Vacina chinesa de João Doria é um fiasco

 João Doria, hoje, nem apareceu. O anúncio foi um fiasco.


Até o momento, já foram divulgadas as taxas de eficácia global das vacinas da Pfizer-BioNTech (95%;), da Moderna (94,5%), da Sputnik V (91,4%), da Sinopharm-Pequim (79,34%) e de Oxford-AstraZeneca (até 90%).

O governo de São Paulo anunciou, hoje, que a eficácia global da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria da farmacêutica chinesa Sinovac com o Instituto Butantan, é de 50,38%.Em 24 de dezembro, a Turquia afirmou que a CoronaVac no país teve eficácia de 91,25% após testagem com 1.300 pessoas. Nesta 2ª feira (11.jan), a autoridade sanitária da Indonésia afirmou que a CoronaVac apresentou 65,3% de eficácia nos testes clínicos realizados no país.

O número é inaceitável, embora esteja dentro do mínímo de 50% tolerado pela OMS.

O governador João Doria disse na quinta-feira que a eficácia seria de 78%.

A divulgação do percentual foi feita pelo secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e por integrantes do Centro de Contingência de combate ao coronavírus no Estado de São Paulo. O governador João Doria (PSDB) não participou do anúncio.

O diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, apresentou elementos que teriam influenciado para uma eficácia global menor que a de outras vacinas. Segundo ele, a pesquisa da CoronaVac trabalhou com uma definição de casos de covid-19 mais abrangente que outros testes.







Banrisul firma parceria com BANESE

A Banrisul Consórcio firmou uma parceria com o Banco do Estado do Sergipe (BANESE) para administrar e operacionalizar as cartas de crédito comercializadas pelo banco nordestino. Com a parceria, serão oferecidos consórcios de imóveis e de automóveis no formato White Label (rótulo branco), ou seja, as cartas disponibilizadas pelo Banese terão a sua identidade visual e nomenclatura, mas será a Banrisul Consórcio a responsável pela gestão dos produtos.


De acordo com o diretor da Banrisul Consórcio, Gabriel Marchiori, as cartas disponibilizadas pelo BANESE serão as mesmas já em atividade e ofertadas nas agências do Banrisul: “dessa forma, a tendência é que os nossos grupos tenham uma saúde financeira mais positiva e, consequentemente, haverá mais contemplações”, destaca. 


Marchiori ressalta que, ao firmar a parceria com um banco de tanto prestígio na região Nordeste, a Banrisul Consórcio reafirma a intenção de aumentar a sua capilaridade fora do RS. “Atualmente, uma fração de nossas vendas já é proveniente de outros estados, e nós queremos aumentar significativamente esse volume; nossa estratégia é construir novos canais comerciais e agregar cada vez mais parceiros competitivos em diferentes regiões do País”, assinala.


O BANESE conta com uma estrutura de 67 agências, 9 postos de serviços e 203 correspondentes, totalizando 275 potenciais pontos de vendas. Com a implementação deste modelo de negócio, a Banrisul Consórcio tem a oportunidade de explorar indiretamente um novo ecossistema de clientes, contribuindo para o crescimento da empresa e do produto consórcio como um todo. 


A celebração do contrato, assinado na última sexta-feira (08.01), contou com a presença do diretor Gabriel Marchiori, dos diretores da BANESE Corretora, Kleber Dantas e Gustavo Novaes, e do gerente executivo de expansão da Banrisul Consócio, Lucas Sanson. 


Legenda da foto: Da esquerda para a direita, o gerente executivo de expansão da Banrisul Consócio, Lucas Sanson; o diretor da BANESE Corretora, Kleber Dantas; o diretor da Banrisul Consórcio, Gabriel Marchiori; e o diretor da BANESE Corretora, Gustavo Novaes.


O velho Copa

*Adão Paiani


Em uma época de tantas despedidas, recebo a notícia de mais uma: depois de 81 anos, fecharam-se as portas do "Copacabana", o mais tradicional restaurante italiano de Porto Alegre. 


Mais do que um restaurante, o "Copacabana" era  um pedaço da alma da cidade, parte da memória afetiva de gerações de portoalegrenses, e referência dos imigrantes italianos e seus descendentes  na capital dos gaúchos (particularmente dos calabreses e, também, pelo que me toca, dos sicilianos).


Mais uma perda como reflexo dos tempos difíceis que vivemos; e que toca de forma muito especial àqueles que, como eu, passaram a infância no entorno do velho restaurante.


Esses tristes tempos irão passar e, mesmo deixando perdas irreparáveis,  servirão  como teste à nossa resiliência, nos deixando mais fortes frente às adversidades.


A própria história do já saudoso "Copacabana" e de seus fundadores, em sua saga para "far la America", deve nos servir de exemplo e inspiração de que com trabalho duro, e exercitando a capacidade de superar limites e situações imprevisíveis e adversas, se consegue vencer as dificuldades impostas pela vida e suas circunstâncias.


Fecharam-se as portas do velho Copa, mas amanhã vai ser outro dia.


*Adão Paiani é advogado em Brasília/DF.


Novos protocolos em Porto Alegre

 A partir deste domingo, 10, Porto Alegre passa a adotar as regras da bandeira laranja do Sistema Estadual de Distanciamento Controlado. A medida consta do decreto 20.892 e foi possível graças ao Plano de Cogestão Regional, assinado na manhã deste sábado, 9, no Paço Municipal, pelo prefeito Sebastião Melo e gestores dos municípios que integram a R10. A aprovação flexibiliza atividades econômicas, mas endurece os protocolos sanitários e reforça a fiscalização. 

Leia mais (o material é da prefeitura de Porto Alegre):

“Não é o comércio regular que vai propagar mais a Covid-19. Estamos convencidos de que, quanto mais horários estendidos, menos pessoas teremos nos locais. Os nossos protocolos foram construídos de forma muito rigorosa, e essa parceria com os empresários dará muito certo” - Prefeito Sebastião Melo.


O prefeito reforça que a Guarda Municipal vai agir nos casos de aglomerações.  “Deixo um aviso à Cidade Baixa e Padre Chagas: se tiver aglomeração, a Guarda Municipal vai entrar em ação. Precisamos ter firmeza para recuperar a economia, e as pessoas têm que ter consciência de que não pode haver aglomeração”, afirma.  


Segundo o secretário municipal extraordinário de Enfrentamento à Covid-19, Renato Ramalho, o plano de cogestão acompanha todas as análises e dados epidemiológicos da Capital e intensifica novos protocolos para evitar aglomerações e assegurar distanciamento interpessoal e normas de higienização. Um decreto deve ser publicado ainda neste sábado com os protocolos sanitários. 


O secretário ressalta que o plano foi desenvolvido a partir de muito diálogo com a sociedade, ouvindo entidades empresariais, de saúde, universidades e órgãos de controle, como Ministério Público. “Essa foi uma semana histórica no combate à pandemia em Porto Alegre. Reunimos todos os setores da sociedade e trabalhamos com transparência”, diz. “O bom empresário não pode ser prejudicado pelo mau. É muito importante que o setor empresarial ajude o poder público a fiscalizar quem está descumprindo as regras”, completa.


O secretário da Saúde de Porto Alegre, Mauro Sparta, afirma que a prefeitura está acompanhando diariamente a evolução da taxa de ocupação dos leitos de UTI e que, apesar da tendência de queda, a rede está preparada para atender à demanda caso seja necessária a abertura de mais leitos. "Alinhamos nossos protocolos, tornando-os mais rígidos. Eles trazem segurança para a população e trabalhadores ao circularem pela cidade. Nesses meses de pandemia, aprendemos quais as medidas necessárias para conter o vírus, e é isso que estamos fazendo, evitando aglomerações e intensificando cuidados e medidas", enfatiza. 


Além de Melo, assinaram o documento os prefeitos Miki Breier (Cachoeirinha), Luiz Zaffalon (Gravataí), Valdir Bonatto (Viamão) e Paulo Corrêa (Glorinha).



O que é Cogestão Regional?


É um plano estruturado de prevenção e enfrentamento, que permite a adoção de protocolos de uma bandeira imediatamente anterior. Assim, um Município na bandeira vermelha, por exemplo, poderá adotar as regras sanitários da bandeira laranja.


Como aderir à cogestão?


O município deve elaborar um plano estruturado próprio. O documento deve ser aprovado por 2/3 dos municípios da respectiva Região do Modelo Estadual de Distanciamento Controlado. Em seguida, deve ser encaminhado ao Gabinete de Crise do Estado do RS para o Enfrentamento da Epidemia de Covid-19.


A cogestão vale a partir de que data?


Imediatamente ao encaminhamento do plano ao Estado.



Principais mudanças a partir de domingo, 10


Missas e cultos


Agora: máximo de 30 pessoas ou 20% do público.

Como fica: 30% do público.


Restaurantes, bares, lanchonetes, inclusive em shoppings


Agora: ingresso até as 22h, com encerramento às 23h / 40% a 50% de lotação.

Como fica: sem restrição de horário / 50% de lotação.


Comércio essencial de rua (farmácias, supermercados etc)


Agora: sem limite de ocupação / 50% de trabalhadores.

Como fica: sem limite de ocupação / 75% de trabalhadores.


Comércio não essencial de rua (vestuários, eletrônicos, móveis etc)


Agora: 50% dos trabalhadores / ingresso até 22h, encerramento às 23h.

Como fica: 50% dos trabalhadores / sem restrição de horário.


Shoppings - Comércio não essencial


Agora: ingresso até 22, encerramento às 23h / 50% de trabalhadores / 50% de ocupação.

Como fica: sem restrição de horário / 50% de trabalhadores / 50% de ocupação


Shoppings - Comércio essencial


Agora: sem restrição de dia e horário / 50% de trabalhadores / sem restrição de lotação.

Como fica: não muda.


Bancos e lotéricas


Agora: 50% de trabalhadores.

Como fica: de 75% trabalhadores.


Condomínios


Agora: fechamento das áreas comuns (piscina, salão de festa, churrasqueira etc) / academia com atendimento individualizado.

Como fica: permite áreas comuns / distanciamento de 4m  / academia, 10m2.


Serviços de forma geral (imobiliárias, salões de beleza, lavanderias etc)


Agora: 25% de trabalhadores.

Como fica: 50% de trabalhadores.

Obs.1: Advocacia e contabilidade: 75% dos trabalhadores.

Obs. 2: Continua sendo, preferencialmente, teletrabalho.


Clubes sociais


Agora: abertos para atividades físicas de manutenção de saúde / fechados para lazer / fechamento das áreas comuns / 25% de trabalhadores / 25% de lotação.

Como fica: abertos para lazer / abertas áreas comuns (piscina, academia etc), com distanciamento de 10m2 / 50% de trabalhadores / 50% de lotação.


Piscinas em geral


Agora: apenas em clubes sociais e para atividades de saúde.

Como fica: autorizadas de forma geral, com ocupação de 1 pessoa a cada 10m2.


Academias


Agora: 16 m2 / 25% de trabalhadores / 25% de lotação

Como fica: 1 pessoa a cada 10m2 / 50% de trabalhadores.


Eventos


Agora: corporativos, sociais e entretenimento / fechados teatros, espetáculos etc. Apenas em ambiente aberto.

Como fica: permitidos de forma geral / ambiente aberto ou fechado. 


Pedido de autorização, conforme número de pessoas (trabalhadores e público) presentes ao mesmo tempo:


- Até 300: protocolos sanitários estaduais e municipais;


- 300 a 600: protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização do município-sede, encaminhado pela organização do evento;


- 600 a 1.200: protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização da(s) associação(ões) de municípios da Região Covid, encaminhado pelo município- sede (aprovação por no mínimo 2/3 dos municípios da Região);


- 1.200 a 2.500:  protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização do Gabinete de Crise, encaminhado pela(s) associação(ões) de municípios da Região Covid.


Artigo, J.R. Guzzo - É o fim do paraíso democrático

 Desde a cômica situação de desordem criada durante a apuração das últimas eleições presidenciais norte-americanas, quando foi possível votar antes do dia da eleição, depois de encerrada a votação, por e-mail, por telefone ou por transmissão de pensamento, a vida política nos Estados Unidos ganhou uma certa coloração de republiqueta bananeira da América Central.


O presidente Donald Trump acusou o adversário Joe Biden de roubar a eleição, com a ajuda das máquinas estaduais de apuração que são controladas pelo partido de oposição. Biden acusou Trump de estar tentando virar a mesa para fugir de sua derrota nas urnas. Agora, em mais um empreendimento destinado a dobrar a meta da baderna, grupos pró-Trump invadiram fisicamente o Congresso, que votava a confirmação do resultado da eleição. Uma mulher que trabalhava no local morreu após ter sido baleada.


Foi citada, acima, a América Central. Mas, francamente, qual foi a última vez que aconteceu um negócio desses na América Central, ou em qualquer outro país latino-americano? Os “hermanos” do Norte nos consideram a nós todos, há 200 anos, como um bando de boçais que usam “sombrero”, fazem “siesta” de tarde e são incapazes de entender o conceito de democracia – e, muito menos, de viver dentro de uma. E agora?


E agora nada, porque os americanos vão continuar achando o que sempre acharam; as pessoas preferem acreditar naquilo que têm dentro das suas cabeças, e não no que têm diante dos olhos. Mas ninguém aqui no Brasil está obrigado a continuar olhando os Estados Unidos como um paraíso democrático inalcançável para nós – nem continuar achando que mudar para a Flórida é o máximo a que um ser humano pode aspirar nesta vida.

Artigo, Ruy Gessinger - A noite dos horrores

- O autor tem blog e é desembargador aposentado do RS.

Está acontecendo algo muito errado. Vão se esvaindo, a cada ano, noções de bom comportamento. Penso que talvez seja nossa índole que está no nosso DNA moral. Tenho casa na praia, em Xangri-lá, a uma quadra do mar. Quando começou a pandemia decidi me mudar para essa casa, que de resto tem todo conforto e excelentes vizinhos que também decidiram ficar no litoral, enquanto a coisa não se normaliza. Nos supermercados e na rua todos comportados, guardando distância, usando máscara, obedecendo às normas de trânsito, geralmente todos acostumados com as rótulas e seus consequentes cuidados. Pois bastou chegar o Natal e tudo começou a se deteriorar. Hordas andando pelas ruas sem máscaras, sons a todo volume, tanto nos carros como em aparelhos na praia. Quando a pandemia se estabeleceu as praias estavam quase desertas. A polícia militar, no entanto, ficava abordando os transeuntes, retirando-os da orla. Autoridades fecharam os clubes de tênis, proibiram mil coisas. Nós, como ovelhinhas dóceis no rebanho, nos curvamos em prol da vida. O Natal perdeu completamente seu sentido. Agora ele ficou com a missão de reunir amigos ruidosos, com muita bebida alcoólica, gritaria, automóveis andando em velocidade pela orla. E aí ninguém mais daqueles que no inverno obstavam as simples caminhadas, agora não estão vendo nada. Interpelei um dos policiais e lhe perguntei se não estava vendo o que acontecia. Deu de ombros. Mas tudo ainda era um prólogo do pior que estava por vir. No dia 30 de dezembro já não se podia mais dirigir, tamanha a quantidade de pessoas embriagadas e, por isso, perigosas. Nos supermercados uma grande aglomeração. Por sorte nós nos tínhamos prevenido com os víveres. O pior, no entanto, aconteceu dia 31. Aí o boi se foi com a corda. A civilidade foi à breca. A orla tomada de gente, pouquíssimos com máscara, garrafas atiradas no chão. Mas haveria o pior. No começo da tarde começaram os foguetes. Nós temos duas cadelas que se desesperaram. Fizemos o que deu para as acalmar. Para evitar que se ferissem, dado seu medo, ficamos sempre perto delas, dentro de casa. O foguetório com mil decibéis foi até a noite do dia primeiro do ano. As drogas estão sendo consumidas sem pudor ao lado das guaritas. O xixi é realizado a céu aberto, na frente de crianças. A humanidade custou milhares de anos, estabelecendo preceitos, para que todos convivessem em harmonia. Os transgressores nos chavearam dentro de casa. Chegou finalmente a segunda-feira. Sumiram-se os vândalos. A praia é de novo nossa. Mas sábado e domingo voltaremos ao cárcere.

Quinta-feira, 7 de janeiro de 2021.



Novas normas de flexibilização em Porto Alegre

 O plano regional de cogestão da R10 será assinado neste sábado, 9, às 11h30, no Paço Municipal. O anúncio foi feito pelo prefeito Sebastião Melo durante a primeira videoconferência do Comitê para o Enfrentamento à Covid-19 (CE-Covid) e do Conselho Multissetorial para o Enfrentamento à Covid-19 (Comue-Covid), que ocorreu nesta sexta-feira, 8. A aprovação do plano possibilita que Porto Alegre, que hoje está na bandeira vermelha, adote as regras sanitárias da bandeira laranja.


Além do prefeito da Capital, assinam o documento os gestores de Alvorada, Viamão, Cachoeirinha, Gravataí e Glorinha, municípios que integram a R10. A partir da aprovação do plano de cogestão regional neste sábado, as novas medidas de flexibilização valem a partir do domingo.


"Neste processo, é fundamental a conscientização e o comprometimento dos cidadãos, para as atividades serem retomadas com responsabilidade. É possível resgatarmos a rotina da cidade, respeitando os protocolos; o grande problema está nas aglomerações clandestinas que não cumprem as regras" - Prefeito Sebastião Melo.


Com a participação de representantes de entidades de diversos setores, a reunião também reforçou a disposição do governo em manter um canal constante de diálogo com a sociedade. Melo reforçou o propósito da gestão de adotar medidas responsáveis que equilibrem a proteção da saúde com a preservação dos empregos e renda dos porto-alegrenses.


"Temos muita vontade de acertar, mas sempre com diálogo e solidez. O município não toma decisões sozinho. Queremos ouvir propostas e as diferentes visões para construção de soluções de enfrentamento à pandemia", afirma o prefeito. O vice-prefeito, Ricardo Gomes, que também participou da reunião, lembra que a administração municipal não pode flexibilizar mais do que permite a norma estadual. "Faremos um trabalho intenso para abrir o máximo possível dentro do que a normativa estadual permite", observa.


O secretário extraordinário de Enfrentamento à Covid-19, Renato Ramalho, destaca que a prefeitura irá reforçar os protocolos sanitários e a fiscalização. “Vamos flexibilizar, mas com muita responsabilidade. A fiscalização municipal será reforçada. Empresários e comerciantes têm que fazer a sua parte para evitar aglomerações, respeitar o distanciamento entre os clientes e as cuidados de higiene, sob pena de termos que adotar novamente medidas restritivas”, completa.


"Estamos acompanhando dia a dia a evolução da taxa de ocupação dos leitos de UTI. Apesar da tendência de queda, seguimos preparados para atender a demanda caso seja necessária a abertura de mais leitos junto aos hospitais parceiros da Prefeitura", reforçou o secretário municipal da Saúde, Mauro Sparta.


Principais mudanças a partir de domingo, 10 (clique aqui):


Missas e cultos

Agora: máx. 30 pessoas ou 20% do público

Como fica: 30% do público


Restaurantes, bares, lanchonetes, inclusive em shoppings:

Agora: ingresso até as 22h, com encerramento às 23h / 40% 50% lotação

Como fica: sem restrição de horário / 50% lotação


Comércio essencial de rua (farmácias, supermercados etc.)

Agora: sem limite de ocupação / 50% de trabalhadores

Como fica: sem limite de ocupação / 75% de trabalhadores


Comércio não essencial de rua (vestuários, eletrônicos, móveis etc.)

Agora: 50% dos trabalhadores / ingresso até 22h, encerramento 23h

Como fica: 50% dos trabalhadores / sem restrição de horário


Shoppings - Comércio não essencial

Agora: ingresso até 22, encerramento 23h / 50% trabalhadores / 50% ocupação

Como fica: sem restrição de horário / 50% trabalhadores / 50% ocupação


Shoppings - Comércio essencial

Agora: sem restrição de dia e horário / 50% trabalhadores / sem restrição de lotação

Como fica: não muda


Bancos e lotéricas

Agora: 50% trabalhadores

Como fica: 75% trabalhadores


Condomínio

Agora: fechamento das áreas comuns (piscinas, salão de festa, churrasqueira etc) / academia com atendimento individualizado

Como fica: permite áreas comuns / distanciamento 4m / academia 10m2


Serviços de forma geral (imobiliárias, salões de beleza, lavanderia etc)

Agora: 25% trabalhadores

Como fica: 50% trabalhadores

Obs1: Advocacia e contabilidade: 75% dos trabalhadores

Obs2: Continua sendo, preferencialmente, teletrabalho


Clubes sociais

Agora: abertos para atividades físicas para manutenção de saúde / fechado para lazer / fechamento das áreas comuns / 25% trabalhadores / 25% lotação

Como fica: aberto para lazer / abertas áreas comuns (piscina, academia etc), com distanciamento de 10m2 / 50% trabalhadores / 50% lotação


Piscinas em geral

Agora: apenas em clubes sociais e para atividade de saúde

Como fica: autorizadas de uma forma geral, com ocupação de 1 pessoa a cada 10m2


Academias

Agora: 16 m2 / 25% trabalhadores / 25% lotação

Como fica: 1 pessoa a cada 10m2 / 50% trabalhadores


Eventos

Agora: corporativos, sociais e entretenimento = fechados / teatros, espetáculos etc = apenas ambiente aberto

Como fica: permitidos de uma forma geral / ambiente aberto ou fechado / com limites que variam de 70 a 2500


Este masterial é da prefeitura, assinado por Lissandra Mendonça