Flores fúnebres

 O decano do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, prestou solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes e sua família, nesta quinta-feira, ao citar suposto plano de golpe que teria sido orquestrado em 2022. Dentre os objetivos da trama, estaria a tentativa de matar Moraes, ministro que, segundo Gilmar, “enche de orgulho a nação brasileira”. 

“Vossa excelência, ministro Alexandre, enche de orgulho a nação brasileira demonstrando ao mesmo tempo ponderação e assertividade na condução dos múltiplos procedimentos adotados para a defesa da democracia em nossa pátria”, afirmou. alertas.

O ministro falou na sessão do encerramento do ano judiciário. Agora é tratar de prolongadas férias.

Gilmar Mendes é um magistrado milionário que não cansa de surpreender por falas e gestos patéticos do mais puro histrionismo.

No dia 23 de março de 2021, ele chorou no pleno do STF, ao relembrar os esforços do então advogado de Lula, Cristiano Zamin, para libertar seu corrupto cliente. Uma cena repugnante sob qualquer ponto de vista, indigna de qualquer magistrado sério, mesmo que fosse da nação mais atrasada da África. Depois disto, o Supremo libertou Lula e o elegeu presidente. Lula, claro, nomeou Zanin ministro do STF.

Esta homenagem a Moraes, surge no mesmo dia em que uma idosa de 76 anos, pensionista militar, Maria Cristina de Araújo Rocha, foi presa, ontem, ao tentar entregar uma coroa de flores fúnebres na casa do presidente nomeado Lula da Silva, que estava ali convalescendo. Maria Cristina estava com um cartaz no qual o ministro Alexandre de Moraes aparece com os chifres do demônio.

É assim que milhões de brasileiros enxergam Moraes e não com as asas de um anjinho, uma virgem lápida raptada pelo centauro.

A coroa de flores fúnebres levada por Maria Cristina foi considerada uma manifestação de que a idosa deseja a morte de Lula.

E é isto mesmo.

Mas não só de Lula. Lula, no caso, era apenas a síntese.. 

O carro de Maria Cristina foi apreendido porque continha cartazes com ameaças ao ministro Alexandre de Moraes.

Há um evidente mal estar da Nação enxovalhada com o Eixo do Mal, cujos protagonistas mais relevantes do momento são evidentemente Moraes e Lula.

Nem idosas escapam da fúria persecutória executada por Moraes, aplaudida e estimulada por Lula.

O inquérito do 8 de Janeiro, cavalgado por Moraes, acaba de ser prorrogado, mesmo 6 anos depois de tocado ilegalmente por ofício. Este inquérito também chamado de Inquérito do Fim do Mundo, não tem data para terminar.

Trata-se de um inquérito flagrantemente inconstitucional, portanto ilegal, implementado e mantido por força de uma ditadura inédita da cúpula do STF, que é no caso a primeira e última instância do Judiciário.

Tudo se assemelha às abomináveis perseguições e execuções de eventos negros da história humana, como foram os casos da Inquisição e dos Processos de Moscou.

O balanço que pode ser feito da repressão comandada por Moraes é de que foram presos 1.430 manifestantes , 243 dos quais no dia 8 e 1.152 no dia 9 e seguintes, dos quais 265 já foram julgados e condenados a penas de até 17 anos de cadeia. 476 fecharam acordos de não persecução penal.

Neste momento, 60 presos políticos estão presos na Papuda e nos Estados, sendo que 300 brasileiros encontram-se exilados na Argentina, na Espanha e nos Estados Unidos.

É isto que azeda as vida dos brasileiros neste final de ano, que demonstram a cada dia que passa uma Nação humilhada, submetida a uma inédita ditadura da toga e que merece com certeza coroas de flores fúnebres como esta que a idosa Maria Cristina tentou entregar ontem ao presidente nomeado Lula da Silva.

É isto.

Terra reage contra Casa do Governo Federal

Paulo Pimenta, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, anunciou o que considera “mais uma ótima notícia”: o governo federal vai criar uma Casa de Governo no Rio Grande do Sul para coordenar as ações de todos os ministérios na reconstrução do nosso estado. “Compromisso total do presidente Lula  com o Rio Grande”, garante Pimenta.

O deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) contesta a fala do ministro:

- Como assim? O Governo Federal vai criar uma Casa de Governo no Rio Grande do Sul!? Para quê ,mesmo? Não sei se o Lula sabe, mas o RS tem um governo eleito para governar o Estado. E é o único previsto pela Constituição

E avisou:

- O que não pode, e ninguém pediu, é o Rio Grande ter outro governo paralelo, comandado pelo Lula . É mais uma tentativa de intervenção no Estado, que terá o mesmo resultado do tal de Ministério Extraordinário, aquela fracassada tentativa intervencionista, que o próprio Lula houve por bem encerrar. Ou será que é mais um esforço para dar emprego aos companheiros petistas para fazer campanha política e aumentar o gasto público federal , justo no momento em que o déficit público ameaça quebrar o Brasil? – conclui o deputado. 


Real

 O real caminha para fechar o ano como a moeda que mais se desvalorizou frente ao dólar em 2024, conforme levantamento realizado pela consultoria Elos Ayta.A base de comparação para o ranking é constituída pelas 20 principais moedas do mundo.

Até ontem, na quarta, 18, quando o dólar fechou em nova alta recorde, a 6,26 reais, a desvalorização chegou a 24,30%.

Eis o ranking de valorização das moedas perante o dólar:

Real (-21%)

Peso Mexicano (-16%);

Lira turca (-16%);

Rublo (-15%);

Won sul-coreano (-10%);

Coroa norueguesa (-9%);

Dólar neozelandês (-9%);

Iene (-8%);

Dólar canadense (-8%);

Coroa sueca (-8%);

Dólar australiano (-7%);

Franco suíço (-6%);

Euro (-5%);

Coroa dinamarquesa (-5%);

Iuan (-3%);

Dólar de Singapura (-2%);

Rúpia (-2%);

Libra esterlina (0)

Dólar de Hong Kong (+0,6%);

Rand sul-africano (1%).

Sancionada lei que cria primeiro polo de tecnologia de data centers do Brasil

Segundo o protocolo de intenções assinado em novembro entre o governo do Estado, a prefeitura de Eldorado do Sul e a Scala, além do investimento e da instalação do complexo, a empresa promoverá treinamento e capacitação de mão de obra, dando preferência à contratação direta e indireta de empresas estabelecidas no município ou em outras cidades do Estado (desde que em condições compatíveis com as de mercado).

 O governo estadual gaúcho e a prefeitura de Eldorado do Sul assinaram, nesta quarta-feira, ato que sancionou a lei de criação do primeiro polo de tecnologia de data centers do país, viabilizando a construção da Scala AI City, empreendimento voltado ao processamento de dados de inteligência artificial da Scala Data Centers no município. 

A reportagem toda é da Secom, governo do RS. Leia mais:

Com investimento inicial de R$ 3 bilhões e previsão de gerar mais de 3 mil empregos diretos e indiretos, o polo de Eldorado será o maior da América Latina.

A Lei Municipal 5.949/2024 foi aprovada em 3 de dezembro e amplia o perímetro urbano para incluir a área destinada à construção da nova infraestrutura digital, além de simplificar os trâmites burocráticos, criando um ambiente mais propício para a instalação de data centers.

Uma apresentação detalhada do projeto foi feita pelo vice-presidente sênior da Scala Data Centers, Luciano Fialho, ressaltando a presença internacional da empresa. Ele também falou sobre a visibilidade nacional deste projeto, em razão da sua grandiosidade, que coloca o Rio Grande do Sul como centro de referência em infraestrutura digital. “A Scala AI City é muito mais do que um investimento em tecnologia. É um exemplo de como a inovação pode transformar vidas gerando empregos, capacitando mão de obra local e promovendo práticas sustentáveis”, disse Fialho.

Protocolo de intenções

No dia 11 de setembro, o governo do Estado e a Scala Data Centers assinaram protocolo de intenções para viabilizar a construção de uma “cidade de data centers”, com investimento inicial de cerca de R$ 3 bilhões. A Scala AI City será a primeira cidade de data centers da América Latina, elaborada para atender às crescentes demandas de processamento de dados e cargas de trabalho de inteligência artificial de grandes empresas globais.

A estrutura está sendo projetada para ser um polo estratégico de inovação e sustentabilidade, com a implementação de práticas de economia circular e o uso de 100% de energia renovável e certificada. Além disso, serão firmadas parcerias educacionais e capacitação de mão de obra local.

Eldorado do Sul foi escolhida por conta de sua disponibilidade de energia elétrica e espaço para expansão, além da conexão estratégica com o data center SPOAPA01 da Scala, localizado em Porto Alegre, que conta com infraestrutura de conectividade de baixa latência e posição privilegiada para integração com grandes hubs globais. A futura conexão com o cabo submarino Malbec – que liga São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires e tem previsão de passagem pela capital gaúcha – garante vantagem competitiva.

O projeto prevê geração de mais de 3 mil empregos diretos e indiretos durante sua primeira fase, além de movimentar um vasto ecossistema envolvendo setores como energia, construção civil, telecomunicações, entre outros, com criação de mais postos de trabalho que impulsionarão o desenvolvimento econômico da região.


Investidores perderam confiança na capacidade do governo Lula de conter crise fiscal, diz Bloomberg

A agência de notícias americana Bloomberg publicou nesta quarta-feira um longo artigo onde explica as razões da desvalorização do real frente ao dólar e da queda da Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

Investidores perderam confiança na capacidade do governo Lula de conter crise fiscal, diz Bloomberg

“Primeiro foi um colapso na moeda. Agora, o resto dos mercados financeiros do Brasil estão na mira, pois os investidores perdem a fé na capacidade do governo de conter uma crise fiscal cada vez mais profunda” explicou a Bloomberg.

Segundo a agência, “analistas do mercado consideram as medidas extraordinárias adotadas na terça-feira pelo Banco Central para conter a queda da moeda pouco mais do que uma solução temporária, e alertam que as ações dos legisladores pra desidratar um pacote de austeridade de alto perfil provavelmente só aumentarão a turbulência dos mercados”.

A matéria da Bloomberg salienta também que muitos investidores estão acumulando papéis de hedges contra um possível calote da dívida soberana brasileira.

Investidores cada vez mais céticos 

“A debandada crescente mostra como os investidores estão cada vez mais céticos de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja falando sério sobre conter um déficit fiscal crescente. O Brasil está com um déficit orçamentário anual de 10% — muito maior do que os vistos durante a primeira administração do presidente esquerdista. Sua recente cirurgia cerebral de emergência ocorreu no pior momento possível, complicando ainda mais os esforços para sustentar as contas públicas”, continua a matéria.

O real foi a moeda que registrou o pior desempenho no mundo nos últimos dias, alcançando uma queda de 21% somente neste ano em relação ao dólar.

O Ibovespa, por sua vez, caiu 3,8% no período.

À medida que o real perdia força ao longo desta semana, estrategistas do mercado financeiro se apressaram em abandonar apostas otimistas nos ativos brasileiros.

Por exemplo, os analistas do banco americano JPMorgan abandonaram sua visão positiva sobre a dívida em dólar do Brasil, enquanto o Credit Agricole SA saiu de sua posição tática overweight no real.

Os analistas estariam esperando uma taxa básica de juros (Selic) que alcance um pico de 16,25% ao ano em 2025. Algo que aumentaria o ônus do custo de juros do governo e ampliaria ainda mais o déficit.

Para muitos investidores, o risco de dominância fiscal, em que a política monetária se torna ineficaz, está começando a surgir no panorama econômico brasileiro.

 A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, com 48 votos favoráveis e dois contrários, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei nº 547/2023, intitulado Acordo Gaúcho, de autoria do deputado estadual Marcus Vinícius (Progressistas). A proposta cria um programa de transação tributária que oferece condições especiais para a regularização de dívidas tributárias de empresas e pessoas físicas. Com a iniciativa, o parlamentar projeta a recuperação de até R$ 18 bilhões nos próximos anos para os cofres do Estado, contribuindo para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento econômico no Rio Grande do Sul.


Condições diferenciadas para adesão


O Acordo Gaúcho oferece descontos e prazos de parcelamento de acordo com o perfil do contribuinte. Para pequenas empresas e pessoas físicas, os abatimentos podem chegar a 70% do valor total da dívida, com parcelamentos em até 145 meses. Para grandes empresas, os descontos chegam a 65%, com a possibilidade de pagamento em até 120 parcelas. Dívidas menores, como até R$ 25 mil de ICMS e R$ 12 mil de outros tributos, terão abatimentos de até 50%, com parcelamento em até 60 vezes.


De acordo com Marcus Vinícius, a medida busca tornar viável a quitação de débitos para milhares de contribuintes que enfrentam dificuldades financeiras. “Estamos oferecendo uma oportunidade concreta para empresas e famílias regularizarem suas dívidas, ao mesmo tempo em que destravamos recursos importantes que estavam parados há anos. É um programa que promove justiça fiscal e dá fôlego para a retomada do desenvolvimento econômico”, explicou o parlamentar.


Impacto econômico esperado


O Acordo Gaúcho se inspira em programas bem-sucedidos já implementados em outros estados, como São Paulo, que conseguiu negociar mais de R$ 44 bilhões em dívidas e arrecadar R$ 3,3 bilhões em apenas nove meses.


No Rio Grande do Sul, a dívida ativa do Estado soma aproximadamente R$ 56 bilhões, dos quais R$ 40 bilhões estão em discussão judicial. Com a aprovação do programa, a expectativa é de que R$ 500 milhões possam ser recuperados já no primeiro ano de vigência


Durante a votação, Marcus Vinícius reforçou que a medida tem o potencial de impulsionar a economia do Estado e dar uma nova oportunidade a empresas afetadas por crises financeiras. “Esse programa não é apenas uma ferramenta de arrecadação. Ele representa uma chance real de recuperação financeira para milhares de empresas, principalmente para aquelas que sofreram com as crises econômicas e as enchentes recentes no Estado. Ao renegociar suas dívidas, essas empresas poderão retomar suas atividades, manter empregos e contribuir para o crescimento do Rio Grande do Sul”, afirmou.


O deputado também apresentou uma emenda específica para contemplar empresas diretamente atingidas pelas enchentes que ocorreram nos últimos meses. Segundo ele, essa medida é essencial para que os setores mais afetados possam se reerguer. “As enchentes trouxeram prejuízos enormes para muitas regiões do Estado. Com essa emenda, estamos oferecendo uma solução concreta para que esses empreendedores possam renegociar suas dívidas de forma diferenciada e continuar gerando emprego e renda”, complementou.


Segundo o deputado, a medida é considerada fundamental para o equilíbrio fiscal do Rio Grande do Sul, permitindo a redução do estoque de dívidas acumuladas ao longo dos anos e contribuindo para a recuperação das finanças públicas do Estado. “Hoje, o Rio Grande do Sul tem bilhões de reais parados em dívidas ativas, muitos desses recursos praticamente perdidos. Com esse programa, conseguimos transformar um problema em solução, trazendo recursos de volta para os cofres públicos e dando a oportunidade de regularização a quem deseja quitar seus débitos”, finalizou o parlamentar

Aprovado Acordo Gaúcho

  A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, com 48 votos favoráveis e dois contrários, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei nº 547/2023, intitulado Acordo Gaúcho, de autoria do deputado estadual Marcus Vinícius (Progressistas). A proposta cria um programa de transação tributária que oferece condições especiais para a regularização de dívidas tributárias de empresas e pessoas físicas. Com a iniciativa, o parlamentar projeta a recuperação de até R$ 18 bilhões nos próximos anos para os cofres do Estado, contribuindo para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento econômico no Rio Grande do Sul.


Condições diferenciadas para adesão


O Acordo Gaúcho oferece descontos e prazos de parcelamento de acordo com o perfil do contribuinte. Para pequenas empresas e pessoas físicas, os abatimentos podem chegar a 70% do valor total da dívida, com parcelamentos em até 145 meses. Para grandes empresas, os descontos chegam a 65%, com a possibilidade de pagamento em até 120 parcelas. Dívidas menores, como até R$ 25 mil de ICMS e R$ 12 mil de outros tributos, terão abatimentos de até 50%, com parcelamento em até 60 vezes.


De acordo com Marcus Vinícius, a medida busca tornar viável a quitação de débitos para milhares de contribuintes que enfrentam dificuldades financeiras. “Estamos oferecendo uma oportunidade concreta para empresas e famílias regularizarem suas dívidas, ao mesmo tempo em que destravamos recursos importantes que estavam parados há anos. É um programa que promove justiça fiscal e dá fôlego para a retomada do desenvolvimento econômico”, explicou o parlamentar.


Impacto econômico esperado

O Acordo Gaúcho se inspira em programas bem-sucedidos já implementados em outros estados, como São Paulo, que conseguiu negociar mais de R$ 44 bilhões em dívidas e arrecadar R$ 3,3 bilhões em apenas nove meses.


No Rio Grande do Sul, a dívida ativa do Estado soma aproximadamente R$ 56 bilhões, dos quais R$ 40 bilhões estão em discussão judicial. Com a aprovação do programa, a expectativa é de que R$ 500 milhões possam ser recuperados já no primeiro ano de vigência


Durante a votação, Marcus Vinícius reforçou que a medida tem o potencial de impulsionar a economia do Estado e dar uma nova oportunidade a empresas afetadas por crises financeiras. “Esse programa não é apenas uma ferramenta de arrecadação. Ele representa uma chance real de recuperação financeira para milhares de empresas, principalmente para aquelas que sofreram com as crises econômicas e as enchentes recentes no Estado. Ao renegociar suas dívidas, essas empresas poderão retomar suas atividades, manter empregos e contribuir para o crescimento do Rio Grande do Sul”, afirmou.


O deputado também apresentou uma emenda específica para contemplar empresas diretamente atingidas pelas enchentes que ocorreram nos últimos meses. Segundo ele, essa medida é essencial para que os setores mais afetados possam se reerguer. “As enchentes trouxeram prejuízos enormes para muitas regiões do Estado. Com essa emenda, estamos oferecendo uma solução concreta para que esses empreendedores possam renegociar suas dívidas de forma diferenciada e continuar gerando emprego e renda”, complementou.


Segundo o deputado, a medida é considerada fundamental para o equilíbrio fiscal do Rio Grande do Sul, permitindo a redução do estoque de dívidas acumuladas ao longo dos anos e contribuindo para a recuperação das finanças públicas do Estado. “Hoje, o Rio Grande do Sul tem bilhões de reais parados em dívidas ativas, muitos desses recursos praticamente perdidos. Com esse programa, conseguimos transformar um problema em solução, trazendo recursos de volta para os cofres públicos e dando a oportunidade de regularização a quem deseja quitar seus débitos”, finalizou o parlamentar