Ontem, em discurso no encontro semestral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, diretora-gerente da instituição, expôs a sua visão em relação ao cenário de crescimento da economia mundial. Ressaltou que a conjuntura global continua favorável, com crescimento forte e bastante disperso entre os países, em linha com a projeção de expansão de 3,9% neste ano. Porém, a diretora ressaltou que alguns fatores de risco estão presentes: (i) a recente escalada nas tensões geopolíticas na Síria, envolvendo, de um lado, Reino Unido, França e EUA, e, de outro, Rússia e Irã; (ii) o aumento da incerteza com relação à política comercial norte-americana e suas consequências para o comércio global; e (iii) a crescente alavancagem e o valor de mercado de algumas empresas. Lagarde afirmou que esses riscos emergiram em um contexto de forte crescimento das exportações e dos investimentos, de baixa volatilidade e de máximas históricas nos retornos de ativos financeiros. Por fim, fez recomendações para manutenção de uma agenda de reformas fiscais (diante do envelhecimento da população) e financeiras, de modo a melhorar a solidez do sistema financeiro internacional, concluindo que essas reformas têm o potencial de elevar o crescimento de médio prazo
Merval revela estratégia de Cármen Lúcia
A presidente Cármen Lúcia vai ter de usar toda sua
autoridade para tratar, na próxima semana, de um assunto delicado: a tentativa
do ministro Marco Aurélio de levar a julgamento nova ação que propõe acabar com
a prisão em segunda instância.
Essa ação é objetivamente feita para soltar Lula da
cadeia, sendo o PCdoB mero laranja do PT.
O jurista que a encabeça, Celso Bandeira de Mello, está
empenhado há muito em uma campanha contra a Lava Jato, defendendo que Lula está
sendo perseguido pela Justiça brasileira.
A predominância do colegiado sobre posições pessoais,
defendida pela ministra Rosa Weber, está ganhando espaço no Supremo, tanto que
o ministro Dias Toffoli ontem negou liminar para que José Dirceu ficasse em
liberdade o fim do processo na segunda instância, alegando justamente a
jurisprudência em vigor, mesmo contra sua opinião.
Melnick Even fechou balanço de 2017 com lucro de R$ 55 milhões
A empresa apresentou um
lucro líquido de 55 milhões de reais.
A Melnick Even, Porto Alegre, fez 5 lançamentos e focou
suas atividades no desempenho comercial, além de manter a margem operacional de
vendas e de lucro, realizando agressivas e bem-sucedidas campanhas de vendas de
estoque, envolvendo milhares de corretores em Porto Alegre, Canoas, Eldorado do
Sul e Atlântida.
Limitada pela falta de aprovação de projetos na PMPA, a
empresa lançou R$ 374 milhões de VGV Bruto, com o Linked Teresópolis, a segunda
fase do Grand Park Lindóia e o GO Santana. Na Melnick Even Urbanizadora, foram
dois lançamentos,o Península, no bairro Ponta da Figueira, em Eldorado do Sul e
o loteamento Domingos de Almeida Parque Residencial, em Pelotas, ampliando a
presença da empresa no estado.
O Linked foi o lançamento do ano em Porto Alegre. Situado
no bairro Teresópolis,num novo eixo de desenvolvimento que a empresa está
criando e apostando na cidade. Com um desempenho de vendas excepcional: 95% das
unidades foram vendidas em apenas 30 dias.Com VGV de R$ 105 milhões, uma torre
comercial e outra residencial com314 unidades, o complexo multiuso tem um
Shopping e supermercado do Grupo Zaffari e uma unidade do HUB da Saúde com uma
unidade do Hospital Moinhos de Vento.
Segundo Juliano Melnick, diretor da empresa: “Apesar de
todas as dificuldades de lançamentos em 2017, conseguimos um resultado bem
expressivo, mantendo o volume de operação da empresa no mesmo patamar de antes
da crise. Também investimos pesado e tivemos uma excepcional na expansão de
nosso landbank. Neste ano já tivemos um Melnick Even Day acima da expectativa e
vamos torcer para que a prefeitura consiga aprovar mais projeto sem 2018, pois
tivemos um ótimo resultado de vendas nos lançamentos do ano passado”.
Artigo, Marcelo Aiquel - Até quando esta mjulher vai aprontar impunemente ?
Artigo, Marcelo Aiquel - Até quando esta mjulher vai aprontar impunemente ?
A senadora
Gleise “narizinho” Hoffmann segue desafiando os astros, e falando um festival
de M..DAS cada vez que enxerga um microfone.
Ela já
passou do limite minimamente aceitável de bom senso. Seja qual for a ótica de
parâmetro utilizada.
Confiando
cegamente numa imunidade parlamentar que, data vênia, não a protege de todos os
crimes (para os que acham que não é “bem assim”, basta ler – se souber – o que
diz a legislação sobre o tema), especialmente o mais recente: a entrevista para
a rede de TV Al Jazeera, do Catar, datada de ontem, 17/04.
Desta vez,
a “amante” pisou na bola ao afrontar a Lei 7170/83, que dispõe sobre os crimes
contra a segurança nacional. E, não venha ela, ou algum advogado contratado a
“peso de ouro” para defendê-la, alegar que as afirmações foram feitas de
“cabeça quente”, ou por grave comoção.
Não! O seu
chefe supremo, Lula da Silva, já cumpre pena há mais de oito dias. Se, neste
tempo, a senadora não conseguiu “esfriar a cabeça” e refletir sobre o que fala
na condição de presidente do PT, nunca terá o compromisso com o devido respeito
a um Poder da República.
O mais
curioso é que a senadora não se cansa de clamar por democracia. A mesma
democracia que ela e seu grupo político solenemente ignoram!
A verdade
é que a “narizinho”, ou “amante”, já extrapolou – faz muito – o decoro
parlamentar.
E, agora,
“chutou o balde” ao convidar (?!?) o povo muçulmano a lutar pela liberdade do
seu escroque chefe.
Onde anda
a nossa Procuradora Geral? Raquel Dodge,
que foi muito vigilante ao apresentar denúncia contra os deputados Jair e
Eduardo Bolsonaro, poderia assistir ao vídeo da senadora e tomar as
providências cabíveis.
Quanto
mais não seja, para mostrar que a douta PGR está atenta ao cumprimento da lei
no Brasil.
E, no
Senado Federal, uma investigação para ver se o decoro não foi ferido,
novamente.
Seria
exigir muito?
TRF4 repele embargos de Lula nos processos do Instituto Lula e do segundo apartamento de Lula
A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região
(TRF4) negou hoje (18/5), por unanimidade, mais dois recursos interpostos pela
defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eram dois embargos de
declaração referentes a decisões tomadas no processo que averigua a propriedade
de um apartamento e um terreno do Instituto Lula em São Bernardo do Campo (SP).
Nos dois casos, o relator entendeu que se tratava de “mera insatisfação” da
defesa e que os pontos apontados já haviam sido devidamente enfrentados de
forma fundamentada pelo colegiado no julgamento do mérito.
Sistema Drousys
O primeiro eram embargos de declaração em uma correição
parcial julgada dia 7 de março na qual a defesa teve negado o pedido de
suspensão de provas anexadas aos autos relativas ao Sistema Drousys, usado pela
empreiteira Odebrecht para gerenciar o pagamento de propinas.
Nos embargos de declaração, os advogados do ex-presidente
alegavam erro material por ausência no voto do relator da descrição correta de
documentos anexados/perícias e, por conseqüência, erro na fundamentação do
acórdão.
Exceção de Suspeição
O segundo recurso foi interposto apontando omissão da
turma ao deixar de analisar, no julgamento da exceção de suspeição contra o
juiz Sérgio Moro ocorrido em 28 de fevereiro, alegação da defesa de que o
magistrado, em palestra proferida na Petrobras, teria aconselhado
representantes da empresa, faltando com isenção. Os advogados sustentavam ainda
existência de obscuridade na ausência de posicionamento do colegiado quanto ao
artigo 254, IV, do Código de Processo Penal, que trata dos motivos de suspeição
de magistrados.
Democracia e instituições no Brasil
Democracia e instituições no Brasil
Pari passu com o processo de democratização no Brasil
temos um processo de institucionalização que corre lentamente, com idas e
vindas
MURILLO DE ARAGÃO*, O Estado de S.Paulo
Pari passu com o processo de democratização no
Brasil temos um processo de institucionalização que corre lentamente, com idas
e vindas. A democratização sempre conta com o apoio da mídia e da academia, o
que não acontece com a institucionalização. E esse descompasso no tratamento
dessas duas questões não tem sido percebido de forma adequada.
A democratização sempre foi vista como um objetivo
inexorável e erga omnes a ser atingido pelo País. Já a institucionalização,
nem tanto. Qual a razão? Devemos olhar para o nosso passado, tempo em que as
relações pessoais eram sempre mais importantes que as relações institucionais.
Mas, ao largo do interesse pontual de se relacionar com
os Poderes por meio de conexões pessoais, a fragilidade das instituições no
País decorre também da visão esquerdista, uma espécie de software residente da
academia e de setores da imprensa para interpretar o Brasil.
O processo de “desinstitucionalizar” o Brasil se dá pelo
enfraquecimento das instituições, por sua desmoralização e, também, pelo
aplauso ao conflito institucional. Por exemplo, a criação de matérias
acadêmicas sobre o “golpe” contra Dilma mostra o viés “desinstitucionalizante”
de setores da academia.
Poderiam estudar, por exemplo, a desistitucionalização no
governo Dilma, em que ministros eram bypassados por secretários e a
hierarquia e o federalismo, repetidamente desvalorizados.
Para os esquerdistas mais obtusos, as instituições estão
a serviço das classes dominantes. E quando não estão a serviço do seu projeto
de poder (das esquerdas), devem ser fragilizadas. Pois, fortalecidas, favorecem
o establishment.
Fazendo um exercício básico: a intervenção federal na
Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é uma expressão do governo; o
governo é inimigo das esquerdas por ter “derrubado a presidente Dilma
Rousseff”; portanto, a intervenção deve ser fragilizada.
O fato de a imensa maioria da imprensa e da academia
acreditar que os políticos são corruptos e a política é corrompida favorece a
tese de que nada que venha do mundo político pode ser considerado legítimo.
Mesmo que tenha amplo apoio popular.
Por isso qualquer iniciativa que fortaleça
o establishment não interessa. Pois trabalha contra duas teses em
voga: a total – e utópica – renovação da política e a volta do mundo
esquerdista ao poder.
A desmoralização das instituições é amplificada por um
vício de destacar o veneno e não a cura. Não cultivamos a reflexão a ponto de
destacar que o governo e as instituições não são necessariamente e o tempo todo
“do mal”. O que reflete um grave desconhecimento da sociedade sobre a
necessidade da política.
Para tristeza dos marxistas, as teorias são
frequentemente desmoralizadas neste recanto tropical. As instituições no Brasil
não estão a serviço dos poderosos nem das classes dominantes.
As instituições, numa sociedade fraca como a nossa, estão
a serviço dos próprios interesses daqueles que as controlam. E como o Estado é
mais poderoso do que a sociedade, as classes dominantes são as corporações de
burocratas. Cuja narrativa de fortalecimento do Estado visa, acima de tudo,
fortalecer o domínio dessas corporações sobre o Estado e, por conseguinte,
sobre a sociedade.
Daí vivermos sob o jugo do corporativismo de
auxílios-moradia, seguros odontológicos, férias e recessos prolongados,
aposentadorias precoces, sistemas diferenciados de aposentadoria,
auxílio-paletó, burocracia excessiva, precariedade de serviços públicos e
sistema tributário caótico, entre outros desvios.
A desmoralização das instituições também ocorre quando,
no afã de atender a pressões midiáticas, se tomam decisões “não
institucionais”, vulnerando a lei, violando a Constituição, estimulados pelo
ativismo judicial. No processo de desmoralização das instituições, consideram-se
aceitáveis os excessos do ativismo judicial e as frequentes soluções pela via
da judicialização.
O establishment político não é apenas vítima de
uma perversa conspiração para enfraquecê-lo e daqueles que submetem as
instituições aos interesses das corporações. O comportamento dos políticos e as
regras da política também são claramente desinstitucionais ao não combaterem a
supremacia do Estado sobre a sociedade e terem promovido relações espúrias do
capitalismo tupiniquim com empresas estatais, por meio de doações e propinas.
Entre muitos outros desvios.
No Brasil, a Presidência da República também é, por
excelência, um elemento de desinstitucionalização, por acumular poderes que
desequilibram o federalismo e a relação com os outros Poderes.
Da mesma forma, a excessiva autonomia do Ministério
Público Federal é um elemento que, sob a justificativa do bem comum, enfraquece
as instituições, ao fomentar decisões não apenas transversais, mas com
verticalidades que desmontam a hierarquia dentro e entre os Poderes.
Em suma, vivemos um quadro de grande desordem
institucional que não é conjuntural. Decorre, como vimos aqui de forma
sintética, de vários fatores históricos e estruturais de nosso sistema
político.
Porém, ao final de tudo, o que mais espanta é o fato de
não existirem grandes questionamentos sobre o tema. Predominam visões que
sancionam ou descredenciam os movimentos a partir de interesses, e não de
princípios.
No entanto, a construção de uma democracia de verdade
impõe instituições fortes que operem dentro de marcos constitucionais e legais
claros. Devemos, o quanto antes, retomar o caminho do fortalecimento de nossas
instituições.
* CONSULTOR, ADVOGADO E CIENTISTA POLÍTICO, DOUTOR
EM SOCIOLOGIA (UNB), É PROFESSOR ADJUNTO DA COLUMBIA UNIVERSITY (NOVA
YORK)
Manifesto de Carlos Schmidt
"COMEÇOU O ATAQUE! Quando não conseguem atacar a pessoa atacam seu trabalho. Foi assim quando passamos o filme O IMPEACHMENT. Nos chamaram de tudo. A intolerância de petistas com qualquer coisa que os desmascare se torna selvagem! O termo mais gentil e recorrente é me chamarem de homofóbico! Logo eu que sempre tive e tenho funcionários gays e sempre exibi filmes sobre a temática! Mas uma coisa eu assumo, sou intolerante! Intolerante a corrupto e quem os defende! Começaram a surgir ameaças de boicote ao Guion Cinemas! Nunca obriguei ninguém a ir no meu cinema, mas se a redução se fizer sentir quem vai sentir mais é a cidade e não eu, que finalmente poderei ter dias de folga, coisa que como empresário não tenho direito. Deixarei de cumprir metas esdrúxulas e impositivas do governo numa atividade que é privada! Deixarei de pagar taxas abusivas de impostos! Deixarei de me angustiar mensalmente se terei condições de pagar nossos colaboradores e fornecedores! Manifestei em meu perfil minha contrariedade com os rumos do judiciário e da política deste País! Esta maneira policialesca de horda, que grupalmente como sói acontecer vem achacar e censurar é aquilo contra o qual batalho. Não vão me fazer ter vergonha de querer que a lei seja cumprida. Não sou eu que devo ter vergonha, são eles. Enfim se alguém acha que nosso trabalho ao longo destes 40 anos nesta cidade e quase 23 anos de Guion valeram, vá na página e manifeste-se!".
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