Alzheimer

 A Fundação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs) decidiu comprar equipamento para detecção precoce da doença de Alzheimer. O objetivo é implementar um plano nacional de diagnóstico precoce da doença no Sistema Único de Saúde. O projeto busca prevenir e atenuar a progressão do Alzheimer, identificando fatores de risco. O equipamento, chamado Elisa Ultrassensível, poderá determinar biomarcadores positivos da doença em indivíduos neurologicamente saudáveis.

O RS será o primeiro Estado a desenvolver um estudo com esta magnitude. A meta é aperfeiçoar um protocolo de diagnóstico precoce que será feito a partir de um exame de sangue simples

Pesquisa

Estudos baseados na literatura científica da América do Norte e da Europa apontam a hipótese que de 25% a 30% da população idosa pode ser positiva para esses marcadores que indicam maior risco para desenvolvimento do Alzheimer. Para o governo do estado, estimativas sobre a quantidade de usuários que podem vir a necessitar de cuidados pelo SUS em relação ao Alzheimer são pauta para o planejamento da Saúde nos próximos anos.

Lula e Janja gastam R$ 26,8 milhões para compras e reformas

Lula da Silva e Janja, gastaram R$ 26,8 milhões com reformas, compra de novos móveis, materiais e utensílios domésticos para o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, a Residência Oficial do Torto e o Palácio do Jaburu em 2023. 

Os dados foram levantados pelo Estadão.

O casal resolveu, por exemplo,  trocar móveis dos palácios presidenciais neste ano. Só com um tapete novo. O Estadão de hoje conta que Janja gastou dinheiro público por um sofá, R$ 65 mil para o Alvorada, um piso "mais macio e confortável" na Granja do Torto, R$ 156 mil.

Os números são do Portal da Transparência e do Siga Brasil.

As compras dos mobiliários foram feitas ao longo de todo o ano e seguem. No último dia 29 de novembro a Presidência da República publicou um edital para a aquisição de 13 tapetes de nylon e de sisal de fibra, sendo três para o Alvorada e 10 para o Planalto. O valor total estimado é de R$ 374.452,71. Os preços de cada tapete variam de R$ 736 a R$ 113.888,82. Os mais caros são itens inspirados em desenhos modernistas do arquiteto Burle Marx, com formato orgânico pensado a partir das linhas do espelho d'água do Palácio do Planalto e dimensões de 6,8 x 10,3 metros. Essas peças ficarão em áreas onde ocorrem eventos e cerimônias no Planalto.


Fracasso internacional

A cada dia que passa, fica mais longe o desejo irrealizável de Lula da Silva, que é o de protagonizar o papel de estadista global, capaz de mediar conflitos internacionais.

Em primeiro lugar, os governantes precisariam levá-lo a sério, mas aqui vale aquele título do filme de terror que fez sucesso em 1997, intitulado "Eu sei o que você fez no verão passado".

O mundo não é bobo, porque todo mundo sabe que Lula da Silva foi para a cadeia como ladrão do dinheiro público, corrupto e corruptor da pior espécie, segundo os sucessivos julgamentos da Lava Jato.

Ah, mas ele foi inocentado, dizem seus áulicos do momento.

O mundo todo sabe que isto não é verdade.

Até o STF, que usou de chicana para anular processos, sabe que isto não é verdade.

Começa por aí: falta-lhe credibilidade.

Até Obama, que numa reunião em Londres disse, cara a cara, "Lula é o cara", não diz mais que Lula é o cara. No seu livro de memórias, lançado em novembro de 2020, Obama desculpou-se e disse que Lula não é mais o cara, reconhecendo o caráter corrupto e corruptor do seu personagem brasileiro.

E não é só isto.

Lula desmoraliza a diplomacia brasileira, que sempre foi reconhecida como altamente profissional, tentando assumir, ele mesmo, o condutor de políticas internacionais sabidamente fracassadas, a começar por suadesastrata tentativa de mediar a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, tomando de cara o lado da invasora, a Rússia. A tal ponto que o presidente ucraniano Zelensky esbonobou-o na cúpula do G7, realizada em Hiroshima, no Japão, em maio deste ano.

O pior mesmo tem sido a insistência de Lula da Silva em meter a colher no caso da guerra que move Israel para exterminar o grupo terrorista Hamas, cujas atrocidades só se comparam ao genocídio de judeus nos campos de concentrações nazistas.

Lula fala repetidamente dentro e fora da ONU.

De novo, como no caso da Rússia e Ucrânia, ele toma o lado dos bandidos e apesar disto quer posar de mediador.

Lula da Silva não engana mais ninguém, a não ser os 60 miseráveis repatriados da Faixa de Gaza, com os quais almoço hoje.

Lula faz demagogia barata e sinaliza, de novo, que está do lado dos terroristas contra Israel.

Neste encontro renegado entre Lula e repatriados de Gaza, o líder do lulopetismo mentiu descaradamente ao dizer que busca o diálogo e a paz, isto porque passou sinais trocados mais uma vez, ao sinalizar que apoia dos terroristas do Hamas contra Israel.

Ficou tudo escancarado mais uma vez, porque o ogro lulopetista não convidou repatriados de Israel (1.300) mas, sim, repatriados de Gaza (60). Nenhum dos repatriados de Gaza condenou os terroristas.

Nesta segunda-feira, ele almoço de Natal com pessoas repatriadas de Gaza. O encontro ocorreu no Hotel de Trânsito da Base Aérea de Brasília. Durante o almoço, Lula defendeu a criação de um Estado palestino e expressou sua intenção de continuar trabalhando com a Organização das Nações Unidas (ONU) para viabilizar essa medida e assegurar que os povos possam viver em paz, como informado pelo G1.

Por tudo isto, considerando-se apenas a cena internacional e apesar de ter passado 62 trocando pernas pelo mundo em apenas um ano de governo, Lula da Silva termina o ano muito menor do que quando entrou nele pela porta dos fundos, ajudado pelos seus amigos do STF.

Artigo, Silvio Lopes - Por trás do verniz ...

Foi o biólogo Francis de Waal que na década de 70 do século passado( 1977) cunhou a expressão " teoria do verniz". Através dela, o cientista provou que " a civilização não passa de uma fina camada de verniz que a qualquer teste da verdade, descasca". Ao longo do chamado processo civilizatório da humanidade, notadamente dos últimos seis milênios para cá, várias civilizações foram surgindo, se estalecendo e... desaparecendo. A teoria de Waal se aplica a cada uma delas e explica( e até justifica), suas derrocadas. Estamos, no Brasil, experimentando a implementação( forçada) de um processo civilizatório envernizado do princípio ao fim. De cabo a rabo, no linguajar popular, digamos assim. Não há como redundar em algo que preste. Se os exemplos de civilizações anteriores erigidas sob rígidas normas de comportamento e cimentadas sob valores éticos e morais, assim mesmo acabaram frustrados, o que esperar da receita civilizatória hoje em curso no Brasil? Quando o verniz mostrado encobre a verdadeira face da devastação ética e moral da sociedade brasileira; a romantização da bandidagem e a indisfarçável e espúria intenção de instrumentalizar a tirania como forma de dominação e submissão do povo, eis o sinal dos tempos de trevas que nos chega a galope. Não sei não se desta vez, ao contrário do que ocorreu em 64( graças à decência e amor à Pátria dos generais à época, hoje inexistente no comando das tropas), iremos  nos livrar da mão pesada do arbítrio e da opressão, antesalas da vasto, deprimente e desumano albergue em que buscam transformar esta, até então sonhada, " nação do futuro". 

Sílvio Lopes, jornalista, economista e palestrante sobre Economia Comportamental.

O business da fofoca

Uma mocinha de 22 anos, Jéssica Canedo, é um desses milhões de jovens que pelo mundo afora ainda não aprenderam que vagabundos e canalhas de todos os matizes, gente da pior índole e da pior espécie, usa o universo da internet para ganhar muito dinheiro em cima das suas inocentes vidas úteis, explorando sempre suas fragilidades humanas.

E fazem isto fazendo fofocas desumanas, provocando desavenças ou até apoiando ideologias espúrias e fracassadas, como é o caso, aqui no Brasil, do lulopetismo.

O caso mais emblemátaico do momento é este perfil Choquei, que difamou Jéssia Canedo, uma mocinha deslumbrada que buscava nestes perfis de fofocagem ou de dicas de deslumbramento, o melhor modo de abordá-la e cativá-la. Vítima da difamação, Jéssica Canedo suicidou-se na sexta-feira.

O dono do negócio, Raphael Souza, gosta de fofocas e com elas ganha muito dinheiro, mas ele também gosta de política e é bastante íntimo de Janja da Silva e Lula. No meu blog polibiobraga.com.br postei fotos dele com ambos.

Claro que a repercussão do suicídio e das postagens sujas repercutiram de imediato, mas o mais notável é que o lulopetismo aproveita-se do malfeito do próprio companheiro para justificar a defesa de mais censura sobre os conteúdos veiculados pela internet, com ênfase para as plataformas que abrigam sites, blogs, portais, perfis. Mas não só. Os alvos são também plataformas como You Tube ou Gettr, e aplicativos como WhatsApp e Telegram.

Poucos empreendedores reagem, mas esta semana a plataforma Rumble, concorrente direito do You Tube, resolveu ir embora do Brasil. E saiu atirando contra as recorrentes censuras à liberdade de expressão movidas pelo ministro Alexandre de Moraes.

É bom que outros venham, como o X, de Elon Musk, que esta semana deu nos dedos de Janja da Silva.

E faz isto, o lulopetismo, agora no comando do consórcio STF-Governo Federal, porque leva uma surra nos conteúdos de internet e perde feio a guerra movida no ambiente virtual pela direita brasileira.

É um fenômeno extraordinário do domínio da direita sobre o mais moderno meio de comunicação do mundo.

E Jéssica Canedo ? 

Quem matou Jéssica Canedo ?

O deputado Nikolas Ferreira já pediu ao MPF que investigue o perfil Choquei e seus financiadores.

Choquei integra um caleidoscópio de perfis e serviços de fofocagem cretina ou de rolagens degenerativgas de todo gênero, sempre de olho nos jovens mais desavisados e despossuídos da rede univerfsal de computadores.

A reação a tudo isto, no entanto, além da vigilância irrenunciável dos pais, está no estrito cumprimento das disposições já existentes sobre liberdade de expressão contempladas na Constituição, nos Códigos Civil, Penal, de Processo Civil e de Processo Penal, mais o Marco Civil da Internet.

Mais do que isto é pedir pela plena ditadura.

Eu quero, por último, recomendar que vocês leiam a extensa reportagem que  a jornalista Myllena Valença assina e que revela a completa e inédita indústria do "business da fofoca", um negócio de dimensões bilionárias no mundo e no Brasil. São revelações surpreendentes. O assunto ganhou muita importância depois do suicídio de uma moça de apenas 22 anos, difamada pelo perfil de fofocas - e política - Choquei, de corte ideológico lulopetista.

Vale a pena investir tempo e ler tudo com atenção. 

Vá diretamente no site da Revista Oeste ou navegue pelo meu blog www.polibiobraga.com.br

Está tudo ali.




Artigo, Marcus Gravina - É por esta razão que Flávio Dino será mantido ministro até o dia 8

Segundo tenho lido e ouvido o ministro Flávio Dino é o inspirador do ato a ser celebrado no plenário do Senado. Estarão presentes as mais altas autoridades do País. Certamente, toda a Corte do STF. 

Os presos da Papuda e da Colmeia serão vítimas de mais uma condenação infame, sem terem sido julgados e sem direito de uso da mesma tribuna para defesa.

Os outros, presos por 17 anos serão, novamente, tripudiados dentro de suas celas.

O Flávio Dino e seus futuros " colegas" no STF perderão, por completo a isenção para julgarem os réus preferidos da esquerda comunista do Brasil.  Daí a importância do Senado que será conspurcadoO Senado deve ser palco para decretação de impeachment de muitos dos presentes.

A encenação está sendo urdida  com a aprovação da presidência da República.  O presidente irá manter o Flávio Dino no posto de ministro da Justiça  até lá,  para comandar a sua Gestapo e reprimir, com violência, a revolta de patriotas, na mesma data,  que não silenciarão seus brados e farão vibrar suas panelas nas janelas de suas residências, isto se não forem para as ruas.

Artigo, J.R. Guzzo, Gazeta do Povo - Toffoli é insuperável

O Supremo Tribunal Federal é hoje uma usina dedicada à produção de escândalos em série. É estranho. Em regimes de exceção, como o que o Brasil vive agora, o responsável-raiz pelo trabalho de demolir a ideia de justiça é, em geral, o ditador que está em serviço – o Poder Executivo. Aqui estamos introduzindo uma novidade na ciência política mundial. Quem tira proveito da violação sistemática das leis em vigor e dos direitos dos cidadãos é de fato o grupo de pessoas que ocupa o governo, mas seu braço armado é o STF. É assim na política. É assim também na proteção aos corruptos e à corrupção.


Ninguém tem se destacado tanto nesta missão quanto o ministro Dias Toffoli. Há outros ministros tomando decisões em favor da roubalheira nacional, claro, mas ninguém parece ter atingido os níveis de produtividade de mais este nomeado de Lula. O homem é um fenômeno. Acaba de soltar um despacho livrando a empresa J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, de pagar R$ 10 bilhões de multa – derivada do “acordo de leniência” que fez com a Justiça para evitar punição, ainda maior, por prática de corrupção. Com o acordo, e em troca desses R$ 10 bi, a Justiça concordou em encerrar cinco investigações criminais contra a empresa. Pior: a advogada que defende a J&F na causa é a mulher do próprio ministro Toffoli, Renata Rangel, e seu parceiro na defesa é o ex-ministro Ricardo Lewandowski, que acaba de se aposentar do STF. Para completar, o mesmo Toffoli tinha votado para eliminar a regra que proibia os ministros de julgarem casos defendidos por escritórios de advocacia de parentes. O resultado é que os processos de corrupção são cancelados e a J&F não paga nada.


É difícil encontrar tanta coisa obviamente torta num processo só, e com um juiz só, mas Toffoli é um homem de “superação”, como se diz nos cursos de autoajuda. Há pouco, em outra decisão do mesmo tipo, decidiu anular e declarar “imprestáveis” todas as provas de corrupção contra a construtora Odebrecht reunidas na Operação Lava-Jato – confissões escritas dos corruptos, delações homologadas e devolução material de bilhões em dinheiro roubado. Na época, alegou que o Ministério da Justiça, a quem cabia a guarda da documentação proveniente do Exterior sobre o caso, não estava encontrando os documentos necessários. Logo depois, com o barulho levantado, o ministro Flávio Dino disse que o papelório “apareceu” – mas aí Toffoli já tinha jogado tudo no lixo e livrado a Odebrecht. Resumo da ópera: confissão do réu, quando se trata de ladroagem, não é prova, mas quando se trata do “8 de Janeiro” não é preciso prova nenhuma para condenar os envolvidos. Basta, para o STF, a sua presença na “multidão”.