Taurus

 A Taurus, Empresa Estratégica de Defesa, recebeu  em sua fábrica em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, a visita de militares de 7 Países que estão realizando o curso de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas, do Exército Brasileiro.

A comitiva contou com 20 sargentos estrangeiros, oriundos da Argentina, Equador, Guiana, Estados Unidos, México, Namíbia, Suriname e Uruguai, além de 9 militares brasileiros da Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas (EASA).

A EASA, estabelecimento de ensino do Exército Brasileiro sediado em Cruz Alta (RS), além de ser responsável pelo aperfeiçoamento dos Sargentos das Armas da instituição, garantindo conhecimentos técnico-profissionais que permitem a ascensão dos alunos em suas carreiras, recebe militares de Nações Amigas, que participam de programas de intercâmbios institucionais entre Forças Armadas para a realização de curso de aperfeiçoamento no Brasil. A escola aproveita o convívio com militares estrangeiros para compartilhar, além dos aspectos operacionais da profissão militar, experiências que possam agregar na formação dos militares estrangeiros, como visitas que possibilitem o conhecimento das particularidades do País, entendimento da sociedade, do território e da história do Brasil.

 Durante a visita, os militares conheceram as instalações da unidade fabril da Taurus, que passou nos últimos anos por um importante processo de ampliação e modernização em direção à indústria 4.0, com investimentos de mais de R$ 500 milhões em novos maquinários, equipamentos, sistemas, processos de produção automatizados e desenvolvimento de células robotizadas.

Os visitantes tiveram a oportunidade de verificar os processos de produção, qualidade e logística da companhia, a fábrica MIM - Metal Injection Molding, assim como foram apresentados o projeto de Educação Continuada da Taurus e os planos de investimentos futuros.Também conheceram o portfólio da Taurus, composto por revólveres, pistolas, submetralhadoras, fuzis, carabinas, rifles e espingardas que atendem aos mercados civil, militar e policial no Brasil e no mundo, os projetos de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e novos materiais, além de verificarem os rigorosos processos de qualidade e protocolos de aceitação a que 100% dos produtos são submetidos antes de serem comercializados.

Os integrantes da comitiva puderam conhecer os produtos desenvolvidos com tecnologia própria pela Taurus, entre eles as primeiras armas do mundo que utilizam grafeno na sua composição, os inovadores modelos de pistolas e revólveres com o sistema T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option), que já vêm preparados para receber miras ópticas, assim com as várias versões do fuzil T4, nos calibres 5.56 e .300 BLK, amplamente empregados por diversas instituições policiais, militares e de segurança dos estados brasileiros e em todo o mundo, principalmente pelos países membros da OTAN e pelo Exército das Filipinas, onde se tornou o fuzil padrão nas operações devido à sua qualidade.

Para o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs, esta é uma oportunidade de mostrar a qualidade e robustez do processo de produção, as armas desenvolvidas e testadas aqui no Brasil com mão de obra 100% nacional, além de todos os investimentos em tecnologia e inovação que foram e estão sendo realizadas nas fábricas da Taurus e que tornaram esta empresa uma das maiores fabricantes de armas do mundo.

“É muito importante que os militares de outros países conheçam os produtos e processos que são desenvolvidos aqui no Brasil com tecnologia própria, pelo Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE) da Taurus, um exemplo de sucesso para a Base Industrial de Defesa (BID) em um mercado onde o alto valor tecnológico agregado é uma característica marcante”, afirma o CEO Global da Taurus, Salesio Nuhs.

Desde 2020, a Taurus tem no Brasil o Centro Integrado de Tecnologia e Engenharia Brasil/Estados Unidos (CITE) com mais de 250 engenheiros dedicados à pesquisa e ao desenvolvimento de novos produtos, tecnologias e processos. Nos últimos anos, a empresa também estabeleceu parcerias estratégicas com renomadas universidades, laboratórios e institutos de pesquisa que atuam em linha com as mais avançadas soluções tecnológicas do mundo, visando expandir sua capacidade de pesquisa e desenvolvimento.

A Taurus já recebeu diversos prêmios em reconhecimento pelo seu  padrão de qualidade e inovação, como o "Handgun of the Year", considerado a premiação mais importante da indústria de armas dos Estados Unido, o maior e mais competitivo mercado de armas do mundo.

Sobre a Taurus

A Taurus é uma Empresa Estratégica de Defesa e integrante da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira, com 83 anos de história. Sediada em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, e com mais duas unidades produtivas, uma em Bainbridge, na Geórgia (EUA), e outra no estado de Haryana, na Índia. Possui um completo portfólio de produtos composto por revólveres, pistolas, armas táticas e armas longas esportivas, atendendo aos mercados civil, militar e policial no Brasil e em mais de 100 países. 

O pioneirismo está entre as qualidades que a levaram a ocupar um lugar de destaque na indústria mundial. Exemplo disso é a revolucionária tecnologia de utilização do grafeno na produção de armas, desenvolvida pela Taurus no Brasil para o resto do mundo. A empresa segue desenvolvendo projetos pioneiros contemplando o novo ciclo tecnológico de materiais inéditos utilizados na fabricação de armamentos, como o Nióbio, o DLC (Diamond Like Carbon) e o Polímero de Fibras Longas, adicionando ao seu portfólio armas cada vez mais leves e resistentes.

 A Taurus é pioneira na área de segurança e defesa no mundo a adotar a pauta ESG e a divulgar um Relatório de Sustentabilidade, visando trazer impactos positivos para a sociedade, para o meio ambiente e para os negócios.

 É a líder mundial na fabricação de revólveres e uma das maiores produtoras de pistolas do mundo, além de ser a maior vendedora de armas leves no mundo.


Quem viver, verá.

No dia 8 de janeiro foram presos 232 manifestantes que estavam dentro dos prédios do Congresso e do Palácio do Planalto. 

Mas o pior ainda estava por vir a cavalo.

No dia seguinte, 9 de janeiro, 1.500 manifestantes concentrados diante do QG do Comando Militar do Planalto, também foram presos.

Este foi um caso flagrantemente ilegal e cruel, sem que ninguém tenha recebido voz de prisão.

Houve crime de perfídia: mulheres, crianças, velhos e até cachorros foram enganados pelos militares do Exército, Polícia Federal, PM e Polícia Civil, que alegaram levá-los em segurança para fora do acampamento, mas que na verdade os conduziram para uma espécie de campo de concentração, onde foram algemados, identificados e enfiados nos presídios da Colmeia, mulheres, e da Papuda.

Um dos cachorros presos foi adotado por uma das advogadas que acudiram de imediato os presos políticos, mas sem resultado.

Até o vendedor de algodão doce foi preso como terrorista.

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Esta escabrosa história está sendo contada por um grupo de bravos advogados brasileiros que foram esta semana par os Estados Unidos. Ontem a noite, eles denunciaram as prisões, as denúncias e os julgamentos ilegais que estão em curso no Brasil, tudo num amplo espaço aberto pela TV Flórida. Até jornalistas exilados falaram no programa, como Monark e Alan dos Santos.

Eu disponibilizei tudo no meu blog polibiobraga.com.br Vá lá que ainda está ali.

Amanhã, estes 12 apóstolos brasileiros viajarão a Washington para denunciar o estado de exceção que existe no Brasil por conta das ações do MPF, mas principalmente do STF. Este estado de exceção, eu chamo mais apropriadamente de protoditadura.

Eles serão recebidos na OEA, no Congresso dos Estados Unidos e no BAR, que vem a ser a OAB americana. Na OEA, o grupo reclamará da falta de resposta a 100 denúncias já feitas contra os julgamentos em curso no STF.

No caso dos inquéritos conduzidos pela PF, acolhidos e transformados em denúncias por parte do MPF, e finalmente em julgamento pelo STF, as denúncias são aquelas que vocês já conhecem, com ênfase para as violações ao estado democrático de direito, com o atropelo indiscutível aos ditames da CF do Brasil. 

O que buscam os advogados nos Estados Unidos é o apoio internacional à causa do respeito às leis, portanto a garantia de segurança jurídica que caracteriza sociedades civilizadas, o que não acontece atualmente no Brasil.

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Eu quero que vocês registrem os nomes desses 12 apostolos brasileiros que foram até a capital do mundo, Washington, para pedir que o mundo intervenha em favor dos presos políticos brasileiros e obrigue a Corte Suprema a agir dentro da lei.

Anote estes nomes, porque eles fazem história neste momento sombrio da vida pública brasileira:

Além de Gabriela Ritter, filha de um idoso preso político e presidente da ASFAV associação dos familiares e Vítimas do 8 de Janeiro, o grupo de 12 advogados de presos políticos que já está nos Estados Unidos, é constituído por mais estes profissionais:

Ezequiel Silveira, advogado criminalista, idealizador da ASFAV e advogado da ASFAV; Carolina Siebra advogada da ASFAV, e estes voluntários:

Luciano Cunha, Fabíola Beê, Larissa Araújo , Larissa Janau, Kelly Espíndola, Mariana Amaral, Bruna Cavalcante Juliana Ciscouto e Gislaine Alves.

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Os patriotas brasileiros, esta maioria que no momento está silenciosa porque é intimidada politica, juridica, midiática e policialmente, que acham que estão sozinhos ou abandonados, precisam saber que isto não é é  verdade.

Quem viver, verá.

 


Polícia da Itália

  Repercute nesta manhã de domingo o conteúdo do relatório da polícia italiana, que diz que o empresário Roberto Mantovani encostou "levemente" nos óculos do filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes durante bate-boca no Aeroporto Internacional de Roma, em julho deste ano. O filho do ministro, Alexandre Barci, foi o primeiro a tocar em Roberto (toque na nuca), que se defendeu.

Não houve agressão física nenhuma, registrou o relatório.

 O documento vai ser usado pela defesa do empresário para contestar a versão de Moraes. Em depoimento, Moraes afirmou ter sido xingado de "comunista", "bandido" e "comprado" e relatou que seu filho levou um "tapa" do agressor.

O laudo descreve as imagens gravadas pelas câmeras do aeroporto de Roma, segundo o site Metrópole.; Leia:

 O documento narra que o Alexandre Barci, filho de Moraes, reagiu provavelmente às agressões verbais da mulher do empresário. Mantovani, por sua vez, estava a alguns metros de distância e apontava com o dedo indicador ao filho do magistrado. "É evidente a reação verbal de Barci que, saindo da fila da aceitação à Lounge, interage verbalmente com os dois, permanecendo parado no próprio lugar, trocando várias palavras com Mantovani, que nessa circunstância tinha se aproximado até ficar cara a cara", diz o relatório.

"Às 18h39, repara-se o único contato físico digno de nota, ocorrido entre Roberto Mantovani e o filho da personalidade. Nessa circunstância, esse último, provavelmente exasperado pelas agressões verbais recebidas, estendia o membro superior esquerdo, passando bem perto da nuca do antagonista, que, ao mesmo tempo, fazia a mesma ação utilizando o braço direito, impactando levemente os óculos de Alexandre Barci de Moraes", conclui.

Por fim, um passageiro intervém para tentar acalmar os ânimos e o bate-boca só termina quando o filho de Alexandre de Moraes ingressa no lounge vip do aeroporto.

Porto Alegre abrirá, segunda-feira, seu 1o Fórum de Logística Sustentável

Porto Alegre é a primeira gestão municipal do País a ter um Plano de Logística Sustentável (PLS). Esse instrumento permite a racionalização e a economia dos recursos financeiros e ambientais, a transparência, a equidade e a justiça social

O prefeito Sebastião Melo abrirá nesta terça-feira, 31, o 1° Fórum de Logística Sustentável de Porto Alegre. O evento irá das 8h30 às 17h30, no Auditório do Ministério Público Estadual (avenida Aureliano de Figueiredo Pinto, 80). O evento é aberto ao público, com inscrições gratuitas neste link.

O fórum terá duas partes: 

1) Na primeira, pela manhã, três painéis serão apresentados, com participação de representantes do Executivo da Capital, do Ministério Público (MP/RS), do Tribunal de Contas do Estado (TCE), da Controladoria-Geral da União e de outras entidades. 2  À tarde, o foco será na divulgação de ações internas da prefeitura ligadas ao tema do evento.

CLIQUE AQUI para examinar a programação e mais informes.


Missão

 O editor deste blog não está espantado porque nada mais o espanta em relação a esta quadra deprimente da atual vida brasileira, mas assim mesmo não dá para entender por que razão nem uma só linha da velha mídia é dedicada a esta espetacular e corajosa viagem de 12 advogados de presos políticos brasileiros aos Estados Unidos.

Até agora, pelo menos 100 denúncias foram feitas na Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, tudo para exigir que seja cortado o passo do STF nos escandalosos casos de prisões e julgamentos de presos políticos, mas sobretudo em relação aos atropelos ilegais cometidos contra o devido processo legal, começando pelo cancelamento de prerrogativas dos advogados.

O grupo que está nos Estados Unidos é liderado pela gaúcha Gabriela Ritter e pelos advogados Ezequiel Silveira e Carolina Siebra, já cumprem agenda de denúncias organizada pelo Yes Brasil USA. Na semana que vem, os 12 advogados irão a Washington para repetir as denúncias na OEA, no Congresso e no BAR (a OAB dos americanos).

Não é pouca coisa.

Grêmio, a realidade e a ilusão da realidade, por Facundo Cerúleo

Após o fiasco no sábado, 21/10/23, quarta partida sem vitória com apenas um ponto em 12 disputados, o vestiário do Grêmio tremeu: Luis Suárez fez "cobranças". Em que termos, não sei. A fonte da notícia é Pedro Ernesto Denardin, talentoso narrador que já foi repórter e poderia ensinar aos afoitos moços da imprensa a distinguir notícia de intriga.

O palco era o Morumbi. O Grêmio enfrentava o São Paulo na mais troncha desorganização. Aí, Suárez cobrou uma falta, alçando a bola na área. Mas não era ele quem deveria estar na área e receber o lançamento para tentar o gol? De propósito ou não, fez bem ele em desnudar a baderna. Foi o que pensei na hora. Também previ que os "afoitos" não iam dar tratamento jornalístico ao inusitado da cena. E é óbvio que não deram!

Mas o que é que o Grêmio treina, carambolas? Nem cobrança de falta? Ah, não sobra tempo... É mesmo... Eu tinha esquecido.

Aí o pavor pegou. O próximo adversário era o Flamengo, melhor elenco do Brasil e, para piorar, em ascensão. Ah, mais o vice de futebol, Antonio Brum, deu esperança: assegurou que jogadores e dirigentes fizeram "um pacto". E o Grêmio venceu o Flamengo na Arena. Ele não disse? O pacto funcionou... Agora vai!

O Grêmio perde e não sabe por que perde. Ganha e não sabe por que ganha. É uma instituição que, com uma folha de R$ 12 milhões, tem diretores e comissão técnica com mentalidade de clube de bairro. Faz "pacto", em vez de discutir a qualidade do treino. Se perde é por falta de intensidade, se ganha é por esperteza do técnico. O que fará no próximo jogo, quando não terá a torcida para empurrar o time?

Nada há de novo. Preciso repetir que os clubes se parecem com empresas estatais? Quem manda na coisa não sofre as consequências dos seus erros, o que é um sinal verde para a irracionalidade. Deixa pra lá. 

Dá pena ver um profissional com a estatura de Suárez perdido na várzea que virou o vestiário do Grêmio. Por ser quem mais combinou excelência técnica com profissionalismo numa carreira internacional exuberante, Suárez é simplesmente o jogador de maior envergadura que já vestiu a vitoriosa camisa do "Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense".

Mas o clube, lamentavelmente, jogou no lixo a oportunidade de aproveitar o seu talento. Suárez não terá seu nome ligado a nenhum grande feito do Grêmio. Será só um verbete na história de um clube que murchou ao ser gerido com critérios de simpatia e favoritismo, nada racional. Enfatizo, não é por ele que a história termina tão sombria, mas porque a direção, depois de uma arrancada espetacular, resolveu engatar a ré.

Será que o Grêmio, se, em vez do amadorismo improvisado, contasse com um profissional dirigindo a equipe, teria perdido para os lanternas? Seria ultrapassado por equipes de menor potencial? Será que ficaria, como tende a ficar, fora da Libertadores de 2024?

Acabem com a balela de que a temporada já é um sucesso para um time que veio da segundona e que se manteve no G4 por 17 rodadas etc. Futebol se joga no campo, não no Foro Central! Com atletas, não com advogados: argumentos não ganham título. Já basta de fanfarronice!

O erro cometido pela direção tornou-se irremediável por já não haver mais tempo para mudanças. O que resta é planejar 2024 e fazer diferente.



Coments

O enviado da RBS a Israel (ele não conseguiria fazer a cobertura da guerra de outro local), Rodrigo Lopes, parece ter ficado sem assunto nesta sexta-feira e resolveu lacrar em cima do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que compôs um governo de unidade nacional para combater os traiçoeiros naziterroristas do Hamas.

O título do comentário de quase uma página inteira anuncia a má vontade do jornalista par com Bibi, como é chamado Netanyahu: "A História (sic) cobrará o preço de Netanyahu". 

Rodrigo Lopes começa por estranhara uma aliança de governo promovida anteriormente por Bibi, que foi da direita até a esquerda, segundo eles extremistas dos dois lados, quando aqui no Brasil o governo Lula da Silva faz o mesmo, mas de outra forma. Ele também critica Bibi por: 1) Querer reduzir os arreganhos do STF deles. 2) Enfrentar ações judiciais contra ele.

Ao fim e ao cabo, o jornalista da RBS dá lições de estratégia militar para o governo de Bibi:

1) Melhorar os seus sistemas militares de alarmes contra ataques terroristas, já que por displicência ele foi responsável pelos resultados dos ataques dos naziterroristas. 2) Esclarecer melhor de que forma vai atacar os terroristas na Faixa de Gaza.

Por último, Rodrigo Lopes ensina aquilo que nem os israelenses sabem: o fim da carreira política de Bibi.

Só porque o jornalista quer desta forma.

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A Band do RS decidiu censurar o programa Hora Israelita, que há 77 anos é transmitido pelas rádios AM e FM do grupo de São Paulo da Bandeirantes.

A decisão tem estes dois desdobramentos:

1) O programa precisa ser gravado para passar pelo crivo da direção da rede.
2) A apresentadora Débora Srur deve ser afastada do programa.

A Band avisou que no caso de descumprimento, a Hora Israelita será posta para fora da grade de programação.

A ordem foi dada pelo telefone, mas foi gravada e o editor tem cópia.

A Band do RS deixou claro que está sendo pressionada por grupos políticos de esquerda que apoiam aberta ou veladamentge os naziterroristas do Hamas.

 

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