponderados raras vezes conseguem vitória no enfrentamento com os militares. Isto aconteceu poucas vezes: 1930, 1961 e olhe lá... Ninguém esquece 46, 54, 64, só para ficar em casos mais recentes, sem falar na Proclamação da República.

Mas não é este o caso.

O caso é que no programa de ontem a noite do Tenente-Coronel Zucco, ficou claro que de nada adiantará recorrer ao Judiciário, no caso ao STF, ou recorrer ao MPF, porque no âmbito da prestação jurisdicional há uma barreira que opera como suporte judicial do Executivo, duela a quem duela. A alternativa é sem dúvida alguma o Congresso Nacional. 

Na sexta-feira, 50 deputados assinaram um projeto de decreto-legislativo, visando derrubar o decreto do governo lulopetista.

É uma saída ?

Sim, do ponto de vista legal, é, sim, mas o projeto terá que passar pela Câmara e pelo Senado. 

Mais rápido é, sem dúvida, desengavetar o projeto de lei 37623, que se encontra engavetado no Senado desde 2019 e que já passou pela Câmara. Basicamente, ele faz aquilo que o decreto lulopetista fez inconstitucionalmente: muda dispositivos do Estatudo do Desarmamento, mas não só, tudo no sentido que foi objeto do decreto das armas bolsonarista. Este projeto de lei foi proposto exatamente pelo Bolsonaro, mas até agora resultou engavetado no Senado por causa da má vontade do seu presidente, Rodrigo Pacheco.

A ordem é desentocar este projeto de lei e forçar os senadores e votá-lo e promulgá-lo.

Como desentocar o projeto, se não desentocarmos, antes, os senadores que respaldam este verdadeiro estado de exceção em que nos encontramos ?

Por pressão política.

É para isto que nós existimos, milhões de brasileiros que o governo brasileiro tenta reprimir e intimidar,  e foi para isto que a maioria dos eleitores elegeu uma maioria de deputados e senadores de corte ideológico conservador ou liberal, que já demonstraram sua enorme força quando decidiram implementar a CPI do MST, conceder-lhe maioria e emparedar o MST e o governo lulopetisa.

Esta CPI do MST, me disse ontem a noite o deputado Tenente-Coronel Zucco, já conseguiu pelo menos um êxito que a mídia alinhada nem sequer registra: depois que ela começou a funcionar, não houve mais invasão de terra no Brasil.

É pouco ?

É deste tipo de união que precisamos neste momento, no caso do intragável e inaceitável decreto revanchista das armas.

Opinião do editor - Saiba por que o editor não viu o jogo da seleção feminina de futebol

Não separei a camiseta e as 8h de hoje, pontualmente, eu já estava fardado para trabalhar, de olhos pregados no meu computador para não torcer por elas, mas para trabalhar e cumprir minhas obrigações do dia, entre outras coisas visando sustentar minha família e os servidores públicos que foram para a frente da televisão assistir o jogo das mulheres que integram a seleção feminina de futebol.

É um programa que empurram goela abaixo dos brasileiros.

E inútil.

A jornalista Juliana Bublitz, Zero Hora, preferiu grudar o olho na TV, mas ela dispõe de horário mais flexível do que o meu, trabalha muito e produz um interessantíssimo Informe Especial, pelo menos quando não começa a falar de política, que nem de longe é o seu chão. O editor já foi redator do Informe Especial de Zero Hora, mas demitiu o jornal depois de censurado de modo recorrente por discordar dos donos da RBS. Este jamais será o caso de Juliana Bublitz, pelo visto.

Juliana foi goleira nos seus tempos de colégios e confessa que desistiu da carreira depois de levar 12 gols em apenas 20 minutos.

Felipe Camozzato (NOVO) alega de Lei de Licitações veda aquisição de bens de luxo

O Deputado Felipe Camozzato (NOVO) acionou o Ministério Público e o Tribunal de Contas  do Estado pedindo atuação dos órgãos de controle para suspender a licitação de cinco veículos de luxo, modelo Audi A4 S LINE do Tribunal de Justiça. O deputado alega que a compra fere a Lei de Licitações, que veda a compra de itens de luxo.


"Além de ilegal a compra é totalmente imoral. Por qual razão a alta cúpula do judiciário precisa andar com um carro Audi de quase 400 mil reais? Não vemos nenhum outro poder esbanjando esse luxo", disse Camozzato.


A representação pede a suspensão imediata e urgente do pregão e a não realização da compra. Conforme o parlamentar, chama atenção que o edital é direcionado a esse tipo de carro de luxo, exigindo a potencia mínima de 203cv, sem qualquer justificativa adicional por se tratar de item de luxo. Somente veículos como Audi, BMW e outros de elevado valor trazem essa potência. 


Felipe Camozzato sustenta que, a título de exemplo, a Assembleia Legislativa adquiriu, recentemente, um veículo Sedan do tipo representação para uso da Presidência e demais membros. O vencedor da licitação foi um Nissan Sentra, de 154 mil reais, 3 vezes menos que o veículo escolhido pelo Poder Judiciário. Já o Poder Executivo realizou licitação em janeiro de 2022 para 10 veículos também do tipo sedan de representação, para uso do Governador e outras autoridades. Saiu vencedor o Chevrolet Cruze, ao custo de R$ 180 mil reais.

Lula dedo duro

 No seu livro "Assassinato de Reputação", Tuma Júnior, filho do Delegado Romeu Tuma, que prendeu Lula durante o regime militar, denunciou Lula da Silva como dedo duro dos militares.


Nem a Polícia Federal e sequer Rosa Weber sabem direito se Mantovani Filho agrediu ou foi agredido no caso de Roma.

Lula da Silva, disse neste domingo, em ato público no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC), que dedou pessoalmente o empresário Roberto Mantovani Filho, tudo durante conversa que teve com Olaf Sholz, pedindo-lhe que ajude a tirar o emprego que ele possui numa empresa alemã que opera em São Paulo e da qual é representante no Brasil.

Eis como Lula confessou seu dedurismo, segundo o site Poder360:

- Eu entreguei o nome dele para o chanceler alemão [Olaf Scholz] e esse cara foi expulso do partido ontem [22.jul] pelo Kassab.

Trata-se de comportamento abominável, autoritário, inconstitucional e intolerável.



O Internacional, a falta de título e a politicagem

 O Internacional, a falta de título e a politicagem



Por Facundo Cerúleo


Será que a demissão de Mano Menezes reflete mais uma crise no Colorado?

A troca ocorreu só após a 15ª rodada do campeonato. Para alguns, deveria

ter sido depois do chocolate no Grenal do Brasileirão ou mesmo após o

fiasco da desclassificação do Inter pelo América Mineiro na Copa do

Brasil. Mas se, nesses momentos, já havia motivo para demitir o técnico,

por que demorou tanto?


Muito respeito, tchê!

Estamos falando de um clube centenário, com uma história simplesmente

admirável. Mas há quanto tempo o Internacional não ganha título (um

Gauchãozinho sequer)? A menos que vença a Libertadores, tarefa quase

impossível na atual conjuntura, 2023 será mais um ano sem título. Poderá

o temperamental Eduardo Coudet, contratado para substituir Mano, fazer

mágica e salvar a temporada do Inter?


A coisa é complicada...


Crise ou não, cheira a improviso e a gestão temerária. Sabemos qual é o

padrão dos clubes. Vale para Inter, para Grêmio e outros:

profissionalismo dentro de campo; fora dele, gestão amadora. E

muita politicagem! O normal é que se formem grupos para disputar a

direção. E aquele que se elege trabalha para permanecer no pedaço.

Nem sempre, mas às vezes também surgem casos evidentes de corrupção.

Grandes clubes têm orçamentos milionários, o que faz crescer o olho dos

espertos. Mas fiquemos apenas com a incompetência e o oportunismo que

confunde os interesses do grupo com os do clube. Daí é que vem a falta

de um planejamento a médio e longo prazo e decisões tomadas apenas com

vistas a resultados imediatos (que costumam falhar).


A eleição no pátio é bola nas costas...


A coisa se agravou depois que qualquer torcedor, pagando uma pequena

mensalidade, fica apto a votar: grupos políticos fazem promessas e tomam

decisões populistas para conquistar o eleitor, deixando em segundo plano

o interesse do clube. Isso é jogar pra torcida!


Um bom acidente de percurso...


Claro, há exceções. Alguém que faz diferente. Por exemplo, ao menos para

quem vê de fora, a administração de Fernando Carvalho teve a coragem de

não buscar resultados imediatos (topando ficar sem título por um tempo)

e, pensando no clube em vez de jogar pra torcida, planejou o futuro a

médio e longo prazo. No que deu? O Internacional conquistou duas

Libertadores e um título mundial! Isso, que deveria ser mas não é um

padrão, significa administrar com a cabeça, não com o fígado.


Qualquer semelhança não é mera coincidência!


Credo! Esse negócio dos clubes é igualzinho ao que ocorre nas empresas

estatais. Sinal verde para a politicagem, para a esperteza e para o

compadrio. Não tem um dono para cobrar resultado. A coisa é de todos e

não é de ninguém. Acaba caindo no colo do político! Até acontece, mas é

exceção aparecer um bom diretor. Se o gestor faz m... não dá nada! O

prejuízo é socializado com a massa! E é fácil garantir a boquinha e

ajeitar os companheiros de politicagem!


Protagonismo dos moços...


Outro dia, um repórter muito popular disse que não há futebol sem

imprensa. E esta coluna, solidária com os moços da crônica esportiva,

sugere uma pauta que, tudo indica, nunca passou pela cabeça deles:

levantar quantos milhões a atual direção do Internacional já jogou fora

só com indenizações de técnicos demitidos. É jornalismo investigativo,

cabeção! Queremos números! Esta coluna,  um modesto observatório, não vai

roubar o protagonismo dos moços e não vai investigar.


Eu pago pra ver...


É engraçado ver os moços cobrarem "transparência" dos dirigentes: nunca

é analisar decisões, discutir conceitos ou elucidar critérios. O que os

moços querem é uma notícia excitante, que eles vendem como bolachinha

recheada a ser consumida pela gula de um torcedor que é (no dizer deles)

"pura paixão" e que, por isso, consome sem pensar.


Estão vendo o rolo que dá quando se juntam esperteza política, massa que

reage em vez de pensar e imprensa que se alimenta do caos?


É assim nos nossos clubes. É assim na coisa pública. Raios!


 

Não contém vírus.www.avg.com


Primavera antecipada da liberdade

O senador Eduardo Girão, que também já é perseguido pelo STF, deixou claro em Nova Iorque, ontem, que só o Senado do Brasil pode por cobro às sucessivas violações da ordem constitucional, portanto legais, que a cada dia alcançam maior grau de autoritarismo, fraturando de morte a democracia.

E isto não acontece, denunciou o senador do Ceará.

E por que razão ? Porque a maioria dos senadores respalda a omissão ativa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que simplesmente não põe em votação as dezenas de pedidos de impeachments protocolados contra ministros do STF, com ênfase para os ministros Alexandre de Moraes e Luiz Roberto Barroso.

Por que só o Senado ? Porque só o Senado tem a prerrogativa constitucional, o direito legal, de afastar ministros do STF. Bastaria afastar um deles - Moraes ou Barroso por exemploo - para enquadrar os demais e com isto a própria Corte.

Simples assim.

É por isto que os senadores e deputados que elegemos em outubro para nos representar, buscam caminhos extra-parlamentares, mas absolutamente legais, para botar o Senado contra a parede e obrigá-lo a agir.

Isto inclui, segundo o senador Girâo:

- Esta ação na ONU, que se seguirão a outras, como reclamações e denúncias na Corte Interamericana dos Direitos Humanos da OEA, Costa Rica, e até junto ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

- O povo na rua.

Embora jornalistas como Paulo Figueiredo e Gerson Gomes tenham sido impedidos de entrar no gabinete, o fato é que os deputados Van Hattem e os senadores Eduardo Girão, Magno Malta e Carlos Portinho acabaram sendo recebidos pelo embaixador Sérgio França, representante do Brasil na ONU.

Ele recebeu denúncia de 50 laudas contra o ministro Alexandre de Moraes e o STF, tudo por conta das prisões políticas do 8 de janeiro, com ênfase para  o estado de exceção em andamento no Brasil.

O documento, que tem a assinatura de 90 parlamentares brasileiros, será protocolado  na Comissão de DireitosHumanos da ONU,na Suiça, na semana que vem.

Os direitos violados incluem a não individualização da conduta dos presos, o impedimento do acesso dos advogados aos autos do processo, a incompetência do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar o caso e a falta de imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes e outros membros da Corte

A comitiva foi recebida por manifestantes brasileiros e irá ao Congresso dos Estados Unidos.

E o povo na rua ?

O senador Eduardo Girão, que junto com outros parlamentares esteve ontem na ONU e na segunda-feira estará no Congresso em Washington, tudo para denunciar o estado de exceção brasileiro, concitou a população para que saia às ruas no 7 de Setembro. 

Foi em entrevista no programa Oeste sem Filtro.

Não existe mesmo outro modo de conter e vencer o autoritarismo de modo democrático e pacífico, instando o Senado a cumprir o seu dever de casa.

Por meios legais, democráticos e pacíficos, neste momento de democracia fraturada, apenas o Senado pode conter o arbítrio, começando pelo STF, porque também cabe a ele, por iniciativa da Câmara, conter também os destrambelhamentos do Executivo, como já aconteceu com Dilma Roussef.

O garantismo ativista do STF contra as liberdades públicas e a democracia, contamina todo o aparato estatal, de cima para baixo, com a colaboração ativa do aparelho repressor policial federal. A mídia a tudo assiste e colabora.

A população está intimidada diante da repressão e sem liderança visível que possa conduzi-la. É por isto que é necessário, desta vez, que os parlamentares que elegeu para representá-los, assumam de público a responsabilidade pela atividade de convocar e liderar os brasileiros nesta retomada das manifestações de rua.

E dia 7 de setembro, sim, é o dia ideal para que o povo brasileiro volte em massa às ruas e antecipe por alguns dias a Primavera  da Liberdade no Brasil.


Conservadores do PP vencerão as eleições de hoje na Espanha. Eles derrubarão o governo socialista

Os eleitores botarão para fora o primeiro ministro socialista Pedro Sanchez, amigo de Lula. A foto é de Robverto Stuckert.


De acordo com os principais institutos de pesquisa espanhóis, o PP obteria 131 a 151 assentos na Câmara dos Deputados, derrotando amplamente os socialistas que estão no governo.

 Mais de 37 milhões de espanhóis estão aptos para ir as urnas neste domingo, tudo para definir a composição do parlamento do país, composto pela Câmara dos Deputados e o Senado. Por se tratar de uma nação com regime parlamentarista, definirá também quem será o futuro primeiro-ministro

A votação acontece das 9h às 20h, horário local (4h às 15h, no horário de Brasília).

As últimas pesquisas de opinião permitidas pela lei espanhola antes das eleições, na última segunda-feira (17), mostraram o conservador Partido Popular (PP) bem à frente dos governistas socialistas, mas ainda precisando formar uma coalizão pós-eleitoral para governar. O Vox, partido de extrema-direita, está em terceiro lugar e seria a legenda mais forte a ser convidada para integrar o novo gabinete.

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